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Taques autoriza retomada de obras de mobilidade urbana

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Nesta quarta feira o Diário Oficial veio publicado um decreto N° 18 do governador do estado Pedro Taques (PDT) para as retomadas das obras da copa do mundo que estavam sobre a responsabilidade da Secopa (secretaria Extraordinária da Copa) que hoje estão na responsabilidade da Secid ( Secretaria de Estado de Cidades).

taques.audienciaSegundo o secretario de Cidades Eduardo Chiletto, todas as obras que serão retomadas pelo governo do estado, e vai seguir um cronograma com apoio de dois outros secretários, a orientação do controlador do estado Ciro Rodolpho Gonçalves  e também da PGE, procurador Patryck Ayala.

Segundo secretario de Cidades Eduardo Chiletto, uma de suas responsabilidades estão as obras de mobilidade e travessia urbana, as obras da Arena Pantanal e também as dos Centros Oficiais de Treinamento (COT) do Pari e da UFMT.

Mesmo com as obras sendo retomada, isso não quer dizer que os serviços de auditórias nos contratos serão parados, eles vão continuar a ser realizados disse Chiletto.

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Dos 32 contratos das obras da copa no valor de R$ 933 milhões, 20 deles ainda estão sendo executados ao valor de R$ 155 milhões de reais que ainda faltam para o seu termino, menos as  obras do VLT (Veículos Leve Sobre Trilhos), que segundo o consorcio que esta a frente dos trabalhos do VLT necessita de um repasse adicional de R$ 293 milhões para que eles possam dar andamentos aos trabalhos que estão paradas para analises no Departamento Jurídico da Secid desde o ano passado por falta de pagamentos.

Chiletto disse ainda que as obras que são de recursos do Governo Federal, terão prioridades para o seu termino, para que o estado não seja prejudicado e consequentemente não venham verbas Federais.

As obras prioritárias estão a do termino do Complexo Viário do Tijucal, as trincheiras Trabalhadores-Jurumirim, Verdão-Santa Isabel e ainda o Viaduto Dom Orlando Chaves, em Várzea Grande. 

A Trincheira da Santa Rosa esta no TAC ( Termo de Ajustamento de Conduta), e vem sendo feitos os seus trabalho de execução com convenio do DNIT ( Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes), logo após, os términos das obras que estão com pequenas intervenções. 

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Seca e focos de queimadas elevam a migração de animais peçonhentos para residências urbanas em Várzea Grande

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A mudança desordenada do ambiente e o uso indiscriminado de venenos podem favorecer a proliferação de animais peçonhentos, como escorpiões, aranhas e cobras. Quando o ambiente natural é alterado, esses animais perdem seus abrigos e passam a buscar refúgio em áreas urbanas, residências e quintais. O uso de venenos sem orientação técnica elimina predadores naturais e presas, como insetos, desequilibrando o ecossistema.

Esse desequilíbrio faz com que os animais peçonhentos se espalhem com mais facilidade e apareçam com maior frequência. A melhor forma de prevenção é o controle ambiental: limpeza, eliminação de entulhos, manejo correto do lixo e orientação adequada da população.

As condições climáticas adversas observadas no município de Várzea Grande, caracterizadas pelo período de estiagem severa e pelo aumento dos focos de queimadas, estão forçando espécies peçonhentas, como escorpiões, aranhas, serpentes, abelhas e lacraias, a migrarem de seus habitats naturais rumo a perímetros urbanizados em busca de abrigo, água e alimento.

Os moradores de todas as regiões da cidade, com especial atenção aos residentes de bairros periféricos e de áreas próximas a terrenos baldios ou com acúmulo de entulhos, encontram-se expostos a essa aproximação sinantrópica, que exige maior rigor nas medidas preventivas cotidianas dentro e fora das habitações.

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O fenômeno atinge sua cúpula epidemiológica no período de estiagem de 2026, com dados coletados entre janeiro e agosto demonstrando a ocorrência sistemática de acidentes, sob a liderança dos escorpiões, que computaram 60 notificações no município durante os primeiros oito meses deste exercício.

A migração massiva fundamenta-se na destruição e degradação dos ecossistemas nativos pelo fogo, somadas às temperaturas extremas, dinâmica que compele os espécimes a buscarem ambientes sombreados, úmidos e com oferta abundante de presas, como as baratas urbanas.

Para conter a proliferação e o ingresso desses animais, o Centro de Controle de Zoonoses de Várzea Grande (CCZ-VG) recomenda a aplicação rigorosa da “técnica dos quatro As” (eliminação de abrigo, acesso, alimento e água), aliada à vedação de ralos, eliminação de entulhos e manutenção de quintais limpos.

Embora os registros ocorram em todo o território municipal, a Região 1 desponta como o epicentro das notificações, englobando localidades densamente povoadas como Grande Cristo Rei, Parque do Lago, Uniparque, Santa Clara, Aurília Curvo, Manga e trechos do Ponte Nova.

Diante do surgimento recorrente de espécimes, o CCZ-VG disponibiliza vistorias técnicas e orientações preventivas por meio do canal oficial de atendimento via WhatsApp, no número (65) 98476-5719, desaconselhando terminantemente o uso indiscriminado de pesticidas químicos.

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Em eventuais casos de picadas ou ferimentos, o munícipe deve dirigir-se imediatamente ao Pronto-Socorro Municipal de Várzea Grande, Unidade de Saúde dotada de estrutura técnica e insumos específicos, incluindo soros antiveneno para avaliação médica criteriosa.

A preocupação das autoridades de saúde justifica-se pela elevada vulnerabilidade de crianças e idosos, grupos nos quais a toxicidade dos venenos pode acarretar complicações clínicas graves, independentemente do porte ou da coloração do animal envolvido na ocorrência.

Atuam na linha de frente desse trabalho de conscientização e monitoramento os biólogos e técnicos do Centro de Controle de Zoonoses de Várzea Grande (CCZ-VG), a exemplo da especialista Thayse Oliveira, que mapeiam a presença de espécies de relevância médica nacional, como o Tityus serrulatus e o Tityus bahiensis, para orientar a população local.

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