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SENTIU EFEITO DA ALTITUDE

Cuiabá se despede da Sul-Americana com derrota para o Melgar

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Em jogo válido pela 6ª rodada da Copa Sul-Americana nesta quinta-feira, o Cuiabá terminou sua campanha com uma derrota. Jogando fora de casa, contra o Melgar, em Arequipa no Peru, o time saiu atrás, buscou o empate, mas levou dois gols já nos minutos finais. Assim, o time deu adeus ao torneio perdendo por 3 a 1.

O Dourado já estava eliminado da competição, mas fechou a fase de grupos com sete pontos. A derrota, no entanto, garantiu ao time peruano a classificação para o mata-mata do torneio.

O Racing, da Argentina, era líder, mas tropeçou em casa para o River Plate (URU) e, apesar de terminar com o mesmo número de pontos do Melgar (12), foi ultrapassado no saldo de gols.

O jogo

No primeiro tempo, o Cuiabá foi ao ataque e criou suas oportunidades, mas não foi dominante. Aos 29 minutos, em chute de Osório, o defensor do Melgar tocou a bola com a mão. O árbitro, no entanto, não deu a penalidade e, sem o VAR, o pênalti não foi marcado.

A equipe da casa foi quem se deu bem com a decisão da arbitragem. Logo depois, aos 37 minutos, Archimbaud desviou após cabeceio de Pérez Guedes e abriu o placar, dando números finais ao primeiro tempo.

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Na volta do intervalo, o Cuiabá foi ao ataque e, aos 14 minutos, conseguiu o gol de empate. Aos 14 minutos, Nescau apareceu na área e cabeceou para o fundo das redes, empatando o jogo.

Precisando da vitória para sonhar com a classificação, o Melgar se lançou ao ataque com tudo que tinha. Assim, o time levou perigo, mas parou na defesa do Cuiabá e no goleiro João Carlos.

A notícia de que o Racing estava perdendo em casa para o River Plate (URU) motivou ainda mais o time da casa, que insistiu até o fim e, aos 38 minutos, empatou com Bordacahar. O jogador cabeceou da entrada da área e acertou na bochecha do gol.

Na sequência, Bordachar aproveitou cruzamento no segundo pau e, em desatenção da defesa do Cuiabá marcou mais um gol de cabeça para dar números finais ao jogo e garantir o Melgar na próxima fase da competição.

Agora, o Cuiabá volta a focar no Campeonato Brasileiro. No domingo, o time recebe o Athletico (PR) às 18 horas (de Brasília), pela oitava rodada.

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FICHA TÉCNICA DA PARTIDA

​MELGAR 3 x 1 CUIABÁ

Local: Estádio Monumental de la Unsa, em Arequipa (PER)
Data e hora: 26/05/2022 – 19h15 (de Brasília)
Árbitro: Jhon Hinestroza (COL)
Assistentes: John Léon e Richard Ortiz (ambos COL)
Cartões amarelos: Tandazo (MEL); Joaquim, Marquinhos (CUI)
GOLS: Archimbaud (37’/1°T) (1-0), Gustavo Nescau (14’/2°T) (1-1), Bordacahar (38′ e 42’/2°T) (2-1),

MELGAR – Cáceda; Deneumostier, Lazo, Galeano e Reyna (Alejandro Ramos, no intervalo); Archimbaud, Tandazo (Cabrera, aos 26’/2°T) e Pérez Guedes (Arias, no intervalo); Ibérico (Bordacahar, aos 13’/2°T), Vidales e Quevedo (Cuesta, no intervalo).

– Técnico: Néstor Lorenzo

CUIABÁ – João Carlos; João Lucas, Ojeda, Joaquim e Alexandre Melo; Igor Carius, Rafael Gava, Lucas Cardoso (Rikelmy, aos 27’/2°T) e Osorio (Keder, aos 32’/2°T); Marquinhos e Gustavo Nescau.

– Técnico: William Araújo

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ESPORTES

Quanto um árbitro recebe para apitar uma Copa do Mundo?

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Com o início da Copa do Mundo de 2026 nesta quinta-feira (11), o jornal inglês Mirror revelou os valores destinados à arbitragem do torneio. Segundo a publicação, os 52 árbitros principais selecionados pela FIFA, entre eles os brasileiros Ramon Abatti Abel, Rafael Claus e Wilton Pereira Sampaio receberão, de forma fixa, cerca de € 75 mil euros (aproximadamente R$ 520 mil). Esse montante cobre ainda diárias e custos extras pagos pela entidade, além de bônus em dinheiro conforme o avanço nas fases decisivas.

A curiosidade dos fãs de futebol aumenta com o pontapé inicial do Mundial, e perguntas sobre a remuneração da arbitragem ganham destaque. Os profissionais selecionados integram o “Team One”, que reúne 52 árbitros de campo, 88 assistentes e 30 árbitros de vídeo (VAR), totalizando 170 integrantes de 50 federações nacionais. Esse grupo será responsável por conduzir todas as partidas, desde a fase de grupos até a grande final.

O pagamento dos oficiais não é calculado jogo a jogo, mas sim pela participação completa no campeonato. Assim, cada árbitro de campo receberá o valor fixo de cerca de € 75 mil euros independentemente da quantidade de partidas apitadas. A ideia da FIFA é oferecer estabilidade financeira aos participantes e evitar variações bruscas no rendimento, permitindo que o foco seja totalmente voltado à qualidade técnica dos jogos.

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Além do valor-base, existem bônus escalonados de acordo com a relevância das partidas. Quanto mais decisiva for a fase em que o árbitro atua, especialmente semifinais e final, maior será o prêmio em dinheiro. Essa política de incentivos tem como objetivo recompensar o desempenho em partidas de maior pressão e visibilidade.

Além dos pagamentos, a FIFA garante benefícios como hospedagem em hotéis de alto padrão, alimentação, traslados e uniformes oficiais. Todas as despesas extras, como transporte interno e logística de materiais, ficam a cargo da organização, garantindo que os árbitros concentrem-se apenas em suas funções dentro de campo.

Por fim, a experiência de apitar um Mundial pode alavancar a carreira dos árbitros em seus países de origem. O contato com profissionais de diversas confederações e o aumento da visibilidade internacional costumam abrir portas para convites em outras competições de alto nível, gerando novas oportunidades de renda e desenvolvimento na carreira.

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