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Política

Geração de emprego e renda é a principal bandeira de trabalho de Alan da Top Gás

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Empresário há mais de vinte anos Alan da Top Gás (PV), candidato a prefeito por Várzea Grande, tem como principal bandeira de trabalho o desenvolvimento e a geração de emprego e rendas na cidade. A ausência de indústrias e a falta de opção de trabalho para o cidadão várzea-grandense têm sido uma das preocupações de Alan. Em visitas aos comerciantes da região do Cristo Rei, Alan da Top Gás ouviu as principais queixas e apresentou suas propostas no segmento.

alan-top-gasA maior reclamação dos comerciantes é que lojas estão vazias e a expectativa no crescimento nas vendas não é animadora. Alan da Top Gás compartilhou um pouco da sua trajetória empresarial e reforçou que sua historia com Várzea Grande é a história de tantas outras pessoas vieram para a cidade. "Penso que este é o momento de eu dar a minha contribuição, nossa cidade não está bem, então este é o momento que ela mais precisa da gente. Acreditem, temos grandes projetos estratégicos para transformar esta realidade, mas só um empresário que lutou e cresceu usando suas mãos como ferramentas de trabalho e renda poderá fazer isso, sei como fazer", afirmou.

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Com propostas concretas e sem projetos mirabolantes, o candidato vem expondo as suas metas para Várzea Grande através do contato corpo a corpo com o cidadão. "Estou conversando com a população e principalmente ouvindo as reivindicações da sociedade, pois é ela que realmente sente onde as prioridades precisam ser aplicadas. Vivemos momentos de crise que, além de política, é econômica, por isso vamos buscar soluções para colocar Várzea Grande novamente nos trilhos do desenvolvimento e assim voltar a ser a Cidade Industrial", enfatizou Alan.

Geração de emprego e renda

Uma das propostas de Alan da Top Gás para restabelecer o titulo de cidade industrial é desenvolver politicas para incentivar e incrementar o comércio local já existente. Além de atrair empresas e indústrias para Várzea Grande, com incentivos e condições competitivas mais adequadas.

"Os produtos do agronegócio passam por aqui, a riqueza de Mato Grosso entra pelo aeroporto, ou em rodas de caminhões no Trevo do Lagarto, e nada fica aqui. Em minha gestão pretendo criar condições para que possamos ser um município prestador de serviços e catalizador deste tráfico de carretas, bem como dos negócios proporcionados pelo comercio de insumos e venda de grãos, somos estrategicamente o centro do tráfico do agronegócio e isso é dinheiro para o município, é emprego para o povo, não podemos ficar olhando", afirmou Alan.

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Política

Pesquisa interna ditará rumo ao Palácio Paiaguás

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As movimentações internas no cenário político mato-grossense ganharam um novo componente estratégico com a decisão do Senador Jayme Campos (UB) de avaliar cientificamente o cenário eleitoral. O parlamentar busca mensurar a viabilidade de seu nome em uma futura disputa pelo comando do Poder Executivo Estadual.

Esta articulação de bastidores ocorre em meio a intensos debates no diretório de sua própria legenda e repercute diretamente na capital do estado, Cuiabá. A mobilização das lideranças partidárias e a contratação do levantamento de dados intensificaram-se nos últimos dias, consolidando as peças do xadrez político local.

A iniciativa visa sanar as incertezas sobre a aceitação popular do congressista perante os demais concorrentes que já se posicionam para o pleito majoritário. Com a coleta técnica de dados, o senador pretende basear suas próximas decisões em diagnósticos precisos, evitando desgastes ou aventuras eleitorais desnecessárias.

O próprio Senador Jayme Campos lidera pessoalmente essa estratégia de avaliação e coordena o direcionamento dos trabalhos institucionais junto ao mercado de pesquisas. A execução do levantamento amostral foi delegada a um instituto de consultoria estatística de renome nacional, cuja identidade é mantida sob reserva corporativa.

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A motivação para o investimento em um estudo dessa magnitude justifica-se pelo histórico político do parlamentar, caracterizado pela prudência e pela aversão a riscos calculados de forma empírica. O político busca compreender as reais demandas do eleitorado contemporâneo e identificar quais atributos são considerados indispensáveis para a gestão pública moderna.

A concretização da candidatura ao Palácio Paiaguás dependerá estritamente dos resultados apontados pelos relatórios finais desta pesquisa quantitativa e qualitativa de consumo interno. Os números finais servirão como fiel da balança para definir se o senador manterá a postulação ou se abrirá espaço para novas composições.

O processo de coleta de dados estruturado pelo instituto abrange entrevistas detalhadas, simulações de múltiplos cenários de votação e análise aprofundada dos índices de rejeição. Os pesquisadores buscam mapear minuciosamente o perfil ideal de governante desejado pela maioria dos cidadãos mato-grossenses nas diferentes regiões do estado.

O principal ponto de atenção e eventual obstáculo para o projeto reside na concorrência consolidada representada por nomes expressivos como o governador Otaviano Pivetta (Republicanos) e o senador Wellington Fagundes (PL). Diante de adversários com forte apelo popular, o monitoramento de rejeição torna-se o indicador mais crítico para a viabilidade do plano governista.

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Caso os relatórios técnicos apresentem um indicativo desfavorável ou um “alerta vermelho” intransponível, o impacto imediato será o recuo estratégico do parlamentar. Nessa hipótese, Jayme Campos planeja construir uma saída política honrosa para retirar sua pré-candidatura antes mesmo da abertura oficial das convenções partidárias.

Os desdobramentos dessa sondagem interna devem orientar os próximos discursos públicos e as alianças que o União Brasil firmará nos próximos meses. O desfecho da pesquisa ditará o ritmo das negociações de bastidores, definindo se o grupo marchará unido ou se haverá uma fragmentação nas candidaturas ao Governo Estadual.

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