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EMENDAR OS DIAS COM FINAIS DE SEMANA

2026, Copa do Mundo, eleições e muitos feriados prolongados

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Sabadooooo! Caros amigos e leitores do Blog do Valdemir, chegamos ao 10° dia do ano de 2026, que promete muitos feriados prolongados e deve animar os mato-grossenses que quiserem fazer planos para descanso ou passeios.

Para se ter uma ideia, quem conseguir folgar em todos os feriados, pontos facultativos e ainda “emendar” os dias com os finais de semana, vai ter ao todo 42 dias de folga! Conhecer as datas comemorativas do calendário pode fazer toda a diferença para estabelecer férias, organizar viagens e ainda saber os seus direitos enquanto trabalhador durante as comemorações. 

Dos dez feriados nacionais, sete vão cair em uma segunda ou sexta-feira, o que facilita as “emendas” e aumenta a expectativa de movimento nos principais destinos turísticos na Terra de Rondon.

Esse cenário tende a aquecer setores como turismo, hotelaria, gastronomia e eventos, ao mesmo tempo em que impõe desafios a produtividade e ao mesmo tempo planejamento das empresas.

Em anos com calendários semelhantes, Mato Grosso costuma registrar aumento na circulação interna de pessoas, maior consumo em determinadas épocas e ajustes constantes nas jornadas de trabalho.

No dia 11 de junho começa também a Copa do Mundo de 2026 com a primeira partida da Seleção Brasileira está marcada para o dia 13 às 19 horas. Na primeira fase todos os jogos serão a noite, não interferindo no horário normal de trabalho.

Entretanto, contudo, todavia, o evento historicamente provoca uma espécie de reconfiguração informal da rotina dos mato-grossenses.

Mesmo sem Decretos oficiais, jogos da Seleção Brasileira costumam gerar flexibilização de horários, paralisações parciais e forte mobilização popular.

O impacto se reflete no trânsito, na audiência dos meios de comunicação e no funcionamento de repartições públicas e privadas, especialmente em dias de partidas decisivas.

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No segundo semestre, o foco se desloca para o campo político. Tradicionalmente, o período eleitoral intensifica debates, polariza opiniões e influência o ambiente econômico, com reflexos em investimentos, decisões administrativas e expectativas do mercado.

A campanha tende a disputar espaço na agenda estadual com efeitos acumulados de feriados e grandes eventos.

Segundo os cabeças pensantes do Boteco da Alameda, a análise do conjunto revela um ano de contrastes. Se, por um lado, 2026 oferece mais oportunidades de descanso, lazer e consumo, por outro lado exige maior capacidade de organização por parte do poder público, do setor produtivo e da sociedade.

A sucessão de pausas, somada a mobilização esportiva e ao calendário eleitoral, pode gerar tanto dinamismo quanto sobrecarga institucional.

Mais do que um ano com muitos feriados, 2026 se apresenta como um período de decisões, emoções coletivas e rearranjos na rotina dos mato-grossenses.

Entre o apito final nos estádios e o resultado das urnas, Mato Grosso viverá um ciclo intenso, no qual planejamento e atenção ao contexto serão tão importante quanto aproveitar as pausas do calendário.

O Boteco vai falar

O primeiro turno das eleições de 2026 será realizado no dia 4 de outubro e o segundo turno no dia 25 do mesmo mês.

Para o eleitor mato-grossense, ainda tem muito chão pela frente… Afinal, antes de digitar nas urnas os números dos candidatos escolhidos, ele pretende gritar gol muitas vezes durante a maior Copa do Mundo de todos os tempos.

Mas no campo político, o tempo não é bem assim. Nos bastidores, o jogo começou há tempos, embora os resultados das articulações só deverão começar a ser revelados no final de março e início de abril, quando expira o prazo de seis meses antes das eleições para as desincompatibilizações.

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Em Mato Grosso, por exemplo, dúvidas giram em torno do governador Mauro Mendes e do Senador Jayme Campos, ambos ainda no União Brasil (UB).

Pega a visão: pode-se especular sobre o futuro de um e de outro agente público, mas o chute inicial deve ocorrer até 4 de abril.

Se Mauro Mendes se desincompatibilizar, só não poderá ser candidato a governador.

Se Jayme Campos ficar, certamente buscará a reeleição.

A “Janela Partidária”, que também costuma ser aberta seis meses das eleições, de março a abril, da mesma forma deve ajudar na leitura dos times políticos partidários que vão a disputa.

Deputados estaduais e federais que pretendem ser candidatos por outros partidos, terão 30 dias para efetivar a mudança.

A Legislação Eleitoral entende que os mandatos de cargos proporcionais pertencem aos poucos partidos, e os cargos majoritários aos indivíduos.

A justificativa é que os primeiros, incluindo vereadores, contam com os votos de legenda para serem eleitos. E os majoritários, não.

Para finalizar: quem escala os jogadores políticos das equipes que em 2026 buscarão vagas para sentarem em uma das cadeiras da Assembleia Legislativa do Estado de Mato Grosso (AL/MT), Câmara dos Deputados, Senado e a cadeira 01 do Palácio Paiaguás são os técnicos das “Convenções Partidárias”.

E esses estão previstas para ocorrer 20 de julho e 5 de agosto, etapa na qual as siglas oficializam candidaturas, fecham alianças e partem para o ataque.

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Política

Realinhamento partidário em Várzea Grande reflete “Tensões Institucionais” e “Impasses no PL”

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A Prefeita do Município de Várzea Grande, Flávia Petersen Moretti de Araújo, mais conhecida como Flávia Moretti, estuda de maneira conclusiva a sua desfiliação do Partido Liberal (PL) para ingressar em uma nova agremiação situada no mesmo espectro ideológico da direita. O movimento estratégico de migração partidária fundamenta-se na necessidade de reorganizar sua base de apoio governamental diante do atual cenário de instabilidade, buscando uma legenda que ofereça respaldo político proporcional aos desafios administrativos enfrentados pela Executiva Municipal no Estado de Mato Grosso.

Esta reconfiguração partidária ocorre em meio à severa crise política e institucional enfrentada pela administração municipal de Várzea Grande neste momento. O conturbado panorama local tem exigido da chefe do Poder Executivo Municipal um posicionamento firme para assegurar a governabilidade, além da busca constante por alianças mais sólidas que consigam garantir a estabilidade necessária para a condução das políticas públicas e para a gestão do município.

A motivação central que impulsiona a mandatária a planejar sua saída do Partido Liberal (PL) reside no profundo sentimento de disparo político enfrentado perante a alta cúpula da sigla. A gestora municipal avalia que a legenda não tem oferecido a sustentação política indispensável para o enfrentamento das adversidades locais, situação que compromete diretamente a articulação de projetos cruciais para a cidade e fragiliza sua posição de liderança institucional.

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A mudança de sigla está sendo articulada para se concretizar nas próximas semanas, período considerado decisivo pelas lideranças envolvidas na negociação. A definição do cronograma de transição atende a critérios estratégicos de conveniência política, com o objetivo de minimizar os impactos administrativos na prefeitura e permitir uma transição partidária harmoniosa que proteja a estabilidade da gestão do município.

O plano de migração vem sendo executado na cidade de Várzea Grande, segundo maior colégio eleitoral do estado de Mato Grosso e centro de expressiva relevância política regional. Por sua localização estratégica e importância econômica, os desdobramentos das decisões tomadas na cidade reverberam de maneira significativa sobre todo o cenário político estadual, atraindo a atenção de analistas e dirigentes partidários de diversas regiões.

O processo de transição ocorre mediante intensas negociações de bastidores conduzidas pela prefeita e por seus articuladores mais próximos junto a presidentes regionais e nacionais de siglas de direita. O método adota uma abordagem estritamente diplomática, pautada no diálogo reservado e na avaliação criteriosa do alinhamento programático, visando a obtenção de garantias formais de apoio governamental e de autonomia política para a gestora.

Entre as razões determinantes para essa ruptura sobressai o desconforto gerado pelo fato de o ex-vice-prefeito Tião da Zaeli, considerado seu principal desafeto político, continuar exercendo forte influência no comando do Partido Liberal local. A coexistência de forças antagônicas no mesmo diretório inviabilizou a convivência pacífica, transformando o ambiente partidário interno em um obstáculo permanente para a consolidação da autoridade política da prefeita.

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O anúncio público da nova filiação partidária dependerá da consolidação dos acordos formais de liderança que vêm sendo firmados com os novos aliados estratégicos. A confirmação oficial será feita assim que estiverem asseguradas as garantias de espaço e representatividade no novo partido, elemento considerado indispensável para o fortalecimento do grupo político que sustenta a atual administração municipal.

As projeções e apostas feitas por analistas do meio político local dão como praticamente certa a efetivação dessa transferência partidária nas instâncias competentes. A convergência de opiniões entre os especialistas reforça a percepção de que o isolamento interno no Partido Liberal tornou a permanência da prefeita insustentável, convertendo a mudança de legenda em uma etapa inevitável para a sobrevivência política do seu mandato.

Por fim, a iminente filiação de Flávia Moretti a outra legenda da direita visa redefinir o equilíbrio de forças na política várzea-grandense e consolidar sua autonomia de gestão. Com essa manobra, a gestora busca afastar as interferências de opositores internos, assegurar a governabilidade até o término do seu mandato e estruturar uma base partidária coesa para os futuros pleitos eleitorais do município.

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