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NOVOS FELIZARDOS

Nota MT contempla consumidores de Várzea Grande, Cuiabá e Jaciara com R$ 10 mil

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O 11º sorteio de 2021 do Programa Nota MT foi realizado na manhã desta quinta-feira (09) e premiou 1.001 consumidores que pediram o CPF na nota entre os dias 1º a 31 de agosto deste ano. Os cinco primeiros ganhadores foram contemplados com R$ 10 mil e outros 996 sortudos receberão o valor de R$ 500 somando. Quatro pessoas foram contempladas duas vezes.

De acordo com o resultado divulgado pela Secretaria de Fazenda, os cinco contemplados com R$ 10 mil são: Itei Silva Daltro, de Cuiabá; Dalva Leite de Sá, Angela Laverde da Silva e Creilson Fernandes de Lima, de Várzea Grande e ainda Lilian Barbosa do Sacramento Antunes, de Jaciara.

As entidades escolhidas por esses ganhadores para serem beneficiadas com 20% do valor são: Lar dos Idosos São Vicente de Paulo, de Várzea Grande indicada duas vezes, portanto vai receber R$ 4 mil. Hospital do Câncer, Associação de Amigos da Criança com Câncer de Mato Grosso (AACC), em Cuiabá e Associação Pestalozzi, de Jaciara.

Além de Cuiabá que liderou o número de sorteados com 376 prêmios, outros municípios que também tiveram um número expressivo de contemplados são: Sinop (84), Várzea Grande (74), Rondonópolis (69), Tangará da Serra (42) e Cáceres (33).

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A secretária adjunta da Contadoria Geral do Estado, Anésia Cristina Batista, coordenou o sorteio e lembrou aos consumidores da importância de solicitar o CPF na nota fiscal.

Essa ação não é só a possibilidade de você ganhar um prêmio, é um ato de cidadania ao pedir a inclusão do seu CPF na emissão de notas fiscais e viabilizar a arrecadação dos tributos sejam devidamente recolhidos também. Por isso, é importante você pedir o CPF na nota fiscal, inclusive naqueles bilhetes de passagem. Depois é só aguardar e quem sabe pode ser o próximo sorteado”, disse a secretária.

Esta foi a primeira de duas premiações deste mês. O próximo é o sorteio especial de Primavera, que será realizado na próxima quinta-feira (16). Portanto, no final desse mês serão 1.010 prêmios distribuídos, somando um total de R$ 800 mil. Ao todo, já foram realizados 35 sorteios do Nota MT, desde o lançamento em 2019.

O resultado do sorteio será publicado no site e aplicativo do Nota MT, além das redes sociais da Sefaz: Instagram@sefazmt e Facebook@sefazmatogrosso.

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http://www.mt.gov.br/documents/6071037/14686260/Resultado+do+Sorteio+Nota+MT+-+Mensal+Agosto+2021.pdf/93cb530e-e345-92d9-d28b-45d77be3ee9d

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ECONOMIA

Conta de energia pode acumular quase R$ 1 trilhão em custos adicionais até 2050

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Um levantamento divulgado pela Frente Nacional dos Consumidores de Energia (FNCE) estima que medidas adotadas entre janeiro de 2023 e maio de 2026 poderão acrescentar aproximadamente R$ 985 bilhões às tarifas de energia elétrica brasileiras até 2050. O estudo analisa decisões relacionadas ao setor elétrico e projeta seus impactos financeiros para consumidores residenciais, produtores rurais, comerciantes, indústrias e prestadores de serviços em todo o país.

Segundo a entidade, os custos adicionais decorrem de medidas provisórias, leis, leilões de energia, acordos administrativos e alterações legislativas aprovadas no período analisado. A projeção indica que os efeitos dessas iniciativas tendem a ser incorporados gradualmente às tarifas, influenciando a composição da conta de luz nas próximas décadas.

A política energética brasileira é conduzida pelo Governo Federal, responsável pelo planejamento do setor, pela formulação de diretrizes, pela edição de medidas provisórias e pela coordenação de ações administrativas. De acordo com a análise apresentada pela Frente Nacional dos Consumidores de Energia (FNCE), decisões tomadas nesse âmbito podem produzir impactos permanentes sobre a estrutura tarifária quando resultam na criação de novos encargos ou obrigações para o sistema elétrico.

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O estudo também destaca a participação do Congresso Nacional no processo de definição das regras do setor. Conforme a entidade, a aprovação de dispositivos inseridos em projetos legislativos, conhecidos como “jabutis”, e a manutenção de mecanismos que elevam os custos permanentes do sistema contribuem para ampliar despesas posteriormente repassadas aos consumidores por meio das tarifas.

Na avaliação da Frente Nacional dos Consumidores de Energia, o atual modelo transfere aos usuários finais o financiamento de subsídios, contratações compulsórias de energia, acordos administrativos e outras obrigações regulatórias. Como consequência, consumidores de diferentes segmentos assumem custos cuja definição ocorre durante o processo de elaboração e aprovação das políticas públicas.

A entidade afirma ainda que a sucessão de medidas adotadas sem uma estratégia integrada compromete a sustentabilidade econômica do setor elétrico. O diagnóstico apresentado defende a necessidade de uma reforma estrutural capaz de reduzir encargos, aumentar a eficiência regulatória e preservar a modicidade tarifária como princípio orientador da política energética nacional.

Os reflexos das tarifas mais elevadas, segundo especialistas do setor, vão além do orçamento das famílias. O aumento do custo da energia elétrica pode elevar despesas operacionais da indústria, do comércio, do agronegócio e do setor de serviços, afetando a competitividade da economia, pressionando preços e influenciando o comportamento da inflação ao longo do tempo.

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Outro aspecto destacado pelo levantamento é a recorrente incorporação de novos custos às contas de energia como mecanismo de financiamento de decisões relacionadas ao setor elétrico. Para a FNCE, esse processo evidencia a necessidade de ampliar o debate sobre eficiência administrativa, revisão de gastos públicos e aperfeiçoamento das normas regulatórias que disciplinam o mercado de energia.

A projeção de aproximadamente R$ 985 bilhões em custos adicionais até 2050 amplia a discussão sobre planejamento energético e responsabilidade fiscal. Embora as decisões envolvam aspectos técnicos e regulatórios, seus efeitos alcançam diretamente consumidores, empresas e toda a cadeia produtiva, tornando o tema relevante para o debate sobre políticas públicas e desenvolvimento econômico.

Diante desse cenário, o estudo sustenta que o equilíbrio entre segurança energética, eficiência administrativa e modicidade tarifária permanece como um dos principais desafios do setor elétrico brasileiro. A entidade defende que futuras decisões sejam acompanhadas de maior planejamento, avaliação de impactos econômicos e transparência, buscando reduzir a pressão sobre as tarifas e preservar o poder de compra da população.

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