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Política

“Salto Alto” do DEM pode entregar eleição no colo de Taques

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Os membros do Partido Democratas (DEM) podem estar sofrendo de amnésia, já que a história da política em Mato Grosso, por várias vezes, apontou um cenário favorável, o que fez muita gente ficar na zona de conforto e com “salto alto“, porém, o resultado foi uma dura e amarga derrota eleitoral.

Em um período não muito distante, a “Cidade Industrial”, Várzea Grande teve um prefeito com um índice de rejeição tão grande, ou até maior que do atual governador de Mato Grosso, José Pedro Taques (PSDB), na época, foi até chamado de “Murilo Dormindo”, que por muitos tidos como cientistas políticos, já estava derrotado antes de se declarar candidato a reeleição.

Segundo informações de bastidores, os tais PHD mato-grossenses da política do DEM não ouviam mais ninguém, apenas eles sabiam sobre o assunto, e não aceitava mais nenhuma informação ou sugestão de terceiros, a popular arrogância.

O resultado das ações dos tais sábios, todos já conhecem, Murilo saiu do estado dormindo, off-line, para on-line, ligado, no ar, acordado, com discurso simples e mostrando ser conhecedor dos problemas, o que estava considerado morto, venceu as eleições no principal colégio eleitoral do DEM, a famosa derrota dentro de casa.

Não bastando a primeira derrota eleitoral, o grupo do DEM ainda insistiu em lançar candidatura em Várzea Grande, desta vez com Lucimar Campos, contra o popular médico, Wallace Guimarães, que só não deu continuidade no seu mandato, devido intervenção judicial, e não pela vontade do povo.

Mas consta nos dados históricos que as derrotas, além das urnas como foi no caso da coligação fracassada de Júlio Campos com Carlos Bezerra, do antigo PMDB, hoje MDB, quando perderam a disputa eleitoral para Dante de Oliveira (PSDB), são na pré-campanha, quando muitos membros do DEM tentaram lançar suas candidaturas e por uma coligação equivocada, foram obrigados a abortar o projeto de ocupar um cargo público.

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O então governador na época Dante Martins de Oliveira (in memorian), reeleito em 1998, conseguiu reverter sua rejeição que era superior a 50% registrada conforme as pesquisas no final de 1997.

Segundo o pré-candidato a deputado federal pelo Democrata, Júlio Jose de Campos, lembrou que Dante estava mais desgastado naquela época que Pedro Taques, hoje em dia. Dante tinha demitido mais de 25 mil servidores públicos, quando ele fechou o Banco Bemat e também tinha vendido a Rede Cemat. Nesta época, nove meses antes das eleições, Dante de Oliveira estava com mais de 50% de rejeição.

Júlio José de Campos saiu candidato ao Governo de Mato Grosso, contra Dante de Oliveira, nas pesquisas que foram realizadas, Júlio Campos aparecia com 53% das intenções de voto nas pesquisas de opinião pública sobre tendência do eleitorado, contra 11% do rival Dante de Oliveira, às vésperas das convenções partidárias. 

Na época das convenções partidárias, em 1998, Dante de Oliveira tinha 11%, segundo as pesquisas, e Carlos Bezerra (PMDB) 19% e Júlio Campos vinha com 53%. Júlio Campos saiu para Governador e Carlos Bezerra para o Senado da Republica, ambos na mesma chapa. E deu zebra!.

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Com uma eleição surpreendente, logo após a abertura das urnas, o candidato Dante de Oliveira que aparecia com 11% nas pesquisas, subiu para 51%, e com esse resultado, venceu as eleições para Governo do Estado no primeiro turno.

Júlio Campos na época conforme as pesquisas, tinha 53%, e já era dada como certa sua vitória, e caiu para 43%, e o petista Carlos Abicalil saiu nas eleições com 7%.

Esses fatos históricos envolvendo os membros do DEM mostram que uma atitude tem que ser tomada imediatamente, caso contrário mais uma derrota irá entrar para conta.

Os índices até podem ser favoráveis ao grupo de oposição da atual gestão, mas o governador José Pedro Taques está com a máquina nas mãos, independente de aprovação ou rejeição, ele está inaugurando e lançando obras nos quatro cantos do estado, ou seja, está fazendo o povo quer, antes tarde do que nunca, Taques está atendendo as necessidades, está vendo e sendo visto pelo povo, com uma agenda apertada, o governador passa hoje a maior parte do seu tempo em contato com a população, ação que já vai mostrar resultados na próxima pesquisa.

Enquanto isso, a turma da “oposição” ainda está na discussão de quem vai ser o que, quem vai bancar as contas, sem apresentar para população a definição dos seus possíveis candidatos.

Pelo que tudo indica, esta eleição vai ser mais um fato histórico político do ressurgimento daquele estava sendo considerado derrotado, dormindo, morto…

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Política

MDB se posiciona como o pivô das articulações estratégicas na disputa pelo Governo de Mato Grosso

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A movimentação nos bastidores políticos do Estado de Mato Grosso atingiu um novo patamar de intensidade nas últimas horas, impulsionada por intensas negociações de bastidores. O cenário eleitoral recente aponta para uma articulação avançada que visa consolidar uma robusta aliança partidária entre diferentes frentes. O foco central dessas tratativas é a estruturação definitiva das composições majoritárias que disputarão o comando do Poder Executivo Estadual nas próximas eleições, redesenhando o mapa de forças locais.

Esta complexa engenharia política está se desenvolvendo diretamente nos principais eixos de articulação partidária do Estado de Mato Grosso, englobando diretórios e escritórios estratégicos. A relevância geográfica do Estado, um dos motores econômicos do país, amplifica o impacto dessas decisões. As reuniões e acordos concentram-se na capital e irradiam influência para os colégios eleitorais mais importantes do interior mato-grossense, onde as bases partidárias acompanham atentamente os desdobramentos.

O processo de aproximação e fechamento de acordos ganhou força significativa nas últimas horas, um período considerado crucial devido à proximidade das Convenções Partidárias oficiais. O fator tempo atua como um catalisador para as lideranças políticas, que buscam definir suas posições e garantir vantagens competitivas antes do encerramento dos prazos legais. A urgência cronológica exige decisões rápidas e certeiras por parte dos articuladores, que trabalham contra o relógio.

Os protagonistas dessa movimentação são as lideranças e os integrantes do Movimento Democrático Brasileiro (MDB) e do Republicanos, que buscam uma composição sólida para as próximas disputas. Além dessas duas siglas, o União Brasil (UB),  uma ala expressiva do Partido Liberal (PL) participam ativamente como defensores dessa ampla aliança. No centro da dinâmica institucional destaca-se também a deputada estadual Janaina Riva, atual presidente do diretório do MDB em Mato Grosso.

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A principal motivação por trás dessa intensa articulação é a busca por maior viabilidade eleitoral e o fortalecimento de uma chapa majoritária que demonstre robustez e capilaridade política. O objetivo imediato das legendas envolvidas é garantir uma estrutura partidária pesada e com tempo de propaganda necessário para assegurar o êxito nas urnas.

Para o MDB, especificamente, o movimento representa a oportunidade de consolidar sua relevância histórica e ditar os rumos da sucessão estadual.

O arranjo político em desenvolvimento prevê que a chapa majoritária resultante dessa união seja oficialmente encabeçada pelo atual governador do estado, Otaviano Pivetta. A proposta central consiste em integrar formalmente o MDB e o Republicanos na estrutura de apoio direto à liderança do atual chefe do Executivo. A estratégia visa apresentar ao eleitorado uma frente ampla e de continuidade administrativa, unindo forças tradicionais e novas correntes do cenário político.

A viabilização desse acordo ocorre por meio de reuniões estratégicas, diálogos reservados e avaliações criteriosas de cenários por parte de um grupo de emedebistas entusiasmados com o projeto. Estes membros do partido têm endossado publicamente a aliança, atuando como pontes entre as diferentes siglas. O método adotado envolve a superação de arestas internas e a construção de consensos programáticos que possam justificar a coligação perante os filiados e os eleitores.

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A necessidade de uma articulação tão profunda decorre do fato de que as três principais legendas aliadas, União Brasil, Republicanos e a ala dissidente do Partido Liberal (PL), ainda não fecharam suas chapas definitivas para a disputa ao Senado Federal.

Até o presente momento, o bloco conta com apenas um pré-candidato consolidado para a vaga senatorial. Essa lacuna na chapa majoritária cria a necessidade de preenchimento estratégico, transformando o espaço vago em uma valiosa moeda de troca nas negociações.

Um dos principais fatores de complexidade nesse processo reside na postura da deputada estadual Janaina Riva, que atualmente não nutre uma relação estreita com o governador Otaviano Pivetta. Apesar do distanciamento pessoal e político entre a presidente da sigla e o chefe do Executivo, o clamor interno do partido tem pesado a favor da coligação.

A parlamentar emedebista avalia minuciosamente o cenário para identificar qual caminho oferecerá a maior viabilidade para sua própria projeção e futura disputa ao Senado.

Como consequência direta dessas variáveis, o MDB converteu-se oficialmente na chamada “noiva da vez” do mercado político mato-grossense às vésperas das Convenções Partidárias. O posicionamento estratégico do partido confere a ele o “PODER” de definir os rumos das alianças majoritárias e o peso do apoio governamental.

O desfecho dessa aproximação consolidará o desenho das forças que disputarão o voto do eleitorado, estabelecendo as bases para o próximo ciclo político do Estado de Mato Grosso.

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