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COMITÊ DA MALDADE DE PORTAS ABERTAS

Fase do “jogo sujo” na campanha em MT; baixaria tem endereço

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O vale tudo na pré-campanha está se sobressaindo em Mato Grosso. O descalabro inclui textos caluniosos de caráter duvidoso e que se prestam ao papel apenas para denegrir a imagem deste ou daquele pré-candidato.

Se utilizando o expediente manjado, conhecido como “teatrinho” e que costuma ser acionado por determinado núcleo sortido acostumado a apelar para o jogo sujo, quando seus pré-candidatos começam a perder terreno antes de começar a campanha eleitoral.

Deixando de lado propostas sensatas e exequíveis, capazes de sensibilizar a maioria do eleitorado. Na falta destas, preferem a “baixaria’.

Aos internautas do Blog do Valdemir, porventura intrigado com o que seja esse tal “teatrinho”, informamos que, geralmente, é praticado por agentes políticos que passam emitir conceito negativos, como se estivessem revelando “segredos” conhecidos por poucos, sobre o seu adversário político do qual querem desconstruir a imagem.

Pega aí: a baixaria está meio desmoralizado. Quem explorar isso vai causar rejeição. O mato-grossense é um povo desconfiado e não gosta de polêmica. A população da Terra de Rondon, às vezes, peça mais por hipocrisia do que por excesso de sinceridade.

O Boteco da Alameda tem um palpite como os pré-candidatos devem conseguir votos e minimizar o favoritismo do adversário.

O pré-candidato deve se apresentar com proposta e colar sua imagem do seu candidato presidenciável. O discurso deverá estar afinado com o candidato a presidência da República.

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Segue o fluxo!

O ano eleitoral mal…

Começou e já tem gente batendo bumbo contra o governador Mauro Mendes.

Parece canelada no futebol. Querem ir imediatamente para a desforra. Na Terra de Rondon mostra que, tanto os atuais e as “velhas raposas” da política, em suas variações, padecem do mesmo mal: ambos são autoritários. Fingem apreciar as regras da democracia, mas no fundo gostariam mesmo, se perdessem, de tomar o “PODER” pela força, impondo sua vontade a Terra de Rondon.

Curioso é que, ambas ideologias, tencionam dará seu “golpe” em nome do povo.

Sempre foi assim. O povo paga a conta. É muito preocupante. Veremos o andar da carruagem. Tudo indica tempo difíceis pela frente.

Por 35 anos assistir ao jogo político, infelizmente, a contenda virou uma baixaria geral.

No esporte da política, o cartão vermelho é dado pelo povo, livremente nas urnas.

Quem quiser participar, suba na arquibancada. Quem torce para outro time, fica em casa.

0 que não pode é dar pontapé, nem torcer contra Mato Grosso, chega de baixarias no campo da democracia.

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O Boteco vai falar

O esforço de trazer a “violência política” para o debate pré-eleitoral não é recorrente na política de Mato Grosso.

Pré-candidatos que passam quatro anos sem focar no assunto, puxam a discussão as vésperas da eleição.

No caso específico desta eleição, a tentativa parece partir principalmente de um pré-candidatos que perdeu para os brancos/nulos abstenção no pleito de 2022.

Mas não é só a narrativa o alvo das “baixarias” de campanha.

Recentemente o atual governador, o cacique numero 1 do União Brasil (UB), Mauro Mendes, foi alvo de vários vídeos e memes que circulam “anonimamente” com objetivo de desconstruir sua imagem.

A escolha dos alvos, não foi por acaso. Mauro Mendes lidera as pesquisas de opinião publica. A distorção de fatos verdadeiros e a produção de “Fake News” vai além da simples “baixaria”.

É jogo sujo mesmo para tentar atingir adversários, normalmente realizado por quem está abaixo nas pesquisas.

Nota de rodapé: políticos que se atacam, se desmerecem, se acusam, mas coincidentemente são amigos ao seu aproximar-se no período eleitoral, qual constituem alianças em busca de voto objetivando mandato eletivo e cargos públicos, escancarando essa política da conveniência.

Pegou a visão ou quer que desenhe?

Segue o fluxo!

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Política

Júlio Campos rebate discurso de Abilio sobre “velha política” e questiona uso da máquina pública em eleição

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O deputado estadual Júlio Campos (União) reagiu às declarações do prefeito de Cuiabá, Abilio Brunini (PL), sobre o suposto enfraquecimento da chamada “velha política” em Mato Grosso. O parlamentar contestou a avaliação do gestor municipal, defendeu sua trajetória de cinco décadas na vida pública e levantou questionamentos sobre a utilização da estrutura administrativa da capital durante o processo eleitoral, especialmente em relação à eleição de Samantha do Abilio (PL), esposa do prefeito.

A controvérsia ganhou destaque no cenário político mato-grossense após o encerramento do processo eleitoral e evidenciou divergências entre lideranças de diferentes grupos políticos. Enquanto Abilio Brunini associou o resultado das urnas ao avanço de uma nova forma de fazer política, Júlio Campos rebateu essa interpretação e afirmou que o discurso de renovação precisa ser acompanhado de práticas coerentes com os princípios de transparência, responsabilidade administrativa e respeito aos compromissos partidários.

No debate público, a expressão “Velha Política” costuma designar práticas tradicionais de articulação do poder, frequentemente associadas ao personalismo, ao clientelismo e à distribuição de benefícios em troca de apoio político. Entre os comportamentos criticados estão as negociações pouco transparentes, a troca de favores, a distribuição de cargos e a destinação de recursos públicos condicionada a interesses eleitorais. Essas práticas, contudo, precisam ser analisadas à luz de fatos concretos, documentos e eventuais decisões dos órgãos competentes.

Historicamente, o termo também é empregado para criticar a concentração de influência em grupos familiares e lideranças que permanecem por longos períodos no poder. Nesse contexto, a expressão “Nova Política” ganhou espaço em campanhas eleitorais de candidatos que prometem romper com estruturas tradicionais, ampliar a transparência e reduzir privilégios. A distinção entre os dois conceitos, entretanto, não depende apenas do discurso dos representantes, mas também de suas condutas e da maneira como exercem os mandatos e administram os recursos públicos.

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Ao responder às críticas do prefeito, Júlio Campos destacou sua trajetória política e afirmou que, ao longo de aproximadamente 50 anos de vida pública, seu grupo não teria sido alvo de investigações policiais relacionadas a crimes contra a administração pública.

A declaração foi utilizada pelo deputado para contestar as avaliações sobre os métodos tradicionais de atuação política e defender a reputação construída por sua família ao longo de diferentes períodos da história de Mato Grosso.

“Nunca tivemos, em 50 anos de vida, Polícia Federal na nossa porta, Ministério Público querendo fazer processo por roubo, corrupção, desvio”, afirmou o parlamentar.

A fala reforçou o tom de confronto entre as duas lideranças e levou a discussão para o campo da reputação política, em que declarações públicas precisam ser consideradas dentro de seu contexto e diferenciadas de eventuais conclusões judiciais.

Na sequência, Júlio Campos direcionou suas críticas à atuação de Abilio Brunini durante o período eleitoral. O deputado acusou o prefeito de utilizar a estrutura administrativa municipal para favorecer a eleição de sua esposa, Samantha do Abilio. A afirmação representa uma acusação política do parlamentar e, para que seja tratada como irregularidade comprovada, depende da apresentação de elementos verificáveis e da análise das autoridades competentes.

“Repudio as palavras do prefeito Abilio Brunini, que usou e abusou da máquina pública, da máquina pública para reeleger a sua esposa, traindo os seus companheiros de partido”, declarou Júlio Campos.

Com a manifestação, o deputado questionou a coerência entre o discurso de renovação defendido pelo prefeito e as práticas que, segundo sua avaliação, teriam sido adotadas durante a disputa eleitoral. A acusação, porém, não equivale, por si só, à comprovação de qualquer infração.

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O episódio também reacende a discussão sobre os limites entre a atuação legítima de agentes públicos e o uso indevido de estruturas governamentais em benefício eleitoral. A legislação brasileira estabelece regras para assegurar a igualdade de oportunidades entre candidatos e impedir o emprego da administração pública para favorecer candidaturas. A identificação de eventual abuso exige, entretanto, a análise das circunstâncias, das provas disponíveis e das normas aplicáveis ao caso concreto.

Na Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), o embate poderá alimentar novas manifestações políticas e cobranças relacionadas à transparência e à conduta de gestores públicos. Até que sejam apresentados esclarecimentos ou elementos adicionais, as declarações de Júlio Campos devem ser compreendidas como posicionamentos atribuídos ao parlamentar, sem antecipar conclusões sobre possíveis responsabilidades. A repercussão também coloca em evidência a importância da fiscalização institucional e do acesso da população a informações verificáveis.

Mais do que uma divergência entre duas lideranças, o confronto expõe uma disputa sobre o significado da renovação política em Mato Grosso. De um lado, está o discurso de superação das práticas tradicionais; de outro, a contestação de que essa mudança esteja efetivamente refletida nas condutas dos representantes eleitos.

O desfecho dessa controvérsia dependerá não apenas das respostas públicas dos envolvidos, mas também da consistência dos fatos apresentados e da capacidade das instituições de assegurar transparência, legalidade e respeito ao interesse coletivo.

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