DISPUTA CALOROSA

Copa Cuiabá Tênis Clube segue até domingo (20)

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Uma competição que conta com dois tenistas com pontuações em rankings internacionais, Laelson Rodrigues (ATP) e Richard Gama (ITF) em disputa na Classe Pro, a Copa Cuiabá Tênis Clube teve seu inicio nesta segunda-feira (14), com a primeira rodada que aconteceu às 17h, no Cuiabá Tênis Clube, e continuará até o próximo domingo (20), em Cuiabá.

Com premiação de R$ 1.500,00 para o campeão e R$ 500,00 para o finalista da 1ª Classe Pro. E o torneio obteve o total de 353 inscrições e será válido pelo Circuito Mato-grossense de Tênis 2021.

O Cuiabá Tênis Clube possui nove quadras de tênis e o espaço físico é bastante amplo e capaz de suportar o público com distanciamento social. É importante lembrar que cada quadra de tênis e seu recuo lateral contam com cerca de 600 metros quadrados para dois tenistas por vez. Além disso, o clube proporcionará os cuidados básicos de biossegurança à realização segura do torneio, comenta o presidente da Federação Mato-grossense de Tênis (FMTT), Rivaldo Barbosa.

A classe de maior nível técnico, a 1ª Classe Pro terá dois tenistas com pontuação em rankings internacionais: Laelson Rodrigues e Richard Gama. Ambos jovens tenistas profissionais com histórico de disputas no exterior, como em países das Américas do Sul e do Norte, Europa e Norte da África. E, ademais, contará com os professores campeões do ranking estadual, Robson Nunes e Piu Nunes.

O tênis não é um esporte coletivo! É individual com jogos todos realizados em quadra aberta. O clube, se não for o maior, é das maiores estruturas de tênis de MT. Então, apesar do número expressivo de inscrições, temos um espaço bem amplo e faremos o máximo possível para termos segurança. E, normalmente, não temos aglomerações nos torneios, pois o público espectador não é grande, avalia o presidente do Cuiabá Tênis Clube (CRC), Mateus Sampaio.

Laelson Rodrigues, 21 anos, ocupa as posições 1796 da ATP Singles Ranking e 1606 do ITF Singles Ranking. Tendo as últimas partidas feitas em torneios nas cidades de Monastir, Tunísia (África) e Santo Domingo, República Dominicana (América do Norte).

E Richard Gama, 18 anos, nascido em Cuiabá, ocupa a posição 208 do ITF Junior Ranking. Ele, neste ano de 2021, ainda não disputou torneios desse ranking. E, atualmente, é o líder do ranking estadual de Mato Grosso.

Beneméritos

A Copa Cuiabá Tênis Clube conta com o patrocínio das empresas: Cervejaria Louvada, Engetech Construction, Saga, Jaguar, LandRover, Vidrotech Vidraçaria e DSI Corretora de Seguros e Serviços Imobiliários.

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ESPORTES

Brasil perde do Canadá nos pênaltis e está eliminado dos Jogos Olímpicos

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Não deu para a seleção feminina. Nesta sexta-feira (30), pelas quartas de final dos Jogos Olímpicos de Tóquio, o Brasil fez um jogo duríssimo com o Canadá, chegou a ter a vantagem nos pênaltis, mas acabou sendo derrotada por 4 a 3 nas cobranças, dando adeus à competição.

A seleção não fez o seu melhor jogo e foi abaixo do esperado em muito momentos. O Canadá também não fez uma grande partida, que foi decidida nas penalidades máximas. Bárbara defendeu o chute de Sinclair no início das cobranças, mas Andressa Alves e Rafaelle pararam na goleira canadense Labbé nas duas últimas cobranças do Brasil. Com o resultado, se encerra um ciclo do futebol feminino. Os jogos Olímpicos de Tóquio marcam a provável despedida de Formiga e Marta da seleção feminina.

Esta é a segunda vez em seis edições olímpicas disputadas que o Brasil fica fora das quatro melhores equipes, repetindo o resultado de Londres-2012. Além disso, a seleção foi medalha de prata em Atenas 2004 e Pequim 2008, mas desde então não subiu mais ao pódio olímpico.

Agora, o Canadá aguarda o adversário da semifinal, que vai sair do grande duelo entre Estados Unidos, atuais campeãs mundiais, e a Holanda, atual vice-campeã do mundo. O confronto pela vaga na final acontece na próxima segunda-feira (2), às 5h (de Brasília).

Depois do jogo contra a Zâmbia, Pia Sundhage voltou à formação titular para iniciar o duelo com o Canadá. A partida, no entanto, começou bastante estudada. As equipes se alternavam na subida da marcação para tentar pressionar as adversárias. A primeira boa chance do Brasil foi aos 14 minutos, quando Tamires tocou para Marta na área, recebeu de volta e chutou de primeira, mas mandou por cima do travessão.

Na sequência, entretanto, as canadenses acordaram e aumentar o volume de jogo. Passaram a atacar com mais perigo, obrigando a zaga e Bárbara a trabalharem. A seleção feminina do Brasil sentiu o mal o momento e facilitou a vida do Canadá, que conseguia achar mais espaços e chutou com perigo, pelo menos, duas vezes. Marta, por sua vez, ficou muito isolada na esquerda e pouco pôde fazer.

Com 30 minutos do primeiro tempo, a equipe de Pia reagiu e igualou mais as ações, com um jogo bastante truncado no meio campo. Aos 40, zagueira canadense se atrapalhou, Debinha roubou a bola, mas ela escapou um pouco e deu tempo de a goleira sair bem para fazer a defesa. Foi a melhor chance do Brasil na primeira etapa, que teve um Canadá mais produtivo e um placar inalterado.

O Canadá voltou novamente melhor depois do intervalo e complicava a saída de bola do Brasil. Aos poucos, com Marta mais livre, a seleção feminina foi se encontrando mais no jogo. Aos 14, o Canadá teve a melhor chance da partida até então, em cabeceio de Gilles que explodiu no travessão.

Ludmila entrou no lugar de Bia Zaneratto e deu um gás a mais na equipe, brigando pelas bolas no ataque. Com o passar do tempo, o Brasil conseguiu ficar mais com a bola e tentava achar espaços no ataque. O Canadá ainda teve mais uma boa chance em cobrança de falta e antecipação de Bárbara para fazer a defesa. A seleção feminina tinha mais volume, mas criava poucas chances reais. O jogo, então, ficou mais morno e a prorrogação já parecia inevitável.

O Brasil ainda teve mais algumas chances em enfiadas de bola, mas sem levar muito perigo. No último lance da segunda etapa, Marta cobrou escanteio e goleira afastou. Mas o Canadá arrancou em contra-ataque e Bárbara precisou abafar a bola de Lawrence para salvar o gol e decretar o tempo extra.

O Brasil seguia tentando, mas tinha dificuldade, com Marta visivelmente cansada. Enquanto isso, o Canadá começou a levar mais perigo à meta brasileira em jogadas de velocidade pelas laterais. No final do primeiro tempo, a seleção feminina adiantou a marcação para tentar roubar a bola, mas sem sucesso. O Canadá ainda tentou ameaçar nos últimos minutos, mas também sem êxito.

No segundo tempo da prorrogação, os dois times tinham medo de arriscar e poder levar um gol em um momento mais delicado do jogo. As equipes apostavam em lances de mais velocidade e o Brasil começou a chegar com mais perigo e assustar as canadenses.

Nos últimos minutos, pressão brasileira, que teve a melhor chance do jogo em cabeceio de Erika no canto esquerdo da goleira Labbé, que se esticou toda para fazer a defesa e salvar o Canadá. O Brasil tentou até o final, mas a bola não queria entrar e a disputa foi para os pênaltis.

Nas penalidades máximas, Bárbara começou defendendo a cobrança de Sinclair. Andressa Alves desperdiçou a sua e o Canadá passou a frente. Rafaelle foi para a última cobrança e também parou na goleira Labbé, decretando a eliminação do Brasil.

FIM DE UM CICLO

Com o resultado, se encerra um ciclo do futebol feminino. Os jogos Olímpicos de Tóquio marcam a despedida de Formiga e Marta da seleção feminina.

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