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PL VISLUMBRANDO ELEIÇÕES FUTURAS

“Novas filiações fortalecem a “Direita” em Várzea Grande e impulsionam projeto do PL para as Eleições de 2024″

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Várias lideranças políticas filiaram-se ao Partido Liberal (PL) no município de Várzea Grande, o que inclui o ex-prefeito e empresário Tião da Zaeli, o ex-candidato a prefeito e empresário Flávio Frical, a ex-presidente da OAB de Várzea Grande Flavia Moretti, o médico Arilson de Arruda e os empresários Heitor Trentin, Ettero de Oliveira, Fabio Carmona e Herbert Falcão.

O deputado federal José Antônio Medeiros (PL) afirmou que essas novas filiações vão fortalecer a direita na cidade e consolidar o projeto do partido em lançar um candidato a prefeito nas eleições do próximo ano.

A nova Executiva Municipal do Partido Liberal (PL) de Várzea Grande também foi empossada durante o evento realizado no Várzea Grande Tênis Clube, e teve referendado pela maioria dos membros da sigla o nome de Tião da Zaeli à frente do comando do partido.

José Medeiros destacou que, além da candidatura a prefeito, o partido planeja lançar uma chapa completa de candidatos a vereador em Várzea Grande. O parlamentar federal afirmou que o partido está se organizando para disputar o pleito de 2024 e eleger o maior número possível de prefeitos e vereadores.

O deputado federal enfatizou que a “direita” tem a responsabilidade de se unir para derrotar as pautas da esquerda e candidatos que representem uma política econômica atrasada e fracassada em todo o mundo. Ele ressaltou a importância de eleger candidatos comprometidos com a defesa do livre mercado e da liberdade.

Para disputar o pleito de 2024 nós já estamos nos organizando, e a meta é eleger o maior número possível de prefeitos e vereadores. Em Várzea Grande, que é uma das principais cidades de Mato Grosso, teremos candidato a prefeito competitivo e com chances reais de vencer as eleições. Entre os nomes estão Tião da Zaeli, Flávio Frical e o médico Alencar Farina”.

PL do Mato Grosso se Prepara para Eleições de 2024 com Visão de Fortalecimento Nacional e Olhar para 2026

O Partido Liberal (PL) do Mato Grosso está empenhado em se consolidar como a principal força política da “direita” conservadora no país. O presidente estadual da sigla, Ananias Filho, reforçou o compromisso de lançar candidaturas próprias em todos os 141 municípios do estado para as eleições municipais de 2024, com o objetivo de eleger 40 prefeitos.

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Ananias Filho enfatizou a orientação do ex-presidente Jair Bolsonaro e do presidente nacional da legenda, Valdemar da Costa Neto, para preparar o PL para ser protagonista nas eleições de 2024.

Entre os municípios que terão candidatos a prefeito estão Cuiabá, Várzea Grande, Rondonópolis, Tangará da Serra, Primavera do Leste, Sorriso e demais cidades de Mato Grosso.

Em Cuiabá, Ananias citou o nome do deputado federal Abilio Brunini como o pré-candidato ao PL a prefeito, e em Várzea Grande existe a possibilidade de lançar o empresário Tião da Zaeli, atual presidente da sigla no município.

Em Rondonópolis, Ananias revela que o partido possui vários nomes e ainda a possibilidade de filiar o deputado estadual Cláudio Ferreira (PTB), que tem sido cotado para encabeçar uma chapa para o pleito do próximo ano.

A estratégia do partido é usar a eleição do próximo ano para fortalecer a agremiação para a eleição de 2026, tanto a presidência da república quanto ao Governo do Estado.

O partido tem como meta eleger aproximadamente 1.400 prefeitos em todo o país no próximo ano, sendo 40 apenas em Mato Grosso. Ananias destacou que o apoio do ex-presidente Bolsonaro será essencial para o sucesso das candidaturas do PL. O plano é que Bolsonaro participe ativamente do processo eleitoral, subindo ao palanque dos principais candidatos a prefeito do partido, gravando vídeos de apoio e auxiliando na eleição do maior número possível de prefeitos.

Nós recebemos uma grande missão que é de preparar o partido para ser protagonista nas eleições de 2024, lançando candidatos a prefeito em Cuiabá, Várzea Grande, Rondonópolis, Tangará da Serra, Primavera do Leste, Sorriso e demais municípios de Mato Grosso. Vamos eleger prefeitos e vereadores e fortalecer o partido para as eleições de 2026”.

A estratégia do PL vai além de 2024, mirando a eleição de 2026. A orientação é lançar a pré-candidatura do deputado federal José Medeiros para o Senado nesse ano, enquanto a possibilidade de lançar a pré-candidatura do Senador Wellington Fagundes para o Governo do Estado também é cogitada.

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O partido se prepara para fortalecer sua atuação política e garantir uma presença sólida nas próximas eleições, defendendo ideias conservadoras e comprometidas com o livre mercado.

Em todo o Estado de Mato Grosso temos um time bastante forte. Pré-candidatos de direita, conservadores e que possuem capacidade técnica e política para gerir uma cidade. A orientação do presidente Valdemar e do ex-presidente Bolsonaro para 2026 é lançar a pré-candidatura do deputado federal José Medeiros para o Senado. Para governo, existe a possibilidade de lançar a pré-candidatura do senador Wellington Fagundes, que é o nome mais forte da sigla no estado”.

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Política

Engrenagens “Proporcionais” e “Majoritárias” definem a ocupação de 1.626 cadeiras Legislativas em 2026

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O sistema eleitoral brasileiro se prepara para movimentar a estrutura política do país no pleito de 2026, quando os eleitores escolherão os ocupantes de 1.626 vagas legislativas nas esferas federal, estadual e distrital. A renovação engloba representações na Câmara dos Deputados, no Senado Federal, nas Assembleias Legislativas dos Estados e na Câmara Legislativa do Distrito Federal. Esse processo complexo reorganiza as forças partidárias e redefine as bancadas que atuarão na formulação de leis e na fiscalização do Poder Executivo ao longo dos próximos anos.

A disputa abrange a totalidade das vagas para a Câmara dos Deputados e para as casas legislativas regionais, além da renovação de dois terços do Senado Federal. No plano federal, 513 parlamentares buscarão um mandato de quatro anos, enquanto nas instâncias estaduais e distrital estarão em jogo 1.035 vagas para deputados estaduais e 24 para deputados distritais, perfazendo 1.059 cadeiras regionais. Concomitantemente, a eleição senatorial definirá 54 novos representantes, garantindo a renovação de duas das três vagas pertencentes a cada unidade da Federação.

O processo de votação e apuração ocorrerá em todo o território nacional durante o pleito geral agendado para o ano de 2026. Todos os estados brasileiros e o Distrito Federal participarão simultaneamente da escolha de seus representantes federais e locais. Os eleitores comparecerão às urnas para depositar seus votos em uma única jornada eleitoral, definindo as lideranças que assumirão seus respectivos cargos no início da legislatura subsequente.

A motivação central dessa mobilização institucional cumpre a determinação constitucional de alternância periódica do “PODER” e de renovação representativa. A eleição legislativa permite que a sociedade atualize a composição das Casas de Leis de acordo com as correntes de pensamento e os anseios políticos contemporâneos. A distribuição de mandatos reflete diretamente as mudanças na preferência do eleitorado, moldando as maiorias e minorias parlamentares necessárias para a governabilidade.

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O preenchimento dessas vagas não obedece a um critério único de votação, visto que a legislação eleitoral brasileira adota simultaneamente dois modelos distintos: o proporcional e o majoritário.

Enquanto os senadores são eleitos por votação majoritária simples na qual vencem os candidatos mais votados em cada estado, os deputados federais, estaduais e distritais dependem do sistema proporcional. Essa dualidade exige estratégias partidárias bem estruturadas para a captação de votos em diferentes frentes.

No sistema proporcional aplicável aos deputados, não é possível prever uma quantidade exata de votos necessários para assegurar uma cadeira antes da apuração final. O cálculo depende primordialmente do quociente eleitoral, obtido pela divisão do total de votos válidos pelo número de vagas disponíveis na circunscrição. Em seguida, estabelece-se o quociente partidário, que distribui as vagas entre os partidos e as federações com base no somatório das votações nominais de seus candidatos e dos votos de legenda.

Pouca renovação em MT

Os impactos das regras eleitorais refletem-se intensamente nas articulações locais, como se observa nas projeções para a Assembleia Legislativa do Estado de Mato Grosso (AL/MT). O presidente da Casa de Leis mato-grossense e dirigente regional do Podemos, deputado estadual pelo Podemos, Max Russi, projeta uma taxa de renovação parlamentar entre 5 e 10 cadeiras na próxima Legislatura. A estimativa cautelosa busca equilibrar as expectativas dos atuais mandatários que tentarão a reeleição e dos novos postulantes ao cargo.

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O dinamismo das campanhas antecipadas demonstra que as lideranças políticas já atuam nos bastidores para consolidar bases de apoio com vistas ao pleito. Nos bastidores políticos estaduais, observadores apontam que as articulações conduzidas por dirigentes como Max Russi visam não apenas à manutenção da vaga na Assembleia Legislativa Mato-grossense, mas também à construção de governabilidade futura e à permanência no comando do Poder Legislativo regional após a consolidação das urnas.

A indefinição sobre o número exato de votos necessários para a eleição proporcional impõe às legendas a necessidade de formar chapas competitivas e coesas. Como a soma dos votos de todos os candidatos do partido determina o número total de cadeiras obtidas pela agremiação, o desempenho individual de cada concorrente contribui diretamente para o sucesso coletivo da legenda ou da Federação Partidária, impedindo garantias prévias de vitória.

Diante desse cenário complexo, as eleições de 2026 reafirmam o papel central das regras matemáticas e regimentais na consolidação da democracia brasileira. A combinação entre a escolha direta de senadores e o cálculo proporcional para deputados garante uma representação heterogênea nas Casas Legislativas, refletindo as dinâmicas locais e nacionais que conduzirão os rumos políticos, econômicos e sociais do país pelos anos seguintes.

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