Política
“Ele é um candidato forte porque esta mostrando talento. Ele vem mostrando que tem vocação!”
“O sonho dos familiares já esta se tornando realidade”
Esta foi a confirmação do atual prefeito de Cuiabá, Emanuel Pinheiro (MDB), com relação ao filho primogênito, e da primeira dama da capital Márcia Pinheiro, Emanuel Pinheiro da Silva, o “Emanuelzinho”, de 23 anos de idade, que segundo ele, o sonho de continuidade na politica esta se confirmando
“Ele é um candidato forte porque esta mostrando talento. Ele vem mostrando que tem vocação! Não foi imposição e nenhuma influência minha ou da mãe dele, ou da família, pelo contrário, nós deixamos ele à vontade, e o caminho para a felicidade, os meus filhos quem escolhem”.
O prefeito cuiabano Emanuel Pinheiro confirmou que os familiares sonhavam com alguém que mantivesse a linha sucessória.
“Claro que, como pai, eu gostaria que um dos meus filhos continuasse a tradição da família Pinheiro, iniciada pelo meu pai, em 1962. Mas não iria forçar, jamais”.
A expectativa é claramente investir na conquista do eleitorado jovem de Mato Grosso.
“Vamos construir uma proposta para a sua candidatura a deputado federal, mostrando a representatividade de um deputado federal jovem, com novas ideias, para levar o nome de Mato Grosso, pensando no melhor para a população, na geração de emprego e renda. É o momento de ocupar espaço e trabalhar. Vamos acreditar primeiramente em Deus e, depois, no povo de mato-grossense”.
E nesta terça-feira (21), em visita ao município de Diamantino (184 km de Cuiabá), lideranças regionais do Partido Trabalhista Brasileiro (PTB) reforçaram o apoio ao candidato a deputado federal Emanuel Pinheiro da Silva, o “Emanuelzinho”, como um dos principais quadros de Mato Grosso.
“Hoje o PTB, em nível de Estado, está sem liderança e nós acreditamos no projeto do Emanuelzinho para não só fortalecer o PTB municipal, mas também o estadual e federal e assim buscar, através dessas pessoas, emendas para nossos municípios e nossa região“, reiterou Sandro Ferreira, presidente municipal do Partido Trabalhista Brasileiro (PTB) e secretário de Obras de Diamantino.
Na sua primeira agenda oficial no interior, o candidato abordou uma das suas principais bandeiras que é o municipalismo. Segundo o petebista, o objetivo é buscar agendas em Brasília para fortalecer os 141 municípios mato-grossenses sobre tudo no quesito da melhor distribuição dos produtos de arrecadação.
“Esse é o maior legado que buscarei se eleito. É discutir o Pacto Federativo para que os municípios tenham parte mais justa da arrecadação de impostos da população. Não é possível os municípios receberem 15% apenas de toda a arrecadação e conseguir com isso atender toda a máquina pública, toda demanda de saúde, educação e infraestrutura. Onde há justiça nisso? Onde há viabilidade nisso? Vamos lutar pelos municípios e isso é um compromisso que assumo desde agora“, pontou.
Essa e demais propostas empolgaram os presentes no sentido de confiança no projeto eleitoral jovem e renovador, principal perfil procurado nas eleições 2018. Sandro Ferreira, presidente municipal do PTB e secretário de Obras do município de Diamantino destacou ainda.
“Ele vem de família política e com certeza tem uma bagagem maior que vem de berço, portanto nós acreditamos que ele deva ser um dos deputados federal mais votado do Estado e, como petebista, acreditamos e vamos apoiar esse projeto“.
Emanuel Pinheiro da Silva Sobrinho é filho do deputado federal Emanuel Pinheiro da Silva Primo, brutalmente assassinado, em Chapada dos Guimarães, em março de 1976. O seu filho, Emanuel Pinheiro deu sequência ao nome do clã, em 1988, quando se elegeu para a Câmara de Cuiabá; que, em 2018, deve ter continuidade com o neto, “Emanuelzinho”, primogênito do filho.
Política
Invasão cibernética na Saúde alimenta embate político em Mato Grosso
Um sofisticado incidente cibernético violou a infraestrutura tecnológica da Secretaria de Estado de Saúde de Mato Grosso (SES-MT), deflagrando uma crise institucional que mobiliza o Poder Executivo e a Assembleia Legislativa Mato-grossense (AL/MT). O episódio, classificado tecnicamente como uma “invasão hacker”, desestabilizou a percepção de segurança dos sistemas governamentais e gerou imediata repercussão no cenário político local. O evento expõe a vulnerabilidade digital da administração pública frente a ameaças externas cada vez mais ousadas e coordenadas.
Os alvos diretos e indiretos dessa ação criminosa envolvem a própria Secretaria de Saúde, responsável pelo gerenciamento de dados assistenciais, e a Assembleia Legislativa do Estado de Mato Grosso (ALMT), que atua como órgão fiscalizador. O presidente do Parlamento Estadual, deputado Max Russi (Podemos), assumiu o protagonismo institucional ao externar profunda preocupação com o ocorrido, enquanto a equipe técnica da pasta de Saúde e os investigadores da Polícia Civil desdobram-se para mitigar os danos colaterais e identificar os autores do ataque.
As consequências imediatas do ataque cibernético resultaram no impacto restrito a um volume inferior a 1 Terabyte (TB) de informações do acervo digital da pasta, o qual acabou sendo integralmente recuperado por meio de sistemas de contingência e redundância. No entanto, o desdobramento mais crítico manifestou-se no plano político, manifestado pelo temor de que o apagão de dados pudesse inviabilizar o fornecimento de documentos essenciais para os trabalhos de fiscalização parlamentar em andamento na capital do estado.
O epicentro do incidente localiza-se nos servidores centrais da Secretaria de Saúde, situados no Centro Político Administrativo de Cuiabá, irradiando seus efeitos institucionais diretamente para o Palácio Paschoal Moreira Cabral, sede do Poder Legislativo Mato-grossense.

A proximidade geográfica e administrativa dessas instituições amplificou o eco do debate sobre a eficiência da infraestrutura tecnológica pública estadual, transformando a capital mineira-mútua do Agronegócio em um palco de intensas cobranças governamentais.
A identificação original do ataque digital ocorreu em meados de março de 2026, porém o ápice do tensionamento institucional consolidou-se nesta quarta-feira, 3 de junho, durante uma sessão coletiva de imprensa convocada pelo presidente da Casa de Leis. O momento cronológico do anúncio revelou-se extremamente sensível, por coincidir exatamente com a fase de instalação e estruturação da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) destinada a investigar a gestão da Saúde Pública no Estado.
A motivação presumida por trás da ação criminosa assume contornos ambíguos, dividindo-se entre a tentativa de extorsão financeira, prontamente rechaçada pelo Executivo, que negou qualquer pagamento de resgate, e a suspeita de sabotagem política. Parlamentares mais incisivos levantaram a hipótese de que a invasão visava ocultar passivos administrativos, embora a liderança do Legislativo tenda a encarar o episódio como uma nefasta coincidência oportunista que se aproveitou de fragilidades estruturais do sistema.
As justificativas técnicas apresentadas pela Secretaria de Saúde fundamentam-se na robustez de seus protocolos de segurança da informação, os quais permitiram o restabelecimento célere das atividades institucionais sem prejuízo ao atendimento da população. Por sua vez, a justificativa para a reação veemente do Parlamento baseia-se no dever constitucional de fiscalização, sustentando que qualquer instabilidade em bancos de dados governamentais representa uma ameaça direta à transparência e à estabilidade social.
O método operacional utilizado pelos criminosos consistiu na quebra de barreiras digitais de criptografia para acessar a rede interna da secretaria, seguido de uma suposta exigência financeira ilegal que acabou ignorada pelas autoridades. Do lado institucional, o método de resposta envolveu o acionamento imediato da Delegacia Especializada de Repressão a Crimes Informáticos e Cibernéticos (DRCI) para subsidiar a investigação criminal, além do anúncio de auditorias nos sistemas redundantes do Estado.

Os desdobramentos futuros desse imbróglio apontam para uma inevitável reformulação nas políticas de investimentos em segurança cibernética de Mato Grosso, com pressões para o fortalecimento da Empresa Pública de Tecnologia da Informação (MTI). Além disso, a Mesa Diretora do Legislativo garantiu que a comissão investigativa requisitará auditorias independentes para assegurar que nenhum dado relevante tenha sido permanentemente suprimido ou mascarado durante o período em que o sistema esteve vulnerável.
As perspectivas de encerramento do caso dependem agora do avanço do inquérito policial e da capacidade de o Estado demonstrar que seus mecanismos de salvaguarda digital são invioláveis contra futuras incursões. O presidente da Assembleia Legislativa assegurou que as investigações da CPI não sofrerão paralisações ou entraves técnicos, visto que os mecanismos de armazenamento externo garantirão o fluxo contínuo de provas, blindando o processo político contra interferências do crime virtual.
-
Destaques6 dias atrásApós denúncia do TCE, Taques amplia representação sobre obra da MT-170
-
Artigos1 dia atrásAntes da mina, vem a ciência: como um geólogo encontra ouro?
-
Política5 dias atrásContratos da Educação em Cuiabá alvejam rombo de R$ 70 Milhões e tensionam poderes
-
Política7 dias atrásDisputa pelo Palácio Paiaguás expõe “Racha Político” e “Guerra de Versões” em Mato Grosso
-
Artigos4 dias atrásA IGREJA, MARX E A JORNADA 6 X 1
-
Política23 horas atrásDéjàvu de 1998 na disputa eleitoral de 2026? Reviravolta na Câmara de Cuiabá
-
Política1 dia atrásA complexa engenharia de alianças entre “PL e MDB” frente ao conservadorismo regional
-
Política3 dias atrásEx-secretário de Educação coloca Abilinho em rota de colisão no “passeio ciclístico”





Você precisa estar logado para postar um comentário Login