PRESENTE DE GREGO
“Essa “Federação” parece um “Cavalo de Troia””, disparou Ludio contra o PV
Muito bem, amigos internautas do Blog do Valdemir, nesta quarta-feira (25), o Partido dos Trabalhadores (PT), apresentou os nomes dos professores Reginaldo Araújo (UFMT) e de Domingos Sávio (Unemat), como alternativa de pré-candidato ao Governo do Estado pela Federação Brasil Esperança (PT, PV e PCdoB).
Tá bom…, sabemos que é um direito do partido, já que pela legislação eleitoral, cada sigla partidária tem o direito de pleitear candidatura nos pleitos eleitorais.
Mas a fala do deputado estadual Ludio Cabral, senão vejamos:
“Essa tal de “Federação Partidária” que foi criada aqui em Mato Grosso, mais parece um “Cavalo de Troia”, claro o Partido Verde (PV) seria certamente esse presente de grego“, disse o deputado estadual petista, Ludio Cabral.
Amigos internautas do Blog do Valdemir, vamos pegar a levantada de bola do deputado e escrever, a matéria mais adequada então para o assunto, devido termos alguns pré-candidatos que só pensam si, pessoas non grata, a equipe de reportagem do Blog do Valdemir optou por “Cavalo de Troia”.
O que é um “Cavalo de Tróia”?
Conta à mitologia grega que o “Cavalo de Tróia“ foi uma grande estátua, utilizada como instrumento de guerra pelos gregos para obter acesso à cidade de Tróia. A estátua do cavalo foi recheada com soldados que, durante a noite, abriram os portões da cidade possibilitando a entrada dos gregos e a dominação de Tróia. Daí surgiram os termos “Presente de Grego” e “Cavalo de Tróia“.
O ditado popular, da época da Ditadura Militar, hoje o atual lema voltou para as bocas malditas do Boteco da Alameda, que se reuni todos os dias, e todos os de baixos cleros, que diz nada vejo, nada ouço, nada falo.
A equipe de reportagem vai na contramão da direção do Boteco da Alameda, pois estamos com boa audição, boa visão e o editor do Blog do Valdemir nos dá a liberdade, não poderíamos fazer vista grossa ou descaso a essa questão emblemática envolvendo certos políticos e pré-candidatos de Mato Grosso.
Gostaríamos de estarmos falando do melhor time do Centro Oeste, o Clube Esportivo Dom Bosco ou das belezas pantaneiras, dos rios e serras, dos encantos e mistérios de Chapada dos Guimarães, criadas pela Mãe Natureza.

Mas, venhamos e convenhamos amigos internautas do Blog do Valdemir, como escrever sobre os mares de rosas, se na terra de Rondon, temos pessoas indignados com certos políticos em virtudes de suas atitudes infastas.
O grande político, patriarca da família Campos, “seu” Fiote, sempre teve como principal objetivo trabalhar em prol do povo de nosso querido Estado. E assim primava, pelo bem-estar do povo mato-grossense. Era sua marca registrada!
Hoje talvez, pelo que representa dentro da política atual, alguns políticos e pré-candidatos, que estão sendo execrados, por certos políticos.
O pior disso tudo, todos estes, são oriundos da escola do grande mestre “seo” Fiote. Taís políticos deveriam ser recíprocos, para com aqueles que recentemente ajudaram a elege-los.
Infelizmente, alguns políticos estão usando de manobras antagônicas, visando seus interesses próprios.
Isso nos faz acreditar, mais uma vez, que política tem a sua fonte de perversidade, desprovida de fidelidade, grandeza de espírito e com único objetivo: os interesses próprios e eleitoreiro.
Hoje é muito mais interessante cooptar apaniguados, seja de que forma for, do que exercitar o espírito de companheirismo e fidelidade celebrado por ocasião das campanhas eleitorais. Passados isso, é que começamos a conhecer quem é quem nesse contexto.
Amigos internautas do Blog do Valdemir, na grande maioria das vezes, dentro da política, os navegantes, caçadores do poder político, não se interessam e nem são recíprocos para com os seus inventores. Principalmente se estes inventores têm em lhes tirar valorosos votos por ocasião do pleito eleitoral no dia 2 de outubro.
Por outro lado, o político, hoje no “Poder” não pode e nem deve se esquecer que cargo efetivo é efêmero, passageiro.
Amanhã, como muitos de índoles semelhantes, pode cair no ostracismo. Aí, seu futuro passa a ser uma incógnita.
Tenham cuidados com presentes de grego. Cuidado com o “Cavalo de Troia”.
Política
Abilio Brunini enfrenta semana decisiva em meio à “Crise Institucional” na Câmara de Cuiabá
O cenário político da capital mato-grossense centraliza as atenções institucionais com o início de uma semana considerada crucial para a governabilidade do Poder Executivo Municipal. O embate gira em torno da estrutura de poder da Câmara Municipal de Cuiabá, onde se articulam as forças de sustentação e de oposição à atual gestão. O desfecho dessa complexa correlação de forças ditará o ritmo da administração pública municipal nos próximos anos, tensionando a relação entre os poderes locais.
A crise institucional tem como protagonista o Prefeito de Cuiabá, Abilio Brunini (PL), cuja atuação política direta nos bastidores do Legislativo converteu-se no estopim de uma severa instabilidade entre os parlamentares. O chefe do Executivo Municipal concentra seus esforços na viabilização política e jurídica da candidatura de sua principal aliada para o comando do parlamento. A estratégia do prefeito visa consolidar uma base parlamentar amplamente dócil às demandas da prefeitura, assegurando tranquilidade para a aprovação de projetos de seu interesse.
O epicentro do confronto político localiza-se estritamente na Câmara Municipal de Cuiabá, a Casa de Leis que abriga as deliberações oficiais da Capital do Estado de Mato Grosso. O parlamento municipal transformou-se em uma verdadeira arena de disputa jurídica e partidária, onde cada bloco de vereadores tenta salvaguardar suas prerrogativas institucionais. O ambiente legislativo reflete a polarização e a fragmentação das forças partidárias que historicamente caracterizam a política da região Centro-Oeste do país.

As movimentações políticas e os debates jurídicos intensificaram-se de forma decisiva ao longo das últimas horas, com votações estratégicas formalmente agendadas para esta terça-feira. Este momento específico do calendário legislativo coincide com a necessidade de definição antecipada das regras que governarão a Mesa Diretora nos anos subsequentes da atual legislatura.
A celeridade do processo legislativo gerou um clima de urgência entre os parlamentares, que se veem obrigados a tomar posições públicas definitivas sobre o tema.
Os motivos subjacentes à crise residem na tentativa de aprovação de um polêmico projeto de resolução que visa permitir a reeleição da Mesa Diretora para o Biênio posterior. A iniciativa atende diretamente aos interesses da atual presidente da Casa de Leis, a vereadora Paula Calil (PL), cuja permanência no cargo depende dessa alteração regimental. A oposição e setores independentes da Câmara de Cuiabá enxergam a manobra como um casuísmo político desenhado exclusivamente para perpetuar o grupo governista no controle do orçamento e da pauta do parlamento.
A dinâmica dos fatos envolveu o uso de mecanismos judiciais extraordinários por parte do grupo governista, que acionou o Tribunal de Justiça do Estado de Mato Grosso (TJ/MT), para atingir seus objetivos políticos. O prefeito cuiabano Brunini atua ativamente na defesa de uma tese jurídica que solicita a redução do quórum de aprovação do projeto para maioria simples, contornando a exigência atual.
A estratégia jurídica foi adotada após a constatação de que a vereadora governista não dispõe, no momento, dos dezoito votos mínimos necessários para a alteração regimental por vias estritamente políticas.
Os procedimentos legislativos ganharam contornos de dramaticidade após a aprovação preliminar da matéria pela Comissão de Constituição, Justiça e Redação (CCJR), órgão técnico responsável por avaliar a legalidade da proposta. A aprovação na comissão garantiu o envio imediato do texto para o plenário, deflagrando discussões acaloradas e trocas de acusações mútuas entre os vereadores de diferentes blocos. A pacificação interna do parlamento restou severamente comprometida após episódios de retaliação digital, que culminaram na exclusão de parlamentares desalinhados de canais formais de comunicação com o prefeito.

O objetivo estratégico do prefeito Abilio Brunini ao intervir diretamente no processo sucessório é assegurar a eleição de uma Mesa Diretora integralmente alinhada à sua agenda administrativa. A garantia de uma presidência simpática ao Palácio Alencastro evita a abertura de comissões investigativas e acelera a tramitação de pedidos de empréstimos e reformas administrativas complexas.
Para o Executivo Municipal, o controle do comando do Legislativo cuiabano representa a blindagem política necessária para a execução do plano de governo sem sobressaltos institucionais.
As consequências imediatas da interferência do Executivo manifestam-se no enfraquecimento da harmonia entre os poderes e no isolamento político de antigos aliados do Prefeito de Cuiabá. A postura centralizadora de Brunini foi publicamente rechaçada por lideranças de nível estadual, a exemplo do presidente da Assembleia Legislativa do Estado de Mato Grosso (AL/MT), deputado estadual Max Russi (Podemos). A crise provocou fissuras profundas na base aliada, visto que até mesmo parlamentares simpáticos à gestão manifestaram desconforto com a quebra da promessa inicial de não intervenção no parlamento.
Os desdobramentos futuros deste embate redefinirão de maneira permanente o equilíbrio de forças na política cuiabana e o grau de independência do Poder Legislativo Municipal. A decisão soberana do plenário da Câmara Municipal sinalizará se o parlamento manterá sua autonomia fiscalizatória ou se curvará aos desígnios do poder central da capital. Independentemente do resultado numérico das votações, o episódio deixa como legado uma relação tensionada que exigirá intensa habilidade diplomática para a reconstrução pontes institucionais.
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