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ARTIGO

Francisney Liberato: – Tenha cautela com as ideias

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                  Tenha cautela com as ideias

Autor: Francisney Liberato

As pessoas que têm um perfil empreendedor são geralmente criativas, engajadas e formadoras de opinião.

Ter uma ideia é muito bom, pois significa dizer que você está vivo e que pretende lançar novas perspectivas para se manter em um nível de crescimento.

William Shakespeare já dizia: As ideias das pessoas são pedaços da sua felicidade. O poeta inglês atrela as ideias à felicidade. Pode ser no mesmo sentido de que somos felizes no percurso rumo aos nossos sonhos. Sonhar é viver, é crescer, é se desenvolver, por isso defendo a tese de que jamais devemos limitar os nossos sonhos.

Desde pequenas ou grandes ideias, temos um cérebro capaz de criar e se desenvolver a cada segundo. Alguns têm mais facilidade e uma tendência natural, já outros, menos.

Toda ideia gera um resultado, que pode ser positivo ou negativo. Nós buscamos bons resultados, pois, do contrário, resultados não satisfatórios promoverão vazio, tristeza, desgaste, perda de tempo, desperdício de dinheiro e, por fim, decepção.

Sabendo disso, como podemos usar de maneira inteligente as nossas ideias para que deem resultados positivos? Para que alcancemos bons resultados, é indispensável passar por algumas etapas, ou seja, primeiramente devemos entender que é necessário passar por um processo.

A primeira etapa é a criação de ideias que, naturalmente, podem surgir em nossa mente.

Já com a ideia em mãos, vem a segunda etapa, que é analisar as ideias. Para isso é necessário rever se a ideia é verdadeira. Se tem potencial. Se é possível ser implementada. E como será o desenvolvimento da ideia na prática.

A terceira etapa é a validação da ideia. Uma ideia precisa ser válida, e para isso é necessário que funcione e dê resultados.

A última etapa, depois de percorridas as etapas anteriores, que são indispensáveis, é a execução. Ter milhares de ideias e não as executar é como se não tivesse nada.

Nem tudo que é criado será bem-sucedido. A princípio, você até pode entender que a sua ideia é genial, mas volto a insistir: percorrer todas as etapas evitará o estresse e a frustração.

Não podemos ter medo das ideias, já que elas nos dão sentido de viver. Mas é importante arriscar com cautela, pois de uma ideia você poderá ter sucesso ou fracasso. Napoleon Hill, assessor de Woodrow Wilson e Franklin Delano Roosevelt, presidentes dos Estados Unidos, afirmou:

Não devemos ter medo das novas ideias! Elas podem significar a diferença entre o triunfo e o fracasso”.

Siga as etapas antecedentes e usufrua de sua grande ideia!

Francisney Liberato Batista Siqueira é Auditor Público Externo do Tribunal de Contas de Mato Grosso, Chefe de gabinete de Conselheiro do TCE-MT, Palestrante Nacional, Professor, Coach, Mentor, Advogado e Contador, Autor dos Livros “Mude sua vida em 50 dias”, “Como falar em público com eficiência” e “A arte de ser feliz”.

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Artigos

Educação e o Desafio da Atenção no Século XXI

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Autor: Edson Dahmer*

Vivemos um momento de intensa ruptura tecnológica e social. O avanço das ferramentas digitais e a velocidade da informação estão transformando profundamente a forma como as pessoas recebem e processam conteúdos que podem impactar diretamente sua atuação profissional e seu papel no contexto social. Esse novo modelo cognitivo desafia os métodos tradicionais de ensino e exige uma reflexão sobre como preparar profissionais para um mundo em constante mudança.

O mais curioso é que isso acontece o tempo todo e em todos os lugares. Para termos uma ideia mais concreta, há alguns dias estávamos reunidos com um grupo de empresários e um comentário nos chamou a atenção:

Pessoal, o assunto é importante, porém todos estavam presos às suas mensagens no celular“.

Um dos pontos mais críticos dessa transformação é o tempo de atenção. Em sala de aula, qualquer ruído, notificação de celular ou distração externa pode desviar o foco de um conteúdo que poderia ser decisivo para a vida de um aluno. A paciência para ouvir longas exposições diminui, e isso coloca em xeque a eficácia dos modelos tradicionais de formação profissional.

O desafio, portanto, é encontrar formas de transmitir conhecimento relevante em formatos que dialoguem com essa nova realidade cognitiva.

Se, por um lado, a tecnologia fragmenta a atenção, por outro, ela abre novas possibilidades de aprendizado. Microlearning, conteúdos interativos, gamificação e experiências imersivas são exemplos de estratégias que podem ser incorporadas para tornar o ensino mais dinâmico e atrativo.

O objetivo não é apenas transmitir informação, mas criar experiências que realmente engajem e transformem.

A partir desse cenário, a educação profissional precisa ser repensada como ferramenta de transformação social. No século XXI, não basta formar trabalhadores tecnicamente competentes; é necessário formar cidadãos capazes de interpretar o mundo, se adaptar às mudanças e contribuir para o desenvolvimento econômico e social.

A educação, quando alinhada às novas formas de aprender, pode ser o divisor de águas para gerar inovação, empreendedorismo e inclusão.

*Edson Dahmer – Diretor regional do Senac em Mato Grosso. Atua na articulação entre educação profissional, desenvolvimento econômico e inovação para o setor do comércio de bens, serviços e turismo.

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