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OS OPORTUNISTAS ESTÃO CHEGANDO

Nem os mais pessimistas contavam com tanta crise: PL, Cuiabá e Várzea Grande

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Eitaaa lasqueiraaa! Menos de um ano de mandato os gestores municipais entram em turbilhão de crises com cicatrizes irreversíveis.

Senão venhamos e convenhamos: no futebol de várzea existe um ditado da seguinte forma: não precisa marcar aquele…a natureza cuida dele, na política está comprovando que o mesmo seguimento existe, porém, o resultado impacta diretamente na qualidade de vida da população, que nas últimas eleições se encheu de esperança ao escolher nas urnas, pessoas que em seus discursos, afirmaram que suas ações iriam de encontro com a solução das necessidades e prioridades do povo, um verdadeiro sonho, mas bastou dez meses depois, para as realidades das gestões demonstraram que sonhar não custa nada, falar é fácil, já fazer são outros 500.

Segue o fluxo!

Cuiabá, cidade apontada como…

A capital do Agronegócio, do Estado pujante, que mais cresce no país, decisivo na balança comercial do Brasil, com povo alegre, acolhedor, hospitaleiro, que só faltava gestão, porque recurso tem, como foi afirmado em campanha eleitoral do ano passado, agora atravessa um verdadeiro “smoothie” de crises, financeira, administrativa e política, uma situação praticamente inacreditável, já que a arrecadação de impostos ultrapassam a casa dos R$ 80 milhões a mais, se for comparado ao mesmo período do ano passado, somados aos R$ 300 milhões de economia anunciado pela gestão, são cerca de R$ 400 milhões a mais nos cofres públicos de Cuiabá, uma condição que gestão faz toda diferença.

Economia anunciada e arrecadação a mais, deve rondar a casa de R$ 400 milhões nos cofres da Prefeitura de Cuiabá, valor que segundo a oposição, teria ligado o modo perna de cobra“.

Mesmo com suposto saldo positivo nas contas, as crises administrativas são agravadas cotidianamente, hora no primeiro escalão, com as danças das cadeiras dos secretários, fato ainda não registrado na história de Cuiabá, tantas trocas em curto período, até a vice-prefeita foi chamada pra dançar um lambadão, e o mais agravante, a base da sociedade eleitoral, duas categorias de servidores, Educação e Saúde, com entraves pautados nas remunerações desses profissionais, embates, riscos de greves, e planos de terceirização.

Faltando poucos meses para o prefeito cuiabano completar seu primeiro ano de mandato, até o momento a marca da sua gestão, pode ser considerada bem distante da eficiência e do plano de governo apresentado durante os comícios e debates eleitorais, qual servidor público não se lembra dos compromissos de reconhecimento e valorização da categoria?

Questionamento que não quer calar: tem dinheiro para terceirização, mas não tem para os profissionais do município?“.

No quesito político…

Algo de errado não está certo, está errado mesmo, de verdade, mesmo sendo do Partido Liberal (PL), partido do ex-presidente Jair Bolsonaro, agora surgem em diversas aparições com o vice-governador, Otaviano Olavo Pivetta do partido Repúblicanos, sendo que o PL tem como pré-candidato ao Governo do Estado, o Senador liberal Wellton Fagundes.

Tal posicionamento do prefeito cuiabano Abilinho Brunini está causando controvérsias nos vários escalões do partido, até mesmo nos mais extremistas, questionando um posicionamento aparentemente singular, em apoiar Otaviano Pivetta de outro partido, criando no mínimo uma rachadura ou várias fissuras dentro da sigla.

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De acordo com informações de fontes ligadas a corrida eleitoral repassadas aos cabeças pensantes do núcleo duro do Boteco da Alameda, o momento é de cautela, quando se refere ao ligamento da imagem com o Prefeito de Cuiabá, sem conseguir cumprir com compromissos de campanha, com a Saúde em crise, Educação abalada, grupo político esfacelado, ou alguém acredita que o grupo da vice-prefeita vai apoiar o Prefeito da Capital de todos os mato-grossenses nas próximas eleições?

É momento de analisar os próximos passos, “diga com quem andas que direi quem é”, há muito tempo está sendo usado por parâmetros, assim, quem vai querer uma carona na chalana quando ela começar a afundar?

Historicamente Wellington Fagundes já faz parte na gestão da esquerda, depois surfou muito bem na onda na direita, e nunca venceu uma eleição para o Executivo Estadual, nem mesmo em Rondonópolis, seu reduto eleitoral, talvez seja esses requisitos que o descredenciou em parte do PL para disputar as eleições de 2026“.

Para quem acompanha o dia a dia das movimentações da política no meu “QUERIDO” e MARAVILHOSO” Estado de Mato Grosso, pode afirmar que o PL está bem dividido, entre aqueles que preferem as coligações para conquistar vários cargos nas próximas eleições, os extremistas semelhantes aos doutrinados, só existe a sua verdade, e os reis de si mesmos, que fazem visando atender apenas seus interesses.

Para o núcleo duro do Boteco da Alameda, o PL segue em um caminho nebuloso, unidos já era difícil, separados, o enfraquecimento é praticamente inevitável, favorecendo até uma debandada na próxima “Janela Partidária”.

Se o ninho está pegando fogo, é melhor buscar novos caminhos, novos ninhos“.

Já na cidade…

De “Couto Magalhães”, uma verdadeira batalha é travada, o povo que depois de muito tempo conseguiu ver água nas torneiras, voltou a reclamar do mesmo problema do passado, agora não seria mais por falta de Estação de Tratamento, pelo contrário, água tem, mas não está chegando nas casas, por falta da rede de distribuição adequada.

A gestão da “Cidade Industrial”, ainda possuí dois agravantes em comparação com Cuiabá, a Câmara Municipal, que trava praticamente uma batalha a cada sessão, com a maioria dos vereadores fazendo inúmeras cobranças e várias críticas, sem falar do processo que corre em segredo de Justiça, por suposto Fake News, que pode tirar a prefeita várzea-grandense, Flávia Moretti (PL), do comando da Cidade Industrial.

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Coincidência ou não, mais uma gestão do Partido Liberal (PL) que passa por período crítico em menos de um ano de mandato, justamente no período pré-eleitoral.

De acordo com o Boteco da Alameda, problemas de gestão nos dois maiores polos eleitorais do Estado, influenciam diretamente na escolha dos concorrentes.

Independente se Wellton Fagundes; Otaviano Pibetta; Pedro, Joaquim, Mané, ou José, quando a criança está bonita, limpinha, todo mundo quer pegar, agora, menino cagado ninguém quer abraçar.

O Boteco vai falar

Se for eleito prometo distribuir milhares de lenços para os anti-palmeirenses (o chororó vai acabar só no final do ano).

Assim são os nossos pré-candidatos que para conquistar votos, prometem muitas coisas a população, mas sabemos que depois de eleitos muitas promessas de políticos não são cumpridos.

O editor do Blog do Valdemir, com mais de 50 anos de jornalismo já viu de tudo: candidato dizendo em construirmos piscinão no bairro Pedra 90; levar o então VLT até o Pascoal Ramos, trazer o Papai Noel com suas renas no Natal para entregar presentes as crianças, e muitas outras coisas.

Discursos que não conseguiram cumprir, mas atraem o voto do eleitor. E para o eleitor que não tem informação e não conhece de Leis (essas promessas) podem parecer normais e resultar em expressivo número de votos.

Pega a visão: os partidos lançam seus melhores quadros para a disputa majoritária, especialmente do Poder Executivo. Então, fica ridículo para aquele que prometer algo que não tem efetiva condição de implementar, até porque os outros vão denunciar as falsas promessas.

Entenda: no dia 7 de outubro o Sindicato dos Trabalhadores no Ensino Público (SINTEP/MT), convocou uma mobilização por parte dos dirigentes sindicais para reivindicar o pagamento de 19,52% da Revisão Geral Anual (RGA), em atraso no governo Mauro Mendes (UB).

Pois muito bem, em vários exercícios, como 2018, 2019, 2021, durante a gestão de Zé Pedro Taques, o índice do RGA foi zero. Até aí legal, tem que reivindicarem mesmo, mas o que chamou a atenção do Boteco da Alameda é o Senador Wellton Fagundes, após quase uma década resolver defender os servidores públicos.

…O RGA acumulado tem que ser pago, porque é dívida e agora como se pagar? De forma escalonada e não de um dia para outro. Quero ser um governador com alma e não olhar apenas números. Vou olhar para as pessoas“, disse o senador bolsonarista.

Promessas de políticos em pré-campanha, devo acreditar Wellton Fagundes?

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Política

Invasão cibernética na Saúde alimenta embate político em Mato Grosso

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Um sofisticado incidente cibernético violou a infraestrutura tecnológica da Secretaria de Estado de Saúde de Mato Grosso (SES-MT), deflagrando uma crise institucional que mobiliza o Poder Executivo e a Assembleia Legislativa Mato-grossense (AL/MT). O episódio, classificado tecnicamente como uma “invasão hacker”, desestabilizou a percepção de segurança dos sistemas governamentais e gerou imediata repercussão no cenário político local. O evento expõe a vulnerabilidade digital da administração pública frente a ameaças externas cada vez mais ousadas e coordenadas.

Os alvos diretos e indiretos dessa ação criminosa envolvem a própria Secretaria de Saúde, responsável pelo gerenciamento de dados assistenciais, e a Assembleia Legislativa do Estado de Mato Grosso (ALMT), que atua como órgão fiscalizador. O presidente do Parlamento Estadual, deputado Max Russi (Podemos), assumiu o protagonismo institucional ao externar profunda preocupação com o ocorrido, enquanto a equipe técnica da pasta de Saúde e os investigadores da Polícia Civil desdobram-se para mitigar os danos colaterais e identificar os autores do ataque.

As consequências imediatas do ataque cibernético resultaram no impacto restrito a um volume inferior a 1 Terabyte (TB) de informações do acervo digital da pasta, o qual acabou sendo integralmente recuperado por meio de sistemas de contingência e redundância. No entanto, o desdobramento mais crítico manifestou-se no plano político, manifestado pelo temor de que o apagão de dados pudesse inviabilizar o fornecimento de documentos essenciais para os trabalhos de fiscalização parlamentar em andamento na capital do estado.

O epicentro do incidente localiza-se nos servidores centrais da Secretaria de Saúde, situados no Centro Político Administrativo de Cuiabá, irradiando seus efeitos institucionais diretamente para o Palácio Paschoal Moreira Cabral, sede do Poder Legislativo Mato-grossense.

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A proximidade geográfica e administrativa dessas instituições amplificou o eco do debate sobre a eficiência da infraestrutura tecnológica pública estadual, transformando a capital mineira-mútua do Agronegócio em um palco de intensas cobranças governamentais.

A identificação original do ataque digital ocorreu em meados de março de 2026, porém o ápice do tensionamento institucional consolidou-se nesta quarta-feira, 3 de junho, durante uma sessão coletiva de imprensa convocada pelo presidente da Casa de Leis. O momento cronológico do anúncio revelou-se extremamente sensível, por coincidir exatamente com a fase de instalação e estruturação da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) destinada a investigar a gestão da Saúde Pública no Estado.

A motivação presumida por trás da ação criminosa assume contornos ambíguos, dividindo-se entre a tentativa de extorsão financeira, prontamente rechaçada pelo Executivo, que negou qualquer pagamento de resgate, e a suspeita de sabotagem política. Parlamentares mais incisivos levantaram a hipótese de que a invasão visava ocultar passivos administrativos, embora a liderança do Legislativo tenda a encarar o episódio como uma nefasta coincidência oportunista que se aproveitou de fragilidades estruturais do sistema.

As justificativas técnicas apresentadas pela Secretaria de Saúde fundamentam-se na robustez de seus protocolos de segurança da informação, os quais permitiram o restabelecimento célere das atividades institucionais sem prejuízo ao atendimento da população. Por sua vez, a justificativa para a reação veemente do Parlamento baseia-se no dever constitucional de fiscalização, sustentando que qualquer instabilidade em bancos de dados governamentais representa uma ameaça direta à transparência e à estabilidade social.

O método operacional utilizado pelos criminosos consistiu na quebra de barreiras digitais de criptografia para acessar a rede interna da secretaria, seguido de uma suposta exigência financeira ilegal que acabou ignorada pelas autoridades. Do lado institucional, o método de resposta envolveu o acionamento imediato da Delegacia Especializada de Repressão a Crimes Informáticos e Cibernéticos (DRCI) para subsidiar a investigação criminal, além do anúncio de auditorias nos sistemas redundantes do Estado.

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Os desdobramentos futuros desse imbróglio apontam para uma inevitável reformulação nas políticas de investimentos em segurança cibernética de Mato Grosso, com pressões para o fortalecimento da Empresa Pública de Tecnologia da Informação (MTI). Além disso, a Mesa Diretora do Legislativo garantiu que a comissão investigativa requisitará auditorias independentes para assegurar que nenhum dado relevante tenha sido permanentemente suprimido ou mascarado durante o período em que o sistema esteve vulnerável.

As perspectivas de encerramento do caso dependem agora do avanço do inquérito policial e da capacidade de o Estado demonstrar que seus mecanismos de salvaguarda digital são invioláveis contra futuras incursões. O presidente da Assembleia Legislativa assegurou que as investigações da CPI não sofrerão paralisações ou entraves técnicos, visto que os mecanismos de armazenamento externo garantirão o fluxo contínuo de provas, blindando o processo político contra interferências do crime virtual.

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