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MEDICAMENTO SEM SOLUÇÃO

Automedicação, e uso de medicamentos de forma incorreta para Saúde de Cuiabá

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Nos últimos meses, nas ultimas semanas, nos últimos dias, a Saúde de Cuiabá tem sido a bandeira política de muitos de nossos representantes políticos com inúmeras críticas de como anda o atendimento para nossa população, mas, o medicamento dos resultados concretos e soluções até o momento nenhum deles apareceu para que fosse resolvido e solucionado a cura da Saúde Municipal.

Recentemente através de uma decisão da Justiça, o Governo do Estado assumiu através do Gabinete de Intervenção, a Saúde de Cuiabá, pareceria que tinha a formula correta para a cura, mas….

O Gabinete de Intervenção foi montado após os deputados estaduais da Assembleia Legislativa do Estado de Mato Grosso (AL/MT), ter aprovado o texto do decreto em plenário, por 20 votos a dois. Logo após, o Tribunal de Justiça do Estado de Mato Grosso (TJ/MT) determinou a intervenção do governo estadual na pasta da Saúde da Capital.

Após idas e vindas a Justiça, e em uma decisão do Superior Tribunal de Justiça (STJ), que acolheu o recurso para reverter a Intervenção do Governo na Saúde do Município, a Prefeitura de Cuiabá reassumiu a administração da Secretaria de Saúde. Maria Thereza de Assis Moura, presidente do Superior Tribunal de Justiça (STJ), acolheu o recurso da Prefeitura Municipal para reverter a intervenção do governo estadual na Secretaria Municipal de Saúde.

A Saúde de Cuiabá continua na mesma UTI de sempre, e os medicamentos concretos para a cura, as soluções para tirar a Saúde do caos ainda é um grande e grave problema que tem que ser resolvido.

E novamente, a pauta das últimas semanas tem sido a Saúde de Cuiabá, e novamente, o Governo do Estado quer tomar conta da Saúde Municipal, que foi sugerido pelo governador Mauro Mendes (UB), pedindo que os Poderes que estão acompanhando a situação da Saúde de Cuiabá poderiam solicitar novamente uma intervenção total na Prefeitura de Cuiabá, o que na prática, afastaria Emanuel Pinheiro (MDB) do cargo.

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Mauro Mendes diz que essa medida seria pelo fato de a situação da Saúde continuar na UTI e piorou após a administração municipal ter reassumido a pasta, e isso causou diversas reações no meio político. Isso porque, ao sugerir uma intervenção total nas vésperas das eleições municipais, aumentará às críticas à administração emedebista.

TCE descarta nova intervenção na Saúde

O Conselheiro Sérgio Ricardo de Almeida, presidente do Tribunal de Contas do Estado de Mato Grosso (TCE/MT), descartou a possibilidade de uma nova intervenção na Saúde de Cuiabá por conta do agravamento da crise no setor nas últimas semanas.

Conforme o Conselheiro Sergio Ricardo, apesar da necessidade de se investir mais e cuidar melhor da área na Capital, uma intervenção não resolveria o problema, já que em janeiro, uma nova administração assumirá.

A declaração vai ao oposto do que presidente da Assembleia Legislativa Mato-grossense (ALMT), José Eduardo Botelho (UB), pensa. O parlamentar solicitou uma nova reunião entre os Poderes e os órgãos de controle para discutir a Saúde cuiabana.

A declaração do presidente da Assembleia Legislativa do Estado de Mato Grosso (AL/MT), José Eduardo Botelho causou a ira do Prefeito de Cuiabá, Emanuel Pinheiro (MDB), que o criticou em redes sociais e afirmou que seria um discurso eleitoreiro por conta da disputa deste ano, no qual o deputado é pré-candidato pelo União Brasil (UB).

A discussão sobre uma nova intervenção ocorre após inúmeras reclamações da população por falta de médicos nas UPAs e as ameaças de greve por parte dos profissionais da Saúde.

O caso ainda ganhou destaque após o Ministério Público do Estado de Mato Grosso (MPE/MT) ter notificado o prefeito para efetuar o repasse de R$ 15,5 milhões para a Saúde da Capital em até 5 dias, já que não estaria cumprindo o Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) firmado quando reassumiu a pasta.

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Emanuel convoca reunião com Mendes para tratar da Saúde

Nesta sexta-feira (26), o prefeito cuiabano Emanuel Pinheiro gravou um vídeo em frente ao Hospital Municipal de Cuiabá (HMC) e voltou a defender que a unidade seja transferida para o Governo do Estado. A medida, inclusive, é articulada pelo Tribunal de Contas do Estado de Mato Grosso (TCE/MT).

Emanuel Pinheiro convocou uma reunião com o seu desafeto político declarados e não sentam à mesma mesa para discutir os assuntos relacionados a gestão pública há vários anos, o governador Mauro Mendes, para tratar da Saúde de Cuiabá.

Na gravação, o chefe do Executivo Municipal afirmou que, atualmente, há 298 pacientes internados no Hospital Municipal de Cuiabá (HMC). Desses, 78 são de Cuiabá e 220 do interior do Estado.

Ao pedir uma audiência com Mauro Mendes, Emanuel Pinheiro ainda reiterou que a Capital está sobrecarregada por conta da alta demanda de pacientes que procuram o HMC, diante da falta de atendimento nos municípios menores.

Segundo ele, o governo precisa ajudar mais.

A união ajuda, Cuiabá banca tudo e o Estado pouca coisa e quase nada. Isso não é justo.

Eu estou fora do processo eleitoral esse ano e não estou preocupado com política. Eu quero discutir a solução para Cuiabá e Mato Grosso, porque Cuiabá carrega a saúde do Estado nas costas. E eu só vejo uma solução para isso, sentar a mesa, honrando os cargos que ocupam, o prefeito e o governador do Estado. E ai, Mauro? Vamos nessa? Que dia você pode me receber em audiência para tratar da saúde pública de Cuiabá e de todo Mato Grosso?, intimou Emanuel Pinheiro.

Entretanto, o governador Mauro Mendes já deixou claro que é contra.

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Política

Podemos aporta peso político à candidatura de Otaviano Pivetta para 2026

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O cenário político mato-grossense registrou uma importante definição estratégica para o pleito estadual com a confirmação oficial do apoio formal do Podemos ao projeto de reeleição do governador Otaviano Pivetta, filiado ao Republicanos. A deliberação consolida a união de forças em torno da continuidade do projeto político no Palácio Paiaguás, desenhando novos contornos para as alianças partidárias regionais.

A chancela institucional foi formalizada pelo deputado estadual e presidente da legenda Podemos em Mato Grosso, Max Russi, figura central na articulação e consolidação das diretrizes do partido no estado. A manifestação pública do parlamentar estabeleceu o posicionamento oficial da agremiação, vinculando a estrutura da sigla à pré-candidatura majoritária ao governo estadual.

A comunicação oficial do posicionamento partidário ocorreu nesta quarta-feira, dia 5, culminando semanas de intensas conversações internas e debates programáticos. O anúncio marca a conclusão de uma etapa fundamental do calendário eleitoral da legenda, antecipando o alinhamento das diretrizes de campanha para os próximos meses de articulação política.

O epicentro dessa movimentação deu-se em Cuiabá, centro decisório da política mato-grossense e sede do Poder Executivo estadual, estendendo seus reflexos por todas as regiões do estado. A decisão repercute diretamente nas bases municipais, redefinindo as dinâmicas de apoio político tanto na região metropolitana quanto no interior mato-grossense.

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O processo de tomada de decisão foi conduzido por meio de um amplo ciclo de consultas internas, abrangendo debates com pré-candidatos, prefeitos, vereadores, membros da convenção e lideranças regionais. A metodologia adotada priorizou a construção do consenso interno por meio da escuta ativa e da deliberação coletiva entre os filiados do partido.

A motivação primordial para a aliança reside na sólida parceria política e na convergência administrativa construídas entre as lideranças ao longo dos últimos anos. A afinidade em relação ao modelo de gestão pública em execução no estado serviu como fator determinante para a formalização do compromisso eleitoral entre as duas agremiações.

O objetivo estratégico do acordo visa a fortalecer o conjunto partidário do Podemos e garantir a estabilidade do projeto de desenvolvimento socioeconômico de Mato Grosso. Ao somar forças com o grupo governista, a legenda busca assegurar representatividade no debate das políticas públicas e ampliar sua participação nas decisões fundamentais para o futuro do estado.

A deliberação fundamentou-se na adesão majoritária das bases partidárias, demonstrando coesão interna diante do posicionamento adotado pela direção regional. A liderança do partido enfatizou que o encaminhamento respeitou integralmente a vontade da maioria dos quadros partidários, garantindo legitimidade e firmeza à resolução adotada.

A incorporação do Podemos ao arco de alianças traz substancial tempo de propaganda eleitoral, capilaridade política e uma rede estruturada de quadros regionais ao projeto de reeleição de Otaviano Pivetta. A coligação passa a contar com a força expressiva de mandatos municipais e estaduais, ampliando significativamente a presença do grupo no eleitorado mato-grossense.

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Como desdobramento imediato, as legendas passarão a integrar suas comissões de planejamento para a elaboração conjunta das diretrizes do programa de governo e das estratégias das bancadas proporcionais. Nos próximos meses, a aliança concentrará esforços na organização dos palanques regionais e no fortalecimento das candidaturas do partido às vagas na Assembleia Legislativa Mato-grossense e na Câmara dos Deputados.

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