PÓS-PANDEMIA

TCE-MT divulga estudo do Sebrae que orienta municípios no pós-pandemia

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Com o intuito de auxiliar os municípios no retorno das atividades pós-pandemia do novo “Coronavírus“, a “Covid-19“, a Associação dos Tribunais de Contas do Brasil (Atricon) distribuiu para todas as Cortes de Contas do país um estudo elaborado pelo Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), com 38 protocolos orientativos.

O documento, denominado “Referências para a retomada pós-pandemia “Covid-19“: Atividades Econômicas & Protocolos de Segurança”, aborda diversos setores da economia, entre eles, saúde, alimentação, beleza, construção civil, indústrias de base tecnológica, logística e transporte, moda, pet shops, serviços educacionais e varejo. O foco é ajudar os municípios a retomar às atividades econômicas de forma segura, gradual e consciente.

O estudo reúne as medidas de flexibilização para a abertura das atividades empresariais e protocolos de segurança divulgados pelos governos federais, estaduais e municipais, assim como entidades de classe. Também são abordados exemplos internacionais de países que já estão implementando seus planos de retomada e orientações para retomada dos pequenos negócios (disponível somente no link: sebrae.com.br/retomada).

Produzido pelo Sebrae, o estudo teve o apoio da Frente Nacional dos Prefeitos (FNM), da Confederação Nacional dos Municípios (CNM), da Associação Nacional dos Membros do Ministério Público (ANMP) e diversas associações profissionais.

Todas as recomendações contidas no documento são da Organização Mundial da Saúde (OMS), segundo a qual, por enquanto, as maneiras mais eficazes de proteger a si e aos outros são:

– Manter o isolamento social;
– Lavar as mãos com água e sabão ou higienizador à base de álcool 70;
– Manter pelo menos 1 metro de distância entre você e qualquer pessoa que esteja tossindo ou espirrando;
– Evitar tocar nos olhos, nariz e boca.
– Certificar-se de que você e as pessoas ao seu redor seguem uma boa higiene respiratória. Isso significa cobrir – boca e o nariz com a parte interna do cotovelo ou lenço quando tossir ou espirrar;
– Ficar em casa se não se sentir bem. Se você tiver febre, tosse e dificuldade em respirar, procure atendimento médico;
– Pessoas doentes devem adiar ou evitar viajar para as áreas afetadas pelo coronavírus;
– Os viajantes que retornam das áreas afetadas devem monitorar seus sintomas por 14 dias e seguir os protocolos nacionais dos países receptores; e se ocorrerem sintomas, devem entrar em contato com um médico e informar sobre o histórico de viagem e os sintomas.

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ECONOMIA

Associação Comercial de Cuiabá e demais entidades do comércio entregam manifesto contrário ao “Novo Decreto Municipal”

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A Associação Comercial e Empresarial de Cuiabá (ACC) e demais representantes do comércio fizeram uma manifestação nesta sexta-feira (03), em frente à Prefeitura de Cuiabá, contrários às decisões do Prefeito de Cuiabá, Emanuel Pinheiro (MDB) em relação ao Decreto nº 7.975, de 02/07/2020. A medida institui o rodízio de carros e de CPF para o acesso ao comércio, bancos, lotéricas e mercados da Capital.

Os representantes das entidades foram recebidos pelo chefe de gabinete da Prefeitura de Cuiabá, Antônio Monreal Neto, e entregaram o manifesto assinado por todos, para conhecimento do prefeito. Neto ficou de agendar uma reunião com Emanuel Pinheiro para discussão das novas decisões. Também participaram da reunião os vereadores Orivaldo da Farmácia e Diego Guimarães e o deputado Ulysses Moraes.

Dentre os questionamentos do manifesto, foram apontados a falta de diálogo do prefeito com os comerciantes quanto às medidas tomadas diante do combate ao novo Coronavírus (COVID-19), bem como os critérios e embasamentos técnicos adotados. Além disso, as entidades reivindicaram a participação de membros do comércio no “Comitê de Enfrentamento à “Covid-19“”.

Há necessidade de abrir o diálogo com a sociedade, porque as medidas estão sendo tomadas dentro do gabinete, sem a participação dos representantes do comércio, que neste caso é o segmento que mais sofre com as consequências das decisões”, alertou Jonas Alves, presidente da ACC e da Federação das Associações Comerciais e Empresariais de Mato Grosso (Facmat), que também assinou o manifesto.

Segundo ele, as entidades uniram-se e tentam amenizar os impactos para o setor.

O empresário já fez muitos sacrifícios, nós pedimos que pelo menos essas medidas possam dar tempo para que se preparem. Não há alinhamento e todos ficam perdidos com essas decisões”, frisou Alves.

Além da ACC e Facmat, assinam o documento a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (Fecomércio/MT), Federação das Câmaras de Dirigentes Lojistas (FCDL/MT) e CDL Cuiabá.

A essas entidades, juntarem-se outras que também se sentiram prejudicadas pelo decreto, entre elas, o Sindicato do Comércio Varejista de Gêneros Alimentícios do Estado de Mato Grosso (Sincovaga) e o Conselho Regional de Corretores de Imóveis do Estado (Creci/MT).

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