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Maria Augusta: Os efeitos online no seu Corpo

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                        Os efeitos online no seu Corpo

Por Maria Augusta 

Passamos mais de 3 horas por dia acessando a internet, seja para ir ao banco, checar a rede social ou fazer uma busca no Google. Assim, nosso corpo revela nos consultórios médicos os resultados do desagradável convívio com a tecnologia.

Maria Augusta - ArtigoDores musculares, de cabeça e na vista são os mais comuns dos sintomas relacionados à alta atividade que expomos nossos corpos com a internet. Além disso, há a exposição à radiação, alta luminosidade e calor dos smartphones, tablets e PCs.

Dificuldades no sono – a luz produzida pelos smartphones conectados 24 horas pode confundir nosso cérebro, que acredita ser sempre dia, e posterga o sono. Resultado? Nunca dormimos o suficiente, e sempre temos problemas para dormir.

Alteração das emoções – pessoas que tem maior habilidade de realizar multitarefas nos smartphones são também os mais propensos a ter problemas na área do cérebro responsável por regular nossas emoções.

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Com isso há uma dificuldade de controlar os sentimentos, tais como raiva, frustração ou angústia. Problemas motivacionais e de identificação dos próprios erros também são comuns a indivíduos altamente conectados.

Aumento do stress – a conexão infinita à internet, mesmo que esteja em uma ilha deserta, faz os mais de 3 bilhões de internautas no mundo estar expostos a níveis de stress cada vez mais elevados.

Estamos sempre atrasados, mal-informados, ou desatualizados com a velocidade que as coisas acontecem no ambiente virtual. E ansiedade, raiva e medo são os maiores causadores do stress.

Redes sociais e hormônios pesquisadores da Universidade de Montreal descobriram que o uso das redes sociais podem nos afetar negativamente, no que se refere a diagnósticos médicos. Isso porque checamos nossas redes sociais 3 vezes ao dia ou mais, o que eleva as taxas de cortisol no corpo e acarreta sintomas como irritabilidade, falta de sono, fadiga e stress.

Vale a pena ficar atentos ao quanto utilizamos as redes sociais, a Internet ou games, e substituir a prática de checar o smartphone com mais convívio com os amigos em ambiente físico, brincar com seu cão, ou simplesmente apreciar a paisagem ao seu redor para evitar ficar doente.

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Maria Augusta Ribeiro escreve para o Belicosa.com.br é Coordenadora de Comunicação da BPW América Latina

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Traição política e democracia, a linha tênue entre estratégia e compromisso

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Autora: Kelly Silva*

Na democracia, mudanças de posicionamento fazem parte do jogo político. Divergências, novas alianças e rupturas acontecem em qualquer cenário onde diferentes interesses convivem. Porém, existe uma diferença entre a liberdade democrática e a chamada traição política.

A democracia garante que líderes possam mudar de opinião, rever decisões e até romper alianças. Isso é legítimo quando acontece por princípios, convicções ou pelo interesse coletivo. O problema surge quando essas mudanças são movidas apenas por vantagens pessoais, acordos de bastidores ou disputas por poder.

Muitos políticos se elegem defendendo um grupo, uma ideologia ou um projeto. Mas, após assumirem seus cargos, mudam de lado rapidamente, abandonam discursos e esquecem compromissos feitos com a população. Para parte da sociedade, isso é visto como traição. Para outros, é apenas articulação política dentro da democracia.

A verdade é que a democracia permite escolhas, mas também exige responsabilidade. O eleitor não espera que um político seja refém de alianças eternas, mas cobra coerência entre discurso e prática. Quando a mudança de postura acontece sem transparência, nasce a desconfiança.

Traição política não é apenas romper com aliados. É romper com a confiança do povo. E nenhuma democracia se fortalece quando a população deixa de acreditar em quem foi eleito para representá-la.

No fim, a política continuará sendo feita de alianças e disputas. Mas a diferença entre estratégia e traição estará sempre na motivação de cada decisão e no impacto que ela causa na vida da população.

*Kelly Silva é jornalista e pós graduada em alta política

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