Artigo
Reduzindo os custos na construção do data center em meio à crise da cadeia de suprimentos
Autor: John Menoche*
Foto preta e branca de homem de terno e gravata Descrição gerada automaticamenteA enorme dimensão da crise da cadeia de suprimentos de 2021/2022 é diferente de eventos passados similares. Embora problemas importantes na cadeia de suprimentos tenham minado diversas indústrias ao longo da história, raramente a economia mundial como um todo sofreu um impacto tão grande.
Quando a oferta é baixa e a demanda permanece alta, os custos aumentam para todos, dos fornecedores aos usuários finais. E o crescimento de dois dígitos, ano a ano, da indústria de data centers se associou com a crise global da cadeia de suprimentos para aumentar de forma significativa os custos para construir um data center.
Recentemente, Kevin Dalton da Cumulus Data e Dutch Wickes da HKS, Inc. participaram comigo na transmissão do Datacenter Dynamics liderada por Dan Loosemore para discutir o tema. Ficou claro que fornecedores para data centers estão mantendo completamente abertas as linhas de comunicação com os clientes. A meta é encorajar a adoção da padronização e mitigar os aumentos dos custos relacionados com a cadeia de suprimentos e os aumentos nos prazos de entrega.
Quanto Custa Construir um Data Center durante uma Crise da Cadeia de Suprimentos?
A solução para os custos dos data centers durante uma crise de abastecimento ocasionada pela pandemia depende do tipo de data center. Quando o custo dos materiais está elevado, o custo para construir um data center também aumenta.
As restrições na cadeia de suprimentos têm representado um desafio para todas os setores.
Algumas commodities se estabilizaram, mas os materiais comuns usados em data centers, como o lítio, o cobre e o aço, permanecem bastante mais caros do que eram nesta época no ano passado. Os prazos de entrega dos fornecedores aumentaram para muitos materiais e componentes, variando desde sistemas mecânicos e elétricos até componentes que tradicionalmente estavam disponíveis de imediato, como material de isolação e pequenos microchips. A falta de disponibilidade de materiais e componentes pode levar à disrupção na construção de data centers.
Além dos longos prazos de entrega e dos altos custos dos componentes e peças, a falta de trabalhadores especializados também tem um efeito agregado aos custos pagos pelos usuários finais. A demanda por data centers está crescendo com muito mais velocidade do que a indústria consegue atrair novos talentos qualificados. Profissionais no mundo todo, desde engenheiro elétricos e mecânicos até eletricistas, continuam tendo uma demanda altíssima, mas há mais especialistas se aposentando do que entrando nesse campo. Toda a indústria de data centers tem tido dificuldade para acompanhar a demanda por profissionais.
Os custos das commodities, os prazos de entrega e a falta de mão de obra significam que os custos para construir um data center em 2022 aumentaram de forma significativa – caso os compradores insistam em um design tradicional, sob medida.
Data Centers Modulares Pré-Fabricados: A Padronização Ajuda a Mitigar a Retração no Abastecimento
A padronização permite que uma parte maior dos processos de design e de construção do data center operem sem intervenção humana ou erros. A padronização torna mais fácil aos usuários finais compreenderem os data centers, mais fácil para os arquitetos os projetarem e mais fácil para os técnicos os instalarem e fazerem sua manutenção. O uso de software de modelagem arquitetônica digital padronizada, como o BIM360 Objects, por exemplo, ajuda a eliminar a dependência por um único indivíduo e que ele precise passar informações vitais de uma pessoa para outra. Essa ferramenta de planejamento ajuda a agilizar o processo e ajuda a mitigar ou evitar problemas como a perda de conhecimento institucional quando alguém se aposenta.
A padronização permite aos clientes construir rapidamente e locar o espaço para seus clientes com mais celeridade. Os problemas na cadeia de suprimentos realçaram ainda mais a necessidade de padronização. Componentes de prateleira estão cada vez mais confiáveis e economizam um tempo considerável em comparação com componentes customizados. Manter tudo mais simples é essencial: quanto mais itens forem pré-fabricados ou puderem ser construídos fora do site e entregues pré-montados, mais despesas poderão ser neutralizadas. Não é uma surpresa que a tecnologia de construção de data centers esteja tendendo para a modularidade.
Dados da OMDIA coletados em uma pesquisa com 228 empresas globais que operam seus próprios data centers revelaram que 99% delas planejam incluir data centers modulares pré-fabricados (PMDCs) nos seus investimentos em tecnologia e infraestrutura de data centers de 2022. Data centers construídos sob medida podem levar anos até que estejam totalmente funcionais, enquanto que data centers construídos e testados na fábrica podem ser construídos em paralelo com o site do data center e podem estar operacionais em menos de um ano. Os PMDCs também permitem que uma empresa adapte sua estratégia em resposta a mudanças no mercado: como os prazos de entrega são menores, as decisões quando o mercado muda podem ser tomadas mais adiante. Soluções individualizadas permanecem a opção sensata para algumas aplicações, mas a modularidade é uma resposta para grande parte dos desafios atuais da indústria.
Sustentabilidade na Prática
Os compromissos de ESG (Ambiental, Social e Governança) estão no topo das prioridades de muitas corporações. Mas em meio a uma crise na cadeia de suprimentos, a ESG é muitas vezes melhor atendida ao se trazer os fornecedores cedo para as conversas sobre P&D e prognósticos. Produtos ou peças sustentáveis podem muitas vezes ter um “prêmio por ser verde”, tornando-os mais caros do que alternativas tradicionais e, algumas vezes, podem aumentar os atrasos na entrega. Durante instabilidade econômica, é essencial entender o Retorno do Investimento (ROI) de qualquer tecnologia sustentável e investir estrategicamente.
Em 2023, a mentalidade de “assim é como sempre fizemos” é uma política que nenhuma indústria pode se dar ao luxo de manter. Os data centers são uma realidade e precisam coexistir com o meio-ambiente.
*John Menoche é Arquiteto de Soluções da Vertiv.
Artigos
Inteligência Emocional: a fórmula do poder
Autor: Francisney Liberato* –
Conhecer a si mesmo é o primeiro passo para dominar o mundo interior.
Em um mundo cada vez mais complexo e acelerado, a busca por uma vida mais leve e realizada é prioridade para muitos. Nesse contexto, a inteligência emocional emerge como um farol, iluminando o caminho para o autoconhecimento, o bem-estar e o sucesso em todas as áreas da vida.
A inteligência emocional é uma habilidade prática que podemos aprender e usar no dia a dia. Ela transforma nossa relação com nós mesmos, com os outros e com o mundo ao nosso redor. É uma ferramenta essencial para enfrentarmos os desafios da vida, e todos deveriam ter a oportunidade de acessá-la e aprimorar-se continuamente.
Embora o termo “inteligência emocional” tenha se popularizado na década de 1990, suas raízes remontam a conceitos anteriores. Charles Darwin, em seu livro “A Expressão das Emoções no Homem e nos Animais” (1872), já reconhecia a importância da expressão emocional para a sobrevivência e adaptação. Posteriormente, Howard Gardner, em sua teoria das inteligências múltiplas, introduziu os conceitos de inteligência intrapessoal (compreensão de si) e interpessoal (compreensão dos outros), os quais são pilares da inteligência emocional.
A formalização do termo “inteligência emocional” ocorreu em 1990, com os trabalhos de Peter Salovey e John Mayer. No entanto, foi com a publicação do livro “Inteligência Emocional”, de Daniel Goleman, em 1995, que o conceito ganhou notoriedade mundial.
A inteligência emocional, popularizada pelo psicólogo e jornalista Daniel Goleman, vai além do mero controle das emoções. Ela engloba um conjunto de habilidades que nos permite reconhecer, compreender, utilizar e administrar nossos próprios sentimentos e os dos outros construtivamente. Essa jornada de autodescoberta e aprimoramento pessoal se inicia com o autoconhecimento, a capacidade de identificar e nomear nossas emoções, entender seus gatilhos e reconhecer seus impactos em nossos pensamentos e comportamentos.
A inteligência emocional, com sua importância multifacetada, exerce impacto inegavelmente positivo na vida e no desempenho de um indivíduo.
Para ilustrar, podemos destacar:
No âmbito pessoal, a inteligência emocional serve como bússola interna, guiando-nos na identificação, compreensão e gestão de nossas emoções. Esse autoconhecimento nos permite navegar pelas complexidades da vida com maior serenidade e resiliência, transformando desafios em oportunidades de crescimento. Relacionamentos interpessoais florescem, pois a empatia e a comunicação autêntica se tornam pilares de interação.
No ambiente profissional, a inteligência emocional é o diferencial que impulsiona carreiras e constrói líderes inspiradores. A capacidade de gerenciar o estresse, resolver conflitos e motivar equipes eleva o desempenho individual e coletivo. O reconhecimento das emoções dos outros fortalece a colaboração e cria um clima de trabalho positivo, em que a inovação e a produtividade prosperam.
Na saúde mental e bem-estar, a inteligência emocional atua como escudo protetor contra os desafios da vida moderna. Ao reconhecer e lidar com nossas emoções de forma saudável, reduzimos o risco de desenvolver transtornos como ansiedade e depressão. A inteligência emocional nos capacita a cultivar relacionamentos significativos que, por sua vez, são fontes de apoio e alegria, contribuindo para uma vida mais plena e feliz.
Na educação, a inteligência emocional é a chave para o desenvolvimento integral do aluno. Crianças e jovens que aprendem a identificar e expressar suas emoções de maneira construtiva se tornam mais confiantes, resilientes e capazes de construir relações saudáveis. A inteligência emocional também promove um ambiente escolar mais acolhedor e colaborativo, em que o aprendizado floresce.
Pesquisas indicam que a inteligência emocional se destaca como fator crucial para o sucesso profissional e pessoal, superando o Quociente de Inteligência (QI) em diversos contextos. Um estudo abrangente da TalentSmart, com mais de 1 milhão de profissionais, revelou que 90% dos indivíduos de alto desempenho também têm alta IE. Essa capacidade de gerenciar emoções, construir relacionamentos e tomar decisões eficazes é fundamental para alcançar resultados excepcionais, tanto no trabalho quanto na vida pessoal. A IE capacita os indivíduos a lidar com desafios, superar obstáculos e construir uma carreira sólida e gratificante.
No mercado, a IE é altamente valorizada. Uma pesquisa da CareerBuilder apontou que 71% dos empregadores a consideram mais importante do que o QI na hora de contratar. Essa preferência reflete o reconhecimento do impacto positivo que profissionais emocionalmente inteligentes têm no ambiente de trabalho, promovendo colaboração, comunicação eficaz e resolução de conflitos. Nesse sentido, estudo da Harvard Business Review constatou que a IE é duas vezes mais importante que o QI e a competência técnica para o sucesso profissional, reforçando, assim, a necessidade de desenvolver essa habilidade para alcançar o sucesso na carreira.
Os benefícios da IE vão além do ambiente profissional. Pesquisa da Universidade de Yale, com mais de 1.000 participantes, revelou que pessoas com alta IE têm menor risco de desenvolver doenças cardíacas, depressão e ansiedade. Essa descoberta ressalta a importância de cultivar habilidades emocionais para promover o bem-estar físico e mental. A IE permite que as pessoas lidem com o estresse de forma mais saudável, construam relacionamentos mais positivos e desenvolvam resiliência diante dos desafios da vida.
No contexto de liderança, a IE é essencial. Um estudo da Zenger Folkman com 515 líderes mostrou que aqueles com maior IE tiveram aumento de 48% no desempenho da equipe. Líderes emocionalmente inteligentes motivam e engajam seus colaboradores, criando um ambiente de trabalho positivo e colaborativo. O Center for Creative Leadership também descobriu que líderes com alta IE são vistos como mais eficazes por superiores, pares e subordinados. A IE capacita os líderes a construir relacionamentos de confiança, inspirar suas equipes e alcançar resultados superiores.
Em suma, a inteligência emocional permeia todos os aspectos de nossas vidas, desde os relacionamentos mais íntimos até o sucesso profissional e o bem-estar geral. É uma habilidade essencial para navegarmos pelas complexidades do mundo moderno, construindo vidas mais significativas, saudáveis e felizes.
A máxima “Educai e disciplinai a mente mediante o estudo, a observação e a reflexão” (livro “Mente, Caráter e Personalidade”, p. 3, Ellen G. White) nos lembra da importância de aprender e desenvolver a inteligência emocional. Ao cultivar o autoconhecimento e a compreensão das emoções através do estudo, da observação e da reflexão, adquirimos ferramentas para navegar relacionamentos, tomar decisões e construir uma vida mais equilibrada. A IE, portanto, é uma conquista que se aprimora através do aprendizado contínuo e da introspecção.
Um exemplo prático de autoconhecimento pode ser observado na história de Ana, uma jovem profissional que, após anos de frustração e conflitos no trabalho, decidiu buscar ajuda para entender suas emoções. Por meio de terapia e exercícios de autoanálise, ela descobriu que sua tendência a reagir impulsivamente a críticas e desafios era resultado de uma insegurança profundamente enraizada. Ao tomar consciência dessa dinâmica, ela pôde desenvolver estratégias para lidar com suas emoções de forma mais saudável, o que impactou positivamente não apenas sua vida profissional, mas também seus relacionamentos pessoais.
O autocontrole, outra dimensão fundamental da inteligência emocional, é a capacidade de regular nossas emoções, evitando que elas nos dominem e nos levem a agir de forma impulsiva ou prejudicial. Pessoas com alto autocontrole conseguem manter a calma em situações estressantes, lidar com frustrações e conflitos construtivamente e tomar decisões mais racionais e equilibradas.
Um exemplo inspirador de autocontrole pode ser encontrado na história de Nelson Mandela, líder sul-africano que passou 27 anos na prisão por sua luta contra o apartheid. Durante esse período, Mandela enfrentou inúmeras adversidades e injustiças, mas nunca se deixou dominar pelo ódio ou pelo desejo de vingança. Ao contrário, ele cultivou a paciência, a resiliência e a capacidade de perdoar, o que o tornou um símbolo de paz e reconciliação.
A automotivação é a força interior que nos impulsiona a agir, a perseguir nossos objetivos e a superar obstáculos. Pessoas automotivadas são persistentes, otimistas e apaixonadas pelo que fazem. Elas não se deixam abater por fracassos ou dificuldades, mas aprendem com seus erros e seguem em frente com determinação.
Um exemplo notável de automotivação é a história de Soichiro Honda, fundador da Honda Motor Company. Antes de se tornar magnata da indústria automobilística, Honda enfrentou inúmeros desafios e fracassos. Ele foi rejeitado para um emprego na Toyota e teve sua primeira fábrica destruída por um bombardeio durante a Segunda Guerra Mundial.
No entanto, Honda nunca desistiu do seu sonho de construir motocicletas e automóveis. Ele continuou a inovar e a desenvolver novas tecnologias, mesmo em meio às adversidades. Sua perseverança e paixão pela engenharia o levaram a criar uma das maiores empresas automobilísticas do mundo.
A história de Soichiro Honda é um exemplo inspirador de como a automotivação, a resiliência e a busca constante por aprimoramento podem levar ao sucesso, mesmo diante de grandes obstáculos.
A empatia, a capacidade de se colocar no lugar do outro e compreender seus sentimentos e perspectivas, é essencial para construir relacionamentos saudáveis e duradouros. Pessoas empáticas são mais compreensivas, tolerantes e colaborativas. Elas se preocupam com o bem-estar dos outros e buscam ajudar sempre que possível.
Um exemplo comovente de empatia pode ser visto na história de Madre Teresa de Calcutá, que dedicou sua vida a cuidar dos pobres e doentes. Madre Teresa via em cada pessoa, por mais sofrida ou marginalizada que fosse, um ser humano digno de amor e respeito. Sua compaixão e dedicação inspiraram milhões de pessoas em todo o mundo.
Por fim, as práticas sociais englobam as habilidades de comunicação, relacionamento interpessoal e trabalho em equipe. Pessoas com boas práticas sociais conseguem construir redes de apoio, colaborar com os outros e resolver conflitos de forma pacífica.
Um exemplo prático de práticas sociais pode ser observado em empresas que investem em programas de desenvolvimento de equipes. Essas empresas reconhecem que o sucesso de um negócio depende da capacidade de seus colaboradores de trabalhar juntos de forma harmoniosa e eficiente. Ao promover a comunicação aberta, o respeito mútuo e a colaboração, essas empresas criam um ambiente de trabalho mais positivo e produtivo.
Também, no cerne da fé cristã, encontramos a essência do amor em Marcos 12:33:
“Amá-lo de todo o coração, de todo o entendimento e de todas as forças, e amar ao próximo como a si mesmo”.
O amor a Deus transcende dogmas e rituais, sendo uma experiência individual e profunda que nutre a alma e guia cada passo. É a crença que cada um carrega em seu coração, a fé que move montanhas e acende a esperança.
Em paralelo, a sabedoria bíblica encontra eco na doutrina de Daniel Goleman sobre inteligência emocional. Amar a si mesmo, com todas as nuances e imperfeições, é o alicerce de competências emocionais pessoais como autoconhecimento, autocontrole e automotivação. E assim como amar ao próximo, as competências emocionais sociais – empatia e relacionamento interpessoal – nos conectam aos outros, construindo pontes de compaixão e respeito mútuo.
A inteligência emocional é uma jornada de poder, autodescoberta e aprimoramento pessoal que nos leva a viver de forma mais leve, saudável e realizada. Ao desenvolver as cinco dimensões da inteligência emocional – autoconhecimento, autocontrole, automotivação, empatia e práticas sociais –, nos tornamos mais conscientes de nossas emoções, mais capazes de lidar com os desafios da vida, mais motivados a perseguir nossos objetivos, mais compreensivos e colaborativos com os outros e mais felizes em nossos relacionamentos.
Assim como nos casos de Ana, Nelson Mandela, Soichiro Honda, Madre Teresa de Calcutá e tantos outros exemplos inspiradores, nós também podemos trilhar o caminho da inteligência emocional e colher seus frutos em todas as áreas de nossas vidas. Que busquemos a inteligência emocional todos os dias, com a certeza de que ela é a chave para um futuro mais leve, mais feliz e mais realizado.
Marque verdadeiro ou falso
( ) A inteligência emocional é apenas um conceito abstrato.
( ) Charles Darwin reconheceu a importância da expressão emocional em seu livro “A Expressão das Emoções no Homem e nos Animais”.
( ) A inteligência emocional não tem impacto positivo na vida e no desempenho de um indivíduo.
Desafios para a ação:
Pratique a autorreflexão diária por 5 minutos.
Exercite a empatia ao ouvir alguém com atenção plena.
Gerencie o estresse respirando profundamente em momentos de pressão.
Perguntas para reflexão:
Quais emoções você reconhece em si mesmo?
Como suas emoções afetam suas decisões?
Quais são os gatilhos que despertam suas reações emocionais?
Gabarito
1 F
2 V
3 F
*Francisney Liberato é Auditor do Tribunal de Contas de Mato Grosso. Escritor. Palestrante e Professor há mais de 25 anos. Coach e Mentor. Mestre em Educação. Doutor Honoris Causa. Graduado em Administração, Ciências Contábeis (CRC-MT), Direito (OAB-MT) e Economia. Membro da Academia Mundial de Letras.
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