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Política

Com mais uma condenação de 12 anos, Eder já soma 81 anos a serem cumpridos em regime fechado

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O ex-secretário de Fazenda, Eder Moraes na administração Silval Barbosa (PMDB), também preso no Centro de Custodia de Cuiabá (CCC) e da Casa Civil e Secopa, na administração de Silval, Eder Moraes vem acumulando derrotas na Justiça e tempo para cumprir como presidiário no sistema carcerário de Mato Grosso. 

eder presoDesde o dia 9 deste mês, quando o Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF-1) negou Habeas Corpus ao ex-secretário, havia a possibilidade dele voltar à prisão pela vez. Ele foi detido pela quarta vez em 3 de junho. No mesmo mês, no dia 24 de junho, o político conseguiu em liminar expedida pelo desembargador da Quarta Turma, Cândido Ribeiro, deixar o CCC. Na ocasião, o magistrado considerou um possível cerceamento de defesa cometido pelo juiz Jeferson Schneider.

Moraes agora recebe mais uma condenação neste ano: agora de 12 anos, imposta pelo juiz da 5ª Vara Federal, Jeferson Schneider. Foi acusado de crimes de lavagem de dinheiro e ocultação de bens. Seu adjunto a época dos supostos crimes, Vivaldo Lopes foi condenado a oito anos e quatro meses de prisão.

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O ex-secretário Eder Moraes deve cumprir pena na cadeia e já tem o pedido de prisão decretado. Vivaldo Lopes cumpre a pena em regime fechado, por determinação do magistrado. Schneider ainda determinou que ambos devessem pagar uma indenização no valor de R$ 520 mil.  
 
Denunciados pelo Ministério Público Éder e Vivaldo foram investigações na Operação Ararath, deflagrada em 2010, estendida por diversas fases de investigação. 
 
Éder já foi condenado por 69 anos e três meses de prisão por crimes de lavagem de dinheiro e gestão fraudulenta.

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Política

Pesquisa interna ditará rumo ao Palácio Paiaguás

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As movimentações internas no cenário político mato-grossense ganharam um novo componente estratégico com a decisão do Senador Jayme Campos (UB) de avaliar cientificamente o cenário eleitoral. O parlamentar busca mensurar a viabilidade de seu nome em uma futura disputa pelo comando do Poder Executivo Estadual.

Esta articulação de bastidores ocorre em meio a intensos debates no diretório de sua própria legenda e repercute diretamente na capital do estado, Cuiabá. A mobilização das lideranças partidárias e a contratação do levantamento de dados intensificaram-se nos últimos dias, consolidando as peças do xadrez político local.

A iniciativa visa sanar as incertezas sobre a aceitação popular do congressista perante os demais concorrentes que já se posicionam para o pleito majoritário. Com a coleta técnica de dados, o senador pretende basear suas próximas decisões em diagnósticos precisos, evitando desgastes ou aventuras eleitorais desnecessárias.

O próprio Senador Jayme Campos lidera pessoalmente essa estratégia de avaliação e coordena o direcionamento dos trabalhos institucionais junto ao mercado de pesquisas. A execução do levantamento amostral foi delegada a um instituto de consultoria estatística de renome nacional, cuja identidade é mantida sob reserva corporativa.

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A motivação para o investimento em um estudo dessa magnitude justifica-se pelo histórico político do parlamentar, caracterizado pela prudência e pela aversão a riscos calculados de forma empírica. O político busca compreender as reais demandas do eleitorado contemporâneo e identificar quais atributos são considerados indispensáveis para a gestão pública moderna.

A concretização da candidatura ao Palácio Paiaguás dependerá estritamente dos resultados apontados pelos relatórios finais desta pesquisa quantitativa e qualitativa de consumo interno. Os números finais servirão como fiel da balança para definir se o senador manterá a postulação ou se abrirá espaço para novas composições.

O processo de coleta de dados estruturado pelo instituto abrange entrevistas detalhadas, simulações de múltiplos cenários de votação e análise aprofundada dos índices de rejeição. Os pesquisadores buscam mapear minuciosamente o perfil ideal de governante desejado pela maioria dos cidadãos mato-grossenses nas diferentes regiões do estado.

O principal ponto de atenção e eventual obstáculo para o projeto reside na concorrência consolidada representada por nomes expressivos como o governador Otaviano Pivetta (Republicanos) e o senador Wellington Fagundes (PL). Diante de adversários com forte apelo popular, o monitoramento de rejeição torna-se o indicador mais crítico para a viabilidade do plano governista.

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Caso os relatórios técnicos apresentem um indicativo desfavorável ou um “alerta vermelho” intransponível, o impacto imediato será o recuo estratégico do parlamentar. Nessa hipótese, Jayme Campos planeja construir uma saída política honrosa para retirar sua pré-candidatura antes mesmo da abertura oficial das convenções partidárias.

Os desdobramentos dessa sondagem interna devem orientar os próximos discursos públicos e as alianças que o União Brasil firmará nos próximos meses. O desfecho da pesquisa ditará o ritmo das negociações de bastidores, definindo se o grupo marchará unido ou se haverá uma fragmentação nas candidaturas ao Governo Estadual.

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