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Acabou o “Carnaval” e já começou a pré-campanha?

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Acabou uma que é considerada a maior festa popular do mundo que é o Carnaval e já começam os preparativos para a eleição do próximo prefeito de Cuiabá.

A campanha para eleger o novo líder para comandar os 4 anos da capital mato-grossense, oficialmente, somente é permitida pela legislação eleitoral após as convenções partidárias de julho.

Mas pré-campanha pode…

Houve algumas mudanças na regra para a próxima eleição e a principal delas é que agora os partidos não poderão se juntar em coligações para o cargo de vereador. Quem quiser participar tem que fazer chapa pura. Espere para começar a tropeçar em candidatos daqui por diante.

Há vários aspectos positivos no novo modelo: acabou a farra dos partidos que investem num único candidato e usa os votos da legenda como escada. Aumentam as possibilidades de aparecerem bons candidatos e os partidos deixam de ser determinados unicamente pela vontade de seus caciques, que precisam dividir poder com os novos membros e grupos que viabilizaram sua chapa.

Partidos grandes e com maior representação no Congresso entram no jogo com a enorme vantagem dos polpudos fundo Partidário e Eleitoral. Ao todo, mais de R$ 3 bilhões de reais de dinheiro público serão gastos na eleição deste ano. Se 1% disso, cerca de R$ 30 milhões for gasto por aqui, já dará uma bela balançada na combalida economia local.

A eleição, marcada para 4 de outubro de 2020, será a primeira em que os partidos não poderão fazer alianças para disputar as câmaras municipais, somente para as prefeituras.

Já para o cargo de prefeito, a regra permite que os partidos se juntem. Mas não é uma equação fácil. Para crescer e não ser engolido pelas cláusulas de barreira, os partidos precisam consolidar suas estruturas municipais, onde os eleitores moram. Abrir mão de um candidato próprio, se tiver bons nomes a oferecer, beira o suicídio.

E bons nomes não faltam, atualmente.

O atual prefeito da capital de todos os mato-grossenses, o emedebista Emanuel Pinheiro, diz não estar animado para ser o candidato, mas é a nata do bolo do partido, enquanto houver a possibilidade de reeleição. Herdou uma estrutura que acomodava parte considerável da antiga administração e aos poucos foi dando sua cara e ritmo na administração.

Mauro Mendes içado do PSB pelo DEM assumiu em janeiro de 2013 e administrou nos tempos de vacas gordas e carrega um perfil de eleitorado e de gestor bastante próximo.

Mauro Mendes foi eleito Prefeito de Cuiabá no segundo turno das eleições municipais com 169.688 votos, o equivalente a 54,65% do total dos votos válidos, vencendo o adversário Lúdio Cabral, do Partido dos Trabalhadores (PT).

Bom…a quem diga que a luta para ver quem vai ficar com a cadeira numero 1 do Palácio Alencastro é grande entre as duas lideranças do DEM e do MDB, um traz a vantagem da máquina municipal nas mãos, outro o da estadual. Ainda que não se valham dessa estrutura e recursos, ele pensa na expectativa dos fornecedores de campanha e cabos eleitorais.

Na outra banda, surfando na onda liberal, estão outros partidos, e o PSL, com seus pretensos candidatos e foi o partido que mais cresceu nacionalmente, colado na eleição de Jair Messias Bolsonaro e tem hoje o maior naco do Fundo Eleitoral. O MDB foi o que mais cresceu localmente, com bases fortes por todo o Estado.

Correm por fora o PT, PSDB, DEM, PSOL, PDT, PODEMOS, PATRIOTAS, PROS, CIDADANIA, dentre outros que ainda podem aparecer ate a data limite para serem apresentados os nomes, e isso demonstra que a eleição municipal de 2020 vai ser bastante acirrada e podem chegar com chances no turno com o atual Prefeito de Cuiabá, Emanuel Pinheiro.

Bom…segundo ele, não decidiu ainda…..

Os possíveis candidatos:

Emanuel Pinheiro – MDB
Roberto França – sem legenda
Niuan Ribeiro – Podemos
Vitório Galli – Patriotas
Gisela Simona – PROS
Felipe Wellaton – Cidadania
Maestro Fabrício Carvalho – PDT
Julier Sebastião – PT
Nelson Barbudo – PSL

Os secretários de Estado, Mauro Carvalho, Gilberto Figueiredo, ou Fábio Garcia que é ex-deputado federal, são cogitados pelo DEM.

Bom…podem ser…ou serão…quem sabe….

O bom, pelo andar da carruagem, é que haverá candidatos para todos os gostos. Durante muitos anos a Prefeitura de Cuiabá foi tratada como um apêndice do Governo Estadual. Era a vitrine de obras do governador de todos os mato-grossenses. Aos poucos, manter essas obras ficou caro demais e o custo ficou para a cidade claro.

Com orçamento baixo, o próximo prefeito terá que se virar nos trinta para manter a iluminação pública funcionando, os parques bem cuidados, o recolhimento do lixo e o sistema de transporte.

Resolver os congestionamentos e a falta de locais para estacionar a frota de veículos que cresce todo dia exige desapropriações e obras viárias caras. Não faltam problemas a serem resolvidos na Educação, na Saúde, no Saneamento e, principalmente, na Segurança Pública preventiva.

Citei nomes de alguns possíveis candidatos e todos são amigos por quem nutro enorme consideração. Concorrem ao desafio de cumprir todas as contas e promessas com o orçamento ralo da cidade.

E nós vamos esperar os próximos acontecimentos que ainda vem por ai logo após a eleição suplementar para o Senado da Republica que acontece no dia 26 de abril.

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Lucimar: “Saúde Pública é “prioridade” em Várzea Grande”

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A Saúde Pública já foi ate mesmo tema da “Campanha da Fraternidade”, e representa o desafio principal dos gestores públicos, com um direcionamento direto para as administrações municipais, das quais são cobradas ações que possam melhorar a qualidade dos serviços desenvolvidos e prestados.

O Sistema Único de Saúde (SUS) teoricamente é o melhor Plano de Saúde do planeta, serve de exemplo até mesmo para os países desenvolvidos. Nos últimos 15 anos houve muito avanço, principalmente com a criação do Programa de Saúde da Família (PSF), porém, falta mais investimento financeiro. A melhoria da Saúde Pública no município de Várzea Grande é o desafio principal desta administração.

Uma rápida enquete realizada pelo equipe do Blog do Valdemir aponta os investimentos na Saúde estão sendo como prioridade número 1, foram 61% dos votantes; em segundo lugar vem as melhorias da Educação, para 18%; as melhorias no trânsito para 12% e a pavimentação de ruas para 9%.

Nesta semana, a Prefeita da Cidade Industrial, Várzea Grande, a Democrata (DEM), Lucimar Sacre de Campos, reafirmou seu compromisso em dobrar os recursos destinados a Saúde e a Área Social neste ano de 2020 em meio a Pandemia da COVID-19.

A chefe do Executivo Municipal apresentou o relatório resumido de prestação de contas do primeiro quadrimestre deste ano entre Janeiro a Abril, quando foram investidos na área de Saúde quase 22% das Receitas Correntes Municipais no que tange a receitas próprias.

A Lei prevê que os gestores públicos municipais devem aplicar até 15% de suas receitas em Saúde e os Estados até 12%, e nós enquanto Várzea Grande aplicou somente nos quatro primeiros meses deste ano quase 22%, ou seja, 7% a mais e vamos chegar a 30% até o final do ano, repetindo os índices dos anos anteriores”, explicou a prefeita sinalizando que a prioridade continuará sendo as áreas essenciais, como Saúde, Social, Educação, Segurança e Obras.

Citando os princípios constitucionais da Administração Pública, o LIMPE, Legalidade; Impessoalidade; Moralidade; Publicidade e Eficiência, a Prefeitura de Várzea Grande quer demonstrar a população que vem cumprindo além do que a Lei determina em torno das receitas próprias do município de Várzea Grande para as áreas essenciais principalmente a Saúde, Social e Segurança que tem sido muito utilizadas neste momento.

Com base na arrecadação de impostos apuradas de 1 de janeiro até 30 de abril, incluindo as transferências obrigatórias do Governo Federal, se tem uma receita da ordem de R$ 230.824.172 milhões, dos quais R$ 150.284.377 milhões são referentes as transferências.

Já o secretário de Saúde de Várzea Grande, Diógenes Marcondes, apontou que foram aplicados em Saúde Pública de Várzea Grande, nos quatro primeiros meses de 2020, recursos da ordem de R$ 24.642.739 milhões, R$ 7.233.283 milhões a mais do que o previsto na Lei para ser aplicado no setor e frisou que se descontar do total de receitas arrecadadas as transferências obrigatórias do governo federal se terá mais de 30,6% aplicados em Saúde Pública.

Aqui nestes valores estão demonstrados os compromissos da atual administração com a Saúde Pública e pode apostar que iremos fechar o ano com mais de 30% das receitas aplicadas neste que se tornou o mais importante setor da economia e da vida das pessoas, frisou o titular da pasta.

Além da Saúde que atingiu 21,23%, a Educação que tem previsão constitucional de até 25% das receitas públicas em Várzea Grande recebeu 25,55%.

Estes índices demonstram o compromisso da gestão da prefeita Lucimar Campos, pois ainda estávamos nos quatro primeiros meses do ano e já havíamos cumprido os percentuais que eram do ano inteiro, disse a secretária de Gestão Fazendária, Lucinéia dos Santos Ribeiro.

Lucimar Sacre de Campos assinalou que semana passada o Hospital Pronto Socorro Municipal de Várzea Grande abriu 10 novos leitos de UTI para casos não COVID-19 com recursos próprios municipais e ajuda do Governo Estado e ponderou que mesmo no Plano de Contingência, a estrutura de Saúde da cidade ter ficado como não COVID-19, o atendimento ambulatorial para os casos COVID são realizados nas Unidades de Pronto Atendimento (UPA) IPASE e Dr. Farid Seror (Grande Cristo Rei) e no Hospital Pronto Socorro para triagem e transferência dos casos de Coronavírus para as unidades referências que são muitas no Estado e que na Região Metropolitana são o Hospital Estadual Metropolitano em Várzea Grande, o Hospital Estadual Santa Casa de Misericórdia de Cuiabá, o antigo Pronto Socorro Municipal de Cuiabá e o Hospital São Benedito.

O titular da Saúde lembrou que novas medidas estão sendo adotadas e podem ser anunciadas em breve.

Temos mais ações sendo planejadas e implementadas, mas só serão anunciadas quando se tiver certeza absoluta das mesmas. Neste momento de pandemia dependemos de uma série de fatores externos, como mais servidores da Saúde, mais equipamentos, mais medicamentos e mais insumos e como estamos fazendo tudo dentro do devido processo legal com licitação, compras em valores corretos e transparentes, por isso precisamos adotar e colocar em prática protocolos que buscam resultados neste momento, explicou Diógenes Marcondes.

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