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ELEIÇÔES 2022

Antonio Bosaipo, Júlio, Mauro e Jayme Campos recebem centenas de pessoas

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Centenas de pessoas participaram na noite de ontem (15) de manifestação política no rancho forte, local de residência, trabalho e comitê do candidato a deputado federal pelo União Brasil (UB), Antonio Bosaipo, em apoio às candidaturas de Júlio Campos que disputa uma vaga na Assembleia Legislativa do Estado de Mato Grosso (AL/MT), de Antonio Bosaipo como candidato a federal, ao Senador Wellignton Fagundes do PL, e ao governador e candidato à reeleição Mauro Mendes Ferreira (UB).

O Senador pelo União Brasil (UB), Jayme Veríssimo de Campos, pediu apoio aos 4 candidatos que “pertencem a um grupo político que sabe trabalhar”. O Senador do União Brasil disse se referindo ao passado de homens com história na política como o próprio Senador, o ex-governador Osvaldo Sobrinho, o ex-deputado por cinco mandatos Humberto Bosaipo, entre outros.

Jayme Campos também enviou um recado ao ex-deputado Humberto Bosaipo:

Quero te mandar um recado Bosaipo, muitos subestimam esse menino (Antonio Bosaipo), mas eu sei que das 8 vagas em Brasília uma é de Antonio Bosaipo. Ele é um candidato pé no chão, preparado e vai ganhar pelo seu talento e para trabalhar pelo povo mato-grossense“.

Já Osvaldo Sobrinho emendou: é jovem, e que possa fazer uma nova história. Ele sabe o que vai fazer lá, estamos em tempos moderno e é certo que ele saberá fazer escolhas”.

Antonio Bosaipo contou sua trajetória de vida, sempre inserido na política. Citando políticos presentes, ele reconheceu que aprendeu com homens que construíram Mato Grosso, lembrou do ex-senador Jonas Pinheiro (falecido em 2008) e ratificou que aprendeu com eles, por isso é um político raiz e seu gabinete estará sempre aberto. Ele ratificou que a política de defesa e valorização da mulher, com apoio ao empreendedorismo feminino e luta pela igualdade salarial, será o pilar de sua gestão em Brasília. Regularização fundiária, programas de habitação popular, programas de educação e esportes para os jovens e fortalecimento da agricultura familiar e familiar indígena também são parte do seu projeto.

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Júlio Campos agradeceu aos amigos que prepararam a reunião e reconheceu o ânimo de cada um que trabalha pedindo o voto voluntário da população. O ex-governador, ex-prefeito, e ex-deputado federal por três mandatos, Júlio Campos, disse que coloca seu nome à disposição porque quer trabalhar por Mato Grosso e sua gente.

Suas bandeiras de luta contemplam os Idosos com construção de centros de referência, repouso e tratamento; os dependentes químicos, com centros de atendimento e recuperação de dependentes químicos e a geração de emprego. O destaque serão programas habitacionais. Júlio já construiu mais de 40 mil, casas criando bairros com CPA, Tijucal e Morada do Ouro em Cuiabá e Santa Isabel, Canelas e Cristo Rei em Várzea Grande e quer repetir esse feito, construindo, dessa vez outras 40 mil casas populares.

O governador e candidato a reeleição Mauro Mendes Ferreira, da Coligação “Mato Grosso avançando, sua vida melhorando, do partido União Brasil (UB), na Federação composta com PSDB, Cidadania, União Brasil, Republicanos, PL, MDB, PODE, PSB e PROS pediu voto, e lembrou das dificuldades encontradas no Estado de Mato Grosso na sua chegada, e citou ações do seu governo:

Lembro quando, em 2018, faltava até combustível para as viaturas, agora são 2.500 quilômetros de asfalto construídos em estrada por onde passa a nossa gente, temos a polícia mais equipada do país com aquisição de 10 mil novas pistolas e estamos comprando 15 mil câmeras para instalar em nossas cidades, sendo 5 mil só em Cuiabá, combatendo a criminalidade”.

Ele citou ainda, a construção de seis hospitais, sendo na grande Cuiabá, Confresa, Alto Paraguai, Juína e Tangará da Serra; de um viaduto na estrada de Chapada do Guimarães e anunciou que o maior parque da América Latina está sendo construído aqui, em Mato Grosso”.

O secretário de Desenvolvimento do Governo, Cesar Miranda trouxe um recado da primeira dama Virgínia Mendes, de que o ser família emergencial vai continuar em Mato Grosso. O programa auxilia famílias de baixa renda e em situação de vulnerabilidade com R$ 200,00/mês.

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Claudete Silva, líder do grupo Amigas de Antonio Bosaipo ressaltou a importância de elegermos candidatos comprometidos com a pauta feminina:

Falar de Júlio e Antônio, que é Bosaipo, é falar de duas pessoas incríveis, que vão lutar pelas mulheres e vão nos representar muito bem”.

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Política

Engrenagens “Proporcionais” e “Majoritárias” definem a ocupação de 1.626 cadeiras Legislativas em 2026

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O sistema eleitoral brasileiro se prepara para movimentar a estrutura política do país no pleito de 2026, quando os eleitores escolherão os ocupantes de 1.626 vagas legislativas nas esferas federal, estadual e distrital. A renovação engloba representações na Câmara dos Deputados, no Senado Federal, nas Assembleias Legislativas dos Estados e na Câmara Legislativa do Distrito Federal. Esse processo complexo reorganiza as forças partidárias e redefine as bancadas que atuarão na formulação de leis e na fiscalização do Poder Executivo ao longo dos próximos anos.

A disputa abrange a totalidade das vagas para a Câmara dos Deputados e para as casas legislativas regionais, além da renovação de dois terços do Senado Federal. No plano federal, 513 parlamentares buscarão um mandato de quatro anos, enquanto nas instâncias estaduais e distrital estarão em jogo 1.035 vagas para deputados estaduais e 24 para deputados distritais, perfazendo 1.059 cadeiras regionais. Concomitantemente, a eleição senatorial definirá 54 novos representantes, garantindo a renovação de duas das três vagas pertencentes a cada unidade da Federação.

O processo de votação e apuração ocorrerá em todo o território nacional durante o pleito geral agendado para o ano de 2026. Todos os estados brasileiros e o Distrito Federal participarão simultaneamente da escolha de seus representantes federais e locais. Os eleitores comparecerão às urnas para depositar seus votos em uma única jornada eleitoral, definindo as lideranças que assumirão seus respectivos cargos no início da legislatura subsequente.

A motivação central dessa mobilização institucional cumpre a determinação constitucional de alternância periódica do “PODER” e de renovação representativa. A eleição legislativa permite que a sociedade atualize a composição das Casas de Leis de acordo com as correntes de pensamento e os anseios políticos contemporâneos. A distribuição de mandatos reflete diretamente as mudanças na preferência do eleitorado, moldando as maiorias e minorias parlamentares necessárias para a governabilidade.

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O preenchimento dessas vagas não obedece a um critério único de votação, visto que a legislação eleitoral brasileira adota simultaneamente dois modelos distintos: o proporcional e o majoritário.

Enquanto os senadores são eleitos por votação majoritária simples na qual vencem os candidatos mais votados em cada estado, os deputados federais, estaduais e distritais dependem do sistema proporcional. Essa dualidade exige estratégias partidárias bem estruturadas para a captação de votos em diferentes frentes.

No sistema proporcional aplicável aos deputados, não é possível prever uma quantidade exata de votos necessários para assegurar uma cadeira antes da apuração final. O cálculo depende primordialmente do quociente eleitoral, obtido pela divisão do total de votos válidos pelo número de vagas disponíveis na circunscrição. Em seguida, estabelece-se o quociente partidário, que distribui as vagas entre os partidos e as federações com base no somatório das votações nominais de seus candidatos e dos votos de legenda.

Pouca renovação em MT

Os impactos das regras eleitorais refletem-se intensamente nas articulações locais, como se observa nas projeções para a Assembleia Legislativa do Estado de Mato Grosso (AL/MT). O presidente da Casa de Leis mato-grossense e dirigente regional do Podemos, deputado estadual pelo Podemos, Max Russi, projeta uma taxa de renovação parlamentar entre 5 e 10 cadeiras na próxima Legislatura. A estimativa cautelosa busca equilibrar as expectativas dos atuais mandatários que tentarão a reeleição e dos novos postulantes ao cargo.

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O dinamismo das campanhas antecipadas demonstra que as lideranças políticas já atuam nos bastidores para consolidar bases de apoio com vistas ao pleito. Nos bastidores políticos estaduais, observadores apontam que as articulações conduzidas por dirigentes como Max Russi visam não apenas à manutenção da vaga na Assembleia Legislativa Mato-grossense, mas também à construção de governabilidade futura e à permanência no comando do Poder Legislativo regional após a consolidação das urnas.

A indefinição sobre o número exato de votos necessários para a eleição proporcional impõe às legendas a necessidade de formar chapas competitivas e coesas. Como a soma dos votos de todos os candidatos do partido determina o número total de cadeiras obtidas pela agremiação, o desempenho individual de cada concorrente contribui diretamente para o sucesso coletivo da legenda ou da Federação Partidária, impedindo garantias prévias de vitória.

Diante desse cenário complexo, as eleições de 2026 reafirmam o papel central das regras matemáticas e regimentais na consolidação da democracia brasileira. A combinação entre a escolha direta de senadores e o cálculo proporcional para deputados garante uma representação heterogênea nas Casas Legislativas, refletindo as dinâmicas locais e nacionais que conduzirão os rumos políticos, econômicos e sociais do país pelos anos seguintes.

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