PRESENTE DE NATAL CHEGANDO
Edu cadê você? Papai Noel atendeu o seu pedido: “Carta de Anuência”
Hoje eu não vou sair de casa não. Quero preguiça, esperar a “Carta de Anuência”, renovar a minha estética, tomar uma cerveja, estou cansado com as crises no UB, MDB e a Federação Brasil da Esperança na política mato-grossense neste 2023, o ano deveria terminar logo.
Hoje me resta ir para o sofá e esperar… esperar a “Carta de Anuência” de Edu Botelho. Hoje é dia de ouvir Hamilton de Holanda e Maestrinho interpretando “Trem das Onzes” na Santana e no violão: “eu não posso ficar nem mais um minuto sem você. Sinto muito UB mas não pode ser. Se eu perder esse BRT que trás a minha “Carta de Anuência”, só em 2026”.
A “Carta de Anuência” vai chegar? Calma, vai sim. Segue o fluxo!

Cadê o presente do Papai Noel?
Natal chegando e Tudo como Dantes na Terra de Abrantes. Já que nada acontece, o grupo político dos cabeças pensantes do núcleo duro do Boteco da Alameda aquece os bastidores da corrida eleitoral de 2024.
Modo sincerão: os internautas e leitores do Blog do Valdemir, acredita que o “Homem de Ferro”, o governador Mauro Mendes Ferreira, um dos caciques do União Brasil (UB), já que por aquelas bandas da aldeia tem muitos, irá “confirmar” a liberação do deputado estadual e mui digno presidente da Assembleia Legislativa do Estado de Mato Grosso (AL/MT) José Edu Botelho para caminhar para a porta de saída do partido, assim, que ele possa concorrer a Prefeitura de Cuiabá em 2024, contra o UB?
Com a “liberação”, o parlamentar estadual não perderá o mandato na Assembleia Legislativa do Estado de Mato Grosso (AL/MT)? Quem sabe é o núcleo duro do grupo político do Boteco da Alameda, que diz a real, sem mi-mi-mis.

Os planos do deputado estadual José Edu de deixar o União Brasil (UB) e se filiar ao PSD do ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA), Carlos Henrique Baqueta Favaro, que já andava sem paciência de tanto esperar, ou PP, de Blairo Borges Maggi, não poderão ser consolidados até abrir a “Janela Partidária” para ele em 2026.
O parlamentar estadual unista, ele corre o risco de perder o mandato se deixar sua legenda atual, já que a direção nacional tem resolução determinando que; “nenhum deputado ou vereador pode ser liberado para se filiar a outra sigla”.
O Boteco da Alameda afirma que o Diretório “de forma alguma“ libera o deputado estadual Dudu Botelho para deixar a legenda do União Brasil. Apesar em ter garantido o espaço no PSD, PP, foi aceito pela maioria, não vai ter o “tchibum”.
O fato é que ele vai permanecer no partido assim como deve continuar filiado o outro desconte deputado do União Brasil, Dilmar Dal’Bosco, Sebastião Rezende e Júlio Campos.

Condições para deputado trocar de partido
Você já pensou a quem pertence o mandato quando você vota durante uma eleição: ao candidato ou ao partido?
Bom…, não é uma pergunta tão simples de ser respondida e foi por causa dela que em 2016, foi definida a “Janela Partidária” por meio da Emenda Constitucional n° 91, que alterou a Constituição Federal.
Em 2018, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) decidiu que pode usufruir de “Janela Partidária” a pessoa eleita que esteja no término do mandato vigente.
Vejamos o texto constitucional:
CF/88 – art. 17, § 6º Os Deputados Federais, os Deputados Estaduais, os Deputados Distritais e os Vereadores que se desligarem do partido pelo qual tenham sido eleitos perderão o mandato, salvo nos casos de anuência do partido ou de outras hipóteses de justa causa estabelecidas em lei, não computada, em qualquer caso, a migração de partido para fins de distribuição de recursos do fundo partidário ou de outros fundos públicos e de acesso gratuito ao rádio e à televisão. (Incluído pela Emenda Constitucional nº 111, de 2021).
Deu pra entender?
“Carta de Anuência”
A “Carta de Anuência” aos representantes individuais eleitos pela legenda não configura, por si só, justa causa para desfiliação sem perder o mandato, por “infidelidade partidária”.
A Lei dos partidos políticos (Lei 9096/1996) e a Resolução 22.610/2007 do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) estabelecem que parlamentares só podem mudar de legenda se houver incorporação ou fusão do partido; criação de novo partido; desvio no programa partidário ou grave descriminação pessoal. Sem isso, mudanças injustificadas levam à perda do mandato.
Edu cadê você? O grupo político do Boteco da Alameda liberou a “Carta de Anuência Partidária” sem perda do mandato eletivo.
O Diretório Estadual do Boteco da Alameda por Seu Representante Editor do Blog do Valdemir, RG 121212, CPF 1212121212121, título eleitoral 12121212, subscreve a presente “CARTA DE ANUÊNCIA PARTIDÁRIA”, sem imposição de perda de mandato, em favor de papai José Edu Botelho, atualmente exercendo o cargo de deputado estadual no Estado de Mato Grosso, e hoje presidente da Assembleia Legislativa do Estado de Mato Grosso (AL/MT), o que faz nos seguintes termos:
a) em função do não interesse do partido na permanência do deputado devido a…. a, porque mesmo? Deixa prá lá…, AUTORIZAMOS, de forma irretratável e irrevogável, a desfiliação partidária, sem perda de mandato, bem como sua filiação de sua livre escolha, sem, com isso, representar ato de infidelidade partidária.
b) DECLARA que o PARTIDO DO BOTECO DA ALEMDA se compromete em não pleitear a Justiça Eleitoral o mandato eletivo em questão, haja visto disposto no item anterior.
Por ser verdade, firmamos o presente documento, com conteúdo declaratório correspondente, para que produzem todos os efeitos judiciais necessários.
Nestes termos,
Pede e espera deferimento
Cuiabá-MT, 21 de dezembro de 2023
Editor do Blog do Valdemir
Presidente do Diretório Regional do PARTIDO DO BOTECO DO BOTECO DA ALAMEDA

Papai Noel chegou Edu
Agora, calma… muita calma nesta hora: como medida de cautela, reconhecer assinatura do presidente e protocolar na Zona Eleitoral na classe FILIAÇÃO PARTIDÁRIA (121212), para resguardar um arrependimento posterior do partido.
Ficou feliz Edu Botelho? Papai Noel não o decepcionou.
Segue o fluxo!
Política
Disputa pelo Paiaguás antecipa polarização e eleva o “Tom Político” entre os “Poderes”
A corrida sucessória pelo Palácio Paiaguás atingiu um novo patamar de tensionamento político nesta quinta-feira (25), quando o governador do Estado de Mato Grosso, Otaviano Pivetta (Republicanos), e o senador Wellington Fagundes (PL) protagonizaram um embate público de alta voltagem. O estopim do conflito reside no Projeto de Lei, de autoria do Poder Executivo Estadual, que pleiteia a contratação de um empréstimo bancário vultoso no valor de R$ 1,5 bilhão. Essa matéria financeira, que tramita nos bastidores governamentais e na Assembleia Legislativa Mato-grossense (AL/MT), transformou-se no principal catalisador de uma crise institucional que expõe as fraturas e as ambições partidárias voltadas ao pleito majoritário futuro.
O cenário desse confronto direto e ostensivo foi a capital do Estado, Cuiabá, onde as articulações políticas e as declarações oficiais repercutiram de forma imediata nos círculos do poder e nas plataformas digitais de comunicação. A escalada discursiva ocorreu logo após o parlamentar federal utilizar suas redes sociais para criticar a gestão fiscal da máquina pública mato-grossense, gerando uma reação contundente e imediata por parte do chefe do Executivo. A centralidade geográfica da disputa acentua a relevância do debate, uma vez que as decisões tomadas na capital geram impactos socioeconômicos profundos em todos os municípios da federação mato-grossense.
O embate deflagrou-se por meio de uma dinâmica mista, que combinou o uso estratégico de ferramentas tecnológicas modernas com entrevistas coletivas tradicionais concedidas à imprensa regional. Wellington Fagundes optou por gravar e publicar um vídeo detalhado em seus canais digitais, direcionando a mensagem diretamente ao eleitorado e questionando a retidão fiscal da proposta governamental.
Em contrapartida, a tréplica de Otaviano Pivetta formalizou-se diante dos jornalistas que cobrem o cotidiano político local, oportunidade em que o governador utilizou termos severos para desqualificar a atuação legislativa e a trajetória pública de seu opositor.
A motivação central subjacente a esse severo desentendimento institucional ancora-se na divergência ideológica e técnica acerca da conveniência e da oportunidade da contratação do crédito bilionário. Enquanto a administração estadual defende que o endividamento planejado constitui uma ferramenta saudável e necessária para a execução de investimentos estruturantes, a oposição parlamentar argumenta que a medida compromete o futuro financeiro do erário.
Adicionalmente, o pano de fundo que impulsiona o conflito é a indisfarçável disputa pela liderança do Executivo nas próximas eleições, o que transforma qualquer debate administrativo em uma arena de pré-campanha.
O método utilizado pelo senador mato-grossense para desestabilizar a proposta governamental consistiu na contestação pública e detalhada dos juros e das contrapartidas fiscais inerentes à operação de crédito pretendida pelo Estado. Fagundes utilizou argumentos baseados na necessidade de transparência, questionando publicamente o destino de recursos anteriormente vinculados a programas habitacionais e exigindo explicações formais. Esse questionamento sistemático buscou minar a credibilidade da peça orçamentária governamental, apresentando o endividamento como um fardo financeiro desnecessário que seria integralmente transferido aos contribuintes mato-grossenses.
A reação do governador Otaviano Pivetta estruturou-se por meio de um ataque verbal contundente, no qual classificou o senador Wellington Fagundes como uma figura política “desprezível” e sem experiência administrativa prática. O gestor estadual argumentou que a capacidade de endividamento de Mato Grosso é um reflexo direto da “excelente saúde financeira” conquistada pela atual gestão, legitimando a busca por novos recursos como uma estratégia empresarial benéfica.
Pivetta enfatizou que governar exige a criação constante de alternativas viáveis e a realização de bons negócios para a sociedade, habilidades que, segundo ele, o seu adversário desconhece por completo.
A intensificação do conflito estendeu-se também ao campo da articulação partidária, momento em que o governador ironizou publicamente o suposto isolamento político que o senador pelo Partido Liberal (PL), enfrenta dentro de sua própria legenda.
Otaviano Pivetta destacou o apoio expressivo que vem recebendo de diversos prefeitos filiados ao partido de seu oponente, sugerindo que novas adesões à sua base governista devem ocorrer nos próximos dias. Ao indagar os presentes sobre as razões que tornam o parlamentar uma figura rejeitada internamente, o Chefe do Executivo buscou fragilizar a sustentação política de Fagundes e demonstrar força institucional.
Os desdobramentos imediatos dessa crise evidenciam uma profunda divisão na base política do estado, afetando diretamente a tramitação de projetos prioritários na Assembleia Legislativa de Mato Grosso (AL/MT). Analistas políticos locais apontam que a agressividade dos discursos sinaliza o fim de qualquer possibilidade de neutralidade ou composição pacífica entre os dois grupos majoritários.
A população e as lideranças municipais agora assistem a uma polarização antecipada que tende a paralisar votações importantes, à medida que os deputados estaduais são compelidos a escolher um lado nessa disputa de “PODER”.
As consequências a longo prazo para a sociedade mato-grossense envolvem o risco de atrasos na execução de obras públicas essenciais e uma potencial instabilidade jurídica no que tange aos contratos de financiamento. Caso a oposição consiga obstruir a aprovação do empréstimo de R$ 1,5 bilhão, o cronograma de investimentos em Infraestrutura e Logística poderá sofrer desaceleração severa.
Por outro lado, a consolidação desse endividamento sob um clima de forte contestação política imporá à atual administração a obrigação de demonstrar, com máxima transparência, o retorno social de cada centavo investido.
A quantidade expressiva de recursos financeiros envolvida nessa controvérsia que soma a expressiva cifra de R$ 1,5 bilhão confere à disputa uma relevância macroeconômica que ultrapassa as fronteiras da política partidária. Esse montante representa uma parcela significativa do orçamento anual de investimentos do Estado, o que justifica o rigor técnico e a vigilância da sociedade civil organizada sobre o desfecho do caso.
A vigilância mútua entre os poderes do Executivo e Legislativo, embora eivada de discursos inflamados, definirá os rumos do desenvolvimento econômico e da responsabilidade fiscal de Mato Grosso para os próximos anos.
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