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Chega de especulação, Pivetta precisa de suplente com viabilidade eleitoral
Como já é evidente, a campanha para o Senado Federal em Mato Grosso, na vaga de Selma Rosane Santos Arruda do Podemos, será uma das mais disputadas da história, podendo superar a de 2002. Tanto que os pré-candidatos estão se movimentando e muito por sinal para conseguir seus suplentes, que o ajudarão nas urnas.
Com devidas ponderações sobre as pretensões dos suplentes na chapa encabeçada pelo vice-governador Otaviano Olavo Pivetta (PDT), o mesmo que precisa neste pleito do dia 26 de abril é de votos.
A participação deles na majoritária não depende apenas de vontade. Ninguém entra na majoritária porque quer. Entra por densidade eleitoral.
Se tiver densidade, ele não vai ser convidado. Vai ser arrancado de casa.
As mudanças introduzidas pela recente reforma político-eleitoral, a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) de proibir o financiamento empresarial de campanhas, as ações da “Operação Lava Jato“ sobre o mundo político e o provável recorde de “não voto” (abstenção, branco e nulo) tendem a não alterar muito o quadro atual.
Dono de uma personalidade forte, polêmico e sem “papas na língua”, sendo algumas características atribuídas do vice-governador Otaviano Olavo Pivetta, do Partido Democrático Trabalhista (PDT), que já anunciou sua pré-candidatura a Senado da Republica.
E apesar de ter origem política no Norte do Estado, entende a importância da baixada cuiabana para a eleição, já que a região concentra grande número de eleitores.
O Diretório do PDT de Mato Grosso também já fez uma convocação para uma Convenção Estadual para definir a aprovação da candidatura própria para Senador, na Eleição Suplementar que está agendada para ocorrer dia 26 de abril.
A Convenção Estadual do PDT será realizada no próximo dia 10 a partir das 18h no Hotel Fazenda Mato Grosso.
Nos bastidores palacianos, surge um nome que algum tempo vem sendo apontado como nome para integrar a posição de vice na chapa dos postulantes a Prefeitura de Cuiabá: José Roberto Stopa do Partido Verde (PV).
Conhecido como “tocador de obras”, a cada dia que passa, o seu nome ganha força para a primeira suplência ao Senado, na chapa de Otaviano.
Nesta terça-feira (3), nos corredores do Palácio Paiaguas, como sempre de plantão, a nossa equipe de reportagem, com direito a uma pergunta, questionou o pré-candidato ao Senado pelo PDT, Otaviano Pivetta, sobre nome de Roberto Stopa para a suplência.
“Um ótimo nome, realiza um grande trabalho em Cuiabá”, pontuou Pivetta, que questionado, escapou a segunda pergunta se seria primeira ou segunda suplência, o vice disse: “Ainda não conversamos, espero reunir o mais breve possível para convidá-lo“, deixando no vácuo.
Entretanto, como candidato ao Senado pela primeira vez, depois de duas décadas de carreira política, Otaviano quer um nome da baixada cuiabana.
José Roberto Stopa carrega bom conceito em gestão e bem articulado politicamente. Atual presidente do Diretório Regional do Partido Verde (PV) foi secretário na administração Mauro Mendes na Prefeitura de Cuiabá, no período de 2013 a 2016, o que pode garantir a Otaviano Pivetta o apoio da administração municipal e estadual, pois é do conhecimento de todos que Stopa, tem a simpatia e o respeito dos dois gestores.
Tem mais: o nome de Stopa pode abrir uma interessante alternativa, em um “xadrez político”, que promete mais adiante se tornar em verdadeira queda de braço, deixando muitos com saia justa, já que Mendes tem uma queda para apoiar Favaro.
Quer mais? Ainda conta a favor de Stopa, que o PV conta com 4 vereadores na Câmara Municipal de Cuiabá: Felipe Wellaton, Justino Malheiros Neto, Mário Antônio Moyses Nadaf e Marcos Aurélio Veloso e Silva e dois deputados estaduais, Luís Amilton Gimenez, o Dr. Gimenez, e Faissal Jorge Calil Filho.
Sem falar do relacionamento que Stopa tem com lideranças comunitárias da capital, já que está no cargo a 7 anos e tem uma presença permanente nos bairros, ajudando a solucionar demandas da população.
O Partido Democrático Trabalhista (PDT) de Mato Grosso atualmente conta com 6 prefeitos nas administrações no Estado; Nova Mutum, Adriano Pivetta; Diamantino, Eduardo Capistrano; Rubens Roberto Rosa, Nova Canaã do Norte; Nelson Paim, Poxoréu; Daniel do Lago, Porto Alegre do Norte e Euclésio Ferretto, Santa Terezinha.
Nota da redação
Atenção candidatos a suplentes: comprem uma balança eleitoral para se pesar em casa e, assim analisar as reais condições para ser o escolhido.
Destaques
Reconfiguração urbana converte antigo canteiro de obras em polo regional de Saúde e Perícia Técnica
O Governo do Estado de Mato Grosso determinou a reutilização produtiva de uma área pública ociosa para a edificação de um polo integrado de assistência médica e perícia técnica de grande porte. A denúncia velada do abandono histórico de um espaço centralizado deu lugar a um projeto executivo que visa implantar estruturas hospitalares e periciais em uma zona anteriormente degradada. A destinação do imóvel reverte um prolongado passivo de infraestrutura metropolitana, substituindo a estagnação física por uma frente de engenharia voltada ao atendimento de demandas sociais urgentes.
Os chefes dos Poderes Executivos estadual e municipal capitanearam a articulação institucional que viabilizou a transferência e a futura destinação socioeconômica do terreno público. O governador Otaviano Pivetta (Republicanos), e a Prefeita de Várzea Grande, Flávia Moretti (PL), atuaram em estreita cooperação técnica para coordenar os esforços financeiros e jurídicos necessários à consolidação do projeto. A parceria estabelecida entre as duas esferas de governo garantiu o alinhamento das secretarias de infraestrutura, saúde e segurança pública para a execução coordenada das futuras obras.
Os detalhes do planejamento macroeconômico e o cronograma inicial das intervenções físicas foram oficializados nesta semana, impulsionados pelo crescimento demográfico acentuado que pressiona as redes assistenciais da região metropolitana. A liberação dos recursos e a autorização para os estudos complementares de sondagem ocorreram imediatamente após a conclusão dos laudos de viabilidade técnica e logística. O marco temporal das decisões administrativas coincide com o período de reestruturação orçamentária do estado, o que garantiu a reserva de fundos específicos para o início imediato dos trabalhos.

As deliberações oficiais e a futura execução das obras estruturais estão localizadas no município de Várzea Grande, na área que abrigava os fundos do antigo canteiro do Veículo Leve sobre Trilhos (VLT). O terreno selecionado situa-se estrategicamente ao lado do Aeroporto Internacional Marechal Rondon, posicionando o futuro complexo em um ponto de fácil acesso na Baixada Cuiabana.
A delimitação geográfica do projeto compreende um perímetro urbano centralizado que interliga as principais avenidas de escoamento viário da cidade, facilitando o tráfego regional e o deslocamento de ambulâncias.
O processo de implantação do complexo será viabilizado por meio de contratos públicos específicos e licitações supervisionadas pelas pastas de infraestrutura, utilizando métodos modernos de engenharia civil e gestão orçamentária. O aporte financeiro será integralmente custeado pelo tesouro estadual, com repasses programados de acordo com a evolução das medições físicas efetuadas pelas equipes de fiscalização técnica. O método de execução priorizará o aproveitamento máximo das estruturas pré-existentes limítrofes, visando à celeridade e à mitigação de impactos ambientais na área aeroportuária.
A motivação central para o desenvolvimento do projeto decorre da necessidade crônica de expandir a oferta de leitos e descentralizar os serviços periciais especializados no estado. O prolongado abandono da área, decorrente da paralisação das obras do antigo modal de transporte coletivo, gerava insegurança e prejuízos estéticos e sociais para a região central de Várzea Grande.
A saturação da atual rede de urgência municipal e o histórico de transferências obrigatórias de pacientes impuseram a urgência de uma resposta governamental robusta e definitiva.

A fundamentação técnica apresentada pela gestão pública baseia-se no fato de o terreno já integrar o patrimônio imobiliário do Estado de Mato Grosso, o que conferiu celeridade jurídica ao processo. Os defensores da escolha da área demonstraram que a dominialidade pública prévia eliminou a necessidade de desapropriações onerosas, gerando economia expressiva aos cofres da administração direta. O argumento logístico também pesou favoravelmente, visto que a proximidade com o aeroporto facilita o transporte ágil de insumos médicos e o remanejamento emergencial de pacientes críticos.
A Segunda Secretaria de Controle Externo e os órgãos de planejamento técnico avaliaram as especificidades do projeto e atestaram a viabilidade da instalação integrada das novas unidades. O parecer emitido pelos analistas públicos ressaltou que a reunião do novo Pronto-Socorro e Hospital Municipal com a sede da Perícia Oficial e Identificação Técnica racionaliza o custeio administrativo.
A fiscalização especializada constatou que a infraestrutura prevista atende aos requisitos de acessibilidade urbana, segurança operacional e eficiência na prestação de serviços integrados.
“É mais leito para os nossos várzea-grandenses e para toda a região metropolitana. Nós somos um pronto-socorro de porta aberta e atendemos muito além dos limites do município. Quando visitei essa área, logo no início da gestão, olhei esse espaço e pensei: aqui é o lugar para uma grande obra de Várzea Grande”. Disse a prefeita várzea-grandense Flavia Moretti.
O corpo técnico asseverou que o investimento total estimado em R$ 270 milhões de reais está respaldado pelas diretrizes orçamentárias vigentes e obedece aos preceitos constitucionais da eficiência. A destinação dos recursos cumpre estritamente as metas de ampliação dos serviços de média e alta complexidade, incluindo áreas voltadas a cirurgias eletivas e exames tecnológicos. O relatório de viabilidade demonstrou que a sinergia entre a área de saúde e a estrutura pericial da Politec otimiza os custos logísticos do funcionalismo estadual.
O desfecho do processo de planejamento assegura que a população da Baixada Cuiabana, usuária do Sistema Único de Saúde (SUS), disporá de um centro de atendimento de alto padrão técnico. O magistrado das contas e os gestores envolvidos validaram o início dos procedimentos licitatórios para a contratação das empresas que executarão a fundação e a superestrutura do complexo.
A entrega definitiva das edificações redesenhará o perfil socioeconômico local, convertendo um antigo símbolo de ociosidade em uma referência regional de modernidade e assistência humanizada.
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