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VEZ E VOZ EM BRASÍLIA

“Mato Grosso terá voz ativa no Governo Lula”

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Em 2019, o ex-juiz federal Julier Sebastião da Silva se filiou no Partido dos Trabalhadores (PT). A filiação aconteceu após o ex-magistrado decidir deixar o Partido Democrático Trabalhista (PDT), sigla que permaneceu desde 2015. Julier retornou ao PT depois de 20 anos da primeira filiação.

Com a filiação, o ex-juiz federal Julier Sebastião, aconteceu dentro da sigla partidária na expectativa de que ele fosse o nome do partido cotado para disputar a Prefeitura de Cuiabá em 2020. Na época, o ex-magistrado disse que ele estava pronto e não fugiria do pleito eleitoral.

Eu não tenho uma história de covardia. Sou pré-candidato, se o partido assim desejar, estamos ai para construir um projeto que sem dúvida venha a incluir aquelas pessoas que mais precisam do serviço publico. Sem dúvida nenhuma estamos dentro desse projeto e vamos contribuir”, afirmou na época.

Dizendo que veio para somar dentro do Partido dos Trabalhadores (PT), Julier Sebastião oficializou, nesta semana, sua pré-candidatura ao cargo de deputado federal pelo PT nesta eleição de 2 de outubro, e afirmou que representará o Estado com “voz ativa no Governo Lula”.

O pré-candidato fez uma reunião com lideranças políticas de Mato Grosso, incluindo o deputado estadual Lúdio Cabral (PT), que tenta a reeleição ao cargo este ano.

Vamos em frente e começando agora a campanha, vamos sempre ampliando e dialogando com toda a sociedade mato-grossense a fim de que de fato o Estado tenha um representante com voz ativa no Governo Lula”.

Também estiveram no evento o ouvidor de Polícia de Mato Grosso, Lúcio Nascimento, o presidente do PT Cuiabá, Bob Almeida, o líder dos povos Indígenas Xavantes Hiparadiqui, representantes do Diretório Central dos Estudantes da UFMT, entre outros.

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Julier reforçou a diversidade de apoiadores que se reuniram para acompanhar seu anúncio e declarou certeza de ter êxito tanto na pré-candidatura quanto na campanha oficial.

Foi um encontro muito proveitoso, bem diverso, com seguimentos da educação da Educação, Saúde, servidores públicos, policiais, indígenas, enfim, uma gama e uma diversidade de apoiadores que nos deixou felizes e esperançosos de que vamos obter êxito na pré-campanha e com certeza na campanha, finalizou. – (Com Midia News).

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Política

Realinhamento partidário em Várzea Grande reflete “Tensões Institucionais” e “Impasses no PL”

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A Prefeita do Município de Várzea Grande, Flávia Petersen Moretti de Araújo, mais conhecida como Flávia Moretti, estuda de maneira conclusiva a sua desfiliação do Partido Liberal (PL) para ingressar em uma nova agremiação situada no mesmo espectro ideológico da direita. O movimento estratégico de migração partidária fundamenta-se na necessidade de reorganizar sua base de apoio governamental diante do atual cenário de instabilidade, buscando uma legenda que ofereça respaldo político proporcional aos desafios administrativos enfrentados pela Executiva Municipal no Estado de Mato Grosso.

Esta reconfiguração partidária ocorre em meio à severa crise política e institucional enfrentada pela administração municipal de Várzea Grande neste momento. O conturbado panorama local tem exigido da chefe do Poder Executivo Municipal um posicionamento firme para assegurar a governabilidade, além da busca constante por alianças mais sólidas que consigam garantir a estabilidade necessária para a condução das políticas públicas e para a gestão do município.

A motivação central que impulsiona a mandatária a planejar sua saída do Partido Liberal (PL) reside no profundo sentimento de disparo político enfrentado perante a alta cúpula da sigla. A gestora municipal avalia que a legenda não tem oferecido a sustentação política indispensável para o enfrentamento das adversidades locais, situação que compromete diretamente a articulação de projetos cruciais para a cidade e fragiliza sua posição de liderança institucional.

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A mudança de sigla está sendo articulada para se concretizar nas próximas semanas, período considerado decisivo pelas lideranças envolvidas na negociação. A definição do cronograma de transição atende a critérios estratégicos de conveniência política, com o objetivo de minimizar os impactos administrativos na prefeitura e permitir uma transição partidária harmoniosa que proteja a estabilidade da gestão do município.

O plano de migração vem sendo executado na cidade de Várzea Grande, segundo maior colégio eleitoral do estado de Mato Grosso e centro de expressiva relevância política regional. Por sua localização estratégica e importância econômica, os desdobramentos das decisões tomadas na cidade reverberam de maneira significativa sobre todo o cenário político estadual, atraindo a atenção de analistas e dirigentes partidários de diversas regiões.

O processo de transição ocorre mediante intensas negociações de bastidores conduzidas pela prefeita e por seus articuladores mais próximos junto a presidentes regionais e nacionais de siglas de direita. O método adota uma abordagem estritamente diplomática, pautada no diálogo reservado e na avaliação criteriosa do alinhamento programático, visando a obtenção de garantias formais de apoio governamental e de autonomia política para a gestora.

Entre as razões determinantes para essa ruptura sobressai o desconforto gerado pelo fato de o ex-vice-prefeito Tião da Zaeli, considerado seu principal desafeto político, continuar exercendo forte influência no comando do Partido Liberal local. A coexistência de forças antagônicas no mesmo diretório inviabilizou a convivência pacífica, transformando o ambiente partidário interno em um obstáculo permanente para a consolidação da autoridade política da prefeita.

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O anúncio público da nova filiação partidária dependerá da consolidação dos acordos formais de liderança que vêm sendo firmados com os novos aliados estratégicos. A confirmação oficial será feita assim que estiverem asseguradas as garantias de espaço e representatividade no novo partido, elemento considerado indispensável para o fortalecimento do grupo político que sustenta a atual administração municipal.

As projeções e apostas feitas por analistas do meio político local dão como praticamente certa a efetivação dessa transferência partidária nas instâncias competentes. A convergência de opiniões entre os especialistas reforça a percepção de que o isolamento interno no Partido Liberal tornou a permanência da prefeita insustentável, convertendo a mudança de legenda em uma etapa inevitável para a sobrevivência política do seu mandato.

Por fim, a iminente filiação de Flávia Moretti a outra legenda da direita visa redefinir o equilíbrio de forças na política várzea-grandense e consolidar sua autonomia de gestão. Com essa manobra, a gestora busca afastar as interferências de opositores internos, assegurar a governabilidade até o término do seu mandato e estruturar uma base partidária coesa para os futuros pleitos eleitorais do município.

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