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VIDENTES E SENSITIVES DA COPA DO MUNDO

Vidente projeta final da Copa do Mundo com a Seleção Brasileira

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Os videntes e sensitivos mais famosos da Copa do Mundo ganham enorme destaque nas redes sociais com previsões surpreendentes sobre quem levará a taça ou sobre o destino dos jogadores. Já em clima de Copa do Mundo, o canal Mística do Futebol, publicou um vídeo no YouTube tirando cartas para realizar a previsão das seleções que chegam mais forte nesta edição do torneio. As equipes analisadas foram Alemanha, Espanha, França, Inglaterra, Argentina, Portugal e Brasil.

A Copa do Mundo terá início na quinta-feira (11), com a partida entre México e África do Sul, às 16h (de Brasília). A Seleção Brasileira está com estreia marcada para sábado (13), às 19h (de Brasília), contra a equipe de Marrocos.

Previsão para Copa do Mundo de 2026

De acordo com o tarólogo, uma grande seleção terá grande dificuldades para se classificar às 16-avos de final, onde não conseguirá impor seu jogo durante a fase de grupos desta Copa do Mundo:

Inglaterra pode se considerar que passará pela fase de grupos, mas com muita dificuldade de ficar em primeiro, talvez chegará em segundo com muitas instabilidades. Fará uma boa Copa depois da fase de grupos, mas não vejo que chegará nas finais“, afirmou o vidente.

Posteriormente, o cartomante mencionou outras grandes equipes que estarão presente nesta fase eliminatória da competição:

Argentina precisará do Messi, terá bons resultados na fase de grupos. Portugal chegará com muita intensidade, brilho e com um time muito ímpeto, um elenco de muita criação e com destaque em ações ofensivas. Brasil conseguirá uma boa estreia, tendo dificuldades contra o Marrocos, mas com bom resultado. Precisará de um equilíbrio entre a parte emocional e racional. Equipe partindo muito para cima, buscando gols e criando muitas oportunidades, com o foco de sufocar o adversário, principalmente com jogadores estreantes de Copa do Mundo. Alemanha começa bem, com uma boa fase de grupos, um time bem ofensivo, sufocando os adversários. Espanha chega forte, passará em primeiro lugar na fase de grupos, com um bom futebol. França chega com muito esforço, dedicação e controle das partidas, com imposição e domínio, ampla criação de jogadas e desempenho individual com destaques“, apontou o tarólogo.

Quem chegará na final do torneio?

De acordo com a leitura das cartas, a final será Brasil x Portugal, com amplo equilíbrio entre os times, mas com uma leve vantagem para um lado:

A final entre Brasil x Portugal terá um confronto equilibrado, seleção Portuguesa terá uma leve vantagem diante desta provável final. De acordo com as cartas, Portugal tem uma leve vantagem para levantar a taça da Copa do Mundo, mas tudo está em aberto, concluiu o cartomante.

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Política

Conflito institucional acirra disputas de “PODER” e expõe divergências de narrativas em Mato Grosso

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O ambiente político do Estado de Mato Grosso transformou-se em um cenário de intensa disputa institucional após o ex-governador Mauro Mendes desferir duras críticas públicas direcionadas ao conselheiro Sérgio Ricardo, atual presidente do Tribunal de Contas do Estado (TCE-MT). O desentendimento, que ultrapassou a esfera meramente administrativa para atingir o campo da retórica política personalizada, evidenciou um racha profundo entre o antigo chefe do Poder Executivo Estadual e a principal autoridade da Corte de Contas Mato-grossense, desestabilizando a aparente harmonia entre as lideranças locais.

Este embate de proporções inéditas eclodiu a partir de questionamentos públicos acerca da qualidade e da execução dos contratos de pavimentação asfáltica em rodovias estaduais que recentemente passaram por processos de concorrência pública, com destaque para a situação crítica da BR-170. O panorama rodoviário estadual, marcado por trechos severamente esburacados e alvo de recorrentes reclamações populares, funcionou como o estopim técnico para que as divergências latentes de bastidores sobre a condução da máquina pública e os limites da atuação fiscalizatória emergissem de forma definitiva na imprensa.

A escalada das tensões e as manifestações públicas mais contundentes concentraram-se na capital, Cuiabá, ecoando imediatamente nas sedes dos poderes constituídos e nos principais veículos de comunicação da região Centro-Oeste. O epicentro geográfico do conflito institucional localiza-se nos gabinetes governamentais e na sede da Corte de Contas, embora os desdobramentos práticos e os discursos políticos das autoridades envolvidas repercutam diretamente ao longo de toda a malha viária do interior do estado.

As declarações incisivas foram proferidas no atual contexto pós-mandato de Mauro Mendes (UB), refletindo o acúmulo de insatisfações com o modelo de controle externo adotado nos últimos meses pelo tribunal sob a nova presidência. A cronologia do confronto demonstra que o desgaste nas relações político-institucionais vinha sendo pavimentado progressivamente, culminando em um ponto de inflexão pública em que as cortesias diplomáticas tradicionais da política foram integralmente abandonadas pelas partes envolvidas.

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A principal motivação subjacente ao posicionamento veemente do ex-governador reside no inconformismo com o que ele classifica como espetacularização e excesso de exposição midiática das fiscalizações promovidas pelo órgão de controle.

Mauro Mendes sustenta a tese jurídica de que os conselheiros do Tribunal de Contas deveriam adotar uma postura de estrito recato institucional, semelhante à magistratura judicial, priorizando o silêncio obsequioso e a manifestação técnico-formal nos autos dos processos em detrimento de entrevistas frequentes e pronunciamentos públicos.

Em contrapartida, a presidência do Tribunal de Contas do Estado de Mato Grosso (TCE/MT), fundamenta sua linha de atuação na premissa da transparência pública ativa e no direito constitucional da sociedade de acompanhar as inspeções de engenharia em tempo real.

Sob a gestão de Sérgio Ricardo, a Corte de Contas adotou um modelo de fiscalização externa marcadamente presencial, transferindo os auditores dos gabinetes climatizados diretamente para os canteiros de obras rodoviárias, utilizando as redes sociais e os canais de comunicação social para dar visibilidade aos relatórios técnicos.

O método utilizado por Mauro Mendes para externar sua contrariedade consistiu em um ataque verbal direto à postura comunicacional de Sérgio Ricardo, exigindo publicamente que a autoridade fiscalizadora substituísse o uso frequente de microfones pela discrição inerente ao cargo.

Sérgio Ricardo deveria trocar o microfone pelo silêncio institucional“.

Por outro lado, o presidente do Tribunal de Contas do Estado de Mato Grosso (TCE/MT), reagiu intensificando as vistorias técnicas de campo e reiterando a independência constitucional do órgão, transformando as inspeções em eventos públicos de grande repercussão política para demonstrar que o controle externo não se submeterá a pressões do Executivo.

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Os defensores da estratégia adotada pelo Tribunal de Contas argumentam que a visibilidade pública conferida às auditorias rodoviárias funciona como um mecanismo indispensável para constranger empresas inadimplentes e acelerar a reparação das estradas.

Na visão desse grupo multissetorial, a publicidade dos atos administrativos constitui um preceito democrático moderno que assegura a eficiência dos gastos públicos, impedindo que auditorias cruciais sobre o dinheiro dos contribuintes fiquem engavetadas longe do escrutínio da população.

Inversamente, os críticos do atual modelo comunicacional da Corte de Contas, alinhados ao pensamento do ex-governador, alertam para os riscos do protagonismo político excessivo e da contaminação eleitoreira de um órgão estritamente técnico.

Esse segmento político argumenta que prejulgamentos veiculados na imprensa antes da conclusão definitiva dos processos administrativos violam o princípio do devido processo legal e maculam injustamente a imagem de gestores e de concessionárias de serviços públicos.

As consequências imediatas desse espetáculo político de bastidores traduzem-se em uma paralisia no diálogo institucional entre importantes forças políticas de Mato Grosso, onde as palavras assumiram o papel de armas em uma guerra de narrativas pelo controle da opinião pública.

O desfecho dessa disputa de poder permanece incerto, mas analistas políticos convergem na avaliação de que, enquanto o foco estiver centralizado nos microfones e nos relatórios de impacto midiático, o ritmo de recuperação das rodovias continuará secundário diante da velocidade do embate político.

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