O EMBATE JURÍDICO-POLÍTICO EM MATO GROSSO
Taques diz que espera ansiosamente por uma Ação Judicial de Mendes
A dinâmica política de Mato Grosso assumiu contornos de acirramento institucional após as recentes declarações públicas do ex-governador e ex-procurador da República, José Pedro Gonçalves Taques (PSD). O ex-gestor estadual lançou um desafio formal ao ex-chefe do Executivo Mato-grossense, Mauro Mendes Ferreira (UB), ao manifestar o desejo de ser demandado judicialmente pelo ex-governador. O pronunciamento, que reverbera nos bastidores do “PODER” local, transforma o ambiente dos Tribunais em um palco de enfrentamento direto, alterando a rotina da crônica política da região centro-oeste nesta semana.
A motivação central desse movimento estratégico reside na intenção declarada de Pedro Taques em forçar a abertura de uma vasta investigação documental sobre a gestão da administração Mauro Mendes. Segundo o ex-procurador, o ajuizamento de uma Ação de Natureza Penal ou Cível por parte do ex-governador abriria o caminho legal necessário para a apresentação formal de provas decorrentes de denúncias prévias. O foco principal da argumentação gira em torno de supostas irregularidades em contratos públicos e movimentações que, de acordo com o opositor, demandam esclarecimento imediato aos órgãos de controle e à sociedade civil.
O instrumento jurídico específico que Pedro Taques planeja utilizar para viabilizar a exposição dessas informações sensíveis é o instituto da “exceção da verdade”. Esse mecanismo do direito processual permite que o réu em crimes contra a honra prove a veracidade de suas alegações, suspendendo o caráter injurioso da denúncia caso as provas sejam validadas pelo magistrado competente. A defesa do ex-governador Pedro Taques assegura possuir relatórios detalhados, históricos de transações financeiras e elementos robustos relacionados ao controverso “Caso Oi”, episódio que ele pretende colocar no centro do debate judicial contemporâneo.

A estratégia ganha contornos de ampla publicidade na capital, Cuiabá, estendendo seus reflexos interpretativos para todo o território do Estado de Mato Grosso. Os principais analistas políticos e juristas da região acompanham o desdobramento do caso, cientes de que o desfecho dessa interpelação afetará o xadrez eleitoral e a estabilidade das coalizões partidárias majoritárias.
A arena pública converteu-se em um cenário de alta tensão, onde cada manifestação técnica das partes é minuciosamente avaliada por correligionários e opositores na Assembleia Legislativa do Estado de Mato Grosso (AL/MT).
O propósito subjacente a essa atitude combativa visa, de modo claro, desestabilizar a percepção de conformidade da gestão Mauro Mendes e constranger o silêncio institucional da Governadoria. Ao convocar o ex-chefe do Executivo Estadual para o litígio, Pedro Taques busca conferir um selo de oficialidade jurídica às suas críticas recorrentes, retirando o debate do campo puramente retórico das redes sociais e transportando-o para a rigidez do rito processual. A tática apoia-se na premissa de que a recusa em acionar a Justiça pode ser interpretada pela opinião pública como um sinal de vulnerabilidade política.
A eclosão desse conflito ocorre em um momento de profunda relevância administrativa, coincidindo com o período de consolidação de grandes investimentos estaduais e discussões sobre o orçamento público anual. O momento escolhido para a intensificação dos ataques mútuos sinaliza uma tentativa de pautar o debate institucional antes do início do próximo ciclo eleitoral majoritário. A antecipação do cenário de polarização força os agentes políticos locais a adotarem posicionamentos claros, dividindo o secretariado e as lideranças municipais entre a defesa da estabilidade e a exigência de total transparência.
A reação da governadoria e a avaliação dos assessores jurídicos de Mauro Mendes indicam que o ex-mandatário prefere manter o distanciamento estratégico das provocações da oposição. Interlocutores do Palácio Paiaguás sugerem o silêncio como a resposta mais eficiente para evitar a ampliação do palanque político pretendido pelo ex-procurador da República.
A postura oficial fundamenta-se na tese de que o foco da gestão deve permanecer ancorado no cumprimento das metas governamentais, minimizando ruídos externos que possam contaminar a entrega de resultados.
A concretização desse embate institucional gera profunda preocupação entre os setores produtivos e a sociedade civil organizada devido ao risco de paralisia das pautas estruturantes do estado. Enquanto as lideranças concentram esforços em estratégias de ataque e defesa nos tribunais, as demandas essenciais da população mato-grossense permanecem em compasso de espera nas secretarias. O cidadão comum observa o acirramento da retórica partidária com ceticismo, identificando o prolongamento desses conflitos como um obstáculo ao avanço das políticas de desenvolvimento socioeconômico regional.
O impacto direto dessa paralisia política reflete-se na gestão de áreas críticas como a Saúde Pública, a Segurança nas Fronteiras, a Infraestrutura Logística e a Geração de Empregos Formais. Projetos de pavimentação de rodovias estaduais essenciais para o escoamento da produção agrícola e investimentos na modernização de Hospitais Regionais sofrem o risco de perder a prioridade orçamentária diante da crise de governabilidade iminente.
O funcionalismo público e as lideranças comunitárias cobram que a atenção dos gestores retorne urgentemente para o atendimento das carências básicas da população.
O desfecho desse cenário de beligerância política permanece em aberto, dependendo estritamente da decisão do ex-governador Mauro Mendes em aceitar o embate jurídico ou manter o isolamento institucional. A comunidade jurídica local ressalta que o silêncio prolongado ou a resposta judicial intempestiva produzirão consequências duradouras para a credibilidade de ambas as lideranças perante o eleitorado mato-grossense.
O desdobramento das próximas semanas definirá se Mauro Mendes ingressará em um período de severa disputa judicial ou se a agenda de desenvolvimento socioeconômico retomará a centralidade no debate público.
Política
Campanha eleitoral na Terra de Rondon será um “Reality Show” com emoções diárias
Caros amigos e leitores do Blog do Valdemir. Segundouuu! E o maior mundial de todos os tempos começou para o Brasil! O Blog do Valdemir te leva para dentro do campo nas edições diárias, com informações.
Acompanhe e não perca nenhum detalhe, porque o Boteco da Alameda, une eleições 2026 com o clima da Copa do Mundo. Do churrasco a bolha: como a dupla sensação da campanha do pleito eleitoral, que estarão oficializando os seus nomes para a disputa eleitoral, na próxima quarta-feira dia 17.
Virgínia Mendes e Mauro Mendes, que neste final de semana mandou um petardo sobre lealdade.
De Lucas do Rio Verde para o meu “QUERIDO”, “LINDO” e “MARAVILHOSO” Estado de Mato Grosso: cruzou o estado para torcer para o Brasil na Copa do Mundo.
E tem mais: o Boteco da Alameda avisa: a campanha eleitoral será um “reality show” com emoção demais. Os escândalos vêm cozinhando em banho-maria. As investigações vão avançando e as bolhas da fervura explodindo uma a uma…e por aí vai.
As nuvens vêm sobrevoando os telhados dos nossos agentes políticos, com possibilidades de desdobramentos, e há temor de que a Polícia Federal avance.
A arquibancada do Boteco da Alameda, já está de olho no risco a imagem, além de afastar votos dos pré-candidatos, vem a preocupação em não arrastar a crise e batidas da Polícia Federal, para o debate eleitoral.
Se a pré-campanha está, assim, então vai explodir em 2026. Os candidatos para cargos majoritários, terão suas vidas reviradas do avesso nesta corrida eleitoral.
Segue o fluxo!

Dupla sensação
Quarta-feira dia 17 de junho, às 18:30 horas na sede do União Brasil (UB) neste meu “QUERIDO”, “LINDO” e “MARAVILHOSO” Estado de Mato Grosso, Mauro Mendes e Virgínia Mendes, estarão oficializando suas pré-candidaturas no pleito eleitoral 2026: Mauro Mendes a Casa Alta e Virgínia a Câmara dos Deputados.
A “dupla sensação 2026”, vão atuar como cabo eleitoral do atual governador do partido Republicanos, Otaviano Pivetta.
O casal demonstra estarem determinados a reagir aos ataques que começaram a ser disparados contra eles.
Senão venhamos e vejamos: Mauro Mendes levantou e a esposa Virgínia chutou a bola, sepultando qualquer chance de recuo em apoiar Otaviano Pivetta neta reeleição.
O grupo do “Capitão Jaymão” exige que o partido feche em torno da pré-candidatura do senador unista.
Virgínia Mendes, ajeitou com o pé direito e mandou com a esquerda, sem chance para defender.
“O Mauro tem compromisso com o governo (Otaviano) e a gente não pode ser traíra. Uma coisa que a gente nunca foi falar uma coisa e fazer outra“, disparou no meio do gol.
Virgínia Mendes, finalmente apareceu para o jogo e chegou a ironizar o “joguinho” que estão fazendo, ou seja, com possibilidades de serem vetados no ataque.
“Quem elege não é o Mauro, é o povo. Se ele passar na convenção, tem que ser eleito pelo povo“.
“Basta de obras, queremos promessas”
Certa vez um dos frequentadores do Boteco da Alameda, fez uma viagem ao Peru, no seu retorno comentou uma frase que viu pichado em um muro, e que anotou. Em português seria algo como “basta de obras, queremos promessas”.
Num primeiro momento, tal afirmação parece um contrassenso, já que há promessas ainda não cumpridas. Mas…, o Blog do Valdemir pergunta: Serão ainda cumpridas?
Em segundo momento é preciso deixar bem claro que: promessas para interromper obras públicas durante campanhas eleitorais são práticas comum na Terra de Rondon, geralmente justificadas sob o argumento de combater o desperdício do dinheiro público.
Essas pautas costumam permear o debate políticos através de diferentes abordagens.
Em vez de manter obras de grande porte herdados de gestão anterior, muitos políticos propõem para esses projetos e realocar os recursos para a prioridades imediatas da população, como Saúde, Educação, Moradia e Segurança.
Nota de rodapé: a paralisação de uma obra pública exige rigor técnico.
Quebrar ou suspender contratos de forma arbitraria pode gerar multas rescisórias milionárias aos cofres públicos, além de judicialização por parte das empresas executoras.
Qualquer decisão de paralisação precisa ser comparada por posições que comprovem prejuízos ou irregularidades graves no projeto.
Quer saber? O Boteco da Alameda, não vai num dia como hoje falar disso, em casa de enforcado não se fala em corda.
Acho que o Boteco da Alameda está como todo os mato-grossenses: perplexo.
Mas, preferem, em não falar sobre essas coisas, são desagradáveis.

O Boteco vai falar
A campanha eleitoral começa, em 16 de agosto. Exatos dois meses adiante do que o Boteco da Alameda reporta está matéria.
Desde a Constituição de 1988, a conta de cabeça já são 10 campanhas eleitorais pelos frequentadores do núcleo duro do Boteco da Alameda.
Em todas elas, estávamos no front e celebrarmos em participar de cada uma das coberturas eleitorais, sempre com o entusiasmo imenso que a democracia nos provoca.
Continuamos achando fascinante. O que não achamos graça é o escárnio de alguns políticos com o povo.
Nos preocupa ainda é a falta de senso crítico de tantas pessoas, que parecem zumbis rolando scroll infinito das telas, consumindo notícia como se fosse propaganda política e “Fake News” como se fosse notícia.
Apavora o Boteco da Alameda, a violência no trato com os adversários políticos e o desrespeito a verdade, aos fatos.
Segue o fluxo!
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