AS CIRURGIAS ELETIVAS
Russi solicita do governo retomada das cirurgias eletivas
Com o objetivo é resguardar e proteger os pacientes que se recuperam de algum tratamento de Saúde, e com a propagação vertiginosa do “Coronavírus” em todo o Brasil e o crescimento do número de casos confirmados da doença altera gradativamente a rotina dos serviços públicos prestados pelo Governo do Estado de Mato Grosso à população, com isso, a Secretaria de Estado de Saúde (SES-MT) divulgou o Memorando Circular N° 016/2020, com medidas restritivas que limita as visitas aos pacientes internados, adia a realização de cirurgias eletivas e procedimentos ambulatoriais nos 8 hospitais geridos pelo Estado.
“O Governo do estado já está se preparando. Estamos revendo perfis de todos os hospitais regionais com providência no sentido de ampliar a capacidade para internação clínica e aumentar a capacidade de internação dos leitos de UTI para os casos que possivelmente possam ser graves. Por força disso, suspendemos o agendamento das cirurgias eletivas”, explicou na época Gilberto Figueiredo, Secretario de Estado de Saúde (SES/MT).
Gilberto Figueiredo comentou sobre o motivo para a suspensão das operações, tendo em visto o aumento dos casos de “Coronavírus“ em Mato Grosso.
“As cirurgias eletivas não tem caráter emergencial, tendo em vista que se houver um aumento de casos, os pacientes precisarão de respiração mecânica e isso acumula pacientes em UTIs que necessitam de respiração mecânica e esses leitos de UTIs precisam estar aptos a receber os pacientes de urgência e emergência”.
Preocupado, o primeiro-secretário da Assembleia Legislativa do Estado de Mato Grosso (AL/MT), deputado estadual Max Joel Russi (PSB), encaminhou uma indicação ao Governo do Estado, solicitando a retomada das cirurgias eletivas, principalmente as ortopédicas, que se encontram suspensas pela Secretaria de Estado de Saúde (SES) desde o dia 17 de março quando foram registrados os primeiros casos da “Covid-19“, o novo “Coronavírus“, em Mato Grosso.
“Tais procedimentos foram suspensos há alguns meses, pois os leitos e todos os aparatos médicos precisavam ser direcionados urgentemente ao tratamento de pacientes acometidos pelo coronavírus. Ocorre que, conforme veiculado pela mídia, já não há mais filas por vagas nas Unidades de Tratamento Intensivo (UTIs) e, por isso as cirurgias devem ser retomadas imediatamente, já que muitos pacientes necessitam urgentemente desse procedimento”, explicou o parlamentar estadual do PSB, Max Russi.
No documento encaminhado ao Poder Executivo com cópia à SES, o parlamentar ainda frisa os danos irreparáveis à saúde da população, causados pela não realização das operações.
O operador de máquinas Carlos Alberto Gonçalves, 58 anos, é uma dessas pessoas que está na fila de espera aguardando por operação de artroplastia do quadril (substituição da articulação da anca por um implante protético). Segundo ele, a solicitação da cirurgia foi feita no mês de maio do ano passado, mas devido à “Pandemia”, foi obrigado a aguardar pela retomada dos procedimentos cirúrgicos. Carlos sofreu desgaste da cartilagem do quadril.
“Infelizmente tenho que aguardar.Torço muito para que o deputado Max consiga convencer o governador a voltar atrás e liberar as cirurgias eletivas. A dor que eu sinto é tão forte que nem sei explicar. Tem dias que, não consigo colocar meus pés no chão, por causa da dor. Hoje conto com o auxílio da minha esposa até para me levantar da cama e ir ao banheiro. Minha situação é tão delicada, que o meu médico me proibiu de pegar um peso de 10 quilos, por exemplo”, ressaltou Carlos Alberto que se aposentou por invalidez.
Cirurgias suspensas
No dia 17 de março, a Secretaria de Estado de Saúde (SES), divulgou o Memorando Circular 016/2020, adiando as cirurgias eletivas, limitando as visitas aos pacientes internados, além de suspender os procedimentos ambulatoriais.
As medidas restritivas envolvem as seguinte s unidades de Saúde: Metropolitano de Várzea Grande, Regional de Alta Floresta, Cáceres, Colíder, Sorriso, Rondonópolis, Sinop e o Hospital Santa Casa.
Política
Como a “Casa10” opera a reeleição de Otaviano Pivetta
A montagem de uma equipe de campanha eleitoral altamente eficiente constitui a engrenagem central que determina o sucesso ou o fracasso de qualquer projeto político nas urnas. No cenário contemporâneo, a viabilidade de uma candidatura exige a combinação exata entre o perfil do líder público, as demandas do eleitorado e a capacidade operacional do time encarregado de transformar diretrizes estratégicas em votos efetivos.
O grande desafio de um projeto majoritário reside na transição da teoria para a prática, visto que a simples existência de propostas inovadoras não assegura a vitória sem um contingente capacitado para executá-las. A seleção dos integrantes do comando de campanha requer um rigor cirúrgico, devendo harmonizar as exigências técnicas da gestão eleitoral com o capital político das forças partidárias e dos setores produtivos que sustentam o candidato.
Em um ambiente eleitoral caracterizado pela limitação do tempo de propaganda e pela escassez de recursos, uma coordenação bem estruturada assume a função primordial de maximizar cada investimento e otimizar a logística do pleito. Além da racionalização dos meios disponíveis, a gestão estratégica garante a coesão da mensagem política, mantendo a disciplina programática do comitê central e a eficiência nas abordagens diretas junto aos eleitores.
Na disputa majoritária em Mato Grosso, o pelotão de comando responsável por conduzir a campanha à reeleição do Republicanos, o governador Otaviano Pivetta, é composto por um grupo restrito de sete lideranças de alta influência. Este núcleo de decisão estratégica atua diretamente na articulação política, na consolidação do discurso governista e no alinhamento das ações prioritárias para o fortalecimento da candidatura no estado.

O centro decisório das operações da candidatura majoritária está sediado na Casa 10, comitê estratégico do partido Republicanos instalado estrategicamente no bairro Quilombo, em Cuiabá. As dependências do comitê central abrigam o fluxo diário das deliberações técnicas e políticas que norteiam o plano de ação da chapa em âmbito estadual.
No cotidiano da Casa 10, os integrantes do comando executivo reúnem-se diariamente para traçar o planejamento tático, gerenciar eventuais crises de imagem, coordenar a distribuição dos materiais de propaganda e estruturar as agendas de viagens de Otaviano Pivetta pelos municípios mato-grossenses.
Adicionalmente, o grupo presta suporte técnico e político às candidaturas proporcionais que integram a coligação governista.
A liderança e a coordenação-geral desse comitê executivo foram confiadas ao ex-secretário estadual de Fazenda, Rogério Gallo, figura de expressivo peso técnico e político na administração pública estadual. Gallo ingressou no comando da campanha após ter se desincompatibilizado do cargo no Poder Executivo em março, ocasião em que esteve cotado para figurar como suplente ao Senado na chapa encabeçada por Mauro Mendes.
A formação desse núcleo diretivo ocorreu a partir da convergência de forças do Agronegócio, da Infraestrutura e da Gestão Pública local, reunidas para dar sustentação política ao projeto de reeleição de Otaviano Pivetta. A escolha dos nomes fundamentou-se na capacidade de articulação regional e no conhecimento aprofundado das demandas econômicas e sociais das diferentes regiões do estado de Mato Grosso.
Completam a equipe de comando, sob a liderança direta de Rogério Gallo, os empresários Cidinho Santos, primeiro-suplente na chapa de Mauro Mendes ao Senado, e o executivo Eduardo Maciolli, ao lado de Luiz Antonio Pagot, ex-diretor do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT) e ex-secretário de Infraestrutura na gestão de Blairo Maggi. O grupo conta ainda com a experiência política dos ex-prefeitos Adriano Pivetta, de Nova Mutum, irmão do governador, e Adilton Sachetti, de Rondonópolis, além do produtor rural Helmute Lawisch.
As atividades operacionais da Casa 10 desenrolam-se ao longo de todo o período eleitoral de 2026, estendendo-se até o encerramento do pleito em Mato Grosso. Durante este ciclo, a atuação coordenada da equipe busca assegurar a precisão no cumprimento das metas de campanha, consolidando o Comitê Central de Cuiabá como a base estratégica da candidatura do Republicanos.
-
Artigos5 dias atrásObesidade e baixa testosterona: uma relação que afeta a saúde do homem
-
Artigos5 dias atrásPratique o bom humor
-
ECONOMIA5 dias atrásMonitoramento do MPF confirma conformidade de 92,9% dos frigoríficos mato-grossenses ao TAC da Carne e aponta expansão da rastreabilidade na cadeia pecuária
-
Política6 dias atrásQuaest deve mexer com classe política; apenas em 2002 se aproximou 2° turno em MT
-
Destaques5 dias atrásSeca e focos de queimadas elevam a migração de animais peçonhentos para residências urbanas em Várzea Grande
-
ESPORTES5 dias atrásCacá tenta rasgar camisa do Bahia
-
Política6 dias atrásCampos acusa Mendes de desmantelar o partido em Mato Grosso
-
Artigos4 dias atrásEducação como mediadora da liberdade feminina




“
“