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VACINAÇÃO CONTRA COVID-19 EM 14 UNIDADES DE SAÚDE

“Queremos e vamos avançar mais, pois a COVID-19 não dá trégua”

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Quem não se vacina não coloca apenas a própria saúde em risco, mas também a de seus familiares e outras pessoas com quem tem contato, além de contribuir para aumentar a circulação de doenças. Tomar vacinas é a melhor maneira de se proteger de uma variedade de doenças graves e de suas complicações, que podem até levar à morte.

A maioria das doenças que podem ser prevenidas por vacina são transmitidas pelo contato com objetos contaminados ou quando o doente espirra, tosse ou fala, pois ele expele pequenas gotículas que contém os agentes infecciosos. Assim, se um indivíduo é infectado, pode transmitir a doença para outros que também não foram imunizados.

Dentro do planejamento estratégico elaborado pela equipe técnica da Secretaria Municipal de Saúde (SMS), sob o comando do secretário Gonçalo Barros, o Prefeito da Cidade Industrial, Kalil Sarat Baracat de Arruda (MDB), autorizou a ampliação para 14 unidades de saúde municipais para vacinação das duas doses contra a COVID-19, além da dose de reforço, desde que cumprido os prazos e intervalos exigidos pelo Plano Nacional de Imunização (PNI) do Ministério da Saúde (MS).

Fora isto, a meta a ser atingida ainda em 2021, será de ter vacinação em 22 unidades de saúde e eventualmente quando necessário em dois outros pontos, no Centro Universitário UNIVAG e no Parque Berneck, em ponto fixo e “Drive Thru”, lembrando que o Parque Berneck irá permanecer aberto e vacinando todos os sábados.

Queremos e vamos avançar mais, pois a COVID-19 não dá trégua, prova maior, é a nova variante a Ômicron que se demonstra mais avassaladora no contágio, mas menos letal do que a variante Delta, portanto, todo cuidado é pouco e Várzea Grande não pode deixar de zelar pela sua gente”.

O Prefeito de Várzea Grande, Kalil Baracat, apontou que a desativação do Ginásio Poliesportivo Júlio Domingos de Campos (Fiotão) e do Mini Estádio dos Jardim dos Estados será compensado pelas Unidades de Saúde que passam a vacinar todas as doses necessárias, ou seja, primeira ou segunda dose e dose de reforço, caso cumprido o prazo de cinco meses.

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O prefeito Kalil Baracat e o secretário de Saúde, Gonçalo Barros apontaram como fundamental a compreensão e ajuda da população quanto as medidas que ainda são importantes, como o uso de máscara, álcool em gel e distanciamento social.

Vamos insistir na prevenção, mas muito mais na vacinação que tem demonstrado pelos últimos boletins resultados expressivos. Nos 30 dias de novembro, foram 6 óbitos, vidas importantes que foram levadas pela COVID ou por sequelas da mesma, mas chegamos a passar 15, ou seja, entre os dias 05 de novembro a 20 deste mês sem óbitos e agora no mais recente quadro, entre 23 de novembro até hoje, 03 de dezembro, estamos a 12 dias sem perder vidas para a COVID, isto reflexo da vacinação que em Várzea Grande, disse o prefeito Kalil Baracat.

Gonçalo Barros assinalou que o planejamento estratégico montado pela Secretaria Municipal de Saúde de Várzea Grande, leva em conta o avanço da vacinação que atingiu a 97% de cobertura para o público-alvo com a primeira dose, mais de 80% de segunda dose e estamos em busca daqueles que completaram cinco meses ou 150 dias para a dose de reforço.

Todas nossas unidades de saúde estarão abastecidas com as doses necessárias, seja a primeira, segunda ou dose de reforço e nosso agendamento, bem como programas como o resgate cidadão para aqueles que perderam suas doses possam comparecer e receber a mesma. Quem tiver de 12 anos para cima e estiver apto a ser vacinado assim o será, essa é a vontade do prefeito e o que a ciência, a medicina tem colocado como primordial no combate a COVID-19”, alertou Gonçalo Barros, frisando que o papel da população é respeitar as regras de biossegurança e ir em busca da vacina para estar imunizada.

No tocante a realização de eventos de qualquer natureza, Gonçalo Barros lembrou que Várzea Grande mantém a obrigatoriedade do uso de máscara, álcool em gel e distanciamento social e limitação de 70% na capacidade de lotação de espaços para festas e este quadro somente será alterado de forma mais flexível ou até mesmo de forma mais endurecida de acordo com a ciência e a medicina.

Temos planejamento e isto requer uma série de dados para que as medidas sejam tomadas, por isso que acredito que Várzea Grande tem obtido resultados expressivos na sua vacinação e queremos e vamos avançar mais, tanto que o desejo do prefeito é vacinar crianças a partir dos 05 anos para cima”, explicou o titular da pasta de Saúde.

Gonçalo Barros frisou ainda que no início de 2022, a Prefeitura de Várzea Grande deverá retomar a vacinação ampliada em alguns destes pontos que foram agora encerrados, assim que completar cinco meses ou 150 dias da aplicação da segunda, para então aplicar a dose de reforço conforme preconizado no Plano Nacional de Imunização (PNI) do Ministério da Saúde (MS).

Temos um contingente considerável de pessoas que foram vacinadas com a segunda dose que no caso da PFizer e da Astrazeneca tinha um prazo inicial de 90 dias ou três meses entre a primeira e a segunda dose e agora foi reduzido para 60 dias ou dois meses. Fora isto, após a segunda dose, são mais cinco meses ou 150 dias, o que deve elevar o número de pessoa em busca da terceira dose ou dose de reforço nos primeiros dias de 2022 o que deve nos levar a abrir novamente ou o Ginásio Fiotão ou a UNIVAG para atender um contingente maior de pessoas“.

Pontos de vacinação

Unidades de Saúde (Segunda a sexta-feira, 08 as 11 horas e das 13 às 16 horas)

📍Centro Saúde Nossa Senhora da Guia;
📍 UBS Santa Isabel;
📍 UBS Cabo Michel;
📍 Clínica Atenção Primária Jd Glória;
📍 Policlínica Atenção Primária Cristo Rei;
📍 ESF Jardim Manaira;
📍UBS Ouro Verde;
📍Clínica de Atenção Primária 24 de dezembro;
📍 Policlínica Atenção Primária Parque do Lago;
📍PSF Capão;
📍Centro de Saúde Cohab Cristo Rei;
📍 Policlínica Marajoara;
📍 Centro de Saúde Água Limpa (Maçonaria);
📍UBS São Mateus (a partir de segunda-feira, 06 de dezembro).

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Destaques

Ação de R$ 182 Milhões contra ex-governador completa 7 anos no Judiciário de Mato Grosso

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Uma das principais denúncias de desvio de recursos públicos da história recente do Estado de Mato Grosso continua sem uma decisão de mérito definitiva. A Ação Civil Pública por improbidade administrativa, que tramita na Vara Especializada em Ações Coletivas de Cuiabá, busca a devida reparação aos cofres públicos diante de indícios robustos de fraudes no pagamento de precatórios.

O processo em questão aponta como réus o ex-governador Blairo Borges Maggi, o empresário Valdir Piran e outras oito pessoas físicas e jurídicas. Entre os demais acusados estão ex-secretários de Estado, procuradores estaduais e a Construtora Andrade Gutierrez, todos apontados como partícipes de um arranjo financeiro ilícito de caráter estruturado.

A controvérsia judicial, que se arrasta desde o ano de 2019, completou sete anos de tramitação sem que um desfecho definitivo tenha sido alcançado na Justiça de Mato Grosso. Os reiterados recursos processuais apresentados pelas defesas dos réus retardaram o andamento célere dos autos ao longo de quase uma década de controvérsias.

As supostas irregularidades processuais ocorreram no âmbito da administração pública direta do Estado de Mato Grosso, sediada na capital, Cuiabá. O epicentro das transações financeiras sob suspeita deu-se no âmbito da Secretaria de Estado de Fazenda (SEFAZ/MT) e envolveu créditos originados de autarquias estaduais já extintas.

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De acordo com as investigações, o esquema criminoso operou-se mediante a triangulação fraudulenta de repasses financeiros bilionários à Empreiteira Andrade Gutierrez sob o pretexto de quitação de precatórios judiciais.

Posteriormente, parte expressiva desses recursos públicos federais e estaduais era direcionada ao empresário Valdir Piran para fins de compensação de créditos privados.

A motivação por trás da referida engenharia financeira ilícita residia na necessidade urgente de quitação de uma dívida de caráter estritamente político de R$ 40 milhões. O grupo governamental da época contraíra esse débito volumoso com a Factoring pertencente ao empresário Valdir Piran, conforme apontam as investigações ministeriais.

O objetivo principal da referida operação ilegal consistia na obtenção rápida de dinheiro em espécie para garantir e consolidar a sustentabilidade política do grupo governante no poder. O “retorno” financeiro ilegal extraído do pagamento dos precatórios judiciais viabilizava a manutenção de privilégios ilícitos e o suborno continuado de parlamentares estaduais da base governista.

O expressivo prejuízo financeiro causado ao erário público estadual totalizou o montante histórico de R$ 182,9 milhões. Além do desfalque material milionário, a lentidão no julgamento do processo penal e civil acarreta severo desgaste à imagem do Poder Judiciário e fomenta um nocivo sentimento de impunidade social.

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A denúncia apresentada à Justiça baseia-se em auditorias técnicas minuciosas realizadas pela Procuradoria-Geral do Estado de Mato Grosso e pelo Tribunal de Contas do Estado. As conclusões probatórias foram reforçadas de forma substancial pelos detalhados depoimentos prestados pelo ex-governador Silval Barbosa em seu acordo homologado de colaboração premiada.

Em manifestações recentes anexadas aos autos judiciais, a defesa do ex-governador Blairo Maggi alegou veementemente a inocência de seu cliente e a total regularidade técnica dos pagamentos efetuados. De igual modo, os representantes legais de Valdir Piran e das demais empresas envolvidas asseveram a plena licitude das negociações financeiras entabuladas à época.

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