Search
Close this search box.

PP EM BUSCA DE UM NOIVO

“O melhor caminho para Botelho é o PP”

Publicados

em

Inicia-se em 2024 um novo ciclo na esfera municipal, com a eleição para prefeitos e vereadores em todo o Brasil. A poucos meses das eleições municipais de 2024, o momento é de efervescência nos partidos políticos, que se movimentam para definir estratégias de apresentar nomes fortes às prefeituras ou negociar ingressos vantajosos em alianças.

As agremiações também já trabalham a construção de nominatas competitivas para as Câmaras de Vereadores, pois houve mudança nas regras, com diminuição no número de candidatos que podem ser registrados, e alterações na disputa pelas chamadas sobras. Mas, os partidos também estão em busca de reforços para as próximas eleições de 2024.

Para os eleitores, as eleições de 2024 ainda parecem distantes, mas as lideranças políticas já se movimentam para reforçar os partidos. Alguns desses dirigentes já têm em mente até o desempenho eleitoral que esperam atingir com as legendas no pleito municipal daqui a alguns meses. Siglas como PT e União Brasil, que reúnem a maior parte dos governistas e oposicionistas, já possuem inclusive nomes sendo ventilados para encabeçar chapas para a Prefeitura de Cuiabá.

PP em busca do noivo

O Partido Progressista também é outra sigla que busca reforços para 2024, e sai em busca de nomes de peso para disputar a Prefeitura de Cuiabá, como é o caso do nome do deputado estadual e presidente da Assembleia Legislativa do Estado de Mato Grosso (AL/MT), José Eduardo Botelho que negocia sua saída do União Brasil.

Leia Também:  É hoje meu povo, não será uma quinta qualquer no TJ

Recentemente, o parlamentar estadual Eduardo Botelho, um dos pré-candidato à Prefeitura de Cuiabá, recebeu a visita do presidente estadual do Partido Progressista (PP), Paulo Roberto Araújo, e do presidente do Diretório Municipal da sigla, Euzébio Diniz, para reforçar o convite de casamento e que o parlamentar venha se filiar no Partido Progressista e com isso ser o nome para a disputa da Prefeitura de Cuiabá nas eleições municipais.

O deputado estadual Eduardo Botelho vive um verdadeiro imbróglio dentro do União Brasil, e aguarda definição do governador Mauro Mendes (UB) sobre a escolha do nome para o pleito ao Palácio Alencastro com o secretario Chefe da Casa Civil, Fabio Paulino Garcia.

Progressistas é o “Plano B” mais viável para Botelho

Euzébio Diniz, presidente do Diretório Municipal do Partido Progressista (PP) em Cuiabá, acredita que a sigla hoje seria o “Plano B” mais viável para Eduardo Botelho (UB), por reunir mais chances de consignar o apoio do governador Mauro Mendes (UB) em uma eventual ida ao segundo turno nas eleições municipais.

O melhor caminho para o Botelho é o PP. Em um eventual segundo turno, com certeza, seria o Botelho e um candidato da oposição. Com isso, Mauro Mendes apoiaria Botelho, ele sairia do União Brasil pela porta da frente, deixava a porta aberta e, com certeza, em um segundo turno, seja contra o Abilio, seja contra o Lúdio ou outro candidato a preferência da base do Governo do Estado seria apoiar Botelho“.

Botelho no PP

Nesta segunda-feira (22), após uma reunião no gabinete do deputado estadual Eduardo Botelho, o presidente estadual do Progressistas em Mato Grosso, Paulo Araújo, afirmou que o partido irá absorver a pré-candidatura à prefeitura do deputado Eduardo Botelho caso não seja o escolhido pelo União Brasil.

Leia Também:  Escândalo de venda de sentenças abala o Poder Judiciário de Mato Grosso

Paulo Araújo aproveitou o cenário para fazer uma visita de cortesia a Botelho. O presidente do PP abriu mão de sair como pré-candidato para que o deputado ocupe o palanque com as cores da sigla. Optando pelo Progressistas, o parlamentar mantém o vínculo com Mauro Mendes, seguindo na base do governo e realiza a meta pessoal de pleitear o Executivo cuiabano.

Se o Botelho não for candidato do União Brasil, ele é o candidato do Progressistas“.

O noivo, Eduardo Botelho cobiçado por muitos, disse que vai analisar o convite de casamento e “discutir a possibilidade”. E deixou claro o entendimento sobre o impasse enfrentado dentro do União Brasil, agradeceu a Paulo Araújo e Euzébio Diniz a insistência para tê-lo no grupo.

Estou lisonjeado pelo convite Paulo, Euzébio, João. Meus agradecimentos a todos vocês, e com certeza, vamos trabalhar juntos por Cuiabá. Vou estar com vocês, vamos “discutir essa possibilidade”. Essa porta que vocês estão abrindo para mim, com certeza, é muito importante nesse momento. Muito obrigado“.

Propaganda

Política

Corrida ao Senado centraliza a força política e ofusca disputa pelo Palácio Paiaguás

Publicados

em

A disputa pelas duas cadeiras no Senado Federal passou a mobilizar mais a cena política de Mato Grosso do que a própria corrida ao Governo do Estado. Em uma eleição com dinâmica atípica no cenário mato-grossense, os principais protagonistas e detentores de maior densidade eleitoral preferiram disputar o Congresso Nacional em vez de buscar o comando do Palácio Paiaguás.

As urnas em Mato Grosso receberão os votos para dez candidatos registrados que buscam as duas vagas ao Senado nas eleições de 2026. O processo faz parte da renovação de dois terços das 81 cadeiras do Senado, nas quais 54 vagas estão em disputa, sendo exatamente duas por unidade da Federação.

O eleitorado mato-grossense chega ao pleito com 2,64 milhões de eleitores aptos a votar. Essa soma representa 1,66% do total nacional e posiciona Mato Grosso como o 18º maior colégio eleitoral do país, configurando um eleitorado decisivo para os projetos políticos nacionais.

A disputa pelas duas vagas atrai nomes consolidados da política estadual, como o ex-governador Mauro Mendes (UB), a deputada estadual Janaina Riva (MDB), o senador Carlos Fávaro (PSD), o deputado federal José Medeiros (PL) e o ex-governador Pedro Taques (PSB).

Leia Também:  Abílio expõe articulações de Botelho para impedir Lúdio na disputa ao Palácio Alencastro

A movimentação nos quadros majoritários inclui o ex-governador Mauro Mendes, que se desincompatibilizou do Governo do Estado para concorrer ao Senado, enquanto Carlos Fávaro atua na campanha para renovar o mandato parlamentar obtido em 2020.

O capital político demonstrado na liderança das pesquisas por Mauro Mendes evidencia que seu alcance ultrapassa o de Otaviano Pivetta, governador que o sucedeu na gestão estadual e que agora disputa a reeleição.

A consolidação de lideranças também se reflete em Janaina Riva, que ganhou projeção no eleitorado superior à do próprio sogro, Wellington Fagundes, candidato ao Governo do Estado de Mato Grosso. Fenômeno semelhante ocorre com o ex-ministro e senador Carlos Fávaro, detentor de um grupo com expressividade superior à de Natasha Slhessarenko, postulante do seu grupo ao Executivo Estadual.

Os dados apurados pelas pesquisas de intenção de voto confirmam a força da base conservadora e de seus aliados no estado. O cenário mostra que, ao lado da influência governista, nomes como Otaviano Pivetta (Republicanos), Wellington Fagundes (PL) e Mauro Mendes demonstram expressiva capacidade de mobilização, fortalecendo o bloco de direita na fase que antecede o primeiro turno, em 4 de outubro de 2026.

A projeção de um inédito segundo turno na eleição para o Governo de Mato Grosso amplia a relevância estratégica dos quadros legislativos. Os senadores e deputados eleitos na primeira votação do pleito exercerão papel central na construção de alianças e na sustentação dos palanques dos candidatos a governador que avançarem à etapa final da disputa.

Continue lendo

MAIS LIDAS DA SEMANA