SAÚDE DA POPULAÇÃO EM RISCO

Agravamento da variante faz ressurgir das cinzas Nenel; agora aguenta Mauro

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Em agosto de 2021, com o avanço da vacinação e a queda no número de casos de mortes por Covid-19 em Mato Grosso, pela primeira vez parecia possível vislumbrar uma luz no fim do mundo da Pandemia. Festas, eventos esportivos e shows ao vivo foram retomados, protocolos sanitários foram afrouxados e passou-se até a discutir a flexibilização do uso de máscaras.

Infelizmente, o surgimento da variante, simultaneamente, um surto de gripe causando pelo vírus H3N2, colocou Mato Grosso de volta a realidade. Celebrações públicas de Réveillon foram cancelados em vários municípios. E esta incerteza e a inconstância são elementos estressantes, a tal ponto que afetou duas figuras ilustres da política mato-grossense.

Assim vamos incorporar a incerteza com o dia a dia, porque a intolerância tem o seu lado positivo. Não tolerar a corrupção, mentiras, injustiça, desigualdade, faz parte de um movimento em favor da sociedade. A falta de tolerância encontra o lado negro da força quando se fixa na negação da existência do outro, quando falta a capacidade de lidar com diferentes modos de pensar.

Só na semana que terminou desta última sexta-feira, 7 de janeiro, foram relatados à Organização Mundial da Saúde (OMS) quase 9,5 milhões de infecções pelo SARS-CoV-2, um recorde e um agravamento de 71% em relação à semana anterior.

Ainda na sexta-feira (7), foram registrados mais de 300 milhões de novas infecções em todo o mundo, agravadas sobretudo pela Ómicron, e um total de 34 países registraram novos recordes diários de novos casos, incluindo 18 na Europa e sete em África.

Coincidência? A crise voltou e Nenel retornou

Nesta segunda-feira, Nenel Pinheiro, o prefeitão de Cuiabá ao receber a terceira dose da vacina contra a Covid-19, perdeu a oportunidade de ficar quieto e se meteu em mais uma enrascada (se você é um líder e não sabe liderar, então você não tem moral para criticar ao ver erros em outros líderes).

O Prefeito de Cuiabá, o emedebista Nenel Pinheiro criticou a decisão do governador Mauro Mendes Ferreira (DEM) de não reabrir o Centro de Triagem da Covid-19 na Capital. Como assim menino da Rua Joaquim Murtinho, quem é o Prefeito de Cuiabá, o senhor ou Mauro Mendes?

Para com moagem Nenel, você não precisa de se utilizar desse joguinho para ficar na mídia por milhares de horas ininterruptas. Ouviu que o seu desafeto disse?

Tomar vergonha na cara e faz sua parte“.

Qual será o motivo “tomar vergonha” e “fazer sua parte”?

Nenel Pinheiro busca entendimento, busca parceria, assim fica difícil, quando a população imaginava que o senhor estava em “outro patamar” igual seu time da Gávea. Por falar neste time, pensando bem tem tudo a ver com Nenel: quando está favorável é o melhor, quando o adversário sobressai é porque o vento está contra.

Nenel acorda, faz sua parte. Saúde é investimento, tenta isso de forma correta e responsável. Enquanto for Prefeito de Cuiabá, não deixa de trabalhar para salvar o povo cuiabano. Os números não mentem, são exatos.

Dentre os dez municípios com maior número de casos de Covid-19 estão:

Cuiabá (115.510), Várzea Grande (42.188), Rondonópolis (38.901), Sinop (27.275), Sorriso (18.782), Tangará da Serra (18.657), Lucas do Rio Verde (15.954), Primavera do Leste (15.362), Cáceres (12.482) e Alta Floresta (11.720).

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Política

Juiz arquiva inquérito sobre suposta pratica de “Caixa 2” de cervejaria com Pedro Taques

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Um inquérito policial,foi  instaurado em 2019, para apurar suposta pratica de “Caixa 2” na campanha eleitoral de 2014, doados por um posto e não declarados oficialmente à Justiça Eleitoral pela coligação encabeçada pelo ex-governador José Pedro Gonçalves Taques foi arquivado pelo Ministério Publico Eleitoral (MPE).

Em contrapartida, a respectiva empresa doadora, em tese, teria obtido retorno da doação por meio de contrato com dispensa de licitação no valor total de R$ 41 milhões no governo estadual.

O promotor Arnaldo Justino da Silva decidiu que, devido a ausência de qualquer elemento que possa dar justa causa para persecução penal eleitoral, razão pela qual o arquivamento desta notícia de fato se impõe.

No despacho do Ministério Público Eleitoral (MPE), consta que:

O colaborador Alan Maluf, inquirido pela autoridade policial, apenas reafirmou fatos delatados em colaboração premiada de que José Pedro Taques teria recebido valores para campanha de 2014, doados pela empresa” “não declarados oficialmente à Justiça Eleitoral, e após, já na qualidade de gestor público estadual, teria, estranhamente, celebrado contrato com a respectiva empresa no valor de R$ 41milhões, sugerindo, o retorno da doação em favor da respectiva pessoa jurídica, por meio de respectivo contrato. Contudo, Alan Maluf foi vago em suas declarações. Disse, até mesmo, não saber indicar como ocorreu o alegado esquema, asseverou não saber como era o fornecimento desse combustível doado como caixa 2, nem mesmo a quantidade, muito menos o valor”.

O promotor Arnaldo Justino da Silva concluiu que ocolaborador não apresentou provas ou indícios da veracidade do fato, apenas indicou nome de pessoas supostamente envolvidas no fato tido como ilícito, as quais foram categóricas em negar todas as afirmações feitas pelo colaborador, aduzindo desconhecer a existência de tal estratagema.

O Ministério Público Eleitoral (MPE) chegou ate mesmo de emitir parecer contrário ao pedido do ex-governador José Pedro Taques (Solidariedade) para arquivar integralmente uma investigação que o acusa de ter recebido doação irregular para a campanha eleitoral de 2014 por meio da Cervejaria Petrópolis.

INQUÉRITO ARQUIVADO

Em decisão publicada nesta segunda-feira (24), o Juiz eleitoral da 51ª Zona Eleitoral de Cuiabá, Francisco Alexandre Ferreira Mendes Neto, determinou o arquivamento de inquérito que apurava suposta doação ilegal da Cervejaria Petrópolis à campanha do ex-governador do Estado de Mato Grosso, José Pedro Gonçalves Taques, em 2014. Nela o magistrado reconhece a “Ausência de Crime Eleitoral” e, por consequência, crime comum conexo.

No caso dos autos, simplesmente não houve crime eleitoral. A doação foi lícita, sem que se tenha cogitado, sequer, a verificação de elementos que indiquem uso malversado dele“, diz trecho.

A decisão considerou argumentação da defesa dos investigados, no sentido de que, depois de quatro anos de investigação, não foram apontados elementos que pudessem comprovar a suposta doação ilegal. As diligências tiveram início ainda em 2018, com base em acordo de colaboração premiada firmado pelo empresário Alan Malouf.

O próprio empresário, segundo consta nos autos, não soube apontar provas quanto às declarações. Ele teria se limitado a dizer que “ficou sabendo” que a doação tinha como moeda de troca medidas de incentivo fiscal.

Para os fatos constantes destes autos, frise-se, não se pode sequer esperar que o delator possua subsídios que embasem sua conjectura, pois, do contrário, já os teria apresentado. Aliás, apresentou documentos que nada acrescentam ao convencimento acerca de sua imputação“, escreveu o magistrado.

O juiz reconheceu ainda a competência da Justiça Eleitoral para processar, também, o crime comum. Nessa seara, o ex-governador José Pedro Gonçalves Taques era acusado de corrupção passiva, tido como crime conexo à falsidade ideológica eleitoral.

Por todo o exposto, exercendo juízo de retratação, com a consectária integração da decisão recorrida (ID nº 19003698), RECONHEÇO a competência da Justiça Eleitoral para julgamento de todos os fatos constantes dos autos, e, no mérito, DEFIRO os pedidos de (ID nº 101556145 e 101829805) determinando o arquivamento do presente inquérito policial também quanto ao pretenso crime de corrupção passiva (art. 317 do CP), com as ressalvas do art. 18 do CPP, com o consequente óbice ao envio de cópia dos autos ao MP que atua perante a justiça comum“, finalizou. – (Com HNT)

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