NA FILA DE ESPERA?
Stopa tenta, mas sabe que não conseguirá viabilizar sua candidatura na Prefeitura de Cuiabá
O vice-prefeito da Capital de todos os mato-grossense, José Roberto Stopa, do Partido Verde (PV), deve abortar o plano de ser candidato para sentar na cadeira número 1 da Prefeitura de Cuiabá em 2024.
Neste momento ele está “meditando” e será convencido por “seus amigos“, de que será mais útil na articulação política para eleger o maior número de vereadores no ano que vem pela Federação Partidária formada por PT, PCdoB e PV.
Nos bastidores, no entanto, segundo fontes próximas as discussões, é que a Federação Partidária teme que a exposição de Zé Stopa na busca do comando da maior cidade de Mato Grosso aumente a pressão sobre o “Clã dos Pinheiros”.
Eles sabem que a exposição de Zé Stopa trará de novo à tona o caso das investigações ligadas ao prefeito cuiabano, o emedebista Nenel Pinheiro e afins.
Então a lógica seria: se pegarem o cuiabano Nenel Pinheiro, matam de cara a candidatura de Zé Stopa, e ainda respingam na “candidatura” do ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA), Carlos Henrique Baqueta Favaro em 2026.
Em recente conversa com pessoas próximas a Zé Stopa, a nossa equipe de reportagem do Blog do Valdemir eles falaram que não querem que Zé Stopa sofra o que o prefeito cuiabano, Nenel Pinheiro está sofrendo agora. Perseguição, perseguição, perseguição, processos, processos e processos na Justiça, e ainda mais os constantes ataques. Parece até campo de batalha.
Outro obstáculo para a candidatura de José Roberto Stopa ao Governo Municipal é o desempenho nas pesquisas.
Balde de água fria
Zé Stopa aparece nas pesquisas de opinião em posição fragilizada na disputa contra o ainda pré-candidato, o deputado federal e polêmico Abílio Jaques Brunini do Partido Liberal (PL), e do ferrenho petista Ludio Frank Mendes Cabral, do presidente da “MARAVILHOSA” Casa de Leis, Zé Edu Botelho (UB), e o também deputado federal, Fabio Paulino Garcia, o menino Fábinho (UB).
Zé Edu Botelho e o menino Fábinho polarizam a eleição cuiabana até aqui e as indicações iniciais apontam um segundo turno em Cuiabá.
Segundo pessoas próximas, o vice-prefeito esperava o que não acontecerá: um engajamento forte dos aliados da Federação na disputa para tentar “derrotar” quem viesse.
O “balde de água fria” vem sendo dado dentro da Federação Partidária formada por PT, PCdoB e PV, os Diretórios em Cuiabá buscam as melhores estratégias para as eleições 2024 e esquecem do Zé Stopa. A decisão pelo nome que disputará o Palácio Alencastro não foi tomada, mas o Partido dos Trabalhadores (PT) não abre mão de candidatura própria. No entanto, a escolha do nome pode extrapolar os muros da Federação Partidária. As fontes do Blog do Valdemir acreditam que o deputado estadual Ludio Cabral será o nome da esquerda na corrida municipal cuiabana para tentar conseguir sentar na cadeira numero 1 da Prefeitura de Cuiabá em 2024.
José Roberto Stopa
Analisando friamente o cenário político, o Zé Stopa é o único que realmente tem serviço prestado por Cuiabá. O vice-prefeito foi Secretário Municipal de Cuiabá na administração de Mauro Mendes (2013/2016).
O homem forte do Partido Verde (PV), Zé Stopa conta com boa inserção eleitoral nos bairros e tem o jeito simples de administrar. O problema é que as oposições contam com nomes fortes e vão explorar os erros da atual gestão no qual Zé Stopa faz parte.
Stopa tenta, mas sabe que não conseguirá realizar uma das quais seria a maior obra atualmente: a obra de engenharia política para consolidar a sua candidatura para as eleições municipais de 2024. Pelo andar da carruagem, que já está em andamento faz muito tempo, vai ficar na fila de espera novamente.
Além de fazer parte da atual administração, o seu partido faz parte da Federação Partidária e dificilmente os petistas abrirão mão de indicar o candidato ao Palácio Alencastro, ainda mais tendo o petista Luiz Inácio “Lula” da Silva na presidência da República.
Não estamos dizendo que Zé Stopa tem ou não legitimidade em pleitear a indicação, porém…
“Ainda é cedo e tenho certeza, que chegaremos lá com nome definido para vencer a eleição“, disse José Roberto Stopa.
Política
Cálculo eleitoral e nomes de peso credenciam o Podemos na disputa por vagas federais em Mato Grosso
Nas eleições de outubro, milhões de eleitores e eleitoras de todo o território brasileiro vão escolher os seus representantes para as Assembleias Legislativas, Câmaras Federias e presidente da Republica pelo sistema proporcional de votação. E o cenário político de Mato Grosso ganha novos contornos com as projeções do Podemos para a disputa das cadeiras na Câmara dos Deputados no próximo pleito eleitoral. A agremiação partidária estruturou uma chapa competitiva na consolidação do coeficiente necessário para garantir representatividade parlamentar em Brasília, mobilizando lideranças regionais de forte apelo popular.
A conjuntura eleitoral atual indica que o Quociente Eleitoral para que um Partido ou Federação conquiste uma cadeira de deputado federal no estado está estimado em 231 mil votos. Diante desta exigência matemática rigorosa, a sigla desenhou uma estratégia focada em garantir o patamar mínimo indispensável, mapeando o potencial de votação em diferentes macrorregiões mato-grossenses.
A movimentação partidária ocorre no âmbito do Território Estadual de Mato Grosso, local onde as articulações regionais e as alianças locais definem a força dos candidatos no pleito. O eleitorado das principais cidades do interior e da capital será decisivo para confirmar as projeções traçadas pelas lideranças do partido ao longo da campanha.
As estimativas internas apontam para o alcance de até 280 mil votos na votação total da legenda, volume suficiente para assegurar com folga a primeira vaga direta. Adicionalmente, especula-se no meio político a possibilidade concreta de obtenção de uma segunda cadeira por meio da distribuição das sobras partidárias.

A confirmação da segunda vaga dependerá diretamente do desempenho das legendas concorrentes nas urnas, com atenções voltadas para os blocos formados por União Brasil/PP e pelo PL. Espera-se que esses agrupamentos adversários obtenham votações expressivas e elejam pelo menos dois representantes federais cada um, o que alterará a dinâmica de distribuição dos assentos restantes.
A viabilidade técnica do plano eleitoral fundamenta-se na montagem de uma chapa diversificada, constituída por nove candidatos dispostos estrategicamente em base regional. Essa seleção busca capturar votos de variados segmentos socioeconômicos e geográficos, desde o agronegócio pujante do norte mato-grossense até a densa população urbana do sul do estado.
O grupo de maior destaque é composto por cinco nomes de ampla visibilidade pública: o deputado federal Nelson Barbudo, o ex-deputado Neri Geller, o ex-secretário estadual de Segurança Pública, César Roveri, o ex-prefeito da cidade de Querência, Fernando Gorgen e a vereadora de Rondonópolis, Kalynka Meirelles.
A diversidade de trajetórias dessas lideranças fortalece o apelo da legenda junto a diferentes perfis de eleitores.
A vereadora Kalynka Meirelles assume papel tático fundamental nesse contexto, emergindo como a principal representante do município de Rondonópolis na corrida rumo ao Congresso Nacional. Sua presença na chapa visa atrair o expressivo eleitorado do segundo maior polo econômico do estado, consolidando uma base eleitoral sólida na região sul.
O planejamento estipula que cada um desses cinco candidatos principais obtenha uma votação individual situada entre 30 mil e 70 mil votos. Essa margem projetada garante a sustentação necessária para atingir a meta global da agremiação e otimizar o somatório de votos válidos exigido pela legislação vigente.
A estratégia adotada pelo Podemos demonstra como a engenharia eleitoral contemporânea exige previsibilidade matemática associada à capilaridade política. Ao combinar nomes consolidados no cenário estadual com lideranças emergentes, a legenda busca assegurar voz ativa na formulação das políticas públicas nacionais nos próximos anos.
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