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RESULTADO AUMENTA SEQUÊNCIA NEGATIVA NO CAMPEONATO

Chapecoense reage e vira sobre o Corinthians

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Pela 26ª rodada do Campeonato Brasileiro, a Chapecoense protagonizou uma virada diante do Corinthians e venceu por 2 a 1, em uma partida marcada por reação, intensidade e disputa acirrada. O resultado confirmou a capacidade da equipe catarinense de responder à adversidade depois de começar o confronto em desvantagem no placar. O triunfo foi construído a partir de uma mudança de postura ao longo do jogo e terminou com a comemoração da torcida da Chapecoense.

O Corinthians foi responsável por abrir o marcador e, inicialmente, conseguiu controlar o cenário da partida. A vantagem colocou a equipe paulista em uma situação favorável, mas não foi suficiente para impedir a reação do adversário. A Chapecoense manteve a organização, aumentou a intensidade de suas ações ofensivas e passou a ocupar espaços que, até então, estavam sob controle corintiano.

A reação da equipe catarinense ganhou força à medida que o jogo avançou. Com maior presença no setor ofensivo e disposição para disputar cada bola, a Chapecoense passou a pressionar o Corinthians e encontrou os caminhos necessários para alterar o resultado. A equipe soube aproveitar os momentos decisivos do confronto e transformou uma situação adversa em uma oportunidade concreta de buscar os três pontos.

A virada ocorreu em um contexto de crescente equilíbrio e tensão dentro de campo. Depois de sofrer a mudança no placar, o Corinthians precisou abandonar parte da postura adotada anteriormente e passou a procurar alternativas para recuperar o resultado. A Chapecoense, por sua vez, procurou administrar a vantagem sem abrir mão da intensidade, mantendo a concentração diante das tentativas de reação do adversário.

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O confronto teve como cenário uma disputa em que as duas equipes demonstraram objetivos distintos ao longo dos 90 minutos. Enquanto o Corinthians tentou preservar a vantagem conquistada no início, a Chapecoense precisou encontrar respostas para superar o momento desfavorável. A capacidade de adaptação da equipe catarinense foi determinante para que o jogo mudasse de direção e terminasse com a vitória por 2 a 1.

Nos minutos finais, a partida ganhou ainda mais tensão. O Corinthians aumentou a busca pelo empate e tentou explorar os espaços disponíveis, enquanto a Chapecoense concentrou esforços para proteger a vantagem construída. Cada ataque passou a ser acompanhado com atenção pelas torcidas, em um trecho do confronto no qual um único lance poderia modificar novamente o resultado.

A Chapecoense conseguiu, entretanto, sustentar o resultado até o apito final. A equipe demonstrou resistência diante da pressão corintiana e confirmou a vitória depois de sair atrás no marcador. O desfecho representou uma resposta importante dentro da própria partida, sobretudo pela maneira como o time conseguiu transformar a desvantagem inicial em uma vitória construída com reação e determinação.

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Para o Corinthians, o resultado deixou a sensação de uma oportunidade desperdiçada. A equipe abriu o placar, mas não conseguiu preservar a vantagem e permitiu que o adversário assumisse o controle do resultado. A derrota por 2 a 1 evidencia a necessidade de maior eficiência na administração de partidas nas quais o time consegue sair à frente, especialmente quando o adversário aumenta a pressão e modifica sua estratégia.

Para a Chapecoense, os três pontos tiveram peso especial pela maneira como foram conquistados. A vitória não ocorreu apenas pelo resultado numérico, mas também pela capacidade de reação demonstrada durante o confronto. Ao sair atrás e conseguir marcar duas vezes para completar a virada, a equipe catarinense mostrou competitividade e confirmou que a desvantagem inicial não determinaria, por si só, o destino da partida.

O placar final de Chapecoense 2 a 1 Corinthians sintetiza uma partida na qual a reação foi decisiva. O Corinthians começou em vantagem, mas a Chapecoense encontrou forças para mudar o curso do confronto, superar a pressão e garantir a vitória. O resultado encerrou a disputa com festa dos torcedores catarinenses e deixou para o Corinthians a necessidade de avaliar os erros que permitiram a virada, em um jogo no qual a vantagem inicial acabou não sendo suficiente para assegurar o resultado.

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ESPORTES

Remo e Flamengo tem recorde de público no Mangueirão

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A torcida do Remo fez história neste domingo (6), no Mangueirão. O confronto contra o Flamengo, pela 26ª rodada do Campeonato Brasileiro, registrou o maior público do futebol paraense em 2026, com 51.567 pessoas presentes no Estádio Estadual Jornalista Edgar Proença, também conhecido como Estádio Olímpico do Pará e popularmente chamado de Mangueirão.

O Flamengo assumiu por enquanto, de forma provisória a liderança do Campeonato Brasileiro. Na tarde deste domingo (6), debaixo de muita chuva, o Rubro-Negro superou o Remo por 1 a 0 no Mangueirão, em Belém, pela 26ª rodada da competição. O resultado levou o time carioca aos 54 pontos, ultrapassando o Palmeiras, que ainda iria a campo na rodada. O Verdão visitou o Botafogo no Estádio Nilton Santos, no Rio de Janeiro. A equipe paulista teria de vencer para voltar ao primeiro lugar, que ocupa desde março, coincidentemente, quando bateu justamente o Glorioso por 2 a 1, no Nubank Parque, em São Paulo. Mas… ficou no empate sem gols.

A terceira derrota seguida, por sua vez, mantém o Leão Azul com 23 pontos, no 19º e penúltimo lugar do Brasileirão. A equipe paraense está na zona de rebaixamento, que reúne as quatro piores campanhas da competição, o chamado Z-4.

O primeiro tempo foi de imposição do Flamengo no campo de ataque, por vezes com o Remo se colocando com os dez jogadores de linha na defesa. Aos quatro minutos, Pedro recebeu do também atacante Samuel Lino na esquerda e cruzou rasteiro. O meia Jorge Carrascal apareceu para concluir na pequena área, mas a bola foi por cima.

O Leão Azul teve grande oportunidade aos 26. Quase na meia-lua, o volante Patrick acionou Gabriel Taliari na direita. O zagueiro Léo Pereira escorregou e o atacante ficou na frente do goleiro Agustín Rossi, mas demorou para agir e foi desarmado. No contra-ataque, Samuel Lino recebeu na entrada da área e chutou no cantinho esquerdo, obrigando o goleiro Marcelo Rangel a se esticar para defender.

Antes do intervalo, o Remo esboçou uma pressão e quase abriu o marcador aos 44 minutos. O lateral Marcelinho cruzou pela direita e Gabriel Taliari cabeceou livre de marcação, mas Rossi salvou o Flamengo.

No segundo tempo, o Rubro-Negro assustou duas vezes em quatro minutos. Aos três, Samuel Lino dominou na entrada da área e finalizou no canto direito, acertando o pé da trave. No ataque seguinte, o lateral Ayrton Lucas cruzou pela esquerda, Pedro concluiu e Marcelo Rangel fez uma grande intervenção.

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O goleiro do Remo brilhou novamente aos dez minutos. Após cruzamento rasteiro de Ayrton Lucas, Pedro apareceu nas costas da marcação e desviou quase debaixo do travessão, mas o arqueiro conseguiu bloquear o chute do camisa 9.

A insistência do Flamengo acabou recompensada aos 19. O meia Giorgian de Arrascaeta, desde a meia-lua, encontrou Samuel Lino, que entrou na área e chutou de biquinho no canto esquerdo, enfim levando a melhor na disputa com Marcelo Rangel.

Com a interminável chuva em Belém, o gramado, aos poucos, foi ficando mais pesado, dificultando a movimentação a troca de passes. O Remo, precisando buscar ao menos um empate, pressionou atrás do gol, mas o placar não se alterou no Mangueirão.

Santos afunda Inter

Mais dois jogos movimentaram a tarde de domingo. No Beira-Rio, em Porto Alegre, o Santos venceu o Internacional por 3 a 2, respirando na luta contra o rebaixamento e deixando o Colorado em situação cada vez mais delicada.

O Peixe saiu na frente aos sete minutos, com Gabriel Barbosa. O atacante aproveitou uma pisada na bola do zagueiro Félix Torres quase no meio de campo para correr em direção à área e abrir o placar.

O próprio Gabigol ampliou aos 28, em pênalti de Matheus Bahia em cima do camisa 9 santista. O lateral foi expulso. Dez minutos depois, o meia Benjamin Rollheiser cruzou pela esquerda e o volante Christian Oliva fez o terceiro, de cabeça.

O Inter tentou reagir na volta para o segundo tempo. Aos dois minutos, o lateral Braian Aguirre arriscou de longe e acertou o ângulo do goleiro Gabriel Brazão, descontando a vantagem santista.

No fim do jogo, aos 44 minutos, o meia Miguelito cometeu pênalti em cima do atacante Vitinho. O volante Bruno Henrique mandou para as redes e manteve o time gaúcho vivo na partida, mas sem conseguir chegar ao empate.

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Com 32 pontos, o Santos se distanciou de vez do Z-4, abrindo sete pontos para o próprio Internacional, que ocupa a 18ª e antepenúltima posição. O Colorado soma os mesmos 25 pontos do Vasco, mas o Gigante da Colina tem uma vitória a mais e fica à frente, em 17º, abrindo a zona de rebaixamento.

Cruzeiro cola no G-5

No Mineirão, em Belo Horizonte, o Cruzeiro levou a melhor sobre o Athletico (PR) e ganhou por 2 a 1. A Raposa foi a 42 pontos, na sexta posição, e se mantém na cola do G-5, como é chamado o grupo de times que estão se classificando para a Libertadores, que engloba os cinco primeiros colocados. O Furacão, com 45 pontos, é o terceiro.

Aos 29 minutos do primeiro tempo, Gerson cruzou pela esquerda e o também meia Matheus Pereira escorou para as redes, colocando o Cruzeiro à frente. Os mineiros marcaram de novo aos 42, com o volante Matheus Henrique, mas o gol foi anulado com auxílio do árbitro de vídeo (VAR), após dois minutos de verificação. Gerson, que participou do lance, estava impedido.

A resposta do Athletico (PR) foi imediata. Aos 45, o meia João Cruz recebeu na esquerda, próximo ao bico da grande área, e bateu com categoria. A bola foi quase no ângulo, sem chances para defesa do goleiro Otávio.

Nos acréscimos da etapa inicial, Matheus Pereira estava com um dos pés na área ao ser derrubado pelo zagueiro Luiz Gustavo. Com participação do VAR, o pênalti foi marcado e o próprio meia cobrou, mas o goleiro Mycael fez a defesa no canto direito.

No segundo tempo, o Cruzeiro retomou a dianteira aos 25 minutos, com Lucas Romero. Marcado pelo zagueiro Juan Aguirre, Matheus Pereira foi acionado por Gerson e fez o passe de primeira para Lucas Romero. O volante invadiu a área e mandou no canto direito de Mycael.

O terceiro saiu aos 36, em novo pênalti favorável à Raposa, desta vez cometido por Mycael em cima de Kaio Jorge. O próprio atacante foi para a cobrança e converteu, mandando no canto direito do goleiro rubro-negro, dando números finais ao duelo.

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