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PAGAMENTOS DE PERDAS SALARIAIS ACUMULADAS

Servidores do Executivo Municipal exigem pagamento retroativo da RGA e cobram Projeto de Lei

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A recente decisão do Prefeito de Cuiabá, Abilio Brunini (PL), de não sancionar a lei que autoriza a Revisão Geral Anual (RGA) e o pagamento de perdas salariais acumuladas para os servidores do Legislativo Municipal, deixando a sua promulgação para a Câmara Municipal, provocou preocupação entre os servidores da Prefeitura de Cuiabá. A sanção ocorreu de forma tácita, quando o prefeito não vetou nem sancionou a norma, resultando na sua publicação na Gazeta Municipal de quinta-feira dia 09. Essa medida gerou insegurança sobre o cumprimento de promessas semelhantes para os funcionários do Executivo.

O impasse envolve a exigência, por parte dos servidores da Prefeitura de Cuiabá, do pagamento da RGA retroativa referente ao período da Pandemia de Covid-19. Esse reajuste não foi concedido nos anos de 2020 e 2021 em razão do congelamento de despesas determinado por lei federal, que visava mitigar os impactos fiscais da crise sanitária. Agora, os funcionários cobram o que consideram um direito.

A Revisão Geral Anual (RGA) deste ano para os servidores do Executivo deve fechar em torno de 4,29%, de acordo com estimativas do Sindicato dos Servidores Públicos do Município de Cuiabá (Sispumc). O valor retroativo do período da pandemia é estimado em 10%, um montante que, segundo o presidente do sindicato, Renaudt Tedesco, tende a aliviar o bolso dos servidores públicos municipais.

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Até o momento, nenhum Projeto de Lei foi encaminhado à Câmara Municipal para tratar do pagamento da RGA retroativa aos servidores do Executivo. O Sispumc cobrou a elaboração de tal projeto em ofício enviado à Prefeitura de Cuiabá, mas não obteve resposta concreta até agora.

A situação teve origem quando o Sispumc oficiou a Prefeitura exigindo o pagamento da RGA, que é considerada uma obrigação da Prefeitura e um direito dos servidores. A categoria alega que a suspensão do reajuste em 2020 e 2021, embora baseada em lei federal, não extingue o direito dos servidores à recomposição salarial.

Em fevereiro deste ano, o prefeito Abilio Brunini afirmou estar estudando o envio de um Projeto de Lei ao Legislativo para parcelar a ‘dívida’ com os servidores.

Ele disse:

Eu estou fazendo um cálculo de fracionamento deste valor. Porque é direito, né. O período da pandemia foi suspenso, entre 2020 e 2021, foi congelado e depois foi ignorado nos anos seguintes e ficou aquele valor de percentual para ser reajustado. Não tem como dar 10% de reajuste imediato, estamos estudando o fracionamento desse valor junto ao servidor com o caixa da prefeitura”.

Os servidores da Prefeitura de Cuiabá, através do Sispumc, estão mobilizados para exigir o cumprimento da promessa de pagamento da RGA retroativa. O sindicato afirma que esta é uma oportunidade para o prefeito demonstrar que valoriza os trabalhadores do serviço público e para evitar interferências nas eleições.

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Apesar das promessas de estudo para o parcelamento da dívida, a Prefeitura ainda não tomou medidas concretas para enviar o Projeto de Lei à Câmara Municipal. O Sispumc continua cobrando respostas e a elaboração do Projeto de Lei para o pagamento da RGA.

A gestão do ex-prefeito Emanuel Pinheiro já havia concedido o reajuste apenas para os servidores da Educação, o que aumenta a pressão sobre a atual administração para conceder o benefício para os demais servidores.

O pagamento da RGA retroativa é de extrema importância para os servidores, pois representa a recomposição do poder de compra corroído pela inflação ao longo dos anos. O valor retroativo pode aliviar as dificuldades financeiras da categoria, que já enfrenta desafios econômicos. A ausência de reajuste gera desvalorização do serviço público e prejudica a qualidade de vida dos funcionários.

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Política

Max Russi, o “Salvador da Pátria” na Terra de Rondon

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Tá certo, tá certo que é só 15 de abril, mas o cenário na política mato-grossense tá pegando fogo xômano.

Na edição de hoje, os internautas do Blog do Valdemir, confere tudo o que tá rolando nos bastidores e corredores palacianos e muito mais.

Estão preparados? Então pode chegar.

Quartoooouuu… caros amigos e frequentadores do Boteco da Alameda, como sempre estamos abrindo as portas, com as informações que correm nos bastidores da “Casa Grande”, mostrando que os “Sinhozinhos”, não estão para brincadeira nesta eleição de 2026.

Mas…, enquanto a “água esquenta a moleira”, esse é ditado antigo, da época que Marechal Rondon cortava o sertão do meu “QUERIDO”, “LINDO”, e MARAVILHOSO” Estado de Mato Grosso, para instalar as linhas de telégrafo.

Antes de seguir, o Boteco da Alameda quer saber: quando falamos “Capitão Jaymão”, quem é a primeira pessoa que vem na sua cabeça! Tá bom, tá bom…, vamos ao que interessa…

Segue o fluxo!

Como estávamos dizendo…

Que os “Coronéis da Política” discutem estratégias para saber, quem definitivamente será o candidato a majoritária, com pesquisas encomendadas, só para tentar ludibriar os eleitores, tem um “Guri Branquelo”, que está igual “piau” na ceva só “comendo pelas beiradas”.

Ou seja, até falando que não é candidato ao Palácio Paiaguás, o seu nome é um dos mais lembrados para sucessão do nosso amigo o Homem de Ferro.

Como foi dito, em uma edição anterior, tem gente querendo “limpar a barra”, tentando esconder a “capivara” debaixo do tapete.

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O “Salvador da Pátria” conseguiu manter a maior chapa em toda Terra de Rondon, o Sassá Mutema diz: “esse é meu garoto”, “aprendeu direitinho com o papai”.

O Boteco da Alameda vai além, o “Salvador da Pátria” recebeu uma visitinha no rancho a margem do Rio Manso, do “Rei do Agro”, que foi igual “Milagre de São Francisco“, até os peixes pararam para ouvir… Depois disso, até as águas começaram a passar tranquilas por baixo da ponte, ou seja, o céu não é mais de brigadeiro.

Venhamos e convenhamos, o “Salvador da Pátria” segue os mesmos dilemas do “Rei do Agro”, em sua primeira campanha para assumir a cadeira número 01 da “Casa Grande”, aqui estamos retratando os momentos ocorridos em 2002.

Inicialmente, o “Rei do Agro” tinha cerca de 3% de intenções de votos nas pesquisas eleitorais daquele ano, sem dizer uma só palavra que seria candidato e não é que ele teve o “PODER” de fazer um “revirado”, e se eleger governador.

E aqui, o “Salvador da Pátria” segue o mesmo caminho, atualmente falando que não é candidato ao Governo do Estado, aparece com 6,4% das intenções de votos, pelo que vemos, ele está fazendo um verdadeiro “ensopadão”, e escolhendo os melhores temperos e ingredientes, e quem sabe sair como candidato do grupo. Por outro lado, o candidato do núcleo duro do Palácio Paiaguás não deslancha, parecendo que está com uma “âncora”, uma “poita” amarrado aos pés, ou será maldição…

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Enquanto o café esfria …

Na Avenida Rubens de Mendonça, o clima político esquenta no Palácio Dante de Oliveira. De Emendas Parlamentares que constroem viadutos a estratégias silenciosas que pavimentam candidaturas de 2026 já está em plena movimentação.

E quem acha que é cedo, está prestes a ficar para trás.

O Boteco vai falar

Nos bastidores e corredores palacianos, quem tem olhos para enxergar percebe que, o “BRANQUELO”, o deputado estadual Max Russi não está apenas assistindo ao jogo, ele está mexendo as peças.

Não se trata de protagonismo vazio, mas de articulação sólida.

E o xadrez político não é sobre quem aparecer mais, e sim sobre quem move melhor.

2026 chegou… o jogo já começou.

Segue o fluxo!

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