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A PROCURA DE UM CULPADO

Emanuel, é hora de pensar antes de falar

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É incrível, que teatralidade, impressionante, o Prefeito da Capital de todos os mato-grossense Emanuel Pinheiro (MDB), em suas entrevistas, que seja “On” ou “Off”, faz afirmações sem a mínima ponderação de suas consequências na opinião pública.

A lista é imensa: impugnação de candidaturas dos adversários: Roberto França e Abílio Júnior, afirmações desnecessárias sobre José Riva e agora a última que nos leva a matéria.

Questionado sobre as críticas que vem recebendo, o prefeito cuiabano primeiro colocou a culpa no tal de “Comitê da maldade” e ao se referir ao governador do Partido Democrata (DEM), Mauro Mendes Ferreira, ele foi taxativo.

O Governador do Estado está toda hora agredindo com palavras de baixo calão, sem nenhuma responsabilidade, sem nenhum equilíbrio ao prefeito da maior cidade do Estado, ao Prefeito da Capital. Isso não é normal. Mas eu não vou entrar nesse nível em respeito a sociedade cuiabana, palavras do prefeito emedebista Emanuel Pinheiro.

Que lindo! É verdade? Não. Prazo de 01 hora para o alcaide apontar o três oitavo rumo ao alvo que enxerga como adversário.

Pois bem, e aí prefeito, tudo que acontece ou aconteceu é culpa dos seus adversários no pleito 2020?

A culpa é do comitê da maldade?

Já sei, é de Mauro Mendes, acertei?

Tenha paciência, respeite os internautas do Blog do Valdemir.

Vamos juntos mandar um recado para o alcaide cuiabano: se não está preparado para críticas, não entre para a vida pública. Sabemos que é do conhecimento do nobre prefeito, entretanto, alguns se acham acima do “bem” e do “mal”.

Porém, antes de tudo o agente público precisa ter convicção e estar preparado para ocupar determinado cargo na vida pública.

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Entender que críticas em jornais virtuais ou até mesmo de internautas são produtos daquilo que é pessimamente feito em um governo, pois se fosse bem feito, com certeza seria elogiado.

E aqueles que acham que devem defender este ou aquele prefeito, precisam ter o pé no chão, quando postarem certas notícias na rede social, para que não venha cair no ridículo e que tenham argumentos sólidos e eficazes para não se transformar em “garotos de recado de prefeito”, apenas.

Um agente público precisa saber que sua vida política vai ser a qualquer momento exposta, porque sempre foi assim que o mundo político funcionou.

Se ontem você era estilingue e só quebrava as vidraças, hoje quem vai passar por tudo isso, será você e tudo pela escolha que resolveu, pois somos responsáveis pelas nossas escolhas.

O que muitos agentes públicos não querem reconhecer prefeito Emanuel Pinheiro, é que como pessoa pública investida de cargo de relevância é inevitavelmente será sempre alvo de críticas e especulações e em virtude de ocupar um cargo político, acaba por renunciar a uma parcela de sua intimidada e vida privada, deixou registrado o ministro Celso de Melo, em acórdão que mantemos guardado em um cofre com 7 chaves na redação do Blog do Valdemir.

Pense fora da caixa Emanuel

Pensar fora da caixa” é uma expressão derivada do inglês “Thinking outside the box“, que significa pensar de forma inovadora, criativa e além dos padrões convencionais. “Pensar fora da caixa” é essencial para solucionar problemas, inovar e encarar as situações sob uma nova perspectiva.

Um dos principais vilões da criatividade é a rejeição. Por isso, ensinar alguém a ser criativo é basicamente libertá-lo da vergonha de suas ideias e estimular seus sentidos”.

É importante “pensar fora da caixa“, mas nem sempre é prudente afastar-se muito dela para não perdê-la de vista. De acordo com um antigo ditado militar (quando as pontes eram de madeira), as pontes não devem ser queimadas, pois poderemos precisar voltar por elas ao bater em retirada.

PS: A população cuiabana espera dos senhores candidatos que pensem, antes de falar. Se não houver tempo para pensar ou se não dispuserem de informações para atender a pergunta é melhor munir-se de uma frase para negar-se à responder.

Nota da redação

Costumeiramente os agentes públicos reclamam da cobertura da imprensa a respeito do seu trabalho. Mas, saiba que a imprensa se interessa mais pelas declarações do agente do que, dos erros das administrações anteriores.

Será que não existe mídia visada e com interesses particulares se sobrepondo ao interesse público? Obviamente que não. Há sim canais de mídia que trabalham com o cenário “quando pior, melhor“, mas convenhamos, é bem fácil distingui-los no mundaréu de opções que temos hoje para se informar.

Os canais sérios devem estar preparados para elogiar quando merecido e criticar quando necessário.

Não faz sentido algum e não é nada recomendável temos uma imprensa que abaixa a cabeça e diz amém para tudo que o prefeito ou governador fizeram.

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Destaques

Consolidação econômica e trajetória política reafirmam a influência de Blairo Maggi no Agronegócio Nacional

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O empresário e ex-governador do Estado de Mato Grosso, Blairo Borges Maggi, alcançou a sexta posição no ranking dos maiores magnatas do Agronegócio brasileiro em 2026. A revelação foi feita após o mapeamento do setor produtivo demonstrar a força expressiva dos grandes players nacionais no cenário econômico global.

A divulgação oficial dos dados ocorreu na última sexta-feira (28), por meio de levantamento anual realizado pela revista Forbes Brasil. A publicação, reconhecida internacionalmente por mapear as maiores fortunas do planeta, apresentou o balanço atualizado dos patrimônios corporativos do país.

O patrimônio líquido do acionista da Amaggi está avaliado em R$ 7,2 bilhões no período atual. O resultado financeiro reflete a performance operacional e a valorização global das commodities agrícolas negociadas por sua holding nos últimos trimestres.

A consolidação patrimonial coloca o empresário no 50º lugar do levantamento geral dos super-ricos brasileiros. Tal posição reflete a alta relevância do Agronegócio na formação das maiores fortunas do país, figurando ao lado de setores como o financeiro e o industrial.

A ascensão ao topo da lista decorre da sólida estrutura da Amaggi, uma das maiores companhias tradings de grãos e fibras do planeta. A corporação, fundada originalmente por seus pais, André e Lucia Maggi, expandiu exponencialmente suas operações comerciais e logísticas ao longo das últimas décadas.

Além do desempenho estritamente empresarial, a expressiva capilaridade pública acumulada pelo executivo fortaleceu sua representatividade setorial. Ele esteve à frente do Poder Executivo do Estado de Mato Grosso por dois mandatos consecutivos, no período compreendido entre os anos de 2003 e 2010.

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A atuação institucional prosseguiu no Congresso Nacional, onde exerceu mandato no Senado Federal entre 2011 e 2019. Posteriormente, assumiu o comando do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) durante a gestão presidencial de Michel Temer, liderando missões comerciais no exterior.

A presença de Maggi e de seus sócios no topo do ranking evidencia a centralidade do Estado de Mato Grosso na produção e exportação global de grãos. O estado se firma como o principal polo gerador de divisas e fortunas ligadas ao cultivo de soja e milho na América Latina.

A estrutura societária da Amaggi demonstra força coletiva no levantamento da Forbes, figurando também entre as dez maiores fortunas do setor os acionistas Hugo de Carvalho Ribeiro e família, com R$ 7,2 bilhões, e Itamar Locks, detentor de patrimônio avaliado em R$ 6,7 bilhões.

Atualmente, o empresário encontra-se totalmente desvinculado de cargos partidários ou funções públicas, dedicando-se exclusivamente aos conselhos estratégicos do setor privado.

A lista dos dez maiores bilionários do Agronegócio é liderada por Ricardo Castellar de Faria, da Granja Faria, com R$ 35,1 bilhões, seguido pelos irmãos Joesley e Wesley Batista, da JBS, com R$ 21,9 bilhões cada, Alceu Elias Feldmann (Fertipar) com R$ 19,2 bilhões, Liu Ming Chung (Nine Dragons Paper) R$ 7,9 bilhões, Blairo Borges Maggi (Amaggi) R$ 7,2 bilhões, Hugo de Carvalho Ribeiro e família (Amaggi), R$ 7,2 bilhões, Itamar Locks (Amaggi), R$ 6,7 bilhões, Rubens Ometto Silveira Mello (Cosan/Raízen/Rumo) R$ 6,3 bilhões, Marcos Molina dos Santos (BRF/Marfrig) com R$ 6,1 bilhões.
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