OPERAÇÃO POLICIAL
Polícias Civil e Federal deflagra “Operação Nuvem Impura”
Segundo a Constituição Federal Brasileira (artigo 227, de 1988) é dever da família e do Estado, assegurar que a criança não sofra nenhuma tipo de violência ou exploração. E o parágrafo quarto diz que: “A lei punirá severamente o abuso, a violência e a exploração sexual da criança e do adolescente”. Infelizmente, a lei não está cumprindo o que é de direito.
No Brasil, segundo a Unicef, mais de 250 mil crianças são vítimas de exploração sexual infantil. O crime (somados ao tráfico humano para exploração sexual) fica posicionado em terceiro lugar na lista de maiores movimentações econômicas, perdendo somente para Drogas e Armas, e, no país, quase mil municípios, entre os pouco mais de 5 mil, possuem registro de casos contra exploração sexual infantil.
A maior parte da violência sexual sofrida por crianças acontece dentro de casa, por conhecidos ou familiares e nas regiões onde ocorrem com mais frequência, segundo relatam os Conselheiros Tutelares, as vítimas ainda são acusadas pela família e pela mãe, que em alguns casos vêm as filhas como “concorrentes” e culpadas, o que dificulta muito o processo de denúncia dos casos, já que o agressor conta com a proteção dessa família, que em outros casos preferem abafar o caso do que seguir com a denúncia, que muitas vezes não resolverá a questão, mas pelo contrário, ainda poderia ser agravada.

Segundo a Constituição Federal Brasileira (artigo 227, de 1988) é dever da família e do Estado, assegurar que a criança não sofra nenhuma tipo de violência ou exploração. E o parágrafo quarto diz que: “A lei punirá severamente o abuso, a violência e a exploração sexual da criança e do adolescente”. Infelizmente, a lei não está cumprindo o que é de direito.
Operação em Mato Grosso
A Polícia Civil de Mato Grosso, por meio da Delegacia Especializada de Repressão a Crimes Informáticos (DRCI), em parceria com a Superintendência Regional da Polícia Federal de Mato Grosso, por meio do Grupo de Repressão a Crimes Cibernéticos (GRCC), deflagraram na manhã desta terça-feira (12) a “Operação Nuvem Impura“, em Cuiabá e Várzea Grande. Na ação foram cumpridos dois mandados de busca e apreensão entre outras medidas cautelares.
A “Operação Nuvem Impura“ conjunta visa combater a exploração sexual infantojuvenil, previstos no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA).

Durante cumprimento das buscas, foram apreendidos diversos aparelhos eletrônicos (celulares, notebooks, pendrives, HDs e outros), resultando na prisão em flagrante de um homem, que foram encontrados em sua posse fotos e vídeos que envolvem abuso sexual de crianças e de adolescentes.
Um homem foi preso em flagrante durante a “Operação Nuvem Impura“ que cumpre, em Cuiabá e Várzea Grande, dois mandados de busca e apreensão na manhã desta terça-feira (12) contra envolvidos em casos de exploração sexual infantojuvenil.
A “Operação Nuvem Impura“ acontece em conjunto entre a Polícia Civil (PC), por meio da Delegacia Especializada de Repressão a Crimes Informáticos (DRCI), e a Polícia Federal (PF), por meio do Grupo de Repressão a Crimes Cibernéticos (GRCC).
Destaques
Ação de R$ 182 Milhões contra ex-governador completa 7 anos no Judiciário de Mato Grosso
Uma das principais denúncias de desvio de recursos públicos da história recente do Estado de Mato Grosso continua sem uma decisão de mérito definitiva. A Ação Civil Pública por improbidade administrativa, que tramita na Vara Especializada em Ações Coletivas de Cuiabá, busca a devida reparação aos cofres públicos diante de indícios robustos de fraudes no pagamento de precatórios.
O processo em questão aponta como réus o ex-governador Blairo Borges Maggi, o empresário Valdir Piran e outras oito pessoas físicas e jurídicas. Entre os demais acusados estão ex-secretários de Estado, procuradores estaduais e a Construtora Andrade Gutierrez, todos apontados como partícipes de um arranjo financeiro ilícito de caráter estruturado.
A controvérsia judicial, que se arrasta desde o ano de 2019, completou sete anos de tramitação sem que um desfecho definitivo tenha sido alcançado na Justiça de Mato Grosso. Os reiterados recursos processuais apresentados pelas defesas dos réus retardaram o andamento célere dos autos ao longo de quase uma década de controvérsias.
As supostas irregularidades processuais ocorreram no âmbito da administração pública direta do Estado de Mato Grosso, sediada na capital, Cuiabá. O epicentro das transações financeiras sob suspeita deu-se no âmbito da Secretaria de Estado de Fazenda (SEFAZ/MT) e envolveu créditos originados de autarquias estaduais já extintas.
De acordo com as investigações, o esquema criminoso operou-se mediante a triangulação fraudulenta de repasses financeiros bilionários à Empreiteira Andrade Gutierrez sob o pretexto de quitação de precatórios judiciais.
Posteriormente, parte expressiva desses recursos públicos federais e estaduais era direcionada ao empresário Valdir Piran para fins de compensação de créditos privados.
A motivação por trás da referida engenharia financeira ilícita residia na necessidade urgente de quitação de uma dívida de caráter estritamente político de R$ 40 milhões. O grupo governamental da época contraíra esse débito volumoso com a Factoring pertencente ao empresário Valdir Piran, conforme apontam as investigações ministeriais.
O objetivo principal da referida operação ilegal consistia na obtenção rápida de dinheiro em espécie para garantir e consolidar a sustentabilidade política do grupo governante no poder. O “retorno” financeiro ilegal extraído do pagamento dos precatórios judiciais viabilizava a manutenção de privilégios ilícitos e o suborno continuado de parlamentares estaduais da base governista.
O expressivo prejuízo financeiro causado ao erário público estadual totalizou o montante histórico de R$ 182,9 milhões. Além do desfalque material milionário, a lentidão no julgamento do processo penal e civil acarreta severo desgaste à imagem do Poder Judiciário e fomenta um nocivo sentimento de impunidade social.
A denúncia apresentada à Justiça baseia-se em auditorias técnicas minuciosas realizadas pela Procuradoria-Geral do Estado de Mato Grosso e pelo Tribunal de Contas do Estado. As conclusões probatórias foram reforçadas de forma substancial pelos detalhados depoimentos prestados pelo ex-governador Silval Barbosa em seu acordo homologado de colaboração premiada.
Em manifestações recentes anexadas aos autos judiciais, a defesa do ex-governador Blairo Maggi alegou veementemente a inocência de seu cliente e a total regularidade técnica dos pagamentos efetuados. De igual modo, os representantes legais de Valdir Piran e das demais empresas envolvidas asseveram a plena licitude das negociações financeiras entabuladas à época.
-
Artigos6 dias atrásAo produtor rural, com respeito
-
Artigos5 dias atrásUm apelo ao STF
-
Política5 dias atrásCenário de “oposição” ganha força com disputa pela Mesa Diretora em Cuiabá
-
Artigos5 dias atrásNova droga aprovada pela Anvisa controla fogachos e outros sintomas associados à menopausa
-
Artigos6 dias atrásO novo índice que pode transformar o planejamento dos municípios de Mato Grosso
-
Política6 dias atrásPalácio Paiaguás: disputa acirrada marca cenário eleitoral
-
Destaques5 dias atrás“Tem deputado que xinga o Agro mas o dinheiro do Agronegócio banca sua família e suas amantes”
-
Artigos3 dias atrásO Papa Leão XIV e os dilemas da tecnologia


