Search
Close this search box.

NOVOS AVANÇOS, NOVOS CAMINHOS

“Várzea Grande vai fechar o ano de 2021 com investimentos de R$ 100 milhões”

Publicados

em

Investimos R$ 100 milhões em recursos próprios nestas obras que valorizam a cidade e os imóveis dos moradores, sem contar que o pavimento asfáltico representa qualidade de vida”.

Disse o Prefeito da Cidade Industrial, Kalil Sarat Baracat de Arruda (MDB), sinalizando que em 2022 vai manter o ritmo na execução de obras como essa que são importantes e fundamentais em uma cidade que cresce uma média entre 5% e 7% ao ano.

E conforme o Prefeito de Várzea Grande, Kalil Baracat, a cidade de Várzea Grande vai fechar este ano de 2021 com obras de pavimentação asfáltica de novas ruas e avenidas e recapeamento no total de 150 quilômetros, sendo 75 km de novo asfalto e 75 km de recapeamento em ruas e avenidas com asfalto desgastado pelo uso e pelo tempo, obras essas realizadas com recursos próprios e por estar as finanças públicas municipais equilibradas entre receitas e despesas, visando atender as demandas da cidade e de sua população.

O prefeito várzea-grandense lembrou ainda que a saúde financeira de Várzea Grande e a transparência nos gastos públicos tem permitido a Administração Municipal acionar empréstimos de instituições financeiras oficiais como os R$ 90 milhões recentemente contratados e que começaram a ser executados em obras em 2022.

Decidimos do total de R$ 90 milhões emprestados junto a Caixa Econômica Federal, destinar R$ 70 milhões para obras de pavimentação asfáltica e R$ 20 milhões para obras que neste ano de 2021 estão recebendo R$ 100 milhões em obras de abastecimento de água e de esgoto, fora os recursos próprios que vem da arrecadação de impostos pagos pelos cidadãos de Várzea Grande e que devem retornar em benefício para todos, disse Kalil Baracat.

Ele lembrou do apoio de senadores e deputados federais da bancada de Mato Grosso no Congresso Nacional e por parte dos deputados estaduais e do Governo do Estado que tem sinalizado positivamente na ajuda a Várzea Grande.

Não tem faltado apoio dos representantes no Congresso Nacional e na Assembleia Legislativa e também no Governo do Estado nos anseios de Várzea Grande, mas não deixo também de lembrar que temos em todos os investimentos realizados, aportando recursos próprios de Várzea Grande, pois, entendo que o pagamento de impostos, taxas e serviços devem ser revertidos em benefícios para o município e para sua gente, explicou Kalil Baracat.

Sem deixar de citar a questão da água, que ele considera o principal desafio de sua gestão, Kalil Baracat apontou que todas as ações e medidas adotadas por sua gestão leva em consideração essa pendência, por essa razão, as obras de pavimentação de novas ruas e avenidas e até mesmo de recapeamento asfáltico, priorizam as obras de novas redes de distribuição de água que serão fundamentais quando as novas Estações de Tratamento e Abastecimento (ETAs) de água estarão prontas e captando, tratando e distribuindo água para toda a população de Várzea Grande.

As obras de novas ruas e avenidas pavimentadas vem com galerias pluviais para escoamento das águas das chuvas, meio-fio e sarjeta, além das redes de distribuição de água que atenderão as demandas de nossa população”, sinalizou Kalil Baracat.

Leia Também:  Jayme Campos defende acordo Mercosul–União Europeia, mas alerta para barreiras ao Agronegócio brasileiro
Propaganda

ECONOMIA

Conta de energia pode acumular quase R$ 1 trilhão em custos adicionais até 2050

Publicados

em

Um levantamento divulgado pela Frente Nacional dos Consumidores de Energia (FNCE) estima que medidas adotadas entre janeiro de 2023 e maio de 2026 poderão acrescentar aproximadamente R$ 985 bilhões às tarifas de energia elétrica brasileiras até 2050. O estudo analisa decisões relacionadas ao setor elétrico e projeta seus impactos financeiros para consumidores residenciais, produtores rurais, comerciantes, indústrias e prestadores de serviços em todo o país.

Segundo a entidade, os custos adicionais decorrem de medidas provisórias, leis, leilões de energia, acordos administrativos e alterações legislativas aprovadas no período analisado. A projeção indica que os efeitos dessas iniciativas tendem a ser incorporados gradualmente às tarifas, influenciando a composição da conta de luz nas próximas décadas.

A política energética brasileira é conduzida pelo Governo Federal, responsável pelo planejamento do setor, pela formulação de diretrizes, pela edição de medidas provisórias e pela coordenação de ações administrativas. De acordo com a análise apresentada pela Frente Nacional dos Consumidores de Energia (FNCE), decisões tomadas nesse âmbito podem produzir impactos permanentes sobre a estrutura tarifária quando resultam na criação de novos encargos ou obrigações para o sistema elétrico.

Leia Também:  Salários de agosto estão sendo quitados para servidores de Várzea Grande

O estudo também destaca a participação do Congresso Nacional no processo de definição das regras do setor. Conforme a entidade, a aprovação de dispositivos inseridos em projetos legislativos, conhecidos como “jabutis”, e a manutenção de mecanismos que elevam os custos permanentes do sistema contribuem para ampliar despesas posteriormente repassadas aos consumidores por meio das tarifas.

Na avaliação da Frente Nacional dos Consumidores de Energia, o atual modelo transfere aos usuários finais o financiamento de subsídios, contratações compulsórias de energia, acordos administrativos e outras obrigações regulatórias. Como consequência, consumidores de diferentes segmentos assumem custos cuja definição ocorre durante o processo de elaboração e aprovação das políticas públicas.

A entidade afirma ainda que a sucessão de medidas adotadas sem uma estratégia integrada compromete a sustentabilidade econômica do setor elétrico. O diagnóstico apresentado defende a necessidade de uma reforma estrutural capaz de reduzir encargos, aumentar a eficiência regulatória e preservar a modicidade tarifária como princípio orientador da política energética nacional.

Os reflexos das tarifas mais elevadas, segundo especialistas do setor, vão além do orçamento das famílias. O aumento do custo da energia elétrica pode elevar despesas operacionais da indústria, do comércio, do agronegócio e do setor de serviços, afetando a competitividade da economia, pressionando preços e influenciando o comportamento da inflação ao longo do tempo.

Leia Também:  "Situação da pasta da Saúde de Cuiabá está um “caos”"

Outro aspecto destacado pelo levantamento é a recorrente incorporação de novos custos às contas de energia como mecanismo de financiamento de decisões relacionadas ao setor elétrico. Para a FNCE, esse processo evidencia a necessidade de ampliar o debate sobre eficiência administrativa, revisão de gastos públicos e aperfeiçoamento das normas regulatórias que disciplinam o mercado de energia.

A projeção de aproximadamente R$ 985 bilhões em custos adicionais até 2050 amplia a discussão sobre planejamento energético e responsabilidade fiscal. Embora as decisões envolvam aspectos técnicos e regulatórios, seus efeitos alcançam diretamente consumidores, empresas e toda a cadeia produtiva, tornando o tema relevante para o debate sobre políticas públicas e desenvolvimento econômico.

Diante desse cenário, o estudo sustenta que o equilíbrio entre segurança energética, eficiência administrativa e modicidade tarifária permanece como um dos principais desafios do setor elétrico brasileiro. A entidade defende que futuras decisões sejam acompanhadas de maior planejamento, avaliação de impactos econômicos e transparência, buscando reduzir a pressão sobre as tarifas e preservar o poder de compra da população.

Continue lendo

MAIS LIDAS DA SEMANA