ELEIÇÃO 2020

Oito partidos se unem para reeleger Binotti em Lucas

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Nas eleições municipais deste ano, não será mais permitida a formação de coligações para o cargo de vereador. As coligações consistem na união de diferentes partidos para disputar o pleito.

A novidade foi trazida pela Emenda Constitucional nº 97, de 4 de outubro de 2017, que passou a proibir a celebração de coligações nas eleições proporcionais, que abrangem os cargos de deputado estadual, federal e distrital, além de vereadores.

Para os cargos majoritários, que são os de prefeito, senador, governador e presidente da República, continua sendo possível a formação de coligações.

Com a nova determinação, os candidatos aos cargos de vereador, na eleição de 2020, somente poderão participar em chapa única dentro do partido.

E com aproximadamente 68 mil eleitores e considerada uma cidade estratégica do Médio-Norte mato-grossense, Lucas do Rio Verde está entre as 10 maiores cidades do Estado em densidade eleitoral.

Visando as eleições municias sem as chamadas coligações, oito partidos políticos se uniram pelo projeto de reeleição do atual prefeito da cidade de Lucas do Rio Verde, Flori Luiz Binotti (PSD). Responsável por grandes avanços nessa gestão, o chefe do Executivo conseguiu aglutinar apoio do MDB, PRTB, PT, PSB, PSD, PP, PTB e Solidariedade e conta com aliados importantes como o Senador da República, Carlos Henrique Baqueta Fávaro, presidente do Diretório Estadual do Partido Social Democrático (PSD) e também o líder da bancada no Congresso Nacional, deputado federal do Partido Progressista (PP), Neri Geller.

Sabemos da importância em ter, lá na ponta, na base, gente séria e comprometida com o município, porque é lá que as coisas acontecem. Temos orgulho de anunciar esse apoio e fazer parte da construção desse projeto pela continuidade do desenvolvimento de Lucas do Rio Verde, declarou o Senador Carlos Fávaro.

Ainda dentro do arco de alianças e com grande envergadura política, o empresário Rogério Ferrarin foi unanimidade entre os partidos para ser o candidato a vice-prefeito na chapa de Luiz Binotti.

EM MEIO À PANDEMIA

Lucas do Rio Verde foi o único município que abriu leito de Unidade de Terapia Intensiva (UTI), para o enfrentamento à COVID-19 com recursos próprios; fez o readequamento das Unidades de Saúde (com enfermaria especializada, aquisição de respiradores, contratação de profissionais e equipamentos de proteção), ampliou o Hospital São Lucas e construiu o Pronto Atendimento Municipal.

Na área da Educação, a atual gestão construiu 100 novas salas de aula e isso representa mais de 50% das salas existentes na cidade. Foi responsável pela oferta de curso superior no município através da chegada do Campus da Unemat e ainda, cursos técnicos pelo Senai. Além disso, o projeto para execução de duas creches municipais (Infância Jaime e Parque das Emas).

Mesmo em tempos de “Pandemia”, o município avançou também na questão da Segurança Pública instalando 54 câmaras de vigilância para garantir o bem-estar da população.

Só temos motivos para agradecer e ter a certeza de que estamos no caminho certo. Nossa cidade segue firme, avançando nas mudanças, trabalhando como protagonistas de um grande desenvolvimento econômico e social“, declarou o atual prefeito e pré-candidato à reeleição, Luiz Binotti.

O líder da bancada, deputado federal Neri Geller, participou do evento de lançamento da pré-campanha e apresentou resultados da parceria com o município nos últimos 2 anos. De acordo com o parlamentar, várias ações já foram desenvolvidas nos últimos anos demonstrando a força política e econômica de Lucas do Rio Verde.

Conseguimos avançar e, muito. Trouxemos R$ 1,6 milhão para a construção do Mercado do Produtor na cidade, valorizando a agricultura familiar. Destinamos R$ 2,6 milhões de recursos MAC para a Saúde e mais R$ 1,5 milhão para enfrentamento ao Covid-19. Um sonho antigo dos luverdenses era ver a Avenida Brasil concluída e pavimentada, está aí, para isso foram R$ 5,6 milhões que conseguimos alavancar. Existem ainda as duas creches e tantas outras obras que só foram possíveis pela parceria com a atual gestão municipal. O prefeito tem as portas abertas em qualquer lugar e isso facilita o nosso trabalho por Lucas“, disse Geller.

Atuante e participativa a primeira-dama de Lucas do Rio Verde, Rafaela Frizzo, acredita que o apoio recebido hoje é reflexo e reconhecimento do serviço prestado.

Nossos últimos 4 anos foram dedicados e pautados numa administração séria, que caminhou de forma reta e trabalhou muito. Não nos viram envolvidos em escândalos e falcatruas, porque nosso objetivo foi um só: trabalhar pelo povo de Lucas, declarou Rafaela Frizzo, primeira dama da cidade de Lucas do Rio Verde.

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Política

Caramuru a Emanuel serão investigados pela DEFAZ e GAECO

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Já fiz o que tinha que fazer, fiz a denúncia. Li que a delegada disse que as prisões não tem nada a ver com a denúncia. Depois li que a denúncia que fizemos está merecendo toda uma investigação. São duas correntes de investigação. Não sei o que virá disso”.

Foi o que disse o deputado estadual do PSDB, Wilson Pereira dos Santos sobre uma verdadeira “farra” na política de concessão de Incentivos Fiscais do Estado de Mato Grosso.

Na época, o parlamentar estadual tucano lembrou que a Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Renúncia e Sonegação Fiscal, realizada pela Assembleia Legislativa do Estado de Mato Grosso (AL/MT), apontou desvios milionários aos cofres públicos nos últimos anos.

A questão Caramuru é um pingo d’água num oceano de corrupção na política de incentivos fiscais do Estado”.

O relatório da CPI da Renúncia e Sonegação Fiscal diz que, no período de 2011 a 2014, houve um desvio de R$ 1,7 bilhão da política de incentivos em Mato Grosso. Foi uma farra. Todo mundo deitou e rolou, tirou pedaço da viúva. Caramuru é apenas um caso, teria afirmado o parlamentar estadual do PSDB, Wilson Santos.

O tucano lembrou que a denúncia feita por ele durante a campanha eleitoral para Prefeito de Cuiabá na época, dando conta de um esquema de corrupção envolvendo a empresa Caramuru.

À época, o tucano também divulgou uma gravação de áudio em que Bárbara Pinheiro, cunhada de Emanuel Pinheiro (MDB), admitiria que recebeu dinheiro para ajudar a Caramuru a obter os Incentivos Fiscais.

A Delegacia Fazendária (Defaz), após quatro anos pediu apoio ao Grupo de Atuação Especial de Repressão ao Crime Organizado (Gaeco) para dar continuidade às investigações acerca do suposto esquema de cobrança de propina envolvendo o hoje Prefeito de Cuiabá, Emanuel Pinheiro (MDB). No último mês, enviou a investigação que foi iniciada em outubro de 2016 ao órgão.

Após provocação do Ministério Público, o inquérito relativo à demanda apresentada foi instaurado em 24 de outubro de 2016 pela Delegacia Fazendária. Em setembro deste ano, a Delegacia Fazendária solicitou o apoio do Gaeco e encaminhou o inquérito ao grupo para continuidade das investigações”, informou o Ministério Público do Estado de Mato Grosso (MPMT).

O Ministério Público também pontua que não é possível passar detalhes sobre o andamento da investigação, pois a mesma está sob sigilo.

Conforme a denúncia de Wilson Santos, o pagamento dos valores teria sido feito por meio das empresas do irmão de Emanuel Pinheiro, Marco Polo Pinheiro, o Popó, da esposa dele, Bárbara Noronha Pinheiro, e da irmã de Bárbara, Fabiola Noronha.

O parlamentar tucano disse que o pedido de enquadramento da Caramuru no Programa de Desenvolvimento Industrial e Comercial de Mato Grosso (Prodeic), para obter o inventivo fiscal, só teve andamento após Emanuel Pinheiro intervir junto à secretaria de Indústria e Comércio, à época comandada por Allan Zanatta, que estaria no cargo por indicação de Emanuel.

Allan Zanatta foi alvo da Operação Sodoma, que investigou esquema de fraude na concessão de incentivos fiscais em troca de propina. Ele negou participação.

Ainda de acordo com a denúncia do deputado, após o requerimento ser deferido, as empresas do irmão e cunhada de Emanuel teriam emitido R$ 4 milhões em notas em favor da Caramuru, como forma de “lavar” a propina.

Wilson Santos apresentou uma gravação contra Popó e sua esposa como elementos de prova para robustecer a denúncia. De acordo com o parlamentar, eles estariam desesperados e com medo de que o caso atingisse Emanuel.

Os pagamentos teriam sido feitos em 2014, durante a gestão do então governador Silval da Cunha Barbosa, conforme o processo da Caramuru ia caminhando dentro do governo.

À época em que o caso foi denunciado, Emanuel Pinheiro emitiu nota afirmando que nunca teve qualquer negócio ou relação empresarial com as empresas do irmão, da cunhada e da irmã dela, e que cabia a eles prestar explicações sobre os honorários recebidos da empresa Caramuru. Emanuel defendeu a apuração dos fatos, mas classificou a denúncia como “factóide”. (Com Leiagora)

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