TODO CUIDADO AINDA É POUCO
Mauro, cuidado com a maldição do segundo mandato
Se a história servir de modelo, o segundo mandato sempre é mais conturbado que o primeiro. Mesmo sem escândalos o segundo mandato costuma ser bem complicados.
No Boteco da Alameda, costumam dizer que o segundo mandato é como uma ampulheta se esvaziando, mas sem a chance de vira-la mais uma vez.
E qual a fórmula para o mandatário do Executivo de Mato Grosso pode se livrar dessa maldição? As bocas malditas do Boteco da Alameda, acredita que governar com responsabilidade e criatividade é fundamental para levar um segundo mandato sem percalço em tempo de economia turbulenta.
Outro ponto que as bocas malditas do Boteco da Alameda destacam, é em relação a transparência. É preciso fortalecer o diálogo com a população. Deve se explicar o que está sendo feito, e como se fará para cumprir determinado projeto. Caso não cumpriu, explicar o motivo. É bom ressaltar que atualmente não se permite mais o tipo de política baseada na troca de cargos por apoio.
A população deve entender que Mato Grosso é de todos, e todos são responsáveis por Mato Grosso. Já o governador de todos os mato-grossenses, Mauro Mendes Ferreira, do União Brasil (UB), precisa trazer a participação popular para dentro da administração pública.
O governador mato-grossense precisa ampliar o diálogo com a sociedade civil para decidir as propriedades, e dentro desse contexto, a população deixa de ser apenas um usuário do serviço público e assume um protagonismo maior.
Mauro Mendes colocando tais medidas em prática, certamente estará exorcizando a maldição do segundo mandato para longe de sua gestão.
E agora Mauro?
Bom…, o senhor precisa responder uma pergunta: para que foi reeleito? O segundo (terrível e sempre difícil) mandato. Ainda mais em um momento no qual se unem a crise geral de lideranças, mudanças vertiginosas e todo tipo de incógnitas abertas, além da ausência de referências, ou seja, a perda da conquista do ideal democrático e o fracasso.
Segundo mandato
O governador Mauro Mendes, tem todas condições de superar o primeiro mandato. Ele terá a maioria absoluta na Assembleia Legislativa do Estado de Mato Grosso (AL/MT), 21 dos 24 deputados estaduais eleitos e reeleitos viram que ficar longe do governo não vai a lugar nenhum, e nesta eleição, eles sentiram isso com voto da população que deu maioria para o governador de todos os mato-grossense, Mauro Mendes Ferreira, e ele mantém uma boa relação com os representantes do Legislativo, tanto estadual quanto na Câmara Federal.

Caros leitores do Blog do Valdemir, ter uma boa base de sustentação como maioria numa Casa Legislativa é importante para que o governador tenha facilidade em aprovar projetos e avançar em pautas que considere importantes.
Mauro Mendes será e terá a força política suficiente para negociar com os setores da sociedade. O problema é que ocupar o Palácio Paiaguas não significa, hoje, ocupar o Poder, nem tampouco ter a capacidade de mudar a história. Significa, unicamente, que alguém estará em posição de dar ordens por tempo determinado. Afinal, se há diálogo que aprendemos com a História, tanto a antiga, como a moderna, é que o que chamamos “ter poder” só significa uma coisa: saber o que precisa ser feito e, além disso, conseguir e saber fazer.
Metade do segundo mandato
Segundo mandato, não se preocupem se começar a crescer os ruídos que não ouviram antes. Nem precisa ser verdadeiro, elas criam corpo e passam a ser ouvidas pelas pessoas. Os comentários conhecidos, começam a crescer entre as pessoas. É quando a situação começa a complicar para um dirigente.
É o jogo eleitoral (fora da época), e não adianta falar que é mentira. A maioria das pessoas passa a não ouvir os desmentidos.
Chegará a um ponto que o governo não passará ligar para o falatório e a mentira vai aumentando. Nada de novidades nos comentários, só que se mostrará diferentes: Incentivos Fiscais, VLT, BR 163, RGA, etc.…, etc.…, etc.
E se o governo fechar sua conta em vermelho? Vishi, sai de lado, sai correndo porque lá vem porrada.
Política
Como a “Casa10” opera a reeleição de Otaviano Pivetta
A montagem de uma equipe de campanha eleitoral altamente eficiente constitui a engrenagem central que determina o sucesso ou o fracasso de qualquer projeto político nas urnas. No cenário contemporâneo, a viabilidade de uma candidatura exige a combinação exata entre o perfil do líder público, as demandas do eleitorado e a capacidade operacional do time encarregado de transformar diretrizes estratégicas em votos efetivos.
O grande desafio de um projeto majoritário reside na transição da teoria para a prática, visto que a simples existência de propostas inovadoras não assegura a vitória sem um contingente capacitado para executá-las. A seleção dos integrantes do comando de campanha requer um rigor cirúrgico, devendo harmonizar as exigências técnicas da gestão eleitoral com o capital político das forças partidárias e dos setores produtivos que sustentam o candidato.
Em um ambiente eleitoral caracterizado pela limitação do tempo de propaganda e pela escassez de recursos, uma coordenação bem estruturada assume a função primordial de maximizar cada investimento e otimizar a logística do pleito. Além da racionalização dos meios disponíveis, a gestão estratégica garante a coesão da mensagem política, mantendo a disciplina programática do comitê central e a eficiência nas abordagens diretas junto aos eleitores.
Na disputa majoritária em Mato Grosso, o pelotão de comando responsável por conduzir a campanha à reeleição do Republicanos, o governador Otaviano Pivetta, é composto por um grupo restrito de sete lideranças de alta influência. Este núcleo de decisão estratégica atua diretamente na articulação política, na consolidação do discurso governista e no alinhamento das ações prioritárias para o fortalecimento da candidatura no estado.

O centro decisório das operações da candidatura majoritária está sediado na Casa 10, comitê estratégico do partido Republicanos instalado estrategicamente no bairro Quilombo, em Cuiabá. As dependências do comitê central abrigam o fluxo diário das deliberações técnicas e políticas que norteiam o plano de ação da chapa em âmbito estadual.
No cotidiano da Casa 10, os integrantes do comando executivo reúnem-se diariamente para traçar o planejamento tático, gerenciar eventuais crises de imagem, coordenar a distribuição dos materiais de propaganda e estruturar as agendas de viagens de Otaviano Pivetta pelos municípios mato-grossenses.
Adicionalmente, o grupo presta suporte técnico e político às candidaturas proporcionais que integram a coligação governista.
A liderança e a coordenação-geral desse comitê executivo foram confiadas ao ex-secretário estadual de Fazenda, Rogério Gallo, figura de expressivo peso técnico e político na administração pública estadual. Gallo ingressou no comando da campanha após ter se desincompatibilizado do cargo no Poder Executivo em março, ocasião em que esteve cotado para figurar como suplente ao Senado na chapa encabeçada por Mauro Mendes.
A formação desse núcleo diretivo ocorreu a partir da convergência de forças do Agronegócio, da Infraestrutura e da Gestão Pública local, reunidas para dar sustentação política ao projeto de reeleição de Otaviano Pivetta. A escolha dos nomes fundamentou-se na capacidade de articulação regional e no conhecimento aprofundado das demandas econômicas e sociais das diferentes regiões do estado de Mato Grosso.
Completam a equipe de comando, sob a liderança direta de Rogério Gallo, os empresários Cidinho Santos, primeiro-suplente na chapa de Mauro Mendes ao Senado, e o executivo Eduardo Maciolli, ao lado de Luiz Antonio Pagot, ex-diretor do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT) e ex-secretário de Infraestrutura na gestão de Blairo Maggi. O grupo conta ainda com a experiência política dos ex-prefeitos Adriano Pivetta, de Nova Mutum, irmão do governador, e Adilton Sachetti, de Rondonópolis, além do produtor rural Helmute Lawisch.
As atividades operacionais da Casa 10 desenrolam-se ao longo de todo o período eleitoral de 2026, estendendo-se até o encerramento do pleito em Mato Grosso. Durante este ciclo, a atuação coordenada da equipe busca assegurar a precisão no cumprimento das metas de campanha, consolidando o Comitê Central de Cuiabá como a base estratégica da candidatura do Republicanos.
-
Artigos5 dias atrásObesidade e baixa testosterona: uma relação que afeta a saúde do homem
-
Artigos5 dias atrásPratique o bom humor
-
ECONOMIA5 dias atrásMonitoramento do MPF confirma conformidade de 92,9% dos frigoríficos mato-grossenses ao TAC da Carne e aponta expansão da rastreabilidade na cadeia pecuária
-
Política6 dias atrásQuaest deve mexer com classe política; apenas em 2002 se aproximou 2° turno em MT
-
Destaques5 dias atrásSeca e focos de queimadas elevam a migração de animais peçonhentos para residências urbanas em Várzea Grande
-
ESPORTES5 dias atrásCacá tenta rasgar camisa do Bahia
-
Política6 dias atrásCampos acusa Mendes de desmantelar o partido em Mato Grosso
-
Artigos4 dias atrásEducação como mediadora da liberdade feminina



