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SEM JOGUINHO POLÍTICO

DEM vê três caminhos para 2022 com a demora de Mauro Mendes

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Quem tem o que oferecer para a população da terra de Rondon no campo, na Saúde, na Segurança, na Educação, no Transporte?

Se você tem condições de cumprir o que prometer e tiver mais capacidade de articulações do que o 56° governador do Estado de Mato Grosso que está no comando do Executivo Estadual, então entre na disputa, ao contrário não adianta pressionar, fiquem tranquilo “tá pensando 4 de agosto 2016“? Pode ficar tranquilo que não acontecerá.

O momento e as circunstâncias são outras, senão vejamos e convenhamos: não estaria disputando o maior posto da política mato-grossense e, o mais importante, não deixaria o seu mandato pelo qual foi eleito pela metade (trampolim político).

Então aceitem e deixa o moço trabalhar, porque o 56° em janeiro 2023, será o 57° Governador de Mato Grosso.

Os cuidados e os sinais

Mauro Mendes é cuidadoso ao tratar do tema reeleição. Nas entrevistas ele diz que se decidirá sobre o assunto somente momentos antes das convenções, ou seja, 24 horas do término do prazo previsto.

Aqui cabe uma observação no dia 4 de agosto 2016, as convenções se encerraria no dia 5 às 24 horas, O Democratas Mauro ligou para o então governador José Pedro Taques, informando que estava fora do jogo político de 2016. Euforia e desânimo tomou conta no meio político. Taques convoca uma reunião partidária urgente e chama o PSB, os caciques do DEM, Jayme Campos e Júlio Campos e falou;

Mauro Mendes tá fora. Ele ligou e me disse que vai se dedicar mais a família e não disputará a reeleição“, disse o então ex-governador José Pedro Gonçalves Taques.

Ligações dispararam rumo ao Palácio Alencastro a imprensa recebe a nota e aí que tudo começou: o suspense de Mauro.

Retornamos ao tema sinais.

O núcleo duro do Palácio Paiaguas e o próprio governador usa e usou o condicionalse eu sair candidato (…) se o governador sair à reeleição (…) se o Palmeiras for Campeão Mundial (…) se tiver a bênção da primeira dama Virgínia Mendes e aí vem as preocupações para alguns, mas tudo está sobre controle, conforme disse o meu amigo de Várzea Grande.

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O Democratas Mauro Mendes, apesar do cuidado em não admitir com todas as letras que vai e está preparado para alguns que deseja bater chapa. O governador tem concedido uma afunda típica de candidato, com viagens mais intensa para o interior do Estado que, por acaso sempre, após cumprir agenda do Palácio, tem duas horas para um almoço com os políticos locais.

Mauro Mendes três vezes na semana conversa com os caciques políticos de Mato Grosso e líderes partidários.

Líder nas pesquisas eleitorais e com chance de vencer, o governador mato-grossense está tranquilo. Percebem que Mauro Mendes evita se expor em local que não teria o total controle: servidor público.

Entretanto, Mauro sabe de que no País chamado Brasil não existe alguém que não foi vaiado ao subir em palanque.

Nota da redação

Alguns políticos precisam cuidar mais dele e pararem de pressionar outros gestores. Quando perceber que é preciso pensar antes de falar, ele irá perceber que tudo vai melhorar.

Tem mais, aceita que dói menos. Não é a segunda campanha de Mauro Mendes. Vamos então contar: contou a do grêmio estudantil editor? Tá bom, então lá vai: 2008 – disputou a Prefeitura de Cuiabá, em 2010 disputou o Governo do Estado de Mato Grosso, 2012 disputou a Prefeitura de Cuiabá, em 2018, disputou o governo do Estado de Mato Grosso, já que não usou a Prefeitura de Cuiabá como “trampolim político”.

Este joguinho que existe candidato alternativo, tá de brincadeira. Não existe nem segunda via. Nesta altura do jogo somente dois políticos ganham de Mauro Mendes, como já foi comprovado em eleições recentes: o cacique do Democratas (DEM), Jayme Veríssimo de Campos ou buscar Blairo Borges Maggi (PP).

Falar em candidaturas alternativas em Mato Grosso, só se a política de Mato Grosso mudou nas últimas 10 horas.

Então segura: DEM vê três caminhos para 2022: Palácio Paiaguas, eleger três deputados federais e três a cinco estaduais, então fica no quatro.

Os três caminhos: reeleger Mauro Mendes, representantes na Câmara Federal e Assembleia Legislativa do Estado de Mato Grosso (AL/MT). Pegou? A batalha política em Mato Grosso é o coração de Mauro Mendes, ganhando o coração do governador a sua base eleitoral agradece.

E por favor aprenda: pressão não funciona com este time que está no Palácio Paiaguas.

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Política

Denúncias de aliciamento elevam a “Tensão” na disputa pelo Palácio Paiaguás

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Uma grave acusação de interferência externa e oferecimento de vantagens ilícitas abalou as estruturas internas da federação partidária que decidirá os rumos da sucessão estadual. A denúncia aponta para a existência de um forte movimento de bastidores que visa desestabilizar os votos de delegados partidários, transformando a definição de candidaturas em um cenário de intensa disputa ética e jurídica.

O epicentro do embate envolve diretamente o deputado estadual Júlio Campos, que externou as suspeitas, e seu irmão, o senador Jayme Campos, cuja postulação ao governo estadual sofre forte oposição interna. No polo oposto dessa correlação de forças, posicionam-se o ex-governador e atual presidente partidário Mauro Mendes, aliado ao atual governador Otaviano Pivetta, este último filiado ao Republicanos e beneficiário direto de uma eventual composição ampla.

As articulações e os tensionamentos que culminaram na “denúncia pública” ganharam contornos de crise nesta semana, antecedendo o prazo final para as definições de chapas majoritárias. O cronograma converge para o dia 30 de julho, data em que ocorrerá a deliberação oficial e o consequente desfecho do processo de escolha interna que definirá as coligações.

Toda a movimentação política concentra-se no “GRANDIOSO” Estado de Mato Grosso, tendo como foco principal as articulações na capital, Cuiabá, onde se localizam as sedes partidárias e o Palácio Paiaguás. O cenário geográfico reflete a importância estratégica da região Centro-Oeste no panorama político e econômico nacional, o que eleva a relevância da disputa pelo controle do Executivo Estadual.

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A definição do candidato ocorrerá por meio do voto secreto dos membros da convenção da Federação União Progressista, bloco composto pela associação entre o União Brasil e o Progressistas (PP). Esse método de votação secreta visa garantir a liberdade de escolha dos delegados, resguardando-os de pressões externas diretas, embora o sigilo do voto agora enfrente o desafio das suspeitas de assédio político prévio.

O motivo central da divergência reside no conflito de visões estratégicas para o futuro do estado, dividindo a agremiação entre a defesa de uma candidatura própria e a adesão a um projeto de continuidade governamental. Enquanto uma ala busca resgatar o protagonismo histórico da legenda tradicional, o grupo governista argumenta que a composição ampla fortalece a governabilidade e assegura a estabilidade das políticas públicas em andamento.

A finalidade desse embate interno é a conquista do controle do Palácio Paiaguás e a consolidação de hegemonia política na região pelas próximas temporadas administrativas. Os grupos em disputa buscam garantir espaço prioritário nas chapas proporcionais e majoritárias, o que viabilizará a sustentação legislativa e a influência sobre o orçamento e as diretrizes do desenvolvimento estadual.

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O processo desenvolve-se sob condições de extrema desconfiança mútua, caracterizadas por Júlio Campos como um “clima de guerra” decorrente do envio de emissários com “propostas indecorosas”. Diante da gravidade dos relatos sobre tentativas de aliciamento de convencionais, os defensores da candidatura própria anunciam a intenção de formalizar representações junto ao Ministério Público Eleitoral (MPE) para assegurar a lisura do pleito.

Para alcançar a vitória interna, os apoiadores da candidatura própria estimam contar com uma base sólida de aproximadamente 35 votos entre os 48 convencionais aptos a votar, de um total de 50 membros colegiados. Esse expressivo contingente teórico de apoios é considerado suficiente para neutralizar a influência da ala governista e impor a candidatura do senador Jayme Campos à revelia da Executiva.

Como desdobramento imediato, as lideranças partidárias mantêm canais de diálogo abertos na tentativa de construir um consenso de última hora que evite uma fratura definitiva na base aliada. No entanto, diante da recusa de ambos os pré-candidatos em abdicar de suas pretensões ao Governo do Estado, novos encontros bilaterais deverão ocorrer nos próximos dias, sob a sombra de uma iminente judicialização do processo caso as denúncias de aliciamento sejam formalizadas.

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