COMO SERÁ O NAMORO COM PAIAGUAS AGORA
Ele voltou, e agora? Nenel perde mais uma no STJ
Ele voltou! Foram 121 dias longe da presidência da Assembleia Legislativa do Estado de Mato Grosso (AL/MT), volta pronto para tomar decisões que não vai agradar muita gente.
Pois é amigos internautas do Blog do Valdemir, aquilo que a equipe do núcleo duro do Boteco da Alameda desejasse que acontecesse, agora aconteceu, pronto ele voltou, mas essa é a hora que muitos se perguntam: ele voltou, e agora?
Desde que a equipe de reportagem do Blog do Valdemir, disse que ele se afastou por 121 para tratamento para tratar de assuntos particulares e visitar algumas clínicas de estéticas. Bom…, realmente ele tem mesmo que fazer umas visitinhas nas clinicas de estéticas né porquê….. Deixa prá lá.
O meu amigo do bairro Alvorada recebeu alguns e-mails pedindo o retorno do comandante número 1 da “MARAVILHOSA” Casa de Leis, o deputado estadual unista Zé Edu Botelho. Outros questionavam como os projetos do Executivo Estadual serão tratados pelo presidente que voltou para comandar a Casa.

Gente calma, isso é absolutamente normal. O deputado estadual retornou e já mandou o recado:
“Estou pronto para batalha, pronto para discutir todos os projetos, pronto para tomar as decisões que precisam ser tomadas com a sociedade de acordo com a maioria dos deputados da Casa“.
Isto ele está se referindo ao Projeto de Lei 1.363/2023, que altera a Política da Pesca no Estado de Mato Grosso. A segunda votação deve ocorrer somente após realização de Audiências Públicas e debates com outras instituições. Botelho também terá que prosseguir com o processo contra o deputado estadual Gilberto Cattani (PL), que será investigado por comparar mulheres com vacas.
O papai voltou na companhia do frio e segue o fluxo!
Eleições 2024
Principal aposta para representar a direita nas urnas para a Prefeitura de Cuiabá em 2024, o governador Mauro Mendes Ferreira (UB) ignora o movimento dos seus principais adversários e prefere manter o discurso de só falará em política em 2024 e que agora “é tempo de governar”.
“Enquanto o prefeito está preocupado com política, o governador preocupado em trabalhar em melhorar a vida das pessoas, levar soluções para os problemas dos 141 municípios, lançar projetos e programas importantes da nossa história, da nossa cultura e da religião“, disse uma fonte do núcleo duro do Palácio Paiaguas.
Enfático, governador unista já disse que só fará política no ano que vem.
Enquanto isso, o prefeito cuiabano Nenel Pinheiro vem fazendo várias reuniões com os partidos da base: escolheu o ano de 2023 para começar a articular oficialmente as costuras políticas da eleição e, provavelmente, definir o nome do embate nas urnas.
O deputado estadual Alberto Machado, o Beto 2 a 1 (PSB), em entrevista a Rádio CBN, alfinetou o menino da Rua Joaquim Murtinho, o emedebista Nenel Pinheiro.
“Acho um disparate uma desconexão da realidade, o prefeito estar focado nas eleições de 2024“, cutucou o deputado Beto 2 a 1.
Recurso negado pelo STJ
O Superior Tribunal de Justiça (STJ), negou o pedido de suspensão da prorrogação da Intervenção na Saúde de Cuiabá. O recurso foi apresentado contra a decisão do desembargador Orlando de Almeida Perri, do Tribunal de Justiça do Estado de Mato Grosso (TJ/MT), que estendeu o processo interventivo até o dia 31 de dezembro.
Orlando Perri citou na sua decisão, trechos do Relatório de Inspeção que foi realizado pela Comissão Permanente de Saúde e Assistência Social do Tribunal de Contas do Estado de Mato Grosso (TCE/MT), após Conselheiro Guilherme Maluf, que é Presidente da Comissão, receber “denúncias de boicotes aos trabalhos da intervenção” que veio acompanhada de manifestação do Conselheiro Sérgio Ricardo, que se mostrou favorável à prorrogação da Intervenção até 31 de dezembro de 2023, condicionada ao cumprimento de diversas determinações.
“Conforme Apêndices deste relatório, há relatos de atrasos, saídas de plantão não-programadas e/ou sem qualquer justificativa razoável, prolongados períodos de permanência no repouso, uso da máquina pública para atendimento de pacientes particulares, atendimento somente do quantitativo mínimo por plantão e faltas não justificadas, principalmente nos finais de semanas. Mesmo com os novos incentivos financeiros ofertados, a situação ainda persiste“.
Maria Thereza de Assis Moura, ministra-presidente do Superior Tribunal de Justiça (STJ), negou o pedido da Prefeitura de Cuiabá para suspender a prorrogação da Intervenção na Saúde Pública de Cuiabá. A decisão foi expedida apenas quatro horas após o protocolo do recurso pelo município na Corte Superior.
“Indeferido o pedido do município de Cuiabá de suspensão dos efeitos da decisão do relator que prorrogou a intervenção decretada pelo Órgão Especial do TJMT“.
Pronto…, teremos mais notícias em breve sobre o estado de Saúde de Cuiabá que está na UTI faz muito tempo.
Política
Patrimônio de deputados de Mato Grosso revela forte alta em quatro anos e amplia debate sobre transparência eleitoral
A evolução patrimonial de políticos durante o exercício de mandatos voltou a ocupar espaço no debate público em Mato Grosso com a divulgação das declarações de bens apresentadas à Justiça Eleitoral. Embora os vencimentos de parlamentares e integrantes do Executivo sejam superiores à renda média da população, especialistas costumam observar que a remuneração oficial, isoladamente, não explica necessariamente a formação de grandes patrimônios. Nesse contexto, aumentos expressivos de bens despertam questionamentos quando não são acompanhados de explicações claras sobre sua origem.
A declaração patrimonial é uma exigência prevista na legislação eleitoral e constitui um dos mecanismos destinados a ampliar a transparência sobre a situação financeira dos candidatos. Com o início do processo eleitoral, os concorrentes são obrigados a informar à Justiça Eleitoral os bens que possuem, permitindo que o eleitor compare a evolução patrimonial entre diferentes pleitos. A medida, contudo, também expõe variações significativas que podem alimentar discussões sobre as razões econômicas que levam determinadas pessoas a ingressar ou permanecer na vida pública.
O crescimento do patrimônio, por si só, não representa irregularidade. Bens podem ser incorporados por meio de atividades profissionais, investimentos, negócios particulares, heranças ou doações legalmente realizadas. Da mesma forma, uma eventual redução ou estabilidade patrimonial não constitui, isoladamente, prova de ausência de ganhos. A análise responsável exige a consideração de documentos, fontes de renda, movimentações financeiras e demais elementos capazes de explicar as alterações registradas oficialmente.
Segundo dados divulgados pelo DivulgaCand, da Justiça Eleitoral, 22 dos 24 deputados estaduais de Mato Grosso declararam aumento patrimonial em relação à eleição de 2022. O maior crescimento percentual entre os parlamentares da Assembleia Legislativa do Estado de Mato Grosso (AL/MT) foi registrado por Lúdio Cabral (PT), cujo patrimônio declarado passou de R$ 244,7 mil para aproximadamente R$ 1,6 milhão. A variação representa crescimento de cerca de 560% no período, segundo os valores informados à Justiça Eleitoral.
A declaração de Lúdio Cabral inclui apartamento, depósitos bancários, aplicações financeiras e investimentos. Em valores absolutos, a diferença entre as duas declarações representa uma ampliação superior a R$ 1,3 milhão. O dado coloca o deputado na liderança do ranking de crescimento percentual entre os parlamentares estaduais, mas não significa que ele seja o detentor do maior patrimônio da Assembleia Legislativa Mato-grossense.
A evolução patrimonial, nesse caso, precisa ser analisada separadamente do volume total de bens acumulados.
Na sequência dos maiores aumentos percentuais aparecem Paulo Araújo (Republicanos), que declarou patrimônio de aproximadamente R$ 4 milhões, representando crescimento de 279% desde 2022, e Diego Guimarães (Republicanos), com acréscimo de 206%. Entre os bens declarados estão terrenos e outros ativos. As informações apresentadas pelos candidatos permitem ao eleitor identificar as variações registradas oficialmente, mas não determinam, por si mesmas, a existência de qualquer irregularidade.
Na direção oposta, Ondanir Bortoline, o Nininho (Republicanos) e Wilson Santos (PSD) foram os únicos deputados estaduais mencionados nos dados com redução patrimonial em relação à declaração anterior. Wilson Santos apresentou queda de aproximadamente 42%, passando de R$ 450,6 mil em 2022 para R$ 262,1 mil. Nininho, apesar de permanecer entre os parlamentares milionários, registrou redução de cerca de 13%, equivalente a quase R$ 1 milhão em relação ao patrimônio anteriormente declarado.
A liderança em patrimônio total, entretanto, pertence a Carlos Avallone (PSDB), que declarou aproximadamente R$ 33 milhões em bens. O conjunto informado inclui imóveis, terras, embarcação, animais e aplicações financeiras. Na sequência aparecem Júlio Campos (UB), com cerca de R$ 31,5 milhões, e Dilmar Dal Bosco (UB), com aproximadamente R$ 26 milhões.
Os números demonstram que crescimento percentual e riqueza acumulada são indicadores distintos e não devem ser confundidos na avaliação das declarações.
Na bancada federal de Mato Grosso, também foram registradas oscilações relevantes. Coronel Fernanda (PL), que havia declarado aproximadamente R$ 1,7 milhão em 2022, informou agora patrimônio de cerca de R$ 384 mil, redução de 78%. Nelson Barbudo (PL) apresentou queda de 55%, enquanto Juarez Costa (Republicanos) e Emanuelzinho Pinheiro (PSD) também registraram diminuição. José Medeiros (PL), que disputa uma vaga ao Senado e não concorre à reeleição para a Câmara Federal, apresentou crescimento patrimonial de 40%, alcançando aproximadamente R$ 356 mil.
Entre os deputados federais, Fábio Garcia (UB) aparece como o mais rico, com patrimônio declarado de aproximadamente R$ 4,1 milhões, mantendo nível semelhante ao registrado anteriormente. Rodrigo da Zaeli (PL) e Juarez Costa (Republicanos) também figuram entre os parlamentares milionários, com cerca de R$ 1,7 milhão e R$ 1,9 milhão, respectivamente.
As declarações patrimoniais, portanto, oferecem ao eleitor uma fotografia financeira dos candidatos, mas a interpretação dos dados exige cautela: aumentos ou reduções de bens não comprovam, isoladamente, irregularidades e devem ser confrontados com as respectivas fontes de renda e documentos disponíveis.
-
Artigos6 dias atrásRequer tempo
-
Artigos4 dias atrásAutoliderança: o que você faz quando ninguém cobra
-
Artigos6 dias atrásNinguém mais quer trabalhar
-
ESPORTES6 dias atrásFábio brilha nos pênaltis, e Fluminense supera o Rivadavia
-
Política5 dias atrásJustiça Eleitoral mantém, por ora, candidatura de Pivetta e preserva acesso a recursos de campanha
-
Artigos2 dias atrásMenopausa: quando o silêncio se torna um problema de saúde pública
-
Artigos3 dias atrásA epidemia da ansiedade e a hipnoterapia como contenção
-
ESPORTES5 dias atrásCuiabá reencontra a vitória superando o Operário (PR)




“