QUADRO ELEITORAL ESTÁ SENDO PINTADO
Wellton está correndo risco em ter seu tapete puxado para o Palácio Paiaguás
Caros amigos e leitores do Blog do Valdemir. Quartouuu e o que temos para hoje? Os primeiros contornos do quadro eleitoral foram pintados na “Janela Partidária” no mês de abril. E agora, na primeira quinzena de junho deram novas pinturas nas telas.
Nomes, alianças e estratégias deixaram o campo do “e se“, passando para o território concreto.
O avanço de Wellton Fagundes, virou um polo de atração na direita e com ele vem uma preocupação: com Wellton na disputa tá difícil, né?
Se o núcleo duro do Palácio Paiaguás não se resolverem, Wellton Fagundes vence a corrida eleitoral com muita e grande facilidade. O cavalo tá passando arreado pra ele neste momento. Se ele montar, já era.
Aí meu amigo, o “Âncora”, tem que acelerar tudo que ele tem, gastar o último oxigênio e o “Capitão Jaymão”, vai ter que seguir o mesmo traçado do “Âncora”.
Vão ter que usar a varinha mágica do Herry Potter, para fazer um milagre acontecer.
Só digo uma coisa!! Aliás duas: Wellton Fagundes acredita que o “aval” da família Bolsonaro será o suficiente para engatar seu projeto e preparar o terno para a posse no Palácio Paiaguás, tá enganado.
A realidade é diferente. Wellton está correndo um sério risco em ter o seu tapete puxado, com o esvaziamento de sua pré-candidatura.
Segue o fluxo, hoje tem!

Futuro do grupo
Circula no meio político: Wellton seria o único nome com real força para derrotar o grupo político liderado pelo ex-governador Mauro Mendes (UB).
Entretanto, contudo, todavia, a preocupação do núcleo duro vai além da disputa pelo governo mato-grossense, uma eventual derrota em 2026 significaria:
– Perder o comando do Palácio Paiaguás;
– Enfraquecer o grupo político construído por Mauro Mendes;
– Comprometer projetos futuros do grupo governista;
– Perder influência na disputa a Casa Alta e na sucessão estadual 2030.
Complicado, né?
Nos bastidores políticos existe uma avaliação considerada perigosa para o grupo do núcleo: a direita continua crescendo fortemente na Terra de Rondon.
Ou seja, tudo indica que a eleição de 2026, poderá ter a participação ainda maior do eleitorado ligado à direita e ao bolsonarismo.
Eita lasqueira!
E agora, o núcleo duro tá ligado nesses movimentos? Sim, no último domingo (9), Otaviano Pivetta, foi o centro das atenções, em uma mesa, com alguns dos principais nomes da direita e centro.
Entre os quais estavam: Mauro Mendes, José Medeiros, Abilinho e Victorio Galli (PP).
O que aconteceu? Calma, muita calma “pequeno gafanhoto”, todos estão cientes que, Mauro Mendes e Wellton Fagundes estão em rota de colisão? Então saibam que a tendência é um distanciamento entre ambos.
O deputado federal José Medeiros, é contra a candidatura de Wellton Fagundes, segundo o parlamentar o PL não deveria sair candidato.
E o Abilinho…, bom, o Abilinho não esconde a “simpatia” e praticamente se declarou para o governador mato-grossense. Obras e promessas de investimentos garantiram esse “sentimento”, esse “amor” pelo partido Republicanos.
Quanto a Galli, o ex-pastor é considerado uma figura insignificante no cenário político. O Boteco da Alameda, não sabe qual seu peso político no PP do ex-governador Blairo Maggi. Perguntamos. Ele tem votos!
E aí? Tá bom! Alguns dos principais nomes do Agronegócio são contra o projeto de Wellton Fagundes disputar o Governo do Estado em 2026.
E para completar, a “Mulher Maravilha”, nora do hoje bolsonarista Wellton Antônio Fagundes, tem sinalizado que o seu MDB pode apoiar o sogro.
Quer mais? Então pega a visão! A leitura política é clara: sem Wellton, Pivetta cresce sozinho, com Wellton na disputa, a eleição muda completamente de rumo.
Por isso, cresce entre aliados do senador liberal a percepção de que existe uma forte movimentação política para tentar enfraquecer ou até tirar Wellton Fagundes do centro da disputa de 2026.
Nos bastidores, já resumem o cenário de forma direta: para o grupo governista vencer com tranquilidade, tirar Wellton da disputa pode ser o único caminho.
Situação considerada praticamente impossível no cenário político, já que Wellton vem se consolidando como a principal força do PL em Mato Grosso e aparece liderando levantamentos divulgados por diferentes Institutos de Pesquisas que mediram a temperatura eleitoral até agora.

O Boteco vai falar
– O Diretório Estadual do UB deve propor uma decisão para estancar a crise interna. Os caciques vão encaminhar nas convenções dia 4 de agosto, a homologação do ex-governador Mauro Mendes a Casa Alta, bem como, a liberação dele para apoiar explicitamente o atual governador Otaviano Pivetta. Na mesma proposta os convencionais devem caminhar o nome do “Capitão Jaymão“, ao Governo do Estado;
– Deflagrada na segunda-feira (8), pela Polícia Federal, a “Operação Gemini” mirou três alvos suspeitos de lavagem de dinheiro, ocultação de patrimônio e vendas de sentenças no Tribunal de Justiça do Estado de Mato Grosso (TJ/MT).
São eles: Faissal Calil, deputado estadual, Bruno Oliveira Castro (advogado) e Dirceu dos Santos (desembargador).
Pelo apurado, a PF já teria elementos suficientes para pedir a prisão de ao menos dois suspeitos, mas preferiram aguardar documentos mais “frescos” para, somente depois solicitar a segregação dos referidos alvos, o que assegura tranquilidade ao curso das investigações.
Eitaaa lasqueiraaa!
Política
Nova legislação mobiliza Rádio Nacional no enfrentamento do Feminicídio
O ordenamento jurídico brasileiro ganhou um reforço estratégico essencial com a sanção da Lei nº 15.423, que institui a obrigatoriedade de veiculação diária de informações sobre as redes de enfrentamento e prevenção à violência contra a mulher. A nova legislação determina que o tradicional programa radiofônico “A Voz do Brasil” reserve um espaço fixo em sua grade para difundir de forma ampla os canais de denúncia, acolhimento, orientação e proteção vigentes no território nacional. A medida representa um avanço significativo na formulação de políticas públicas integradas, unindo o alcance da comunicação estatal à urgência da salvaguarda de direitos fundamentais.
A celebração oficial da sanção presidencial foi protagonizada de forma enfática pela deputada federal Gisela Simona (UB), que exerceu um papel técnico central no trâmite legislativo da matéria. Na condição de relatora da proposta na Câmara dos Deputados, a parlamentar mato-grossense liderou as articulações políticas necessárias para a aprovação do texto, consolidando sua trajetória na defesa dos direitos humanos. Como dirigente do segmento partidário feminino e legisladora ativa, Simona manifestou publicamente seu entusiasmo, enquadrando a nova obrigação legal como uma vitória histórica para as redes de apoio que atuam diretamente no acolhimento de vítimas em situação de vulnerabilidade extrema.
O marco legal entrou em vigor de forma imediata em todo o país após a publicação oficial de sua sanção, desencadeando uma reformulação estrutural nos conteúdos informativos transmitidos pelas emissoras de rádio. A urgência na implementação da medida justifica-se de forma contundente pelo cenário estatístico alarmante que o Brasil enfrenta no primeiro semestre de 2026, período no qual os índices de violência de gênero apresentaram uma curva ascendente preocupante. Diante da necessidade impostergável de frear a escalada de crimes de ódio contra o gênero feminino, as autoridades públicas aceleraram os procedimentos institucionais para que a ferramenta de utilidade pública passasse a operar sem qualquer tipo de dilação temporal.
O principal propósito desta inovação legislativa consiste na erradicação do desconhecimento generalizado acerca dos mecanismos de proteção estatal, um obstáculo frequentemente identificado por órgãos de controle e entidades assistenciais. O projeto busca transformar a informação em uma ferramenta ativa de prevenção ao fornecer instruções claras e precisas a milhares de cidadãs que ainda desconhecem a quem recorrer diante de agressões. Integrada formalmente ao conjunto de ações coordenadas do Pacto Nacional Brasil contra o Feminicídio, a Lei visa democratizar o acesso aos serviços de segurança, rompendo o isolamento social que historicamente perpetua os ciclos de abusos domésticos no ambiente familiar.
A estratégia comunicacional direciona seu foco primordial para as regiões interioranas e os municípios situados de forma geográfica distante dos grandes centros urbanos, locais onde a infraestrutura tecnológica é por vezes limitada. Nessas localidades mais isoladas do interior do país, o rádio permanece de maneira incontestável como o principal, e muitas vezes único, veículo de acesso à informação e de conexão com a realidade institucional da nação. Ao utilizar uma rede de transmissão de caráter obrigatório e de penetração capilar massiva, o Estado brasileiro consegue transpor barreiras geográficas e sociais complexas, alcançando mulheres vulneráveis que se encontram desprovidas de internet ou de outros meios digitais contemporâneos.
O veículo escolhido para a transmissão diária dessas diretrizes de proteção é o tradicional programa “A Voz do Brasil”, inserido de segunda a sexta-feira em cadeia obrigatória por emissoras públicas e comerciais. A escolha técnica desse canal específico decorre de sua estabilidade institucional e de sua audiência cativa, fatores que asseguram uma regularidade indispensável para a eficácia das campanhas de conscientização social.
Através dessa plataforma radiofônica de abrangência continental, o conteúdo será veiculado rotineiramente, garantindo que as informações sobre os canais de denúncia, como o Ligue 180, mantenham-se permanentemente acessíveis ao espectador comum em horários de grande visibilidade.
Os fatores conjunturais que impulsionaram a aprovação célere desta lei residem nos dados epidemiológicos da violência, os quais apontam que o Brasil registrou 399 casos de feminicídio apenas no primeiro trimestre de 2026. Esse dado alarmante equivale a uma média geométrica aproximada de uma mulher assassinada a cada cinco horas, representando um acréscimo estatístico de 7,5% em comparação direta com o mesmo período do ano anterior. O Estado de Mato Grosso, base eleitoral da relatora, apresenta um quadro de alerta ainda mais agudo, aproximando-se de duas dezenas de ocorrências fatais neste ano, após ter liderado negativamente os rankings nacionais proporcionais de homicídios de mulheres em períodos anteriores.
O método operacional adotado para a concretização dessa política pública consistiu na tramitação rigorosa de um projeto de lei bem estruturado, o qual recebeu pareceres técnicos favoráveis nas comissões temáticas da Câmara dos Deputados. Durante o processo de relatoria, Gisela Simona promoveu a construção de consensos multipartidários, demonstrando que o fortalecimento da rede de proteção transcende disputas ideológicas ou partidárias de caráter meramente paroquial.
A redação final aprovada pelas duas Casas do Congresso Nacional primou pela clareza técnica, estabelecendo sanções administrativas específicas para o descumprimento das inserções informativas diárias por parte das geradoras de conteúdo radiofônico.

Os recursos logísticos e financeiros demandados para a execução da nova rotina informativa serão absorvidos pelas estruturas de comunicação pública já existentes, não gerando novas despesas extraordinárias para o erário federal. A operação logística baseia-se na otimização dos blocos informativos da própria Empresa Brasil de Comunicação, que fará a distribuição dos conteúdos programáticos formatados de maneira simplificada e de fácil compressão para as emissoras afiliadas. Esse arranjo administrativo inteligente demonstra a viabilidade de se implementar políticas de grande relevância social por meio do aproveitamento racional e eficiente do aparato tecnológico que o Estado já possui.
A perspectiva de evolução futura indica que o enfrentamento rigoroso à violência de gênero não deve se limitar de forma exclusiva ao endurecimento das penas criminais contidas no ordenamento penal. A atuação pregressa de Simona na relatoria do Pacote Antifeminicídio, que elevou a punição máxima para 40 anos de reclusão, passa a ser complementada por esta vertente eminentemente preventiva e educacional de comunicação pública.
Espera-se que a constância diária dessas inserções radiofônicas reduza progressivamente os índices de subnotificação de crimes, fortalecendo uma rede assistencial capaz de intervir de forma eficaz antes que os conflitos alcancem desfechos trágicos e irreversíveis.
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