ECONOMIA
Cadastro Positivo chega trazendo “otimismo” para os comerciantes
O Cadastro Positivo que passou a valer no início deste mês de julho de 2019, está gerando muitas dúvidas e controversas entre os consumidores.
Os principais questionamentos são:
O que é o Cadastro Positivo?
É um sistema simplificado de um banco de dados de consumidores, que considera todas contas que vão vencer e as que já foram pagas, para facilitar liberação do crédito, com a determinada quantia, conivente com a capacidade do consumidor.
“SPC, Serasa e Boa Vista são denominados de Birôs, que baseados nas informações dos clientes, calculam os escore de credito”.
Como funciona?
Aquele consumidor que cumpre com as suas responsabilidades e obrigações religiosamente em dia, recebe uma nota, 1.000, aqueles que por algum motivo não conseguem manter suas contas em dia, cometendo atrasos frequentes ou esporadicamente, recebem outro tipo de nota, quanto menor a nota, maior é a dificuldade para o consumidor conseguir credito, quando for necessário.
O que muda com o Cadastro Positivo?
O que antes o consumidor tinha que apresentar todos os dados possíveis como documentos, para começar uma negociação de credito, com o Cadastro Positivo a movimentação financeira, com os pagamentos efetuados sem constantes atrasos, de cada consumidor serão os requisitos necessários para aquisição de um credito.
“Serão avaliadas a capacidade do consumidor cumprir com suas contas”.
Os juros irão ficar menores?
De acordo com informações de especialistas a estimativa é que permaneça o mesmo, por enquanto, já que o Brasil enfrenta uma das menores taxas de inadimplência da história, que não chega nem a 5%, e mesmo assim, as taxas de juros do credito no Brasil, é umas das maiores do mundo.
De acordo com Câmara de Dirigentes Lojistas de Cuiabá, o Cadastro Positivo chegou trazendo mais facilidade e menos burocracia, para os consumidores fazerem as compras a prazo.
“A estimativa é que o Cadastro Positivo venha provocar a queda de juros bancários e maior prazo para os bons pagadores”.
A previsão é que o Cadastro Positivo facilite aquisição de credito, que venha fomentar o mercado, gerando mais circulação de receita, aumento nas compras e vendas, gerando mais empregos, renda, aumento de impostos e desenvolvimento do setor.
Para alguns comerciantes, é uma cadeia toda que será beneficiada, ganha desde o fabricante dos produtos, os transportadores, os comerciantes donos de lojas, até os consumidores. – (Lauro Nazário)
ECONOMIA
Comércio na capital poderá funcionar no Dia de Corpus Christi
O dia de Corpus Christi será celebrado em 4 de junho de 2026, quinta-feira da próxima semana, e pode garantir folga prolongada a trabalhadores de parte do país. Apesar da tradição religiosa, a data não é feriado nacional e aparece no calendário federal como ponto facultativo, o que significa que a dispensa do expediente depende das regras adotadas por estados e municípios.
A principal diferença está na classificação da data. Quando Corpus Christi é feriado por lei local, a regra geral é de dispensa do trabalho. Já nas cidades em que a data é tratada apenas como ponto facultativo, a liberação dos empregados depende de decisão do empregador, no caso da iniciativa privada, ou de norma interna, no caso de órgãos públicos.
A Câmara de Dirigentes Lojistas de Cuiabá (CDL Cuiabá) informa que o comércio varejista de rua e shoppings centers da capital poderá abrir normalmente no feriado de 4 de junho, dia de Corpus Christi. A abertura foi prevista na Convenção Coletiva de Trabalho do setor varejista e de serviços da Capital e de Várzea Grande para o ano de 2026.
A CDL Cuiabá esclarece ainda que os empresários que decidirem abrir as portas no feriado religioso, no entanto, terão que seguir a regra sobre o pagamento dos trabalhadores das horas trabalhadas em dobro, comissões das vendas efetuadas no dia e publicação em quadro de avisos das empresas.

A convenção trabalhista vale para empresas e trabalhadores do comércio varejista nas duas cidades da região metropolitana, conforme acordo estabelecido entre os sindicatos patronais e o laboral. O acordo inclui as áreas de bens, serviços e comércio de tecidos e confecções, calçados, óticas, material de construção e representantes comerciais.
“A convenção é a principal referência que define aos empresários e trabalhadores o funcionamento do comércio. Nosso papel é garantir que todos os associados estejam bem informados sobre o que prevê a convenção coletiva“, destaca Júnior Macagnam, presidente da CDL Cuiabá.
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