"BOMBA" QUE VIROU "TRAQUE"
Bomba vindo do Alencastro em direção ao Paiaguas! Virou traque
A mudança no modal para a Copa do Mundo 2014, teve mais um capítulo nesta segunda-feira (5), os amigos internautas do Blog do Valdemir, sabe que já é uma tendência, todos os dias a imprensa publicar que o emedebista e prefeito da Capital de todos os mato-grossenses, Nenel Pinheiro e Mauro se “adoram”.
E para o menino da Rua Joaquim Murtinho, ele jogou uma “bomba” para cima do governador do partido União Brasil (UB), Mauro Mendes Ferreira. Entretanto, porém, contudo, todavia, neste domingo (4), antecipamos o “fio da meada”.
Sem muito delonga vamos ao fio da meada, outros falaram bomba, então vamos as “bombas”:
Bomba 1 – Nenel vai anular a licitação do Ônibus de Trânsito Rápido (BRT), devido “supostas irregularidades”.
Segundo o prefeito cuiabano, Nenel Pinheiro, as novas regras de licitações, proíbem que duas empresas tocam obras públicas em Consórcio participem de processos licitatórios de maneira distinta em outras unidades da Federação.
Bomba 2 – O menino da Rua Joaquim Murtinho afirmou que a Concremat é um Shopping Center de Consórcio.
“E de quem vem a ser essa empresa? Parentes do governador e Fernando Roberto Borges Garcia, do pai do candidato a deputado federal Fábio Garcia… Eu falo para vocês, os indícios são fortíssimos“, disse Nenel.
Não, tu tá de brincadeira! Cadê os indícios de falcatruas? Se fosse para isso…tá de sacanagem, vai somente contestar?
Nenel chega aí, essa “Bomba” virou “Traque”, nós da equipe de reportagem do Blog do Valdemir imaginávamos que seria uma “Bomba Atômica”, contratamos uma equipe de homens antibomba para ajudar, mas…, dancei.
É Nenel, uma bomba em Mato Grosso, na sua democracia, só estourou uma vez.
Menino da Rua Joaquim Murtinho...
O prefeito cuiabano em sua coletiva disse ser a favor de que a Casa de Leis, através da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI), investigue as denúncias da licitação do modal Bus Rapid Transit (BRT), e disse que já comunicou o presidente da Assembleia Legislativa do Estado de Mato Grosso (AL/MT), José Eduardo Botelho (UB), para que ele tome as providencias.
“A esperança é a última que morre. Não podemos deixar de confiar nas nossas instituições Em um Estado Democrático de Direito nós não temos outra alternativa para que todos os cidadãos de bem acreditem na justiça, nos Poderes e nas Instituições de nosso Estado“.
Amigos internautas
Vou contar um fato que transcorreu: neste final de semana, vindo do Boteco da Alameda, conversei com o motorista do Uber e que me dizia muitas coisas sobre a população de Cuiabá e Várzea Grande que vem sofrendo com a indefinição do modal.
Ele sabia que era errado muitas coisas que vem acontecendo. Exemplo essa preocupação que alguns tem com a mudança do modal do Veículo Leve sobre Trilhos (VLT) para o Ônibus de Trânsito Rápido (BRT).
Ele repetia frases que transmitiam decepções, contava histórias sobre parlamentares que só causavam indignação e me perguntou se eu pensava que era possível fazer valer as Leis, se era possível algum candidato realmente honrar seus deveres. E neste momento que eu quis ouvir mais, eu queria entender e compreender as dores de ser um trabalhador informal convivendo com o trânsito no horário de pico na movimentada Avenida da FEB em Várzea Grande, e era nítido que havia muitas informações na cabeça dele que causava confusão, que demonstravam uma imensa decepção e que o fazia não se sentir representado.
Então senhores políticos de Mato Grosso, prestem atenção, a população quer viver, ela mesmo em meio a essa desesperança olha para o Estado de Mato Grosso e tenta acreditar, ela ainda quer e precisa falar. Os senhores têm que ouvir a urgência da população. Nenhum trabalhador quer ou pensa em destruir o lugar onde mora, voltado em um representante sem pauta. O trabalhador entende a briga dos poderes e é isso que gera desilusão e difícil acreditar que realmente quer ver o progresso.
Vamos esperar por mais “BOMBA”, ou melhor “TRAQUE”. Ou ainda uma “ESTRELINHA DE SALÃO“.
Política
MDB se posiciona como o pivô das articulações estratégicas na disputa pelo Governo de Mato Grosso
A movimentação nos bastidores políticos do Estado de Mato Grosso atingiu um novo patamar de intensidade nas últimas horas, impulsionada por intensas negociações de bastidores. O cenário eleitoral recente aponta para uma articulação avançada que visa consolidar uma robusta aliança partidária entre diferentes frentes. O foco central dessas tratativas é a estruturação definitiva das composições majoritárias que disputarão o comando do Poder Executivo Estadual nas próximas eleições, redesenhando o mapa de forças locais.
Esta complexa engenharia política está se desenvolvendo diretamente nos principais eixos de articulação partidária do Estado de Mato Grosso, englobando diretórios e escritórios estratégicos. A relevância geográfica do Estado, um dos motores econômicos do país, amplifica o impacto dessas decisões. As reuniões e acordos concentram-se na capital e irradiam influência para os colégios eleitorais mais importantes do interior mato-grossense, onde as bases partidárias acompanham atentamente os desdobramentos.
O processo de aproximação e fechamento de acordos ganhou força significativa nas últimas horas, um período considerado crucial devido à proximidade das Convenções Partidárias oficiais. O fator tempo atua como um catalisador para as lideranças políticas, que buscam definir suas posições e garantir vantagens competitivas antes do encerramento dos prazos legais. A urgência cronológica exige decisões rápidas e certeiras por parte dos articuladores, que trabalham contra o relógio.
Os protagonistas dessa movimentação são as lideranças e os integrantes do Movimento Democrático Brasileiro (MDB) e do Republicanos, que buscam uma composição sólida para as próximas disputas. Além dessas duas siglas, o União Brasil (UB), uma ala expressiva do Partido Liberal (PL) participam ativamente como defensores dessa ampla aliança. No centro da dinâmica institucional destaca-se também a deputada estadual Janaina Riva, atual presidente do diretório do MDB em Mato Grosso.
A principal motivação por trás dessa intensa articulação é a busca por maior viabilidade eleitoral e o fortalecimento de uma chapa majoritária que demonstre robustez e capilaridade política. O objetivo imediato das legendas envolvidas é garantir uma estrutura partidária pesada e com tempo de propaganda necessário para assegurar o êxito nas urnas.
Para o MDB, especificamente, o movimento representa a oportunidade de consolidar sua relevância histórica e ditar os rumos da sucessão estadual.
O arranjo político em desenvolvimento prevê que a chapa majoritária resultante dessa união seja oficialmente encabeçada pelo atual governador do estado, Otaviano Pivetta. A proposta central consiste em integrar formalmente o MDB e o Republicanos na estrutura de apoio direto à liderança do atual chefe do Executivo. A estratégia visa apresentar ao eleitorado uma frente ampla e de continuidade administrativa, unindo forças tradicionais e novas correntes do cenário político.
A viabilização desse acordo ocorre por meio de reuniões estratégicas, diálogos reservados e avaliações criteriosas de cenários por parte de um grupo de emedebistas entusiasmados com o projeto. Estes membros do partido têm endossado publicamente a aliança, atuando como pontes entre as diferentes siglas. O método adotado envolve a superação de arestas internas e a construção de consensos programáticos que possam justificar a coligação perante os filiados e os eleitores.
A necessidade de uma articulação tão profunda decorre do fato de que as três principais legendas aliadas, União Brasil, Republicanos e a ala dissidente do Partido Liberal (PL), ainda não fecharam suas chapas definitivas para a disputa ao Senado Federal.
Até o presente momento, o bloco conta com apenas um pré-candidato consolidado para a vaga senatorial. Essa lacuna na chapa majoritária cria a necessidade de preenchimento estratégico, transformando o espaço vago em uma valiosa moeda de troca nas negociações.
Um dos principais fatores de complexidade nesse processo reside na postura da deputada estadual Janaina Riva, que atualmente não nutre uma relação estreita com o governador Otaviano Pivetta. Apesar do distanciamento pessoal e político entre a presidente da sigla e o chefe do Executivo, o clamor interno do partido tem pesado a favor da coligação.
A parlamentar emedebista avalia minuciosamente o cenário para identificar qual caminho oferecerá a maior viabilidade para sua própria projeção e futura disputa ao Senado.
Como consequência direta dessas variáveis, o MDB converteu-se oficialmente na chamada “noiva da vez” do mercado político mato-grossense às vésperas das Convenções Partidárias. O posicionamento estratégico do partido confere a ele o “PODER” de definir os rumos das alianças majoritárias e o peso do apoio governamental.
O desfecho dessa aproximação consolidará o desenho das forças que disputarão o voto do eleitorado, estabelecendo as bases para o próximo ciclo político do Estado de Mato Grosso.
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