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CARTA NA MESA

MDB nervoso não abre mão da vice: quem tem o “A”?

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Após várias reuniões do partido, informações de integrantes apontam a sigla busca seguir na velha estrada, chegar novamente ao poder da mesma forma como aconteceu com o governador das obras da Copa de 2014.

Durante os últimos dias, algumas cogitações tomaram conta dos bastidores da política de Mato Grosso, porém todas as atividades têm algo em comum, a busca pela tão sonhada vaga de vice-governador do estado, compondo a possível chapa de reeleição do governador Mauro Mendes.

Entre as siglas que buscam emplacar seus preferidos, é claro que não poderia faltar o MDB, que teve de uma das suas lideranças a revelação que o partido tem “Carta na Mesa”, com poderio suficiente para emplacar o nome do vice.

Por outro lado, dados históricos apontam que este caminho já foi trilhado, em um passado não muito distante, e que o resultado não foi muito positivo para o povo de Mato Grosso, já que até hoje, a população ainda sofre com as cicatrizes deixada por aquele governo, além do “Minhocão Branco” ilustrado nas principais avenidas de Cuiabá e Várzea Grande, considerado por muitos como o maior rombo dos cofres público da história do estado, muitos fatos, lendas e mistérios de bilhões, ainda continuam ocultos, resultando única e exclusivamente em prejuízos aos bolsos do povo mato-grossense.

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A frase popular:

Quem bate esquece, quem apanha não esquece pode ser decisiva na escolha do vice, já que este agente tem tudo para trilhar um futuro promissor, desde que siga nas mãos de quem sabe, porém cabe aos dados de pesquisa popular, juntamente com apoio de lideranças da maioria do grupo, definir, realmente, que será o privilegiado da vez.

As movimentações estão apontadas para uma disputa precoce para vice, o natural seria para escolha dos nomes que irão disputar a cadeira de governador do estado, o que indica uma tendência de planos para o futuro, afinal, “pra que gastar tanta sola de sapato”, se pode pegar uma carona? – (Lauro Nazário)

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Política

Denúncias de aliciamento elevam a “Tensão” na disputa pelo Palácio Paiaguás

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Uma grave acusação de interferência externa e oferecimento de vantagens ilícitas abalou as estruturas internas da federação partidária que decidirá os rumos da sucessão estadual. A denúncia aponta para a existência de um forte movimento de bastidores que visa desestabilizar os votos de delegados partidários, transformando a definição de candidaturas em um cenário de intensa disputa ética e jurídica.

O epicentro do embate envolve diretamente o deputado estadual Júlio Campos, que externou as suspeitas, e seu irmão, o senador Jayme Campos, cuja postulação ao governo estadual sofre forte oposição interna. No polo oposto dessa correlação de forças, posicionam-se o ex-governador e atual presidente partidário Mauro Mendes, aliado ao atual governador Otaviano Pivetta, este último filiado ao Republicanos e beneficiário direto de uma eventual composição ampla.

As articulações e os tensionamentos que culminaram na “denúncia pública” ganharam contornos de crise nesta semana, antecedendo o prazo final para as definições de chapas majoritárias. O cronograma converge para o dia 30 de julho, data em que ocorrerá a deliberação oficial e o consequente desfecho do processo de escolha interna que definirá as coligações.

Toda a movimentação política concentra-se no “GRANDIOSO” Estado de Mato Grosso, tendo como foco principal as articulações na capital, Cuiabá, onde se localizam as sedes partidárias e o Palácio Paiaguás. O cenário geográfico reflete a importância estratégica da região Centro-Oeste no panorama político e econômico nacional, o que eleva a relevância da disputa pelo controle do Executivo Estadual.

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A definição do candidato ocorrerá por meio do voto secreto dos membros da convenção da Federação União Progressista, bloco composto pela associação entre o União Brasil e o Progressistas (PP). Esse método de votação secreta visa garantir a liberdade de escolha dos delegados, resguardando-os de pressões externas diretas, embora o sigilo do voto agora enfrente o desafio das suspeitas de assédio político prévio.

O motivo central da divergência reside no conflito de visões estratégicas para o futuro do estado, dividindo a agremiação entre a defesa de uma candidatura própria e a adesão a um projeto de continuidade governamental. Enquanto uma ala busca resgatar o protagonismo histórico da legenda tradicional, o grupo governista argumenta que a composição ampla fortalece a governabilidade e assegura a estabilidade das políticas públicas em andamento.

A finalidade desse embate interno é a conquista do controle do Palácio Paiaguás e a consolidação de hegemonia política na região pelas próximas temporadas administrativas. Os grupos em disputa buscam garantir espaço prioritário nas chapas proporcionais e majoritárias, o que viabilizará a sustentação legislativa e a influência sobre o orçamento e as diretrizes do desenvolvimento estadual.

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O processo desenvolve-se sob condições de extrema desconfiança mútua, caracterizadas por Júlio Campos como um “clima de guerra” decorrente do envio de emissários com “propostas indecorosas”. Diante da gravidade dos relatos sobre tentativas de aliciamento de convencionais, os defensores da candidatura própria anunciam a intenção de formalizar representações junto ao Ministério Público Eleitoral (MPE) para assegurar a lisura do pleito.

Para alcançar a vitória interna, os apoiadores da candidatura própria estimam contar com uma base sólida de aproximadamente 35 votos entre os 48 convencionais aptos a votar, de um total de 50 membros colegiados. Esse expressivo contingente teórico de apoios é considerado suficiente para neutralizar a influência da ala governista e impor a candidatura do senador Jayme Campos à revelia da Executiva.

Como desdobramento imediato, as lideranças partidárias mantêm canais de diálogo abertos na tentativa de construir um consenso de última hora que evite uma fratura definitiva na base aliada. No entanto, diante da recusa de ambos os pré-candidatos em abdicar de suas pretensões ao Governo do Estado, novos encontros bilaterais deverão ocorrer nos próximos dias, sob a sombra de uma iminente judicialização do processo caso as denúncias de aliciamento sejam formalizadas.

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