COMEÇOU A ELEIÇÃO DE 2024?
Inacreditável! Stopa será candidato à sucessão de Nenel
Sextou…, e outra eleição começou a entrar “no radar” nas rodas de conversas lá pelas bandas do Boteco da Alameda, tudo sobre a próxima eleição em Cuiabá.
Longe dos questionamentos sobre composição da nova Mesa Diretora da Assembleia Legislativa do Estado de Mato Grosso (AL/MT), se o governador Mauro Mendes Ferreira, do União Brasil (UB), vai ou não manter todos os secretariados, eleitores especulam mesmo sobre a possibilidade de José Roberto Stopa, do Partido Verde (PV), vice e amigo pessoal do prefeito cuiabano, o emedebista Emanuel Pinheiro, vai tentar algo parecido, como disputar a Prefeitura de Cuiabá,
Outra…, quem vai disputar pelo Partido dos Trabalhadores (PT), que hoje vem sendo a bola da vez com a eleição de Luiz Inácio Lula da Silva, será o deputado estadual Ludio Frank Mendes Cabral, ou a deputada federal campeã de votos não reeleita, Rosa Neide, e pelo partido do União Brasil (UB), que terá a bênção do Paiaguas: Edu Botelho? Mauro Carvalho? Gilberto Figueiredo?
Bom caros leitores a amigos do Blog do Valdemir, vamos esperar algumas semanas para termos o resultado, muitas reuniões e conversas ainda estão por acontecer, e teremos novidades também com relação a deputado pulando do barco e indo para outro barco de casco mais firme.

Partido Verde
Em conversa com a equipe de reportagem do Blog do Valdemir, um dirigente da sigla dos verdinhos desconversou, mas assumiu que a Federação Brasil da Esperança, grupo de partidos de diversas linhas ideológicas que se uniram em torno de Luiz Inácio “Lula” da Silva, trabalha por uma proposta em Cuiabá.
Segundo o dirigente partidário, a tese do PV é de ter candidatos na maioria dos municípios de Mato Grosso, inclusive na capital de todos os mato-grossenses, Cuiabá.
Será que o Partido Verde agora vai esquentar o “xadrez político” na Terra de Paschoal Moreira Cabral? Não se esqueçam que, 2024 começa em março do ano que vem.

Porque? Em janeiro toma posse o governador Mauro Mendes Ferreira do União Brasil (UB), no seu segundo mandato e também com os novos secretários.
Em fevereiro toma posse os novos deputados federais, estaduais e senadores, depois vem o Carnaval, já que o Brasil só começa o ano depois das festividades carnavalescas.
Então, é a partir de março de 2023 que Mato Grosso começa a sua normalidade na política.
Neste contexto, o dirigente do partido disse que existe disposição em apresentar candidatura.
“Nosso partido está preparado para o desafio de 2024. Estamos preparando as bases para uma candidatura própria a prefeitura de Cuiabá, estamos focando neste objetivo“, disse o dirigente do PV.
Será mesmo? A quebrada do Boteco da Alameda mandou o seu recado: o PV não pode abrir mão de ter uma candidatura própria em Cuiabá. Quando chegar em 2024, vão pedir outra vez para o PV não ter candidatura a Prefeito de Cuiabá. Será que o PV não pode ter a oportunidade de ter candidatura?
As bocas malditas do Boteco da Alameda comentaram: se ele não for, o PV apoia Edu Botelho.
Sinal
O sinal mais forte até agora de que o Partido Verde (PV) está planejando uma candidatura à sucessão do emedebista Nenel Pinheiro na Prefeitura de Cuiabá, vem da primeira dama de Cuiabá, Márcia Pinheiro (PV).
“Stopa tem meu apoio e já se mostrou, leal e competente para disputar a Prefeitura de Cuiabá“, afirmou a “soldada do PV”.
Outro sinal que apareceu nos últimos dias: não tem ponte entre Alencastro e Paiaguas.
“Se ele (Edu) tiver no arco do Emanuel Pinheiro, com certeza vai ser meu adversário“, palavras do governador Mauro Mendes.
Xadrez Político
Essa leitura vem consumindo o círculo íntimo do Partido Verde (PV), enquanto alguns ponderam quando Stopa deve pular da garupa para maximizar o impacto do anúncio e dissuadir potências rivais para desafia-lo.
“Acho que muita gente nem concorreria se Stopa fizesse isso porque, se olhar a votação de Márcia Pinheiro, eles nem se registram“, disse uma liderança política.
Dentro da órbita do Partido Verde estão divididos sobre se uma pré-candidatura poderia enfraquecer as chances do PV.
No bate pronto: alguns líderes do PV acreditam que Stopa será o vice de Edu Botelho.
Se assustaram? Tranquilo, relaxa, calma, a política a cada dia é diferente. O que dizem de manhã a tarde tudo muda.
Alô Stopa! Se não anunciar que está na pista, será engolido mais uma vez.
De onde vem o tiro?
Edu Botelho que está no meio do tiroteio entre Alencastro e Paiaguas, não se contenda de ficar só na tocaia, só tocaiando e, desvia dizendo entrelinhas:
“Só existe uma possibilidade eu ser candidato, se for do grupo União Brasil. Mas, essa é uma discussão que tem de ser feita com o tempo. Não é uma discussão para agora. Isso não é algo intransponível. Eu tenho vontade de disputar, mas tem que ver se vou chegar lá na frente com apoio popular. Também depende se o partido vai querer que eu seja candidato“, pontuou Edu Botelho.
PS: Tá bom…, tá bom, tá bom, me engana que eu gosto. Anotando os possíveis pré-candidatos a sucessão de Nenel Pinheiro na Prefeitura de Cuiabá: Abílio Brunini (PL), Fábio Garcia (UB), Rosa Neide (PT), Roberto Stopa (PV), Edu Botelho (UB), Mauro Carvalho (UB) e Ludio Cabral (PT).
O Blog do Valdemir questiona. Quem sobreviverá até dia 30 de março 2024!
Política
A complexidade e os impasses na formação de chapas do MDB em Mato Grosso
As articulações políticas que antecedem o período eleitoral costumam revelar a complexidade das negociações partidárias no cenário mato-grossense. Em um contexto de intensas disputas por espaço e representatividade profissional, os bastidores dos partidos transformam-se em arenas decisivas para a definição das candidaturas que disputarão o voto popular nas urnas.
Essas negociações eleitorais ocorrem predominantemente na sede estadual do Movimento Democrático Brasileiro (MDB), em Mato Grosso, bem como em reuniões estratégicas conduzidas por lideranças regionais. O ambiente interno da agremiação tornou-se o centro das atenções à medida que os prazos regimentais e as convenções se aproximavam.
As movimentações mais recentes intensificaram-se ao longo dos últimos meses de definições partidárias, período em que as siglas precisaram consolidar suas nominatas oficiais. O calendário eleitoral impôs um ritmo acelerado para a construção de consensos e para a viabilização das chapas proporcionais no estado.
A ex-prefeita da cidade de Sinop, Rosana Martinelli, figura central nesse processo, buscava consolidar sua candidatura à Câmara dos Deputados. Contudo, a decisão estratégica da Diretoria Partidária de não lançar candidatos ao cargo de deputado federal acabou por inviabilizar suas pretensões eleitorais para a disputa deste ano.
A reviravolta na trajetória política da ex-gestora ocorreu porque o MDB estadual enfrentou severas dificuldades na formação de um grupo competitivo para a disputa proporcional. Diante das desistências de nomes estratégicos e da ausência de consenso interno, a sigla optou por priorizar outras frentes de atuação regional.
A condução das negociações deu-se por meio de reuniões diretas lideradas pela presidente estadual do partido, a deputada estadual Janaina Riva. Segundo avaliações do próprio grupo político, a coordenação do processo demandou habilidade para gerenciar divergências e conciliar os interesses individuais e coletivos das lideranças envolvidas.
Diversos fatores conjunturais motivaram o desfecho desfavorável às pretensões de Rosana Martinelli, incluindo a desistência de potenciais pré-candidatos que priorizaram projetos pessoais. Além disso, a inviabilização de outras candidaturas regionais, como a da vice-prefeita Coronel Vânia à Assembleia Legislativa Mato-grossense (AL/MT), evidenciou a fragilidade da base aliada.
Diante do cenário de frustração das candidaturas regionais, a ex-prefeita de Sinop adotou uma postura pragmática ao declarar a ausência de mágoas e ao reconhecer a complexidade do amadurecimento político institucional. A líder reafirmou a disposição de colaborar ativamente com projetos de aliados estratégicos na esfera estadual.
Os desdobramentos operacionais dessa reorganização partidária refletem-se no apoio declarado de Rosana Martinelli à pré-candidatura do governador Otaviano Pivetta ao Governo do Estado. Simultaneamente, a ex-gestora confirmou sustentação à postulação de Janaina Riva ao Senado Federal, demonstrando alinhamento com a estrutura governista.
Por fim, o futuro político da ex-prefeita permanece em aberto, dependendo de futuras deliberações pessoais e do quadro de coligações que se desenhará nos próximos ciclos. A trajetória recente evidencia que as alianças partidárias dependem da constante repactuação de interesses em um cenário dinâmico e em permanente transformação.
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