LOBO EM PELE DE CORDEIRO?
O mal existe? E o lobo mau existe?
O mal existe? Certamente. Nas igrejas, na política, na sociedade, nas famílias, enfim, na vida, e isso desde que o mundo é mundo. Então nenhuma novidade. Agora o lobo mau existe?
Na avaliação do menino da Rua Joaquim Murtinho existe. Na ausência do lobo bom no Palácio Paiaguas, o lobo mau continua a enganar população de Mato Grosso e não merece.
Nenel Pinheiro disse que o governador do Partido Democrata (DEM), Mauro Mendes Ferreira quer se promover politicamente, tendo em vista a eleição 2022, e vê oportunismo no anúncio de um pacote de projetos para a redução do ICMS da telefonia, internet, gás industrial e comercial e dos combustíveis diesel e gasolina, feito pelo governador Mauro Mendes.
“É o lobo mau apresentado o pacote da bondade no auge do desespero“, disse o prefeito da Capital na sexta feira. Nenel não consegue começar ou terminar a semana sem detonar Mauro Mendes.
Nenel disse que ficou preocupado com o pacote da maldade apresentado pelo governador Mauro Mendes, e que a Prefeitura de Cuiabá vai fazer uma analisa criteriosa se o município será impactado negativamente.
Nenel Pinheiro que hoje é um opositor da gestão Mauro Mendes, ponderou que o Democrata estaria lançado o pacote para tentar recuperar sua imagem que estaria desgastada nos últimos dias, e sua aprovação também estaria em queda.
“Como tudo que vem de lá tem segunda intenção, vamos estudar com toda cautela e prudência, porque a população não pode ser tapeada”.
Estas medidas estão sendo analisadas friamente pela equipe do Nenel.
“A minha equipe está estudando isso, estudando esse pacote da bondade que o lobo mau apresentou“, disse.
Nenel o que o lobo mau falou para o chapeuzinho vermelho?
Muitos começam a se preocupar, principalmente o meu amigo que me disse: por que este nervosismo. Porém, não sou seu advogado muito menos tenho a sua procuração, mas posso afirmar que a vida do menino da Rua Joaquim Murtinho, sempre foi pautada pela honestidade e transparência.
O que estamos percebendo é que Nenel Pinheiro está profundamente chateado com estas denúncias e “Operações” da Polícia Civil e a Federal.
Nenel tá triste, diria com uma pontinha de inveja do seu ex-amigo, já que o circo está montado no Alencastro e esqueceram do Paiaguas.
“Para esses não tem carnaval, não tem oportunismo, não tem espetáculo circense“, detonou o alcaide cuiabano.
Muita calma nesta hora Nenel, você não tem envolvimento tô certo? Tenho certeza que está vendo chifre em cabeça de cavalo.
Política
Denúncias de aliciamento elevam a “Tensão” na disputa pelo Palácio Paiaguás
Uma grave acusação de interferência externa e oferecimento de vantagens ilícitas abalou as estruturas internas da federação partidária que decidirá os rumos da sucessão estadual. A denúncia aponta para a existência de um forte movimento de bastidores que visa desestabilizar os votos de delegados partidários, transformando a definição de candidaturas em um cenário de intensa disputa ética e jurídica.
O epicentro do embate envolve diretamente o deputado estadual Júlio Campos, que externou as suspeitas, e seu irmão, o senador Jayme Campos, cuja postulação ao governo estadual sofre forte oposição interna. No polo oposto dessa correlação de forças, posicionam-se o ex-governador e atual presidente partidário Mauro Mendes, aliado ao atual governador Otaviano Pivetta, este último filiado ao Republicanos e beneficiário direto de uma eventual composição ampla.
As articulações e os tensionamentos que culminaram na “denúncia pública” ganharam contornos de crise nesta semana, antecedendo o prazo final para as definições de chapas majoritárias. O cronograma converge para o dia 30 de julho, data em que ocorrerá a deliberação oficial e o consequente desfecho do processo de escolha interna que definirá as coligações.
Toda a movimentação política concentra-se no “GRANDIOSO” Estado de Mato Grosso, tendo como foco principal as articulações na capital, Cuiabá, onde se localizam as sedes partidárias e o Palácio Paiaguás. O cenário geográfico reflete a importância estratégica da região Centro-Oeste no panorama político e econômico nacional, o que eleva a relevância da disputa pelo controle do Executivo Estadual.
A definição do candidato ocorrerá por meio do voto secreto dos membros da convenção da Federação União Progressista, bloco composto pela associação entre o União Brasil e o Progressistas (PP). Esse método de votação secreta visa garantir a liberdade de escolha dos delegados, resguardando-os de pressões externas diretas, embora o sigilo do voto agora enfrente o desafio das suspeitas de assédio político prévio.

O motivo central da divergência reside no conflito de visões estratégicas para o futuro do estado, dividindo a agremiação entre a defesa de uma candidatura própria e a adesão a um projeto de continuidade governamental. Enquanto uma ala busca resgatar o protagonismo histórico da legenda tradicional, o grupo governista argumenta que a composição ampla fortalece a governabilidade e assegura a estabilidade das políticas públicas em andamento.
A finalidade desse embate interno é a conquista do controle do Palácio Paiaguás e a consolidação de hegemonia política na região pelas próximas temporadas administrativas. Os grupos em disputa buscam garantir espaço prioritário nas chapas proporcionais e majoritárias, o que viabilizará a sustentação legislativa e a influência sobre o orçamento e as diretrizes do desenvolvimento estadual.
O processo desenvolve-se sob condições de extrema desconfiança mútua, caracterizadas por Júlio Campos como um “clima de guerra” decorrente do envio de emissários com “propostas indecorosas”. Diante da gravidade dos relatos sobre tentativas de aliciamento de convencionais, os defensores da candidatura própria anunciam a intenção de formalizar representações junto ao Ministério Público Eleitoral (MPE) para assegurar a lisura do pleito.

Para alcançar a vitória interna, os apoiadores da candidatura própria estimam contar com uma base sólida de aproximadamente 35 votos entre os 48 convencionais aptos a votar, de um total de 50 membros colegiados. Esse expressivo contingente teórico de apoios é considerado suficiente para neutralizar a influência da ala governista e impor a candidatura do senador Jayme Campos à revelia da Executiva.
Como desdobramento imediato, as lideranças partidárias mantêm canais de diálogo abertos na tentativa de construir um consenso de última hora que evite uma fratura definitiva na base aliada. No entanto, diante da recusa de ambos os pré-candidatos em abdicar de suas pretensões ao Governo do Estado, novos encontros bilaterais deverão ocorrer nos próximos dias, sob a sombra de uma iminente judicialização do processo caso as denúncias de aliciamento sejam formalizadas.
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