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PV NÃO ABRE MÃO DA INDICAÇÃO

PV Nacional defende indicação de Stopa como o candidato da Federação Brasil da Esperança

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A Federação Brasil da Esperança, composta pelo PT, PCdoB e PV, e agora com o apoio do PSD, do ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA), Carlos Henrique Baqueta Favaro, vem enfrentando um impasse na escolha do candidato que receberá o apoio do grupo para concorrer à Prefeitura de Cuiabá nas eleições de 2024. A disputa tem gerado trocas de farpas entre o vice-prefeito José Roberto Stopa (PV) e o deputado estadual Lúdio Frank Mendes Cabral (PT), ambos aspirantes ao cargo de prefeito.

Não é de hoje que o deputado estadual Lúdio Cabral (PT) vem alfinetando e tecendo críticas ao vice-prefeito José Roberto Stopa (PV), sugerindo que este precisa manter a calma em relação às eleições. Segundo ele, Stopa anda muito nervoso, ficar calmo, e tomar remédio de pressão.

Lúdio Cabral também enfatizou a necessidade da Federação Brasil da Esperança tomar uma decisão em relação ao rumo que desejam tomar em Cuiabá. Ele afirmou ser preciso optar entre apoiar seu nome como representantes de um projeto de mudança, ou seguir a continuidade do atual Prefeito de Cuiabá, Emanuel Pinheiro (MDB), através do vice-prefeito Stopa.

Nós temos uma equação na Federação que precisa ser resolvida. De um lado um projeto de mudança, de oposição e de outro lado um projeto de continuidade, essa situação precisa ser resolvida, porque elas não cabem no mesmo projeto”.

Lúdio Cabral foi a Brasília para reunião com o Diretório Nacional do Partido dos Trabalhadores (PT), onde ele foi decidir se oficializava ou recuaria na sua pré-candidatura.

Dois meses após a presidente nacional do PT, Gleisi Hoffman, confirmar Lúdio Cabral como pré-candidato, a imprensa nacional informa que já estão definidas as candidaturas do PT em 73 cidades, sendo 11 capitais, enquanto tenta resolver impasses internos ou com aliados em outras 6.

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Na capital mato-grossense, a Federação Brasil da Esperança ainda tem como pré-candidato o vice-prefeito José Roberto Stopa (PV), que não abre mão de ser o escolhido. No entanto, para o PT Nacional o impasse já é dado por encerrado com a indicação de Lúdio Cabral para encabeçar a chapa.

Massssss…..

PV defende a indicação de Stopa

Em entrevista ao Jornal A Gazeta, o presidente Nacional do Partido Verde (PV), José Luiz Penna, defendeu a indicação do vice-prefeito José Roberto Stopa (PV) como o candidato da Federação Brasil da Esperança, com PT, PV e PCdoB, em Cuiabá. O dirigente afirmou que a sigla não abrirá mão desta candidatura, e que nas primeiras reuniões da Executiva Nacional da Federação Brasil da Esperança, e avaliou que o nome de Roberto Stopa era praticamente unânime.

Estava tudo certo lá atrás. E nós vamos defender o nome do Stopa porque em Cuiabá, é uma das poucas capitais que a Federação que tem reais chance de vitória”.

Contudo, na última segunda-feira (6), a cúpula Nacional do PT colocou Cuiabá na lista das capitais onde os candidatos a prefeito serão do partido, apontando uma divergência sobre a escolha na capital mato-grossense.

Para o PT Nacional o impasse já é dado por encerrado com a indicação do nome do deputado estadual de Lúdio Cabral para encabeçar a chapa.

As candidaturas próprias petistas estão definidas nas seguintes capitais:

CuiabáLúdio Cabral
Belo Horizonte – Rogério Correia
Maceió – Ricardo Barbosa
Porto Alegre – Maria do Rosário
Teresina – Fábio Novo
Florianópolis – Lela Farias
Fortaleza – Evandro Leitão
Vitória – João Coser
Goiânia – Adriana Accorsi
Campo Grande – Camila Jara
Natal – Natália Bonavides
Aracaju – Candisse Carvalho
São Paulo – Guilherme Boulos (PSOL)
Rio Branco – Marcus Alexandre (MDB)

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O presidente do Partido Verde (PV), José Luiz Penna afirma que, diante do impasse, será necessário mais um tempo de discussão para tentar chegar a uma resolução sobre o nome em Cuiabá. Para ele, um dos critérios a se levar em consideração é o poder de aglutinação que os pré-candidatos da Federação Brasil da Esperança terá em um eventual segundo turno.

Nós temos que levar em consideração quem dos dois nomes conseguirá aglutinar apoio pra fora da Federação. São eleições de dois turnos, então isso tem que estar em nosso radar. Quem atrai mais partidos, mais lideranças. Mas vamos ter tempo de conversar um pouco mais para tomar a decisão correta, pontuou.

O cacique do PV também elogiou o correligionário, destacando sua experiência administrativa.

O Stopa foi um secretário de vários anos na administração de Cuiabá, conhece a máquina pública, conhece os problemas da cidade e é o atual vice-prefeito. E isso é muito importante para um candidato, que é o conhecimento da cidade e o preparo administrativo, finalizou.

O PV vem mantendo o nome de Stopa como pré-candidato mesmo com o deputado estadual Lúdio Cabral (PT) aparecer na frente nas pesquisas eleitorais. A sigla acredita que Stopa terá um crescimento substancial quando liderar o programa de tapa-buracos na capital, e que até julho conseguiria resolver o problema e alavancar o seu nome como candidato.

Por outro lado, o PT mantém o nome de Lúdio Cabral e já o considera como o candidato do presidente Lula em Cuiabá, além de ter o apoio do ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA), Carlos Henrique Baqueta Favaro (PSD).

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Política

Pesquisa interna ditará rumo ao Palácio Paiaguás

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As movimentações internas no cenário político mato-grossense ganharam um novo componente estratégico com a decisão do Senador Jayme Campos (UB) de avaliar cientificamente o cenário eleitoral. O parlamentar busca mensurar a viabilidade de seu nome em uma futura disputa pelo comando do Poder Executivo Estadual.

Esta articulação de bastidores ocorre em meio a intensos debates no diretório de sua própria legenda e repercute diretamente na capital do estado, Cuiabá. A mobilização das lideranças partidárias e a contratação do levantamento de dados intensificaram-se nos últimos dias, consolidando as peças do xadrez político local.

A iniciativa visa sanar as incertezas sobre a aceitação popular do congressista perante os demais concorrentes que já se posicionam para o pleito majoritário. Com a coleta técnica de dados, o senador pretende basear suas próximas decisões em diagnósticos precisos, evitando desgastes ou aventuras eleitorais desnecessárias.

O próprio Senador Jayme Campos lidera pessoalmente essa estratégia de avaliação e coordena o direcionamento dos trabalhos institucionais junto ao mercado de pesquisas. A execução do levantamento amostral foi delegada a um instituto de consultoria estatística de renome nacional, cuja identidade é mantida sob reserva corporativa.

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A motivação para o investimento em um estudo dessa magnitude justifica-se pelo histórico político do parlamentar, caracterizado pela prudência e pela aversão a riscos calculados de forma empírica. O político busca compreender as reais demandas do eleitorado contemporâneo e identificar quais atributos são considerados indispensáveis para a gestão pública moderna.

A concretização da candidatura ao Palácio Paiaguás dependerá estritamente dos resultados apontados pelos relatórios finais desta pesquisa quantitativa e qualitativa de consumo interno. Os números finais servirão como fiel da balança para definir se o senador manterá a postulação ou se abrirá espaço para novas composições.

O processo de coleta de dados estruturado pelo instituto abrange entrevistas detalhadas, simulações de múltiplos cenários de votação e análise aprofundada dos índices de rejeição. Os pesquisadores buscam mapear minuciosamente o perfil ideal de governante desejado pela maioria dos cidadãos mato-grossenses nas diferentes regiões do estado.

O principal ponto de atenção e eventual obstáculo para o projeto reside na concorrência consolidada representada por nomes expressivos como o governador Otaviano Pivetta (Republicanos) e o senador Wellington Fagundes (PL). Diante de adversários com forte apelo popular, o monitoramento de rejeição torna-se o indicador mais crítico para a viabilidade do plano governista.

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Caso os relatórios técnicos apresentem um indicativo desfavorável ou um “alerta vermelho” intransponível, o impacto imediato será o recuo estratégico do parlamentar. Nessa hipótese, Jayme Campos planeja construir uma saída política honrosa para retirar sua pré-candidatura antes mesmo da abertura oficial das convenções partidárias.

Os desdobramentos dessa sondagem interna devem orientar os próximos discursos públicos e as alianças que o União Brasil firmará nos próximos meses. O desfecho da pesquisa ditará o ritmo das negociações de bastidores, definindo se o grupo marchará unido ou se haverá uma fragmentação nas candidaturas ao Governo Estadual.

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