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NA LUTA PARA REABERTURA

Abertura gradual dos Shoppings podem acontecer a partir de segunda-feira

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De acordo com Associação Brasileira de Shopping Centers a (Abrasce), todos os 577 Shoppings Centers do país chegaram a ser fechados, com prejuízo de cerca de R$ 25 bilhões em vendas que não foram realizadas. Atualmente, cerca de 70 já voltaram ao funcionamento.

Os Shoppings Centers foram um dos setores mais atingidos pela crise causada pelo “Coronavírus”, os Shoppings Centers tentam reagir à queda nas vendas. Apesar de não haver uma perspectiva de data para reabertura ampla, o setor já começa a planejar como será a retomada e promete se basear em dois pontos: higienização dos locais com ozônio e prevenção para evitar aglomerações. Com isso, a retomada promete reduzir horários de funcionamento.

Neta quarta-feira, 13, um encontro que ocorreu por vídeo conferencia e contou com a participação de representantes dos quatro Shoppings Centers do município, do Shopping Popular, Comercio de Diretores Lojistas (CDL) e Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Mato Grosso (Fecomércio/MT), a fim de aprofundar o debate acerca da abertura gradual dos Shoppings Centers da Capital.

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A reunião contou com a presença do presidente da Câmara Municipal de Cuiabá, o vereador Misael Oliveira Galvão (PTB), juntamente com o Prefeito de Cuiabá, Emanuel Pinheiro (MDB).

O presidente da Casa de Leis sugeriu ao prefeito cuiabano que os Shoppings fossem reabertos a partir da próxima segunda-feira (18), uma vez que todos os estabelecimentos já apresentaram um plano de funcionamento em meio a Covid-19.

Participar dessa reunião e dar voz para todos é muito importante. Todo esse momento que passamos, estamos abrindo diálogo e podemos ver que estamos avançando. Eu vivo muito próximo dos lojistas, vejo o clamor de todos e meu papel do parlamento está sendo feito, buscando meios de reabrir. Não vamos parar enquanto não ver todos os Shoppings abertos“, enfatizou Galvão.

Emanuel pontuou a reunião como produtiva e diz fazer os estudos com a equipe técnica.

Sabemos que não é bom para economia uma cidade fechada e por isso temos que tomar medidas como essa para proteger a vida das pessoas. Cada seguimento e cada atividade têm suas razões para voltar. Vou avaliar e estudar isso, quero um respaldo técnico sobre essa abertura e amanhã entro em contato com todos novamente“.

Uma nova reunião ficou marcada para quinta-feira (14) entre o prefeito e os técnicos responsáveis do “Covid-19” em Cuiabá para confronto de dados técnicos. Somente após esse encontro, o Prefeito de Cuiabá, Emanuel Pinheiro irá definir sobre a reabertura dos centros comerciais.

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Também participaram da reunião:

– Glauco Humai – Presidente da ABRASCE,
– Lorrayne Rosa – Gerente de Assuntos Institucionais,
– Tharlen Nascimento – Coordenador de Assuntos Institucionais,

– Cesar Moraes – Superintendente do Pantanal Shopping,
– Anderson Rondon – Superintendente do Shopping Estação Cuiabá,
– João Gonçalves – Superintendente do Três Américas,
– Leila Dada – Superintendente do Shopping Goiabeiras,
– Arnaldo Felício – Diretor do Shopping Goiabeiras,

– Dr. Edmilson – Infectologista,
– Jonas Alves – Associação Comercial,
– Nelson Soarez – CDL de Cuiabá,
– Nabil Shayon – ALSHOP
– Wenceslau Junior – Fecomércio.

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Política

Invasão cibernética na Saúde alimenta embate político em Mato Grosso

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Um sofisticado incidente cibernético violou a infraestrutura tecnológica da Secretaria de Estado de Saúde de Mato Grosso (SES-MT), deflagrando uma crise institucional que mobiliza o Poder Executivo e a Assembleia Legislativa Mato-grossense (AL/MT). O episódio, classificado tecnicamente como uma “invasão hacker”, desestabilizou a percepção de segurança dos sistemas governamentais e gerou imediata repercussão no cenário político local. O evento expõe a vulnerabilidade digital da administração pública frente a ameaças externas cada vez mais ousadas e coordenadas.

Os alvos diretos e indiretos dessa ação criminosa envolvem a própria Secretaria de Saúde, responsável pelo gerenciamento de dados assistenciais, e a Assembleia Legislativa do Estado de Mato Grosso (ALMT), que atua como órgão fiscalizador. O presidente do Parlamento Estadual, deputado Max Russi (Podemos), assumiu o protagonismo institucional ao externar profunda preocupação com o ocorrido, enquanto a equipe técnica da pasta de Saúde e os investigadores da Polícia Civil desdobram-se para mitigar os danos colaterais e identificar os autores do ataque.

As consequências imediatas do ataque cibernético resultaram no impacto restrito a um volume inferior a 1 Terabyte (TB) de informações do acervo digital da pasta, o qual acabou sendo integralmente recuperado por meio de sistemas de contingência e redundância. No entanto, o desdobramento mais crítico manifestou-se no plano político, manifestado pelo temor de que o apagão de dados pudesse inviabilizar o fornecimento de documentos essenciais para os trabalhos de fiscalização parlamentar em andamento na capital do estado.

O epicentro do incidente localiza-se nos servidores centrais da Secretaria de Saúde, situados no Centro Político Administrativo de Cuiabá, irradiando seus efeitos institucionais diretamente para o Palácio Paschoal Moreira Cabral, sede do Poder Legislativo Mato-grossense.

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A proximidade geográfica e administrativa dessas instituições amplificou o eco do debate sobre a eficiência da infraestrutura tecnológica pública estadual, transformando a capital mineira-mútua do Agronegócio em um palco de intensas cobranças governamentais.

A identificação original do ataque digital ocorreu em meados de março de 2026, porém o ápice do tensionamento institucional consolidou-se nesta quarta-feira, 3 de junho, durante uma sessão coletiva de imprensa convocada pelo presidente da Casa de Leis. O momento cronológico do anúncio revelou-se extremamente sensível, por coincidir exatamente com a fase de instalação e estruturação da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) destinada a investigar a gestão da Saúde Pública no Estado.

A motivação presumida por trás da ação criminosa assume contornos ambíguos, dividindo-se entre a tentativa de extorsão financeira, prontamente rechaçada pelo Executivo, que negou qualquer pagamento de resgate, e a suspeita de sabotagem política. Parlamentares mais incisivos levantaram a hipótese de que a invasão visava ocultar passivos administrativos, embora a liderança do Legislativo tenda a encarar o episódio como uma nefasta coincidência oportunista que se aproveitou de fragilidades estruturais do sistema.

As justificativas técnicas apresentadas pela Secretaria de Saúde fundamentam-se na robustez de seus protocolos de segurança da informação, os quais permitiram o restabelecimento célere das atividades institucionais sem prejuízo ao atendimento da população. Por sua vez, a justificativa para a reação veemente do Parlamento baseia-se no dever constitucional de fiscalização, sustentando que qualquer instabilidade em bancos de dados governamentais representa uma ameaça direta à transparência e à estabilidade social.

O método operacional utilizado pelos criminosos consistiu na quebra de barreiras digitais de criptografia para acessar a rede interna da secretaria, seguido de uma suposta exigência financeira ilegal que acabou ignorada pelas autoridades. Do lado institucional, o método de resposta envolveu o acionamento imediato da Delegacia Especializada de Repressão a Crimes Informáticos e Cibernéticos (DRCI) para subsidiar a investigação criminal, além do anúncio de auditorias nos sistemas redundantes do Estado.

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Os desdobramentos futuros desse imbróglio apontam para uma inevitável reformulação nas políticas de investimentos em segurança cibernética de Mato Grosso, com pressões para o fortalecimento da Empresa Pública de Tecnologia da Informação (MTI). Além disso, a Mesa Diretora do Legislativo garantiu que a comissão investigativa requisitará auditorias independentes para assegurar que nenhum dado relevante tenha sido permanentemente suprimido ou mascarado durante o período em que o sistema esteve vulnerável.

As perspectivas de encerramento do caso dependem agora do avanço do inquérito policial e da capacidade de o Estado demonstrar que seus mecanismos de salvaguarda digital são invioláveis contra futuras incursões. O presidente da Assembleia Legislativa assegurou que as investigações da CPI não sofrerão paralisações ou entraves técnicos, visto que os mecanismos de armazenamento externo garantirão o fluxo contínuo de provas, blindando o processo político contra interferências do crime virtual.

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