Search
Close this search box.

Destaques

Executiva Estadual do MDB nega acordo com DEM e diz que vai acionar a Justiça Eleitoral para investigar “fake news”

Publicados

em

O MDB irá solicitar à justiça eleitoral a investigação da prática das chamadas “fake news” com a devida identificação e punição dos responsáveis

Foi o trecho da “NOTA” publicada pelo Movimento Democrático Brasileiro (MDB) em Mato Grosso, informando que vai acionar a Justiça Eleitoral para que o órgão fiscalizador venha combater o chamado fake news.

O Diretório Estadual do MDB disse que pretende através da Justiça combater os ataques covardes que o partido vem sofrendo e sofreu nesta quinta-feira (19) com a noticia publicada pelo Jornal A Gazeta que o MDB e seus membros estariam costurando um acordo com o Partido Democrata.

Os emedebistas dizem que a noticia é fake news, e não tem nenhuma verdade na matéria que foi noticiada, e que nunca existiu qualquer tipo de acordo para indicar membros do partidos para ser Conselheiro do Tribunal de Contas do Estado de Mato Grosso (TCE/MT), e muito menos para o Tribunal de Justiça do Estado de Mato Grosso (TJ/MT), além do loteamento de secretarias do Estado.

Na “NOTA” publicado pelo MDB, o partido destaca que as reuniões com os partidos que estão sendo coligados são todos eles realizados de portas abertas, e que as discussões sobre alianças tem sido pautada em projetos e ideias inovadoras com todos aqueles que fazem o grupo de “oposição” ao governo de Pedro Taques do Partido da Social Democracia Brasileira (PSDB), e que promoveu um “estelionato eleitoral” na eleição de 2014, tendo ainda “respaldo e credibilidade” junto a população para discutir um projeto para o futuro para Mato Grosso, e que para o MDB é inaceitável a prática de notícias falsas.

Nós queremos que a Justiça Eleitoral investigue os fatos, tudo que aconteceu, e tudo que esta publicada no “Jornal A Gazeta”, os chamados “fake news” já estão começando, e tem que punir as pessoas que são responsáveis pelos “fake news”.

O posicionamento de mudança de apoio do MDB nas eleições de 7 de outubro intensificou nesta semana gerando uma grande polemica, foi quando a sigla partidária comandada pelo cacique Carlos Bezerra, presidente estadual do MDB em Mato Grosso, estava praticamente selado uma aliança com o pré-candidato ao Governo do Estado, Senador Wellington Fagundes, presidente estadual do Partido da Republica (PR), e atravessou a ponte entre Cuiabá e Várzea Grande e “fechou” com os irmãos Campos, e com o pré-candidato do Democrata, o empresário Mauro Mendes Ferreira.

Carlos Bezerra, presidente estadual do MDB em Mato Grosso disse em nota que “o MDB promove o constante debate interno com seus militantes, parlamentares e simpatizantes. A decisão de se manter na oposição ao atual modelo de gestão no estado será confirmada de forma democrática e soberana na convenção partidária”.

Leia Também:  MPF e Polícia Federal fazem operação contra organização criminosa em 9 Estados

                                                  Veja nota:

MDB REPUDIA ATAQUES E PROMETE ACIONAR A JUSTIÇA

O Diretório Regional do Movimento Democrático Brasileiro vem manifestar seu repúdio aos covardes ataques que vem recebendo através de mentiras e especulações nos últimas dias.

O MDB sempre tem desenvolvido o debate de projetos e ideias de forma clara, transparente e republicana, mantendo diálogo constante com aqueles que buscam ter um projeto de oposição ao atual modelo de desgoverno que vivemos em nosso estado.

O MDB irá solicitar à justiça eleitoral a investigação da prática das chamadas “fake news” com a devida identificação e punição dos responsáveis.

Primar por uma campanha limpa e propositiva sempre tem sido a prática do nosso política.

O MDB se posicionou e alertou a população mato-grossense do risco eminente e das consequências gravíssimas para o estado, fruto do estelionato político e eleitoral que infelizmente se concretizou com a eleição do atual governo.

O posicionamento político e eleitoral do MDB nas eleições de 2014 e 2016 teve como resultado a confiança de quase 30% da população de nosso estado, que elegeu prefeitos filiados a nossa legenda. O MDB governa cidades que juntas somam quase 1 milhão de mato-grossenses.

O MDB promove o constante debate interno com seus militantes, parlamentares e simpatizantes. A decisão de se manter na oposição ao atual modelo de gestão no estado será confirmada de forma democrática e soberana na convenção partidária.

EXECUTIVA ESTADUAL DO MDB DE MATO GROSSO

Propaganda
Clique para comentar

Você precisa estar logado para postar um comentário Login

Deixe uma resposta

Destaques

Cacique Raoni é diagnosticado com câncer avançado

Publicados

em

Raoni Metuktire nasceu entre o começo dos anos 30 e os 40 (em 32, de acordo com seu passaporte) em Krajmopyjakare, hoje Kapot, em Mato Grosso. Ele é filho do cacique Umoro, da tribo Metuktire (daí o sobrenome), da etnia Caiapó. Aos 15 anos, segundo a narrativa oficial, Raoni teve ajuda do irmão Motibau para instalar o labret, o adorno utilizado no lábio inferior que marca sua feição até hoje.

Em 1954, Raoni teve o primeiro contato com os homens brancos ao se deparar com uma expedição dos irmãos Villas-Bôas, com quem aprendeu português, no documentário sobre ele, o cacique se refere a Orlando como pai. Também foram os Villas-Bôas que apresentaram o cacique ao seu primeiro contato internacional de renome: o rei Leopoldo 3º da Bélgica, que fazia uma expedição pelo Mato Grosso em 1962.

O cacique Raoni Metuktire, uma das principais lideranças indígenas do Brasil e reconhecido internacionalmente pela defesa dos povos originários e da Amazônia, foi diagnosticado com adenocarcinoma, um tipo de câncer de comportamento agressivo. A informação foi divulgada pelo Instituto Raoni na noite desta segunda-feira (14).

Leia Também:  Medida de “flexibilização” mais desafiadora: Retorno das crianças ao ambiente escolar

Aos 94 anos, Raoni está atualmente sob cuidados paliativos, segundo o Instituto Raoni. A medida foi adotada após exames identificarem um tumor em estágio avançado no sistema digestório.

Os primeiros sinais de agravamento da saúde começaram a aparecer há alguns meses, quando o líder indígena precisou ser hospitalizado devido a dores abdominais persistentes. Exames de imagem realizados durante o atendimento identificaram a presença do tumor.

Em 19 de junho, Raoni foi transferido para um hospital em São Paulo. Na unidade, passou por uma cirurgia para tratar uma obstrução intestinal provocada pelo tumor.

Após o procedimento, a equipe médica iniciou os cuidados paliativos. Segundo o Instituto Raoni, o objetivo é controlar dores e outros sintomas, reduzir desconfortos e preservar, dentro do possível, a autonomia do cacique.

A assistência também busca garantir alimentação e hidratação adequadas, prevenir complicações e oferecer acompanhamento médico e de enfermagem.

Respeito à cultura e à família

O Instituto Raoni informou que os cuidados devem ser realizados levando em consideração as decisões do líder indígena, sua cultura e sua língua, além da presença de familiares e integrantes de seu povo.

Leia Também:  Mais de 400 foram presos por integrar organizações criminosas de roubos de veículos

A prioridade, segundo a instituição, é garantir que Raoni receba atendimento com segurança, conforto e dignidade durante o tratamento.

Liderança internacional

Raoni Metuktire construiu ao longo de décadas uma trajetória de defesa dos povos indígenas e da preservação da Floresta Amazônica.

O cacique ganhou projeção internacional especialmente a partir da década de 1980, quando passou a participar de campanhas de defesa da Amazônia. Em uma dessas iniciativas, esteve ao lado do músico britânico Sting, com quem participou de ações pela proteção da floresta.

Ao longo de sua trajetória, Raoni também se reuniu com diferentes chefes de Estado e se tornou uma das figuras indígenas brasileiras mais conhecidas internacionalmente.

Continue lendo

MAIS LIDAS DA SEMANA