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DEMARCAÇÃO DAS TERRAS INDÍGENAS

Jayme cobra de Pacheco votação de Marco Temporal e alerta para tensão social em MT

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O Projeto de Lei 490/2007, conhecido como novo Marco Temporal para a demarcação de terras indígenas, foi aprovado no plenário da Câmara dos Deputados. O projeto, que estava em tramitação há 16 anos, obteve 283 votos favoráveis contra 155 e apenas uma abstenção. A articulação da ministra dos Povos Indígenas e da bancada do cocar não conteve os esforços da bancada ruralista para a aprovação da matéria, que agora seguiu para o Senado.

O Marco Temporal defende que a demarcação de terras pode acontecer apenas quando há comprovação de que os indígenas estavam ocupando o espaço requerido em 5 de outubro de 1988, data da promulgação da Constituição, em caráter permanente. A estimativa é que 303 pedidos sejam afetados pela alteração, caso sancionada, impactando 197 mil indígenas.

A Constituição Federal prevê direito aos indígenas:

São reconhecidos aos índios sua organização social, costumes, línguas, crenças e tradições, e os direitos originários sobre as terras que tradicionalmente ocupam, competindo à União demarcá-las, proteger e fazer respeitar todos os seus bens”.

Mas não há menção a qualquer data como no Marco Temporal.

Senador lembrou que Mato Grosso possui 12,5 milhões de hectares de terras indígenas regularizadas, representando 14% do território

Durante sessão plenária desta última terça-feira, 8, o Senador pelo União Brasil (UB), Jayme Veríssimo de Campos, cobrou do presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), que seja colocada em votação “com urgência necessária” o Projeto de Lei 490 /2007 que estabelece o Marco Temporal para demarcação de terras indígenas no Brasil. O projeto já foi aprovado pela Câmara dos Deputados.

Estamos vivenciando um clima muito ruim em Mato Grosso e infelizmente o marco temporal, até o dia de hoje, não foi votado”, disse o parlamentar mato-grossense ao alertar as demais autoridades para o clima de tensão social que se estabeleceu nos municípios da região do Norte Araguaia com o anúncio de estudos para demarcação da Terra Indígena Kapôt Nhinore.

A área em questão se localiza entre os municípios de Vila Rica, Santa Cruz do Xingu, em Mato Grosso, e São Félix do Xingu, Pará. A medida pode causar a desapropriação de 201 propriedades rurais. Ou seja,os donos das fazendas podem perder tudo o que construíram, sem direito algum em suas áreas. Jayme pediu uma solução jurídica e política para essa situação.

Jayme Campos lembrou que Mato Grosso possui 12,5 milhões de hectares de terras indígenas regularizadas, representando 14% do território do estado. Ele criticou as ampliações de reserva indígena “sem nenhum critério”.

Ele ressaltou que o anúncio do estudo antropológico causaram efeito imediato:

As terras daquele cidadão já não valem nada, criticou.

A votação do Marco Temporal ainda não tem data para acontecer. De autoria do deputado mato-grossense Homero Pereira, já falecido, o projeto tramitará em nas Comissões de Agricultura e Reforma Agrária e de Constituição e Justiça antes de chegar ao plenário para deliberação. O PL foi aprovado no final de maio pelos deputados.

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Na semana passada, na Comissão de Meio Ambiente, Campos foi duro ao defender os produtores rurais, alarmados com a possibilidade de perder suas terras. Na votação do Projeto de Lei que endurecia as penas aos crimes ambientais, ele reportou depoimentos de agricultores que procuraram a bancada federal de Mato Grosso em busca de uma saída.

Cortou o meu coração. Muitos choraram ao relatar que estão há mais de30 anos na terra, trabalhando e produzindo o sustento de suas famílias, isso não é política de respeito ao cidadão brasileiro, disse.

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Política

Pesquisas: Pivetta continua avançando; tá chegando a hora, debates na TV

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Faltando 12 dias do primeiro turno das eleições de 2026, os levantamentos de intenção de voto começam a ganhar peso diferente na corrida rumo ao Palácio Paiaguás. A experiência do pleito eleitoral de 2024, em Cuiabá, no entanto, mostra que o cenário ainda pode sofrer mudanças importantes na reta final de campanha.

A disputa para o Palácio Paiaguás é um dos que apresentou diferentes parâmetros de cenário até o momento.

A divulgação mais recente do Paraná Pesquisas aponta o atual governador Otaviano Pivetta, liderando de forma isolada com 42,4%, abrindo vantagem sobre o Wellton Fagundes que pontuou com 29,6%.

No entanto, a disputa segue dinâmica após Atlasintel indicar um cenário mais parelho. O liberal Wellton aparece na frente, com 34,4% das intenções de voto, enquanto o Republicanos, Pivetta, registrou 30,8%. A diferença de 3,6% pontos percentuais fica dentro do intervalo da respectiva margem de erro.

Nesta reta final, a divulgação de novas pesquisas de intenção de voto, intensificaram os trabalhos dos marqueteiros e fizeram recalcular as estratégias.

Querem saber o motivo? No centro das atenções: tabu de 36 anos, poderá ser derrubado em Mato Grosso com a realização do segundo turno.

Levantamentos até agora, mostra diferenças importantes entre Institutos e Metodologias e não permite tratar a uma leitura de segundo turno definido.

Nota de rodapé: desde 1990 na “QUERIDA” e “QUENTE” Terra de Rondon, foram realizadas nove eleições consecutivas para o Palácio Paiaguás e todas foram resolvidas no primeiro turno.

Será que vai ser quebrado uma sequência que atravessa toda a história eleitoral na nossa “QUERIDA” e “MARAVILHOSA” Terra de Rondon, sob a Constituição de 1988?

PS: entre as pesquisas realizadas a Quaest é uma das principais e, está em campo fazendo levantamento. A publicação será em 25 de setembro, na sexta-feira.

O teste final que convence eleitores indecisos

Tá chegando a hora em que muitos eleitores (as) começam a decidir o seu voto! O tempo está passando. E você já sabe os dias dos debates na televisão Vila Real e Centro América?

Pois muito bem caros amigos e leitores do Blog do Valdemir! Muitos eleitores só decidem o voto nos últimos dias antes da eleição. Nos momentos finais, os debates na televisão se tornam a principal fonte de informação para quem ainda está em dúvida.

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Pesquisa de 2026 mostram que mais da metade dos mato-grossenses acredita que os confrontos ao vivo têm mais poder de convencimento do que a propaganda eleitoral e as mensagens trocadas em aplicativos.

Historicamente, os debates de TV têm sido decisivos. Em 2002, o debate para o Palácio Paiaguás mostrou como um deslize pode derrubar um candidato e como uma boa resposta pode lança-lo.

Mesmo com o crescimento da internet, o formato ao vivo continua importante para avaliar a capacidade dos candidatos de lidar com pressão e responsabilidade.

Pega a visão: mais da metade dos eleitores consideram os debates mais influentes que propagandas;

Os debates permitem observar a reação dos candidatos a ataques inesperados;
Erros cometidos ao vivo são rapidamente espalhados nas redes sociais;
Candidatos que estão à frente nas pesquisas evitam correr riscos nos debates;

A linguagem corporal e o controle emocional são avaliados pelo público.

Então fica ligado… dia 29 de setembro às 21: 30 horas na TV Centro América e no dia 1° de outubro na TV Vila Real.

Para o conhecimento dos internautas do Blog do Valdemir, existe uma expectativa muito grande em torno do confronto que promete ser decisivo para conquistar os eleitores, principalmente, os indecisos.

Nota de rodapé: pesquisa do MT Dados, divulgada nesta segunda-feira (21), aponta que os indecisos na “QUERIDA” e “QUENTE” Terra de Rondon chega a 50,4%.

O Boteco vai falar

Na política, quem confunde amizade com aliança termina traído pelos dois.

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– Na política, o erro não é confiar em amigo. É achar que amigo e aliado são a mesma coisa.
– Muita gente quebra a cara achando que amizade política é eterna. Mas não é. A amizade nasce do afeto. A aliança nasce de interesse. E quando o interesse acaba, o “amigo” vira crítico.
– Isso tem explicação: todo relacionamento, inclusive o político, se mantém enquanto dá resultado para os dois lados. Quando um ganha mais que o outro, o jogo vira.
– O problema é que político emocional confunde lealdade com dependência. Acha que quem toma café com ele todo dia vai defender ele para sempre. Mas quem paga o preço da traição é sempre o mais carente de poder.
– A política é feita de trocas. Só que tem gente que dá voto, espaço e cargo em nome da amizade e depois descobre que entregou o poder de bandeja.

Quer se blindar e parar de ser traído pelos dois lados?

1 – Separe amigo de aliado. Amigo te liga quando você perde. Aliado te liga quando você ganha.
2 – Combine o jogo. Política é negociação. Se não tiver acordo claro, vai ter ressentimento depois.
3 – Não misture coração com voto. Amigo pode te dar conselho. Mas quem decide é a estratégia.
4 – Saiba sair antes, aliança tem prazo de validade. Se esperar acabar para perceber, já é tarde.
5 – Na política, quem age com o coração demais perde o rumo. Quem age com método, constrói poder e dorme tranquilo.

Segue o fluxo!

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