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Política

Rede Sustentabilidade lança pré-candidato a prefeito de Cuiabá

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Na ultima quinta-feira (16), os filiados da Rede Sustentabilidade de Cuiabá, escolheram o nome do historiador Renato Santana como o pré-candidato á prefeito na Capital. A legenda que tem como principal expoente Marina Silva, pretende apresentar candidaturas majoritárias capazes de defender um novo modo de governar. No ano de 2014, Marina Silva teve 21,89% dos votos na capital quando concorreu ao cargo de presidente. Neste período, a Rede Sustentabilidade ainda não era partido politico constituído formalmente.

Renato_Rede_2O Ano de 2016 será? o primeiro pleito eleitoral da Rede Sustentabilidade, após o seu registro formal. Com apenas 09 meses de existência, o partido defende que nas eleições municipais deste ano, é fundamental apresentar alternativas de renovação da política e de fortalecimento do protagonismo cidadão, na construção de um projeto de cidades economicamente responsável, socialmente justa e ambientalmente sustentável. A Rede Sustentabilidade sustenta a posição de combate às forças politicas convencionais que dominam o cenário político em nosso país e que levou o Brasil a vivenciar a grave crise política, econômica, cultural, social e ética.

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O Professor Dr. João de Souza, porta voz municipal da Rede Cuiabá, afirma que “o grande desafio que o partido tem com as inovações da minirreforma eleitoral que reduz o tempo de campanha e de televisão, é fazer uma campanha inovadora capaz de estabelecer uma conexão com a população”. O Porta Voz ainda ressalta que com a minirreforma eleitoral, a Rede não terá espaço nos debates de televisão e os recursos financeiros serão escassos, frente ás forças econômicas dos outros candidatos. Este desafio é compreendido dentro do partido que contará com o seu grupo de filiados ocupando ás ruas e ás mídias sociais, no sentido de divulgar, debater e defender os ideais da Rede durante as eleições municipais.

A Rede pretende apresentar uma proposta de governo para romper com a atual forma de gestão pública. O Gestor público deve ser indutor do diálogo com os setores da sociedade. O partido defende consultas populares se apropriando das novas ferramentas de mídia social e aproximando as instituições públicas do cidadão. Para o pré-candidato á prefeito da Rede, Renato Santana, “Cuiabá vai completar 300 anos, está no século XXI e não conseguiu resolver problemas do século passado, como é a questão do saneamento. Só através de um diálogo com toda a sociedade é que poderemos elencar prioridades e concretizar projetos com foco na qualidade de vida”. 

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Política

Como a “Casa10” opera a reeleição de Otaviano Pivetta

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A montagem de uma equipe de campanha eleitoral altamente eficiente constitui a engrenagem central que determina o sucesso ou o fracasso de qualquer projeto político nas urnas. No cenário contemporâneo, a viabilidade de uma candidatura exige a combinação exata entre o perfil do líder público, as demandas do eleitorado e a capacidade operacional do time encarregado de transformar diretrizes estratégicas em votos efetivos.

O grande desafio de um projeto majoritário reside na transição da teoria para a prática, visto que a simples existência de propostas inovadoras não assegura a vitória sem um contingente capacitado para executá-las. A seleção dos integrantes do comando de campanha requer um rigor cirúrgico, devendo harmonizar as exigências técnicas da gestão eleitoral com o capital político das forças partidárias e dos setores produtivos que sustentam o candidato.

Em um ambiente eleitoral caracterizado pela limitação do tempo de propaganda e pela escassez de recursos, uma coordenação bem estruturada assume a função primordial de maximizar cada investimento e otimizar a logística do pleito. Além da racionalização dos meios disponíveis, a gestão estratégica garante a coesão da mensagem política, mantendo a disciplina programática do comitê central e a eficiência nas abordagens diretas junto aos eleitores.

Na disputa majoritária em Mato Grosso, o pelotão de comando responsável por conduzir a campanha à reeleição do Republicanos, o governador Otaviano Pivetta, é composto por um grupo restrito de sete lideranças de alta influência. Este núcleo de decisão estratégica atua diretamente na articulação política, na consolidação do discurso governista e no alinhamento das ações prioritárias para o fortalecimento da candidatura no estado.

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O centro decisório das operações da candidatura majoritária está sediado na Casa 10, comitê estratégico do partido Republicanos instalado estrategicamente no bairro Quilombo, em Cuiabá. As dependências do comitê central abrigam o fluxo diário das deliberações técnicas e políticas que norteiam o plano de ação da chapa em âmbito estadual.

No cotidiano da Casa 10, os integrantes do comando executivo reúnem-se diariamente para traçar o planejamento tático, gerenciar eventuais crises de imagem, coordenar a distribuição dos materiais de propaganda e estruturar as agendas de viagens de Otaviano Pivetta pelos municípios mato-grossenses.

Adicionalmente, o grupo presta suporte técnico e político às candidaturas proporcionais que integram a coligação governista.

A liderança e a coordenação-geral desse comitê executivo foram confiadas ao ex-secretário estadual de Fazenda, Rogério Gallo, figura de expressivo peso técnico e político na administração pública estadual. Gallo ingressou no comando da campanha após ter se desincompatibilizado do cargo no Poder Executivo em março, ocasião em que esteve cotado para figurar como suplente ao Senado na chapa encabeçada por Mauro Mendes.

A formação desse núcleo diretivo ocorreu a partir da convergência de forças do Agronegócio, da Infraestrutura e da Gestão Pública local, reunidas para dar sustentação política ao projeto de reeleição de Otaviano Pivetta. A escolha dos nomes fundamentou-se na capacidade de articulação regional e no conhecimento aprofundado das demandas econômicas e sociais das diferentes regiões do estado de Mato Grosso.

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Completam a equipe de comando, sob a liderança direta de Rogério Gallo, os empresários Cidinho Santos, primeiro-suplente na chapa de Mauro Mendes ao Senado, e o executivo Eduardo Maciolli, ao lado de Luiz Antonio Pagot, ex-diretor do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT) e ex-secretário de Infraestrutura na gestão de Blairo Maggi. O grupo conta ainda com a experiência política dos ex-prefeitos Adriano Pivetta, de Nova Mutum, irmão do governador, e Adilton Sachetti, de Rondonópolis, além do produtor rural Helmute Lawisch.

As atividades operacionais da Casa 10 desenrolam-se ao longo de todo o período eleitoral de 2026, estendendo-se até o encerramento do pleito em Mato Grosso. Durante este ciclo, a atuação coordenada da equipe busca assegurar a precisão no cumprimento das metas de campanha, consolidando o Comitê Central de Cuiabá como a base estratégica da candidatura do Republicanos.

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